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Elsa - Branca de Neve

Branca de neve olhou seu reflexo no espelho mais uma vez imaginando se era mesmo a mulher mais bela de todas como sua falecida madrasta acreditava. Seu espelho porem não era magico, não lhe daria nenhuma resposta, tudo que ele lhe dava era sua imagem refletida, a imagem de uma moça que mal completara dezoito anos, uma jovem com corpo delicado, pele alva como a neve, cabelos negros como o ébano e pequenos lábios de um vermelho tão intenso quanto uma rosa. Os olhos de Branca eram negros e transmitiam medo e insegurança o que era completamente compreensível. Seus pais estavam mortos a muito tempo, sua madrasta, quem supostamente deveria cuidar dela e lhe dar amor, tentou matá-la e quase conseguiu, ou melhor, ela conseguiu, mas Branca não ficou morta por muito tempo. Branca fora envenenada por sua madrasta e cairá em um sono da morte sendo velado pelos únicos verdadeiros amigos que a jovem princesa teve, os sete anões. Mas Branca teve que abandonar até mesmo estes anões pois fora despossada pelo príncipe Philip e trazida ao seu reino. Já havia dois messes que ela e Philip estavam juntos.

Havia um lado bom em estar em um reino novo, ela não era mais assombrada pelas lembranças de sua antiga madrasta, a rainha má, tudo ali era novo, mas, exatamente por ser novo, era também assustador. Estou com medo disse a princesa a si mesma encarando seu reflexo no espelho, mas a imagem nele contida não inspirava confiança, apenas refletia o medo da princesa. Branca vestia um vestido branco simples que se confundia com sua pele alva, seu príncipe havia saído em uma missão diplomática em um reino próximo e só voltaria em alguns dias, enquanto isso ela tinha todo um reino novo para explorar, dezenas de criados para servi-la, incontáveis livros e vestidos a seu dispor… e não conseguia lembrar de ter estado mais sozinha em toda sua vida.

Com seus anões ela tinha companheiros adoráveis e cativantes e estava sempre ocupada em limpar a casa ou fazer a comida para seus pequenos amigos. Essas atividades lhe ocupavam a mente e lhe proporcionavam prazer. Branca adorava arrumar a casa, dispor moveis de forma a aproveitar ao máximo o espaço de um cômodo, se divertia enormemente em escolher as cortinas certas que combinavam com as flores do jardim e a cozinha, ah, ela amava a cozinha. Branca não era uma bruxa como sua madrasta, mas fazia magica na cozinha. Pesquisava receitas, as modificava, testava variações com temperos e ingredientes diferentes, sentia que podia fazer qualquer coisa na cozinha, sentia-se livre, sua curiosidade e criatividade poderiam ser instigadas ao máximo. Como um pintor em frente a uma tela em branco ou um escultor frente a um bloco de mármore, ela se postava frente aos ingredientes na cozinha e fazia arte para o paladar.

Mas esses prazeres lhe eram negados ali, as criadas arrumavam seu quarto, e a comida era feita na cozinha por uma duzia de mulheres. Branca sabia que bastava um pedido e elas preparariam qualquer prato, mas Branca só poderia sentir o prazer de provar desses pratos não de prepará-los com todo seu amor e dedicação. Ela se olhou mais uma vez no espelho e se perguntou porque, apesar de ter tudo ali, sentia-se tão desgostosa em seu novo reino.

Uma batida na porta de seu quarto tirou Branca de seus devaneios.

- Princesa Branca, a rainha Elsa de Arendelle, esta aqui para ve-la.

Elsa! Como Branca se sentia feliz em ouvir essa noticia. A rainha de Arendelle havia sido sua amiga no passado, algumas vezes elas haviam passado alguns dias juntas brincando, dias felizes de infância quando tanto seus pais, quanto os de Elsa, ainda estavam vivos. A nova rainha havia enviado uma carta a Branca avisando de que iria encontrar-se com Branca em seu novo reino, obviamente o fizera por causa de ser agora rainha e precisar estreitar sua relação com os outros reinos. De fato Elsa havia ido ali para falar com Philip, não com Branca, mas a princesa não podia deixar de ficar feliz em ter uma visita e ver um rosto conhecido.

- Diga a ela que pode vir ao meu quarto – respondeu branca olhando-se mais uma vez no espelho, estava apresentável: penteada, vestida de forma simples, mas condizente. Ela sorriu para seu espelho e esperou que a rainha de Arendelle entrasse.

Poucos minutos depois a porta do quarto se abriu e uma mulher entrou, tinha estatura mediana, usava um vestido em tons roxos e azul-marinho, os olhos eram azuis como o céu e os cabelos loiros-claros penteados em uma elaborada trança que descia de forma livre e bela pelos seus ombros. Os cabelos da mulher se entrelaçavam de uma forma quase artística, unindo-se como dois amantes na noite de núpcias. Branca demorou alguns segundos para fazer a relação dessa linda mulher com a garotinha que brincara na infância e perceber que ambas eram a mesma pessoa.

- Rainha Elsa – Branca foi até a rainha e abraçou gentilmente.

- A quanto tempo Branca – ela sorriu levemente – soube do que houve… fiquei muito preocupada quando pensei que havia morrido, mas graças a deus o feitiço foi quebrado por um ato de amor – ela repousou suas mãos nos ombros de Branca e seus olhos transpareciam sinceridade – não a nada mais poderoso que um ato de amor não acha?

Branca corou lembrando-se do beijo que Philip lhe dera, havia sido seu primeiro beijo, um ótimo beijo, mas ela ainda ficava corada só com a lembrança.

- Sim, soube também o que houve com você, um ato de amor seu salvou sua irmã – no caso de Elsa o ato havia sido um abraço e lagrimas sinceras. Foram essas lagrimas que descongelaram a irmã de Elsa, Anna. Sempre que Branca pensava nisso ainda ficava surpresa. Imaginava que apenas beijos quebravam magias, mas percebeu afinal que estava errada e que um ato de amor ia muito além do amor entre amantes.

Branca convidou Elsa para se sentar na pequena mesinha que ficava na varanda, em seguida solicitou aos seus criados que trouxessem chá e doces e poucos minutos depois as duas estavam cercadas por doces de todas as cores e o aroma do chã preenchia o ar dando um clima ameno, quase magico, ao ambiente.

As duas começaram a conversar e colocar as novidades em dias (a anos não se viam então tinham muito o que falar). Branca contou sobre sua estadia na casa dos sete anões e disse como aqueles dias haviam sido coloridos e alegres. Sentia saudades das conversas ao luar com Mestre, dos momentos em que colocava dengoso no colo e lhe fazia cafune. Lembrava de Soneca, que sempre era o primeiro a dormir e ultimo a acordar, bocejando de sono mesmo quando mal começava o dia. Sentia falta até das constantes reclamações de Zangado que inventava motivos para ficar de mal-humor, ora reclamava que a sopa estava salgada demais, ou que o canto dos passarinhos fazia doer seus ouvidos ou que o trabalho nas minas era muito exaustivo… enfim, sempre havia algo para reclamar, era esse o Zangado que ela tanto amava.

Elsa por sua vez contou a amiga sobre Olaf, um boneco de neve que era dera vida e era muito divertido e animava os seus dias. Falou de seu castelo de gelo nas montanhas (Branca sentiu uma vontade enorme de visita-lo, um castelo todo de gelo deveria ser lindo!). Claro que o fato de Elsa ter poderes de controlar o gelo e a neve eram fascinantes, Branca sentia um calafrio de medo ao lembrar que sua madrasta também usava magia, mas Elsa era uma pessoa boa e Branca sabia que ela jamais faria mal a alguém.

- Ainda estou me acostumando com isso – disse a rainha de Arendelle movendo os dedos e fazendo pequenos flocos de neve surgirem entre eles – é estranho sabe? Não é como se eu fosse uma maga que treinasse a minha vida inteira para ter minha magia, se fosse assim seria mais fácil pois eu entenderia meus poderes… - ela fez silencio e os flocos de neve foram levados pelo vento – não tem ninguém para me ensinar a usar meus poderes. Isso me da um pouco de medo, eu tenho que ser muito cautelosa para não acabar fazendo nada errado mas – ela soltou um riso jovial – mas também é muito divertido, as vezes eu passo horas usando meu poder, criando esculturas de gelo, fazendo nevar, é simplesmente fantástico! Anna adora e vive me perguntando se eu posso fazer um elefante de gelo, ou talheres de gelo… imagina só? Beber sopa quente com talheres de gelo!?

As duas riram juntas e Branca percebeu que não havia rido com tanta espontaneidade e se divertido tanto desde que chegara em seu novo lar com Philip. Pensar nisso a deixou um pouco triste e Elsa notou essa sombra de tristeza nos olhos da amiga.

- O que houve Branca?

- Nada eu... eu apenas penso como fico feliz aqui conversando com você e que normalmente eu não me divirto tanto mesmo tendo tudo o que desejo ao meu redor.

Elsa a encarou com compreensão. A rainha de Arendele segurou a mão da amiga e disse algo que nem Branca tinha coragem de dizer a si mesma.

- Philip não a deixa feliz não é isso?

- Não! Não é isso – ela afastou a mão de Elsa como se tivesse levado uma descarga elétrica – Philip é muito bom comigo, ele me trata com muito carinho e respeito.

Elsa ouviu tudo atentamente, levou cuidadosamente a xicara de chã aos lábios e bebeu o que restava do liquido. Ela olhou de forma carinhosa, porem firme, para Branca.

- Somos adultas Branca... podemos ser jovens, você ainda nem completou dezoito anos mas pelo fato de ser princesa já carrega o fardo de uma mulher adulta. Sendo assim eu vou falar de forma franca com você, espero que não se chateie.

Ao ouvir isso Branca se sentiu como uma criança assustada. Um calafrio percorreu todo o seu corpo e ela sentiu que não estava preparada para aquela conversa. Branca não era forte e independente como Elsa, sua força era diferente, ela era amável, gentil, companheira... mas não tinha aquele ímpeto e independência que a outra tinha. Elsa abriu a boca e falou, suas palavras atingiram Branca como uma rajada de ar frio.

- Sei que o príncipe já a despossou, é o natural visto que a tomou como esposa. Quero que me diga apenas se você se sentiu feliz.

Se a xicara de chá ainda estivesse nas mãos de Branca a princesa a teria deixado cair tamanha sua surpresa. As bochechas da princesa se tornaram vermelhas e ela desviou o olhar desejando desesperadamente que aquela conversa fosse apenas sobre assuntos banais e não sobre esse assunto.

- Eu... me senti... – ela tentava falar, mas não sabia o que dizer. Sabia o que deveria dizer, de que havia sido bom, que havia sentido o mundo girar a seus pés, de que se sentira a mulher mais feliz do mundo, mas ela não poderia dizer isso, pois não era a verdade – eu... eu... fiquei feliz em proporcionar felicidade ao meu marido!

Branca esperava muitas reações de Elsa, mas jamais imaginaria que a amiga a olharia com pena.

- Branca... – ela voltou a tocar na mão de Branca e repetiu o nome, em um tom mais doce – Branca... minha amiga... eu entendo que você gosta de Philip, que ele é um bom homem e provavelmente será um bom pai mas... você não o ama certo?

A princesa sentiu-se ainda mais fraca, de repente teve a vontade de chorar embora não soubesse bem o porque. Branca baixou o olhar e respondeu em um tom de voz tão baixo que foi quase um sussurro.

- Ele me despertou do feitiço de sono com um beijo de amor verdadeiro...

Elsa apertou com carinho a mão da amiga.

- Bem vocês poderiam estar se amando naquele momento Branca querida, mas a vida juntos pode ter mostrado que ele não era o seu grande amor. Sabe, você lembra minha irmã Anna, ela também se apaixonou a primeira vista, mas o príncipe Hans... bem... não era lá uma pessoa muito boa e graças aos deuses ela esta com Kistoff agora.

Branca voltou a encarar Elsa e percebeu que ela estava perto demais. Os rostos das duas estavam bem próximos e ela podia sentir a respiração de Elsa. A aproximação fez com que seu coração acelerasse. Ela não sabia dizer se isso era algo bom ou ruim.

- Como você pode saber se Philip é a pessoa certa? – perguntou Elsa e a distancia entre os rostos das duas se reduziu ainda mais.

Branca abriu a boca para protestar, mas palavra nenhuma saiu. Elsa sorriu e se aproximou ainda mais da amiga. Branca pode ver a cena em câmera lenta, Elsa se aproximando mais e mais, a boca pequena e delicada da princesa indo de encontro a sua. Aquilo parecia surreal, ela sabia o que viria a seguir, sabia do beijo, mas não podia acreditar na realidade.

A boca das duas se encontraram, e então Branca sentiu-se sem chão.

Os lábios de Elsa eram delicados, doces lábios de algodão, seu beijo foi gentil, caloroso e mágico. Branca sentiu-se como se perdida em um sonho, nada daquilo parecia real, ela não acreditou quando deixou que a língua de Elsa entrasse em sua boca e se encontrasse com a sua. Não acreditou quando sentiu o toque amoroso da mão de Elsa em seu rosto, acariciando sua bochecha. Não acreditou em si mesma quando repousou suas mãos nos ombros de Elsa e a puxou mais para perto.

Foi tudo irreal demais, porque a realidade jamais havia sido tão bela. Quando o beijo terminou as duas se afastaram sutilmente. Branca ainda sentia o gosto dos lábios de Elsa e foi então que ela percebeu que beijos de amor não podiam apenas quebrar feitiços, eles poderiam também enfeitiçar pessoas.

- Isso... – Branca não tinha palavras para descrever o que sentira. Ao olhar para Elsa ela percebeu coisas que não havia notado antes. Se deu conta do qual Elsa era bonita, de como seus olhos tinham um brilho único, seus cabelos pareciam capturar os raios do sol e seu corpo terem lindas curvas. Ao seus olhos Elsa era uma nova mulher, ou melhor, finalmente Branca via a princesa como mulher. Ela a via com desejo. Isso a assustou e excitou.

- Não precisa falar nada agora – Elsa colocou uma das mãos nos lábios de Branca lhe pedindo silencio – venha, vou lhe mostrar algo.

Branca viu Elsa se levantar e a puxar pela mão, as duas foram até a cama de Branca e Elsa pediu que ela sentasse o que ela obedeceu prontamente. Elsa foi até a porta do quarto e a trancou. A princesa de Arendele olhou para Branca com um sorriso travesso no rosto.

- Esse vai ser nosso segredo Branca, consegue guarda-lo?

Branca apenas fez sinal afirmativo com a cabeça, ela sabia o que viria a seguir, não era tão tola e inocente como muitos pensavam. Elsa se aproximou, andando com passos lentos e sensuais, Branca não sabia como, mas Elsa era extremamente atraente só em caminhar. A rainha de Arendele sentou na cama ao lado de Branca e beijou-a de novo.

- Nunca fez amor com uma mulher presumo? – perguntou Elsa gentil acariciando os cabelos e ombros de Branca.

- Não, nunca fiz amor com ninguém além do príncipe Philip – disse com uma naturalidade que a espantou. Ela sabia que cometeria adultério, mas não se importava. Naquele momento tudo que queria era ter Elsa em seus braços. Cada centímetro de seu corpo ansiava por isso.

Elsa riu e beijou Branca novamente, suas mãos desceram pelos ombros e seios da princesa, massageando-os com cuidado e carinho por cima do tecido do vestido.

- Anna e eu já nos exploramos algumas vezes – admitiu Elsa com um sorriso cumplice – ela é tímida, mas tem mais ímpeto que você.

- Me perdoe... – respondeu Branca corada.

- Não precisa se desculpar! – Elsa riu – ela é ela e você é você. E saiba que – Elsa aproximou o rosto do ouvido de Branca e sussurrou com uma voz tão atraente e sensual que fez Branca se arrepiar toda – esse seu jeito doce me deixa muito excitada!

Um tímido sorriso surgiu nos lábios de Branca ao ouvir isso. Elsa a beijou no pescoço, um beijo lento e molhado, Branca soltou um gemido baixo, Elsa continuou a beijar seu pescoço a fazendo dar doces suspiros. Branca se sentiu como se drogada, e devia estar mesmo, drogada de amor. Elsa deu dezenas de beijos em seu pescoço e ombros, suas mãos tocaram na parte superior do vestido de Branca e ela o sentiu caindo de seu corpo, não vestia nada por baixo e seus pequenos seios ficaram expostos. A princesa tinha seios pequenos com mamilos rosados, era um corpo com uma graça infantil. Elsa tocou naqueles seios e os massageou com movimentos lentos porem firmes. Branca arfou, Philip nunca a havia tocado daquele jeito, ele os apertava de qualquer jeito, mas Elsa sabia como tocar, sabia os pontos que a estimulavam. Os dedos da princesa acariciavam sua pele delicadamente.

- Ah... Elsa... – foi tudo que disse e dizer o nome da rainha era tudo que ela queria naquele momento. Branca sentia uma enorme atração por Elsa, mas não se resumia a desejo apenas, ela também a admirava e nutria um grande carinho pela rainha.

Elsa continuou com seus toques e beijos e então retirou a parte inferior do vestido de Branca. A princesa se encolheu tímida. Elsa a olhava fixamente, ela tocou na vagina de Branca e a acariciou.

- Você é tão linda Branca...

Não disse mais nada, abriu as pernas de Branca e beijou sua vagina, lambeu-a com movimentos apressados enquanto suas mãos acariciavam as coxas da jovem princesa. Branca gemeu, aquilo era maravilhoso e ela se deixou levar por Elsa que a guiava naquele caminho de prazeres.

- Ahh.. Elsa... Elsa... Elsa... – o nome da princesa era tão doce que Branca não cansava de pronuncia-lo. Estava derretida em prazer e, quando sentiu um jorro de liquido do meio de suas pernas, soube que Elsa havia dado a ela mais prazer naquele dia do que Philip em dois messes.

Elsa se levantou devagar, a princesa ainda estava totalmente vestida e Branca pensou que isso não era justo. Branca havia ficado totalmente exposta, havia sido tocada e estimulada, enquanto sua companheira continuava totalmente vestida.

- Agora é sua vez de me satisfazer – disse Elsa desabotoando seu vestido. Branca viu com prazer a princesa de Arendele retirar cada peça de sua roupa até ficar totalmente nua.

Elsa tinha uma beleza singular, seios medianos, mamilos castanhos, curvas atrativas. Ela se deitou sobre Branca e os lábios delas se colaram em um apaixonado beijo. Branca sentiu as mãos de Elsa explorando seu corpo e decidiu que, dessa vez, não ficaria apenas parada.

Apesar da vergonha Branca apalpou Elsa, explorou seus lindos seios, massageou-os, beijou-os, e os chupou, como um bebe que suga o leite materno. Elsa gemeu ao ser chupada e seu gemido foi como musica aos ouvidos de Branca.

- Nunca senti tanto desejo por alguém – disse Branca para sua nova amada beijando-lhe os lábios – ah Elsa! Porque não foi você a me libertar do feitiço do sono?

Elsa sorriu e acariciou o rosto de Branca fitando-a com amor.

- Se quiser posso acordar-lhe com um beijo todas as manhas – disse com carinho.

Branca teve vontade de chorar de emoção. Sim, isso sim era amor. Ela gostava de Philip, mas ela nunca o amou. Nunca sentiu-se derretida pelos beijos dele como se sentira com Elsa. Branca abraçou Elsa forte e deu-lhe um longo beijo transmitindo-lhe todo o amor que sentia.

Foi um beijo demorado e gostoso, ao final Elsa se levantou e pediu para que Branca se senta-se no chão a sua frente.

- Acho que sabe o que quero que faça – disse Elsa, sua vagina estava a apenas alguns centímetros do rosto de Branca.

- Eu sei – respondeu corada. Branca já havia feito sexo oral em Philip (era o que mais gostava no sexo com ele), mas nunca havia feito o mesmo com uma mulher.

Sentindo-se corajosa Branca beijou a vagina de Elsa e começou a lambe-la com movimentos curtos e breves de sua língua. Elsa acariciava os cabelos da princesa aos seus pés e sorria.

- Isso Branca... perfeito... continue...

Branca continuou, sentiu a vagina ficar cada vez mais úmida até que o orgasmo veio e ela sentiu-se orgulhosa por conseguir dar tanto prazer a Elsa. Branca lambeu todo o orgasmo com toda a delicadeza e graça que só uma princesa tem. Ao terminar sorriu tímida para a rainha e perguntou.

- Fiz bem?

Elsa riu.

- Você foi ótima... e eu quero mais.

Branca sorriu ela também queria mais. Queria mais hoje, amanha, durante toda a semana. Ela queria Elsa ao seu lado para toda a vida. Esse seria o seu felizes para sempre.

10 октября 2019 г. 11:01:16 0 Отчет Добавить 0
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