A dívida Подписаться

jace_beleren Lucas Vitoriano

Martin e sua meia-irmã Diana trabalham para "o centro", uma organização que cuida de assuntos paranormais. Em uma de suas missões, ele salva a vida dela e, como recompensa, pede para que eles durmam juntos. Orgulhosa como ela é, Diana aceita para não ficar devendo nada a ele.


Фанфик Аниме/Манга 21+.

#hentai #Martin-Mistery #pwp
Короткий рассказ
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Capítulo único

Diana odiava aquele trabalho, bem, no fundo ela até gostava, mas quando se estava sendo perseguida por um espírito ancestral de mais de mil anos tudo que ela podia pensar é que odiava seu trabalho. Ela estava caída no chão, a criatura se aproximava dela levitando assustadoramente. Era um espectro pavoroso, uma criatura etérea cujo corpo era composto de uma energia esverdeada semitransparente.

- Invasores...!! – gritou o espírito com sua voz rouca que vinha, literalmente, do outro mundo. O espírito era de um indígena idoso com longas barbas que pareciam ter vida própria dado a forma quase sobrenatural como se moviam.

Diana se arrastou no chão tentando não imaginar o que aconteceria quando aquela coisa a tocasse. Estava em uma floresta antiga. A noite sem estrelas e a lua cheia só tornavam aquele ambiente ainda mais assustador. Claro que o que tornava o local realmente assustador era o espírito vingativo pronto para matá-la ou... fazer até mesmo algo pior.

Diana tinha dezoito anos, cabelos castanhos longos e vestia um par de tennis, calça jeans e uma blusa roxa de mangas longas. Dois grampos de cabelo também roxos presos em seus cabelos lhe davam um charme especial. Infelizmente esse charme não convenceriam o espírito revoltado de não ataca-la.

- Calma ai! Calma ai! Tecnicamente eu não sou uma invasora, foram meus tatatatatatatataravos que chegaram aqui e mataram o seu povo, e, se você quer saber minha opinião eu não achei legal o que eles fi...

- INVASORA!!! – gritou o espírito encerrando com qualquer possibilidade de diálogo.

Diana virou o rosto e fechou os olhos para não ver o seu fim, mas, para sua surpresa, o espírito gritou. Ok, ele gritava muito, mas o grito que acabara de dar era um grito de pavor, totalmente diferente dos gritos assustadores de antes. A garota abriu os olhos a tempo de ver o espírito do indígena ser sugado em uma espécie de neblina brilhante verde para dentro de um pequeno e simples pote de barro com inscrições magicas nele. Segurando o pote estava o irmão de Diana, Martin, e no rosto de Martin estava seu costumeiro sorriso convencido e moleque.

- Agora fique preso aqui por mais uns mil anos – ele sorria erguendo seu pequeno troféu, o pote de jarro que continha uma assombração dentro.

Diana gostava de Martin, mas na maioria do tempo estava irritada demais com ele para se lembrar disso. Martin possuía cabelos loiros espetados, era do tipo extrovertido e convencido, uma mistura de nerd com cara popular que dera totalmente errado. Os dois eram irmãos, meio-irmãos na verdade, e, enquanto Diana era responsável, racional e pé no chão Martin era totalmente o oposto: imaturo, impetuoso e meio bobo. Mas uma coisa Diana tinha que admitir, embora jamais fosse dizer isso para Martin: seu irmão era um excelente investigador de casos paranormais.

- Salvei sua vida Diana, está me devendo uma – disse Martin se aproximando da irmã e oferecendo a mão para ajudá-la a se levantar.

Diana recusou a ajuda e se levantou sozinha. Só de ver o sorriso metido de seu irmão ela quase preferia ter sido atacada pelo espírito para não da a Martin um motivo para se gabar.

- Eu estava indo bem sozinha – retrucou cruzando os braços.

- Bem mal você quer dizer – brincou ele – admita Diana eu salvei você.

- Não salvou nada! – retrucou irritada. Diana sabia que não tinha razão, mas era orgulhosa demais para ceder – se você não tivesse chegado eu teria acabado com o espírito sozinha!

Martin riu e baixou o olhar para o pequeno pote. Com um sorriso malicioso falou.

- Já que é assim eu vou libertar o espírito e poderemos ver como v...

- Não!! – ela o impediu de abrir o pote – ok sabichão! Eu admito você me salvou. Estou te devendo uma. Satisfeito?

O sorriso de moleque que ele deu deixou bem obvio que Martin estava mesmo satisfeito. Diana não gostava nada daquilo, mas esperava que seu irmão, cabeça oca como era, esquecesse logo disso.

Os dois voltaram para “O centro” a agência de investigação de casos sobrenaturais ao qual trabalhavam. Lá passaram o relatório da missão para MOM, a líder do centro e, só depois disso, voltaram para casa.

Sendo irmãos Diana e Martin moravam na mesma casa, mas em quartos separados. Diana estava morta de cansada de sua missão e se deitou na cama sem nem sequer trocar de roupa. Ela queria dormir por horas se fosse possível e só acordar no dia seguinte, mas...

- Diana!!!! – era a voz de Martin que mais parecia um urso berrando.

Diana ignorou, mas o grito se repetiu. Irritada ela tapou os ouvidos e até mesmo escondeu o rosto debaixo do travesseiro, mas nada adiantava, Martin continuava a gritar, chamando-a, e, vencida pelo cansaço, a garota se levantou furiosa e foi até o quarto do irmão.

Ela não era delicada, não com uma pessoa como o irmão. Diana praticamente chutou a porta do quarto de Martin.

- Droga Martin me deixe dormir!!! Que diabos você quer?!?

Martin estava deitado na cama e abriu um grande sorriso quando a viu. Ele também não havia trocado de roupas desde a missão. Rapidamente Martin se levantou e foi em direção a irmã.

- Diana querida vim cobrar a sua dívida. Então pronta para me pagar?!

Diana murmurou um palavrão. Esperava que aquele idiota esquecesse disso, mas isso não aconteceu. Ela cruzou os braços e foi direta em suas palavras, queria acabar com aquilo logo.

- Certo, certo. Minha dívida. Diga o que quer para que eu possa ficar em paz!

Martin segurou o pulso da irmã e puxou-a para perto de si em um movimento rápido. Com a mão livre abraçou a garota passando a mão na sua bunda enquanto seus lábios se colavam nos de Diana em um intenso beijo de língua.

A garota foi pegue de surpresa, tudo foi tão rápido que quando se deu conta a língua de seu irmão estava se enroscando na dela. Ela sentiu a mão boba de Martin apalpando sua bunda e, furiosa, empurrou o garoto encerrando o beijo.

- Martin!!! Seu idiota o que está fazendo?! – ela se controlou para não esganar ele ali mesmo.

Apesar de ter sido empurrado Martin já havia saboreado por uns bons segundos aquele delicioso beijo. Ele ainda sentia o gosto de Diana em seus lábios e adorou aquilo. Malicioso ele sorriu de forma safada.

- Cobrando minha dívida Diana. Eu quero transar com você...

- O QUE?!?! – ela deu um tapa forte no rosto do irmão e não se preocupou nem um pouco na marca vermelha de sua mão no rosto de Martin – somos irmãos não podemos transar!!! E que pedido é esse? Seu pervertido!!!

Martin havia levado a mão ao rosto ainda sentindo a pele arder. Sua irmã era bem irritada e durona. Não era seu tipo de garota preferida, mas ele nunca tivera muita sorte com mulheres e sabia que se não aproveitasse essa chance talvez nunca mais conseguisse dormir com alguém.

- Para começo de conversa somos meios-irmãos – disse ele de forma razoável – além do mais Diana... eu estou tentando ficar com alguém a séculos e só levo fora... você é chata e irritante, mas até que é bem gostosa então ach... AIIII!!!

Martin havia recebido outro tapa, e esse doera ainda mais que o anterior. Diana estava furiosa, não acreditaria que teria que tirar seu irmão da virgindade porque o tapado não conseguia ficar com ninguém. E Diana entendia porque nenhuma garota queria algo com Martin, seu irmão era irresponsável e bobalhão, e, pior, era muito convencido.

Mas Diana era orgulhosa, ela jamais daria a Martin o gosto de dizer que ela não pagava uma dívida. A garota engoliu toda sua raiva e decidiu que deveria logo acabar com isso. Teria apenas que dar alguns minutos de prazer ao irmão e assim estaria livre. Não poderia ser tão ruim afinal.

- Ok – disse ela por fim, ainda contrariada – vou dormir com você, mas se contar a alguém sobre isso pode esperar porque irei te castrar entendeu? Eu estou falando sério!

- Combinado! – Martin parecia uma criança na véspera de natal de tão feliz. Animado foi até a irmã e voltou a abraçá-la aproximando seu rosto do dela, mas Diana o deteve colocando o dedo indicador nos lábios do irmão.

- Você é tão criança! Vamos fazer isso devagar entendeu? Não fique me beijando como se fosse um esfomeado avançando em um sorvete!

Martin fez sinal positivo e então beijou-a de forma lenta. Os lábios dos dois se encontraram e eles desfrutaram de um beijo demorado e úmido. Diana apoiou suas mãos sutilmente nos ombros de Martin enquanto esse avançou com a mão direita na bunda da garota e, com a esquerda, apalpou seus seios. Diana fez uma careta de desgosto, mas apesar disso se deixou ser tocada.

- Ah, então é assim que é ficar com uma garota! – Martin estava muito empolgado e seus toques demonstravam isso pois ele apalpava a irmã ansioso.

- Se controle! – queixou-se Diana – estamos nas preliminares então não vá com tudo ainda! Céus eu tenho que te ensinar tudo?!

Apesar de mal-humorada Diana continuou a beijar o irmão pois trato era trato. Martin a tocava de forma apressada e desajeitada e ela não conseguia sentir tanto prazer nisso, mas, se tratando de Martin, ela não esperaria uma transa memorável. Os dois continuaram a se beijar até que se afastaram para recuperar um pouco de folego.

- Ok, vamos nos sentar na cama – disse ela e assim os dois fizeram.

Voltaram a se beijar. Diana tentava entrar no clima e começava a tirar algum proveito da situação. Martin poderia ser um idiota metido, mas seus toques a estavam começando a deixar excitada.

Diana voltou a sentir as mãos apressadas de Martin em seus seios, apalpando-os. Ela aceitou que ele não ia conseguir se controlar então resolveu ir logo ao ponto. A garota cessou o beijo e empurrou as mãos do irmão de forma rude, afastando-as de seus seios. Rapidamente retirou a própria blusa revelando um belo corpo e seios médios cobertos por um sutiã roxo.

- Pronto, pode continuar! – disse ainda com um certo mau-humor e então os dois voltaram a se beijar.

Martin adorou ver aqueles lindos seios. Nunca havia pensando em transar com a irmã, mas conforme os anos passavam era impossível não perceber o quanto a garota ficava mais bela. Apesar de achar Diana muito sem paciência e mandona gostava do corpo dela e queria prová-lo. Martin segurou aqueles lindos seios e os massageou sendo presenteado pelos gemidos da garota.

- Ah! Está adorando isso irmãzinha! – provocou ele.

- Fica quieto Martin! – retrucou irritada – se ficar falando eu saio do quarto agora!

Ele não disse mais nada e os dois continuaram aquilo por mais alguns minutos e, embora não quisesse admitir, Diana estava gostando. Ela queria ir além então levantou-se pedindo para que Martin fizesse o mesmo. Martin obedeceu e então ela começou a despir o irmão deixando-o apenas de cueca. Diana olhou para a massa por debaixo da cueca e pode constatar que seu irmão já estava no ponto.

- Vou fazer uma coisa que vai te deixar caidinho – ela sorriu maliciosa.

Diana sentou-se de joelhos no chão. Com um movimento cuidadoso abaixou a cueca do irmão apenas o suficiente para que seu pênis saltasse para fora. O pênis de Martin era maior do que ela imaginava e essa surpresa a agradou. Diana massageou o membro do irmão com as duas mãos sentindo a textura e a rigidez do pênis. Martin não conseguia conter seus gemidos e ela adorou aquilo. Tinha seu irmão na palma da mão.

- Para um nerd fracassado amoroso como você... até que surpreende aqui embaixo – ela provocou e então deu uma longa e lenta lambida no pênis espalhando saliva por toda sua extensão.

- Ahhh... Diana... nossa!!!

Diana continuou a dar lambidas lentas e estimulantes levando Martin a loucura. Ela se deliciava com aquela pequena tortura que fazia nele, sempre lhe dando prazer, mas nunca o suficiente para levá-lo ao orgasmo. Os gemidos de Martin eram como música para os ouvidos da garota e Diana prosseguiu com suas lambidas curtas e provocativas com satisfação.

- Ahh... isso é tão bom... – Martin fechava os olhos e se deixava levar por aquela estrada de prazeres. Diana parou de lamber e abocanhou o pênis dele começando a chupá-lo.

Ela se empenhou naquilo, chupou com gosto, encharcando o pênis do irmão com saliva. Com suas mãos ela massageava os testículos de Martin e, como ele era virgem, acabou não se controlando e tendo um orgasmo dentro da garota.

Diana fez uma careta com todo o líquido que jorrou para dentro dela. Engoliu o máximo que pode, mas precisou se afastar pois, caso contrário, ficaria engasgada. Apesar de ter engolido uma boa quantidade de orgasmo Diana não conseguira beber tudo e muito espirrou melando seu rosto, sutiã e seios. Ela tossiu um pouco e olhou para seus seios melados com uma certa repulsa. Aquela gosma branca a fazia lembrar as gosmas verdes e nojentas que sempre acabava esbarrando em suas missões para “O centro”.

- Droga Martin devia ao menos avisar antes de gozar – disse mal-humorada limpando com as costas da mão um pouco de orgasmo que estava em seu rosto.

Martin não respondeu, estava em um estado de puro êxtase e prazer. Diana imaginou que aquilo deveria ter sido a melhor coisa que já acontecera ao irmão que, ela tinha certeza, só se aliviava masturbando-se. O que ela imaginava que acontecia com frequência.

- Ahhh... estou me sentindo no céu... – disse Martin. Seu pênis já estava começando a amolecer parecendo uma cobra murcha e, de sua ponta, ainda pingavam algumas gotas de orgasmo.

Diana sorriu maliciosa e, certa de que seu dever havia sido cumprido, levantou-se e foi pegar sua blusa para vestir-se.

- Ei! Espera um pouco já acabamos?! – disse Martin em uma mistura de súplica e desespero – mas eu ainda nem ti vi nua e nos ainda nem...

- Não me culpe se você não aguenta uma transa Martin – provocou ela com um sorriso convencido enquanto vestia sua blusa – o que você espera fazer com essa coisa ai morta entre as pernas?

Martin baixou o olhar para seu pênis amolecido. Ele balançou o pênis de forma cômica tentando fazer com que o mesmo voltasse a ficar rígido, mas seus esforços não surtiram efeito.

- Diana! Não vá!! Espera um pouco só até ele se aquecer de novo!!! A gente pode ficar se beijando e apalpando enquanto isso e...!

Mas Diana apenas deu as costas ao irmão e saiu do quarto fechando a porta com tudo atrás de si. A garota havia pago sua dívida, se divertira um pouco e, a melhor parte, contemplara a cara de desespero de seu irmão por não ter completado sua primeira transa. A expressão de Martin havia sido impagável!

Diana foi para seu quarto rindo com a situação e imaginando o que as garotas do colégio diriam se soubessem que o metido do Martin Mistery dava em cima de todo mundo, mas, na hora H, não tinha folego para satisfazer uma garota nem nas preliminares.

19 ноября 2019 г. 12:55:57 0 Отчет Добавить 0
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Об авторе

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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