mayashi Kaiky Guilherme Jordão

Julia uma menina com ansiedade, lidando com a pressão que a sociedade impõe a ela, pressão de se destacar, de ser a melhor.


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O último expurgo

Numa noite chuvosa, havia uma menina, chamada Julia, chorando em um riacho, chorando por não ser aceita, por não ser compreendida, nunca sabemos ao certo o que realmente estamos sentindo. Mas naquela noite, a chuva caía para esconder suas lágrimas, para erradicar sua dor.

Enfim a menina se levanta, enxuga suas lágrimas, e volta para casa, mesmo depois de tanta dor, seus pais não conseguem compreender o que a aflige, mesmo assim, ela não os culpa.

Pessoas boas conseguem perdoar o mundo inteiro mas nunca a si mesmo, algum sábio deve ter dito isto, nunca saberemos a dor que sentia.

Depois de se deitar se sentia consumida pela culpa, culpa de não conseguir seguir em frente, como todas as pessoas, culpa por não conseguir compreender o próprio sentimento. Sem entender sobre isso, a menina dorme e assim se vai mais um dia.

Assim que acorda, Julia vai para rua e observa as plantas, vê que são cheias de néctar e que cada pássaro fazia seu próprio voo, as borboletas que antes eram lagartas, continuavam seu caminho. Digamos que Julia começou a entender que todos nós temos um motivo, independente da razão, sempre fazemos algo relevante mediante à situação, pois mesmo depois de tudo, a vida continua. A menina percebeu que nós somos como uma borboleta, estamos todos em uma metamorfose coletiva, tentando nos mostrar uns aos outros, mas no final das contas queremos apenas ser como o pássaro, ter uma liberdade para explorar o mundo à sua volta, percebendo que sempre tem mais néctar por aí, e que a vida, é seu maior abrigo.


26 Şubat 2022 02:43:27 6 Rapor Yerleştirmek Hikayeyi takip edin
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Kaiky Guilherme Jordão Escritor de historias pessoais

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İleti!
Mont Cristo Mont Cristo
Ola Parabens , gostei muito de ler, mantenha-se semper focado, e continue escrevendo, um grande abraço Jornalista Carlos Dias.
January 28, 2022, 17:36
LIPSTTER LIPSTTER
Olá? Faço parte da Embaixada brasileira do Inkspired e estou aqui para lhe parabenizar pela verificação da sua história. Para começar, gostaria de falar do seu belo convite: uma capa que atrai os olhares por conta da delicadeza e o significado que aquilo representa, e isso abrilhanta a pequena sinopse que nos puxa para desbravar o seu conteúdo. Parabéns! Sobre Julia, é impossível não conseguir se identificar, ela representa muito bem a imagem daquela confusão interna e silenciosa que muitos de nós passamos. E os pais, aqueles que deveriam ser um refúgio, acabam sendo aqueles que mais nos empurram para as profundezas da incerteza; e às vezes, podem nem ter culpa, apenas não sabem como abordar, isso é triste e angustiante. Ambos vítimas da realidade. Esta é a vida! Sobre sua ortografia e gramática, eu gostaria de fazer um apontamento, como por exemplo em: "perdoar o mundo inteiro mas nunca a si mesmo" em vez de "perdoar o mundo inteiro, mas nunca a si mesmo"; Enfim, é só umas observações para revisão que normalmente muitos de nós deixamos passar despercebidos; algo super comum. Mas, no geral, você apresenta uma boa gramática e ortografia; então fique tranquilo, caro autor, não há algo que, de fato, interfira negativamente na leitura, está bastante agradável. Enfim, gostaria de dizer que adorei, e já quero mais. Não desista de escrever, por favor. Você manda muito bem. Agora fico por aqui. Te desejo muito sucesso, porque você merece!
January 26, 2022, 04:40
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