spelepus Hope Hope

Kim Namjoon faz estágio em uma delegacia, e ele não sabe muito bem se é realmente isso que quer fazer para o resto de sua vida. Até que em um dia tedioso, como qualquer outro, chega uma denúncia de que há um corpo caído em frente a um prédio abandonado. No entanto, esse caso se torna, um tanto, estranho. Pois, não há corpo, suspeitos, nada. Há apenas uma cena do crime e uma denúncia anônima. O Kim não imagina que ao insistir no caso, que é dado como inexplicável e indesvendável, diversos segredos iriam vir à tona e o que parecia ser...na verdade, estava bem longe da axioma.


Фанфик Группы / Singers 18+.

#minjoon #namjoon #jimin #park-jimin #kim-namjoon
4
4.0k ПРОСМОТРОВ
В процессе
reading time
AA Поделиться

Prólogo

Não tire conclusões precipitadas.


Se você já sabe qual a resposta, por que questionar de novo? Quanta insegurança em sua própria inteligência.

O jovem rapaz corria a todo vapor, como se sua vida dependesse disso. E de fato dependia. Ele não enxergava um palmo à frente, mas isso não o impedia de ir na direção certa. Ou pelo menos achava que era a direção que salvaria sua vida.

No meio daquela rua deserta, com uma garoa forte caindo e um péssimo momento para o governo não ter investido em postes de luz. Felizmente eles investiram, mas isso não quer dizer que elas funcionam como deveriam. Elas ficam o dia inteiro acesas e quando chega a noite, sua luz está tão fraca que não adianta de nada.

O rapaz correu em direção a um prédio abandonado; encaixou seus pés nos buraquinhos da grade de ferro e pulou a mesma, indo o mais rápido que conseguia para dentro do lugar; Ele se surpreendeu quando chegou ao décimo andar, o último, e viu que aquele andar era uma espécie de escritório.

Em algum momento do passado, aquele lugar poderia ter sido uma empresa e as pessoas que ali trabalhavam não poderiam simplesmente ter abandonado tudo ali. Ele não havia parado para ver os outros andares, então só tinha como base aquele.

Seus dedos passaram pelas papeladas que haviam sobre as mesas. O garoto se encontrava entretido com aquele andar. Tudo parecia muito novo, novo demais para ter sido apenas abandonado. As pessoas não possuem o costume de abandonar coisas novas, coisas que são úteis e ainda funcionam.

Ele poderia estar entretido, mas não submerso naquele lugar. E isso foi comprovado quando passos foram ouvidos na escadaria. Passos que o fugitivo conhecia muito bem. A reação dele foi correr até um dos armários e se colocar dentro dele.

O mártir sabia que aquele lugar era óbvio demais, mas, era isso ou se esconder debaixo de uma das mesas. A sorte dele, foi que seu algoz estava lidando com outra pessoa.

-Você não sabe o que está fazendo! -A voz dessa pessoa se tornou presente na sala, e o garoto se pôs a observar tudo pelo vão das duas portas.

-Pode ter certeza que eu sei exatamente o que estou fazendo. -O assassino respondeu.

Aquela pessoa e o algoz andam em direção à frente do prédio, onde deveria ter uma parede com janelas. Deveria, porque tem apenas um grande buraco, que o rapaz escondido no armário foi perceber apenas agora. E isso é uma boa explicação do porquê do prédio ter sido abandonado.

-Você nunca vai colocar as mãos nele. -O cara diz com uma firmeza, que até surpreende o rapaz. O perseguidor apenas ri.

-E quem irá me impedir? Você? -Questiona o algoz levantando sua arma e apontando para o cara. -Espero que tenha outras pessoas te ajudando, porque a partir de hoje você não irá mais saber de nada do que acontecer.

O rapaz fugitivo engole em seco, ele queria conseguir fechar os olhos, pois sua imaginação já está processando o que poderá vir a seguir. Entretanto, ele não consegue; a cena está prendendo sua atenção de uma forma que nem piscar está sendo possível.

-É óbvio que existem outras pessoas. -Afirma o cara alto, de ombros largos e cabelos loiros. Esse homem traz uma certeza em sua postura, que o garoto escondido inveja. -Você nunca encostará as mãos no Park.

O garoto prende a respiração ao ouvir seu sobrenome ser citado pelo homem. Ele sente que deve fazer alguma coisa, chamar a atenção do seu perseguidor de alguma forma. Só que, ele está paralisado, não consegue se mexer, apenas consegue observar o desenrolar da cena. Bem, o que acontecerá em seguida fará com que o Park se arrependa por um bom tempo.

-Seu grupinho o ensinou a fugir, de fato. -O assassino diz com uma calma, que desconcerta os dois rapazes. O Park não consegue ver o rosto do criminoso, só tem visão das costas do mesmo e só é capaz de ver que o mesmo está com terno e possuí cabelos pretos. -Mas esqueceram de ensinar a ele à quem recorrer. E se esqueceram que não importa quando tempo ele corra e tente se esconder. Sempre irei acha-ló.

As mãos de Park vão automaticamente para o colar que está preso em sua garganta. Uma gargantilha prateada e fina, mas seu material é de um aço tão resistente, mas tão resistente, que não importa o quanto ele tente tirar ou por quais métodos tente...ele nunca consegue provocar um arranhão.

O homem mal coloca sua mão livre no bolso da calça de seu terno e tira de dentro dela um celular. Ele o liga e mostra a tela ligada para o loiro, tudo isso enquanto continua com sua arma apontada para o peito do outro. O homem de cabelos amarelos demonstra uma reação surpresa, que acaba por machucar o coração de Park.

Esse homem não havia mostrado nenhuma reação até aquele momento, o que significa que todos os passos do assassino haviam sido meticulosamente calculados. Menos aquilo, que acabou por mostrar ao loiro que ainda haviam coisas que ele e seu grupo não tinham encontrado.

-Você colocou um rastreador nele?! -Exclamou o homem. Os dois caras já sabem a resposta e o garoto escondido, continua com sua mão na gargantilha, já sabendo onde o rastreador foi colocado.

-Não sou tão fã de perguntas retóricas. Se você já sabe qual a resposta, por que questionar de novo? Quanta insegurança em sua própria inteligência. -Resmunga o cara de terno, para em seguida destravar sua arma. Esse pequeno gesto faz com que o coração do Park acelere, instigando o mesmo a questionar se as outras pessoas no cômodo são capazes de ouvir. -Au revoir.

No instante em que o menino no armário consegue fechar seus olhos, um tiro é ouvido. E apenas isso, um único tiro seguido da falta de som no andar. Um silêncio assustador e totalmente desconfortável assume o ambiente. E quando o Park adquire forças para abrir os olhos, ele se assusta e pressiona automaticamente suas costas contra o armário.

As duas portas estão escancaradas e o algoz está ali, em pé, o encarando. O rapaz preferia mil vezes que o rosto do seu futuro assassino fosse totalmente desfigurado, do que como ele está agora. Uma máscara cobre seus olhos, deixando apenas da pontinha do nariz para baixo descoberto.

Um sorriso de lado aparece nos lábios do homem, quando vê que sua vítima abriu seus olhos e percebeu sua presença. Aquelas duas personalidades, uma em frente a outra, tão opostas, se encarando. Imaginar essa cena em terceira pessoa, deixa o assassino mais alegre.

-Oh, meu pequeno anjinho. Finalmente te encontrei. -São as primeiras palavras que saem dos lábios do mal. Ele abaixa seu rosto até chegar na altura do rosto que lhe encara apavorado. -Bem, eu preciso arrumar uma baguncinha que fiz. Então, não saia daqui já já venho te buscar.

-V-você vai m-me matar? -O jovem pergunta amedrontado.

-Eu jamais faria isso, meu anjo. -Ele responde e sua voz parece carregar uma certa indignação na voz, como se o fato do Park achar que seria morto fosse horrível. O homem encosta sua mão enluvada, por uma luva de couro preta, no rosto do pobre rapaz, como se tentasse fazer um carinho. -Jamais te daria algo tão maravilhoso como a morte.


Não tire conclusões precipitadas.

30 сентября 2019 г. 1:52:54 0 Отчет Добавить Подписаться
0
Прочтите следующую главу Kim Namjoon

Прокомментируйте

Отправить!
Нет комментариев. Будьте первым!
~

Вы наслаждаетесь чтением?

У вас все ещё остались 4 главы в этой истории.
Чтобы продолжить, пожалуйста, зарегистрируйтесь или войдите. Бесплатно!

Войти через Facebook Войти через Twitter

или используйте обычную регистрационную форму

Больше историй

Lunaria River Lunaria River
Boku No Hero One Shots Boku No Hero One Shots
Ode to Minutes to Midnight Ode to Minutes to Mi...