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seokahjin hyung K

Namjoon não esperava que seu jeito tímido e moletom largo fossem chamar tanto a atenção de Seokjin. AU! NamXJin • Namjoonbttm


Фанфик Группы / Singers 18+.

#lemon #yaoi #gay #JINNAM #namjin #bangtan #bts
Короткий рассказ
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Single Chapter

Se perguntava desde quando estava ali parado, observando embasbacado aquela cena. Certamente que não tinha ideia, pois era de seu feitio se perder em pensamentos e vagar para longe, independente do que estivesse fazendo. Encontrar algo fixo para ser seu ponto de partida nas suas viagens para dentro da própria cabeça era bastante típico de si e, geralmente quando isso acontecia em público passava bastante vergonha; não que fosse incomodo: já estava acostumado a ser intimidado no meio da multidão e a fazer seus desastres. Era como diria o ditado popular: nada novo sob o sol.


Mas bem, aquilo que seus olhos castanhos e cheios de um brilho infantil adorável capturavam, ao mesmo tempo em que o leve puxadinho natural se arregalava tanto quanto podia, era sim uma novidade. Não lembrava de ter visto algo do tipo e certamente se tivesse visto, mesmo com a memória sendo péssima, se recordaria e como se recordaria, pensou.


Tentou encaixar as mãos nos halteres sem se machucar, flexionando um dos braços, os olhos fixos no espelho, na cena que se desenrolava atrás de si. O belo corpo descia e subia na barra fixa, os músculos do braço e antebraço saltando ao que era suspendido e logo em seguida relaxando, quando descia. O rosto belíssimo corado pelo esforço, os cabelos claros colados na testa pelo suor que não apenas lhe banhava a cabeça, como o resto do corpo, deixando a regata que usava moldar cada curva do tronco igualmente malhado.


Tentou não ficar triste quando um garoto todo ‘’bombado’’ – e ele diria até exageradamente, contudo não queria soar invejoso -, chegou agarrando o corpo do loiro por trás que no susto, desceu da barra fixa, soltando um sorriso bonito ao identificar o provável conhecido.


Namjoon observou com dificuldade, por causa do largo moletom rosa que usava, o braço que ainda tentava manter o exercício de flexões leves. Era verdade que depois desses poucos meses ele havia visto diferença nos seus braços magros e nas pernas fininhas, ficando alegre ao encontrar músculos bonitos delineando os braços e as coxas que se definiam mais a cada dia – ainda era uma luta com sua panturrilha, mas a prática regular de ciclismo havia melhorado e muito isso -, ele gostava do que via quando olhava o corpo nu no espelho, se sentia satisfeito pela disposição e animação para fazer suas atividades diárias que a prática de exercício lhe dava, estava até arriscando a usar roupas um pouco mais coladas, mas... ele ainda era um poço de insegurança. Não tinha confiança o suficiente para mostrar seu corpo ainda, nem em casa andava só de cueca, imagine só usar aquelas bermudas e regatas tão reveladoras.


Ver aquele garoto que parecia bem mais jovem que ele com um corpo tão bem cuidado e com um tanquinho que com toda a certeza poderia lavar suas roupas sem preocupação de tirar todas as manchas, bem, isso o desanimou um bocado, sua autoestima virou média estima, mesmo sabendo que pensar isso de si mesmo era ridículo. Agora enfim ele tinha um bom emprego, e o salário era suficiente para que se cuidasse, ainda que achasse um pouco tarde pra isso e que sua juventude onde ele poderia ter prestado mais atenção aos sinais de seu corpo, já havia passado. Não era um velho, no entanto, mas, não era um jovenzinho de 18, 19 anos.


Seu metabolismo estava lento e apesar de nunca ter passado o peso ideal, não era como se seu corpo aguentasse mais tanta pressão.


Acabou perdendo a si mesmo novamente em pensamentos, achando patético um homem formado e bem-sucedido como ele, nessa altura da vida, passar por uma crise existencial, onde mais parecia uma adolescente de 15 anos. Nem percebeu os olhares direcionados a si, que continuava roboticamente flexionando agora o outro braço.


- Com licença? – Uma voz pediu, logo após pigarrear para chamar a atenção do indivíduo sentado, mas não adiantar muito porque ele parecia fora de órbita.


Namjoon só notou que era com ele quando um par de pernas em uma calça de moletom parou a sua frente como se esperando alguma coisa. Seus olhos subiram pelo corpo esculpido até chegar no rosto que apesar de tudo, parecia de uma criança.


— Oh, sim? — Perguntou, meio perdido ainda. Nem sabia mais aonde estava na contagem da sessão que fazia.


— Desculpe te atrapalhar, eu só queria que me alcançasse o colchonete atrás de você — pediu, abrindo um sorriso igualmente infantil.


Suas bochechas quentes denunciavam a vergonha que sentia, antes que ele mesmo notasse. Era patético para si estar todo envergonhado perto de um garoto que devia ser quase 15 anos mais novo.


Ele se curvou agradecido, com o colchonete nas mãos. Namjoon quase se encolheu de vergonha ao ver que o homem que há pouco ele quase babava em cima, estava observando os dois curiosamente. Fingiu não estar olhando quando os olhares se encontraram brevemente e ficou encolhidinho observando pelo espelho o garoto jovem ajudá-lo em algumas sessões de abdominais no colchonete. O rapazinho ria enquanto falava algo para o outro homem, este que sorria e olhava discretamente em direção ao de moletom rosado que chegava a conclusão que estava na hora de parar com os halteres e procurar algo de útil para fazer, bem longe daqueles dois.


Resolveu que iria malhar um pouco as pernas, se dirigindo para outro bloco da academia e encontrando uma cadeira extensora vaga. Limpou com seu paninho com álcool onde se sentaria, tomando um gole de água antes de começar, seus olhos automaticamente encarando o lado de onde viera, só para encontrar um par de olhos lhe observando. Engoliu em seco, desejando que estivesse errado e os olhares do garoto musculoso fosse pra algum aparelho de seu interesse e não em si – até porque não era um destruidor de lares, não curtia novinhos e muito menos queria dar um fora por seu indevido interesse no, provável, namorado do rapaz, que até então Namjoon secava descaradamente sem sequer perceber.


Se focou de uma vez por todas na série que faria, imaginando se depois dali ele deveria ir dar um passeio de bicicleta pela cidade, já que era uma bela manhã de domingo ensolarada, ou se voltava para casa fazer um almoço rápido e assistir alguma coisa interessante na netflix. Raramente uma pessoa normal colocaria extremos tão opostos na balança, mas se tratava de Namjoon e tudo nele era único.



Novamente, pela segunda vez consecutiva naquele dia, só foi perceber que era chamado quando um par de pernas se postou em seu campo de visão.


— Precisa de ajuda? — Perguntou aquela mesma voz e Namjoon se questionou, por quê com ele. Seus olhos olharam interrogativos para o rapaz que tinha um sorriso divertido na boca delicada. — Você parece com um pouco de dificuldade pra desbloquear a trava – apontou para a alavanca que o mais velho segurava.


— Sim, sim, aceito sua ajuda, por favor — Namjoon sentia-se um pimentão de tão vermelho. Fazia tanto tempo que frequentava aquele lugar e ainda não tinha aprendido como desbloquear a maldita trava. Era uma ofensa a sua dignidade, que mal existia àquela altura.


— Aqui, pronto. Não precisa ficar com vergonha, acontece com todo mundo. Eu sou personal trainer a um ano e ainda me perco com muita coisa, você tem que ver — sorriu docilmente, sem querer ajudando Namjoon a manter a postura na perna e coluna, para que não se machucasse. — Aliás, me chamo Jungkook. Estou sempre por aqui, se precisar.


— Namjoon — o mais velho se apresentou, curvando levemente a cabeça, recebendo de volta o cumprimento. — Desculpe se for intromissão minha, mas você não é muito jovem para ser personal trainer? — sua curiosidade foi maior que a vergonha naquela hora, sentindo as mãos macias porém profissionais do garoto em suas pernas.


— Na verdade eu sou, tenho só 18 anos — a boca do outro se abriu impressionado. Como que podia ele ter um corpo como aquele, sendo mesmo tão jovem? Seu rosto se comparava de um bebê. — Mas malho desde os 14, porque sou apaixonado por fisiculturismo. Ainda não estou competindo, mas assim que tiver mais idade pretendo entrar nas competições.


— Aceitam pessoas tão jovens na academia?


— Aceitam sim, bom, algumas. Meu pai facilitou minha entrada, pra ser sincero — um sorriso iluminou o rosto delicado, mostrando quanto de admiração tinha pelo próprio pai. Namjoon sentiu uma pontadinha de inveja; jamais havia tido bom relacionamento com os pais.


— Seu pai também é personal trainer? — perguntou curioso, fazendo o garoto sorrir mais largo e um brilho travesso passar por seus olhos.


— Não, meu pai tem uma mini academia de kick boxing perto do centro, só que não passa tanto tempo quanto gostaria lá porque administra a Kim’s, aquele prédio grande do centro cheio de espelhos desnecessários. Era do meu avô, mas ele tem Alzheimer e não pode mais trabalhar — seus olhos ficaram opacos, como se memórias ruins sugassem a alegria que havia anteriormente.


— Conheço muito bem a Kim’s na verdade — sorriu, tentando deixar o clima leve de novo; o rapazinho lhe olhou com interesse — Eu trabalho lá, sou supervisor na área de edição e revisão.


— Ah! Então você deve conhecer meu pai — apontou para o homem ao qual Namjoon tanto encarava – que agora fazia supino, deixando aqueles belos músculos ainda mais evidentes. O mais velho teve que se chacoalhar mentalmente para parar de babar em frente ao filho do homem, sentindo o rosto queimar. Quão mente suja ele poderia ser? Jungkook era filho dele, não namorado, céus!


— Conheço sim, mas só de vista — disse, todo envergonhado.


— Então, sabe, ele é bi e está solteiro, se sente sozinho e todo esse drama que homens mais velhos podem fazer, com todo respeito, hyung. Olha, pega aqui — estendeu um cartãozinho cor salmão com um número anotado. — É o número dele, pode chamar a hora que quiser. Sabe, você faz muito o tipo do meu pai, daria um belo encontro.


Se pudesse, Namjoon cavaria um buraco no chão e se enterraria ali mesmo. Que garoto abusado! E bom, Namjoon jurava que estava sendo discreto, como que ele havia percebido? Se sentia com tanta vergonha que dava de fritar um ovo na sua cara. Mesmo assim, para completar sua desgraça ele tinha que abrir a boca grande pra perguntar:


— O tipo do seu pai?


— Sim — sorriu maliciosamente. — Tímido e fofo, com pernas bonitas e bunda grande. Principalmente a parte da bunda.


É, sem dúvidas ele passou vergonha pra uma vida inteira.


———— <3 ————


Finalizado todos os exercícios que tinha para o dia, Namjoon destrancava cuidadosamente o cadeado da bicicleta, bufando para a chave que havia se enroscado no raio.


— Com licença? — Quase rosnou e mandou a pessoa para a casa do caralho, mas ainda era gentil demais para isso, simplesmente se levantou desistindo do cadeado e virando para o indivíduo que decidirá lhe atrapalhar.


Quando sua mente confusa processou a pessoa que sorria docemente para si e os olhos puxadinhos com atenção voltada toda para seu rosto, sem dúvidas, o coração de Namjoon sambou por causa da surpresa agradável.


— Sim? — Perguntou, sentindo o impacto que aquela presença causava em seu corpo e mente pervertida.


— Vim me desculpar pela atitude do meu filho — pediu Kim Seokjin, CEO de onde Namjoon trabalhava, pai de um garoto sem um pingo de vergonha na cara e admirado nem tão secretamente pelo moreno de moletom cor de rosa. Aquele homem deveria ser tombado como patrimônio histórico de tão bonito.


As bochechas de Namjoon tomaram aquele tom rosado adorável quando as palavras do rapaz voltaram a sua mente. Não queria deixar a timidez vencer-lhe, mas toda a vez que se lembrava, sentia-se intimidado.


— Tudo bem, não tem problema. Acho que não foi por mal.


— Não foi, o Kookie, bom, ele só é muito preocupado. Agora colocou na cabeça que eu preciso arranjar alguém, que sou muito sozinho — sorriu, fazendo o outro sorrir instantaneamente consigo. — Ele só não sabe se expressar direito e acho que talvez eu tenha falhado na hora de colocar os filtros entre a cabeça e a boca dele. Ou ele deve ter perdido depois de tanto tempo malhando, não sei dizer.


Os dois riram de leve, se encarando ao pararem, sem saber o que dizer.


— Bom, eu não sei como é, não tenho filhos, mas, acho que não é uma coisa que se possa controlar. No fim eles vão ser o que querem ser, mesmo que não seja o que esperamos. Meu irmão mais novo, por exemplo, eu aconselho-o muito e ainda assim ele continua fazendo besteira. No fim, acho que é normal, não é? Não tem como criar uma cópia nossa, cada pessoa é única — sorriu sem jeito, mirando os pés. Sentia que havia falado demais, mas, quando estava nervoso ou emudecia ou falava pelos cotovelos.


— Você tem toda a razão — seus olhos brilharam diante do moreno que era adorável demais, delicado, apesar da altura e do corpo bem estruturado. Uma coisa que deixava Seokjin profundamente admirado e interessado, essas divergências fascinantes que algumas pessoas têm. Namjoon era assim, sua voz era grossa e forte, contudo a fala macia e suave, com uma calma que se transmitia a quem lhe ouvisse — Escute, você gosta de pedalar? — perguntou, apontando discretamente para a bicicleta atrás do moreno.


— Gosto sim, por que? — desviou os olhos para o rosto do Kim mais velho, vendo um brilho surgir no fundo as íris escuras.


— Por que, sendo assim, só favorece o meu convite.


— Mesmo? – sorriu tímido, porém profundamente interessado.


— Sim. Gostaria de pedalar até um restaurante natural, que serve o único bufê livre de frutas e grãos da cidade? Seria muito bom ter um pouco mais da sua companhia... bem, verdade que preciso ir em casa pegar minha bicicleta, mas podemos marcar um ponto de encontro, pra não nos perdermos um do outro depois. O que acha?


— Eu adoraria — respondeu, deixando as covinhas aparecerem em um sorriso doce.


———— <3 ————


Se perguntassem a Namjoon como ele conseguia algumas coisas na vida, certamente que ele não faria ideia do que responder. As coisas simplesmente vinham-lhe sem esforço algum e não tinha certeza se era sorte, carma pelas boas ações ou só coincidências mesmo.


Quantas pessoas na história teriam um crush abismal por um cara irresistivelmente perfeito em cada detalhe e ainda sim, acabariam em um encontro com ele? Sem nunca ter conversado ou ficado mais que alguns segundos travando olhares? Bom, Namjoon era essa rara porcentagem de pessoas. Um puto de um sortudo, segundo palavras frequentes de seu irmão, sempre acompanhadas de um tapa nas costas e risadas exageradas.


— Como pode você estar lá a tanto tempo e eu nunca ter te visto? — questionou Seokjin, com o queixo apoiado sobre as mãos entrelaçadas por cima do prato, parcialmente vazio. Sua atenção era toda e inteiramente do acompanhante em sua frente, qual mordia um belo e suculento morango. Kim Seokjin não queria agir como um pervertido, mas ver a boca de Namjoon se fechar em volta do morango, para logo depois a língua passar sobre os lábios fartos era, sem dúvidas, muito tentador para sua sanidade.


— Bom, — começou, mastigando os resquícios de morango e completamente alheio aos olhos felinos do outro. – Eu sempre fico no meu escritório, só saio quando tem algo urgente no setor. Quando fui contratado assinei os papéis direto no RH, então acho que foi por isso que não nos vimos.


— Eu também fico a maior parte do tempo na minha sala, dificilmente saio andar pela empresa, mas, com toda certeza vou fazer isso com frequência de agora em diante, principalmente por certo setor — sorriu, deixando no ar o flerte. Namjoon lhe olhou surpreso, mas não pode segurar o sorrisinho envergonhado e satisfeito ao mesmo tempo, por conseguir algo como aquilo.


— Então talvez eu também fique mais pelo meu setor, óbvio, vigiando o funcionamento e não por outras razões — sorriu abertamente, divertido.


Seokjin fez uma careta brava cômica, arrancando risadinhas de Namjoon.


— Não sei se fico feliz por ter um funcionário tão aplicado ou chateado por ter tão pouca credibilidade com ele.


Voltaram a rir e a comer, dissipando minuto por minuto aquela tensão entre eles, deixando que surgisse outra bem melhor no ar. O almoço passou e durante a tarde os dois ainda andaram de bicicleta por pontos bonitos da cidade, tirando fotos e trocando sorrisos. No fim do dia, com ambos cansados e empurrando as bicicletas na rua do prédio de Namjoon, suas cabeças estavam longe, perdidas nos momentos agradáveis e mesmo tão perto, a imagem um do outro não se dispersava da mente, fazendo a companhia ser ainda melhor.


— É aqui que eu fico — Namjoon despertou Seokjin, fazendo os olhos que eram puro chocolate ficarem fixos no homem a sua frente. — Muito obrigado pelo dia, Jin hyung — sorriu timidamente, ao usar o termo que veio a pedido do mais velho entre os dois.


— Eu que agradeço, Joonie. Fazia tempo que eu não ria tanto quanto ri em sua companhia. Não sei se seria abuso meu, mas gostaria muito de sair com você outra vez. O que acha? — sorriu, com expectativa. As bochechas de Namjoon novamente ganharam aquela coloração rosada adorável, deixando-o impossivelmente fofo.


— Eu respondo novamente: adoraria. Fazia tempo que não tinha tão bom acompanhante, jamais recusaria um pedido como esse — seus dedos apertaram o guidão da bicicleta, enquanto um sorriso adornava a boca.


— Ótimo então. Amanhã dou uma passada pela sua sala para combinarmos. Até mais, Namjoonie — deixou um selar doce na bochecha gordinha de Namjoon, empurrando a bicicleta calmamente pela calçada.


Antes que pudesse estar em uma distância longínqua demais, mandando todo o controle e lado racional de seu cérebro para a puta que pariu, Namjoon deu um grito:


— Hyung!


Imediatamente Seokjin parou para olhá-lo, confuso. O mais novo foi até si, com a bicicleta ainda em mãos.


— Eu sei que você provavelmente está cansado, mas gostaria de jantar comigo? Tenho verduras e carne fresca em casa que comprei hoje de manhã, poderia nos preparar um japchae. O que acha?


Seokjin sorriu largamente.


— Acho que se você está tentando me conquistar, está no caminho certo. Aceito sim, só vou deixar minha bicicleta em casa e pegar o carro, logo volto. Deixe eu anotar meu contato no seu celular e você me fala o número e bloco do seu apartamento, huh? — Namjoon acenou positivamente, entregando o próprio celular e vendo o hyung digitar algo rapidamente no ecrã. – Pronto. Eu volto logo!


Subiu na bicicleta e sumiu com velocidade na noite recém-chegada.


———— <3 ————


Namjoon gostaria de saber porque a presença de Kim Seokjin era tão agradável. Não sabia se era o vinho fazendo efeito exagerado em seu sistema, mal conseguindo conter as gargalhadas diante das piadas ruins do outro, ou se era porque ele era naturalmente engraçado, não sabia dizer. A única certeza é que ele era uma companhia excelente e que com certeza, voltariam a fazer aquelas reuniões de novo – também porque Namjoon havia adorado os elogios do mais velho sobre sua comida.


Mais uma incógnita se formava na vida de Namjoon e desta vez, era sobre em que momento da noite seus lábios haviam encontrado os de Seokjin. Não saberia dizer, só tinha certeza que em um momento estavam rindo sentados no chão da sala, com taças de vinhos nas mãos e uma comédia romântica na televisão e na próxima, os lábios fartos de Seokjin estavam nos seus e seu corpo sobre si deitava-o no tapete.


Se perguntava também quando Jin arrancara sua camisa, pintando todo seu peitoral com marcas roxas ou quando foi que ficou só com uma cueca boxer, suspirando com cada toque das mãos habilidosas do hyung em suas coxas. E por fim, se questionava novamente como teve coragem de ficar sobre o corpo dele, enquanto beijava cada pedacinho de pele que descobria.


Uma coisa era mais que certa: Kim Seokjin era lindo. Seus olhos cheios de luxúria, a boca vermelha que escapava gemidos gostoso de se escutar, o peitoral forte, junto de ombros largos que passava uma segurança fodida; o abdômen definido, as pernas musculosas e por fim, mas não menos importante o pau que deixou Namjoon com água na boca, que como de praxe, era belíssimo como o resto do conjunto.


Aquela noite, Kim Seokjin fodeu Kim Namjoon de muitas formas. Começou pela boca, enquanto o pau macio deslizava por sua garganta, fazendo-o se engasgar de vez em quando; depois foi sua pele que já não havia muitos pedaços sem marcas de chupão; em seguida sua voz, pois a cansou de tanto gemer ao sentir a boca do hyung brincar com suas bolas e a língua em seu interior; seu buraquinho não foi fodido só pela língua, como pelo pau dele, que ia e vinha com força dentro de si, fazendo-o pedir por mais e mais, descontrolado, enlouquecendo ao que as bolas batiam em sua bunda e o pescoço se enchia com mais chupões. O ápice mesmo foi quando Seokjin o suspendeu nos próprios braços, fodendo-o com lentidão e precisão, tocando todas as vezes em sua próstata com a cabecinha úmida que inchava a cada estocada, Foi naquele ritmo lendo, lhe trazendo insanidade, que Namjoon se desmanchou na própria mão e se sentiu preenchido quando aquele homem maravilhoso, gozou dentro dele.


Por fim, se não o mais afetado nessa história, o mais fodido mesmo foi seu psicológico. Aquela transa fora casual, apenas sexo com alguém muito agradável e bom de cama. Namjoon não tinha muitas expectativas sobre ela, mas, quando acordou no dia seguinte e viu aqueles olhos lhe mirando com uma adoração que nunca havia visto e o sorriso que deixava a boca ainda mais irresistível, ah sim, ele teve certeza que estava muito ferrado.


Era pra ser apenas sexo, mas se transformou em outros passeios de bicicleta, em outros jantares caseiros preparados pelos dois, juntinhos na cozinha. Virou também noites de sexo selvagem, como noites de amorzinho de mãos dadas. Virou algo incontrolável, que os dois regavam a cada dia, mesmo que viessem dificuldades.


A gente sabe que nada é perfeito, principalmente em um relacionamento. Namjoon às vezes encontrava nas falhas de Seokjin ainda mais motivos para amá-lo, e Jin certamente havia se apaixonado pela aquela mania estabanada de Namjoon, se não, que outra forma de perdoá-lo por quebrar suas coisas favoritas? Vieram brigas, quase términos, mas as dificuldades serviram pra fortalecer ainda mais o que tinham, para chegarem até aquele altar em Las Vegas e na casinha em Boston, onde passaram uma lua de mel e férias longas o suficiente para voltarem renovados e dispostos a enfrentar qualquer coisa.


Jungkook amava ver seu pai feliz e amava o cuidado e carinho que Namjoon tinha por ambos. Ele recebia daqueles dois mais amor do que nunca, quando iam no zoológico e jogavam bola na quadra próxima de casa. Ele ainda era uma criança em corpo de adulto, no final das contas.


Os dias passavam rápidos, mas o amor se sobressaia a cada um deles. Um no outro eles acharam o que precisavam, encontraram lar, amor, alegria e paixão. Quantos de nós teremos uma chance como essa?

25 июля 2019 г. 1:30:16 0 Отчет Добавить 0
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