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nykaramika Nykara Mika

Ela viajou para aperfeiçoar uma das coisas que mais gostava e esperava conseguir finalmente alguém depois de conhecer seu professor de violino. Ele viajou para viver da forma como sempre quis com seu trabalho independente, recentemente almejando conseguir realizar sua difícil meta após conhecer ela. Eles se conheceram e viraram amigos... Fracamente isso era uma verdade para um do que para o outro. Agora, o que seria de seus sentimentos?


Фанфик Группы / Singers 18+.

#romance #NykaraMika #personagensoriginais #Karyu #D'espairsRay #uruha #thegazette
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Prólogo

– Bem, cá estou eu.

Aspirei o ar puro daquele lindo lugar, verde e bem próximo ao rio Rhone, bem campestre, bem calmo... Moraria um bom tempo naquele lugarzinho praticamente rural enquanto podia sentir a paz reinar ali; minhas bolsas espatifadas ao chão depois da longa viagem e meus olhos curiosos admirando aquela espécime de condomínio na qual viveria graças a uma tia que me emprestou seu imóvel de lazer até que eu terminasse minhas aulas de violino como presente de meu tio ao saber que minha paixão por música era notável. Estaria me aperfeiçoando com um dos melhores professores dessa categoria, daí o motivo de minha vinda.

Eu, com meus vinte e seis anos, descente de italianos e que praticamente foi adotada pelos tios corujas após a perda de meus pais, agora sozinha aqui em Genève, La Plaine, estava um tanto receosa com esta, digamos, aventura, visto que sempre fui muito ligada a família; enfiando as mãos no bolso para pegar a chave do imóvel após suspirar como que para lembrar ao meu organismo de que teria ainda muito trabalho até realmente me acomodar, depois desastrosamente capturar as bolsas que carregava espatifadas ao chão.

Pelo menos a casa já era mobiliada. Só precisaria comprar futuros mantimentos.

Talvez seja divertido passar uma temporada aqui e...

Cazzo! – Xinguei o mais sonoro palavrão quando a bolsa mais pesada de minhas mãos caiu sobre meu pé. – Por que sou tão desastrada? – E me lamentava enquanto tentava inutilmente pegar aquela bolsa com muitas outras na mão. Sentia-me a pessoa mais ridícula da face da Terra. Agora talvez meu pé fique inchado, seria difícil arrumar os trocentos objetos que trouxe comigo e ainda tinha que sair mais uma vez para as compras e...

– Opa, eu te ajudo moça.

Uma voz máscula carregado de um sotaque bem engraçado me dizia em inglês ao longe; os sons dos batuques rápidos ecoaram pela escada em que empaquei depois daquele meu desastre até eu sentir alguém ao meu lado, já prontamente pegando a bolsa e carregando em seu belo rosto de traços orientais, um sorriso simpático naqueles largos lábios e ainda cheios, agora me entregando a bolsa que peguei com tanto custo.

– Muito obrigada... – Respondi também em inglês, mas num tom que desse a entender que gostaria de saber seu nome para agradece-lo apropriadamente.

– Aw, Takashima Yoshitaka. Nice to meet you.

Ele é um estereótipo bem peculiar para um asiático... Japonês? Sim, pelo meu breve conhecimento, seria um japonês sim, mas... Japoneses não eram baixinhos? Sério, ele devia ter seus um e oitenta e alguma coisa de altura – bem mais alto que eu com meus meros um e sessenta e quatro – os lábios fartos e bonitos... Acho que já disse isso. O rosto tinha um contorno harmonioso com seu físico atlético, mas magro, o nariz um pouco grande mas nada que estragasse a beleza do homem e os cabelos com certeza genéricos pois eram loiros mel repicados de forma um tanto estilosa... Um belo homem.

– Alessia. Nice to meet you too. – Disse simplista. Ele devia ter dito o sobrenome também, mas acho que seria difícil ele entender o meu caso o dissesse.

– Ah, está de mudança? – Me perguntava um tanto tímido enquanto olhava para o tanto de bolsas que carregava.

– Bem, consideravelmente sim.

– Hum... Eu te ajudo se não se importar. Qual é o número do apartamento?

– Puxa, obrigada. Ficarei no 104.

O tal Takashima já dividia os pesos de minhas bolsas comigo, na verdade quase carregando tudo quando logo ficou surpreso quando eu disse.

– Legal. Bem, então seremos vizinhos. – E ele me sorriu largamente e de uma forma que... Não sei explicar. Me fez sentir em casa...

12 июля 2019 г. 22:55:21 0 Отчет Добавить 1
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