Exo Valentine's Day KaiSoo Подписаться

aikimsoo Ai KimSoo

Dia dos namorados chegou. Mas existem duas pessoas que estão brigadas e se amam. Um acha que o outro não confiou em suas palavras ao dizer "Eu te amo". O outro já sente-se envergonhado por não ter conseguido realizar o pedido da pessoa amada. Vão mesmo passar o dia dos namorados separados?


Фанфик Группы / Singers 18+.

#yaoi #gay #exocouples #kaisoo #aikimsoo
Короткий рассказ
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O pedido

-KyungSoo-


14 de fevereiro. Um dia maravilhoso para todos os namorados do mundo. Deveria ser para mim também, mas... Não namoro. Chanyeol está todo animado para levar Baekhyun a um restaurante de luxo. Na verdade todos os membros vão aproveitar com seus parceiros, o que as fãs chamam de couples, até mesmo Sehun deu um jeito de se encontrar às escondidas com o Luhan. Que a SM não descubra isso.

Eu estaria aproveitando o dia dos namorados também, se... Uma semana atrás eu não tivesse rompido. O clima na casa tinha ficado bastante estranho e eu me sentia bem mal por isso, mas o que eu poderia fazer? Primeiro eu faço de tudo para manipular os produtores do filme para não ter cena de beijo, para logo em seguida eu encontrar pela internet vários teasers do web-drama que o Kai está protagonizando. Nada contra os teasers, desde que nenhum deles mostre o meu namorado – agora ex né? – beijando a atriz. E daí que foi um beijo técnico? Quando o mesmo soube que eu teria que beijar no filme quase surtou! Por que ele pode e eu não?

-Para de fazer essa careta, pelo amor! – Chanyeol entrou em nosso quarto. Na verdade eu acabava mais dividindo com o Kai do que com o próprio orelhudo, já que ele vivia dormindo no quarto com o Baekhyun.

-Não estou fazendo cara nenhuma. – retruquei levantando o olhar do roteiro do novo filme que eu faria.

-Está sim! Está fazendo aquela cara que fez as fãs criarem seu apelido de SatanSoo. – ele revidou abrindo o guarda-roupa.

-Ah vai perturbar outro, Chanyeol. – reclamei.

-O roteiro não está bom? Vai abrir mão desse filme? – ele perguntou curioso enquanto me amostrava duas blusas. Eu escolhi a branca ao invés da azul.

-Não, o roteiro está ótimo. – respondi sincero.

-Então deduzo que isso se deve ao Kai né?

-Minha vida não gira em torno dele.

-Assim como vimos que a dele também não gira em torno da sua né?

-Quer apanhar? – questionei e ele recuou.

-Calminha aí! Estou só brincando! – ele falou rindo sem graça. – Sabe Soo... eu queria poder fazer algo para ajudar vocês.

-Não tem nada a ser ajudado, Chanyeol. Acabou. Se tivéssemos dado ao menos um tempo... mas acabou. – falei e ele suspirou.

-Vocês dois são muito esquentados. Você pisou na bola, deveria entender que ele não tem as mesmas habilidades que você para conseguir manipular os roteristas. – ele falou sentando-se em sua cama sem uso.

-Caramba, de novo essa história? Quantas vezes preciso dizer que não terminei por isso? – questionei irritado. – Eu não terminei porque ele beijou, mas sim porque ele não me contou. Poxa Chanyeol, eu precisei mesmo descobrir pela internet? Você não se sentiria magoado no meu lugar? Sempre fomos tão abertos um com o outro!

-E põe abertos nisso. – ele zuou e eu joguei o travesseiro em cima dele, que ria.

-Para de ser besta! Eu estou falando sério! Eu só queria que o Jongin tivesse me dito que não conseguiu fazer nada e teve que beijar a protagonista. Eu não teria brigado! Mas poxa! Me senti o corno daquele velho ditado.

-O corno sempre é o último a saber. – Chanyeol falou e eu o olhei mortalmente.

-Estou me segurando para não deixar o Baek viúvo antes do tempo e nem deixar nossas fãs tristes. – avisei e ele riu.

-Ele deve ter ficado com receio. Afinal, ele te fez ficar sem a cena do beijo no guarda- chuva e ele não conseguiu ficar sem beijar. Você sabe como o Kai é bastante inseguro ainda.

-Você é um fã-boy autodeclarado dele, cala a boca. – mandei e ele riu.

-Vai ficar em casa ou vai sair? – ele perguntou mudando de assunto.

-Vou ver se vou em algum cinema bem distante. Não quero ter que ficar vendo casais se agarrando por todos os lados.

-Acho que ele vai ficar em casa. Pelo menos foi isso que eu ouvi.

-Mais um motivo para eu sair.

-Soo... Não seja assim. Custa vocês irem conversar um com o outro?

-Custa, Chanyeol. Custa muito mesmo. E sabe por quê? Porque doeu em mim saber que ele não confia o suficiente nos meus sentimentos. Se ele teve receio, medo ou sei lá o que de me contar que não conseguiu convencer os produtores a tirarem a cena do beijo, isso significa que ele não acreditou que eu o amo e confio nele. Prometo não ser mais como fui com ele quando vier a namorar um dia. – confessei e o maior suspirou pesadamente.

-Foi por isso que em sua entrevista você disse que seu primeiro amor não foi doce e sim pegajoso? – ele perguntou e eu ri.

-Sim. Apesar de ter modificado por questões de não poder assumir que o meu primeiro amor foi o Jongin, mantive a verdade sobre ter sido no colegial e de que ele foi meu primeiro amor.

-Sim, sim. Até porque você e o Jongin se conheceram enquanto estudavam ainda. Então você acha que foi pegajoso?

-Sinceramente eu não sei mais nada. Só que realmente doeu quando ele passou a ir dormir no quarto com o Sehun. Nunca tive problemas em dormir sozinho, mas... Está bastante solitário hyung. – falei e na mesma hora o grandão levantou.

-EPA! Me chamando de hyung?! Ai caramba! Eu vou atrás do Kai agora e castrar aquele sem vergonha! – ele falou e eu tive que rir.

-Kyunggie rindo? Nossa! Definitivamente você é o happy-virus, Channie. – Baekhyun estava entrando no quarto.

-Fazer o quê? Tenho meus encantos. – o grandão se gabou e nós três acabamos rindo.

-Como você está, Kyung?

-Estou bem. Já estão de saída? – perguntei por educação.

-Sim. Vi que o Channie estava demorando muito e acabei vindo chamá-lo. – o mais velho respondeu. -Todos já saíram?

-Sim. Falta só nós dois e... Jongin vai ficar em casa. – ele falou sem jeito.

-Eu sei. Vou tomar um banho e ir ao cinema. – tentei tranqulizá-lo e ele meu deu aquele sorrisinho retangular que só ele tinha.

-Não vá se perder por Vancouver ok? – ele pediu e eu concordei.

Chanyeol e Baekhyun saíram do quarto. Estávamos hospedados no dormitório da SM do país, porque não passaríamos muito tempo ali e nossos superiores acharam desnecessário pagarem hotel quando podíamos ficar em um lugar que nos remetessem a nossa casa. Ficou 3 em cada quarto. Eu dividia o meu com Kai e Chanyeol. Baekhyun dividia com Xiumin e Chen, enquanto Suho dividia com o Sehun e o Manager. Nosso hyung não dormia nunca no dormitório, por isso que o quarto era basicamente dividido somente pelo Suho e o Sehun. Agora tinha o Kai lá também.

Apesar do Chanyeol achar que eu não tentei conversar, eu tinha. Tinha mesmo, mas o que aconteceu? O idiota do moreno começou a arrumar as roupas e foi logo para o outro quarto. No final disso tudo, fiquei sozinho. Poxa... Eu sinceramente me sentia um lixo. Será que eu fui pegajoso? Eu fui grosso? Fiz algo de errado? Por que o Kai não confiou em mim e quando tentei uma reaproximação, ele simplesmente saiu do quarto? Está certo que fui eu que terminei, mas... Na verdade não tinha nem como saber quem terminou primeiro, porque nós dois gritamos juntos “TERMINAMOS!”.

Outra coisa que me magoou extremamente foi o fato de no show o mais novo ter pedido ao Chanyeol para não nos levar a um abraço na hora que ele pausasse o tempo na música Peter Pan. Chen tinha me amostrado um vídeo desse momento e a repercussão que isso gerou nas fãs. Muitas estavam inconformadas pelo Chanyeol ter levado o Kai para abraçar o Baekhyun, quando eu estava bem do lado do moreno. Eu compartilhava da indignação delas, mas não para com o Chanyeol e sim com o idiota do Kai mesmo. Foi em um desses vídeos que eu percebi que sou um péssimo ator quando não tenho nenhum personagem para incorporar. Tentei com todas as forças tentar não me afastar e nem fechar o punho, mas não consegui. Eu sou um besta mesmo.

Parei de me lamentar e fui para o banheiro tomar um banho. Precisava sair do dormitório antes que eu esbarrasse no Kai. Sinceramente eu não estava tão confiante assim nas minhas reações e senti que poderia acabar chorando se o visse. Peguei minhas roupas e quando estava saindo do quarto, ouvi um barulho de panela caindo, um palavrão e um grito de dor. Eu conhecia aquele grito, aquele timbre... Eu sabia com todas as forças que era o Jongin quem gritava. Meu corpo e meu coração também tinham bastante noção disso. Meus pés simplesmente me fizeram correr até a cozinha e encontrar o problema.

Jongin estava com a mão no ombro e choramingando, enquanto a frigideira e o ovo estavam jogados pelo chão da cozinha. O fogo estava alto e acesso ainda. Corri imediatamente para apagá-lo e depois fui para o meu quarto. Procurei minha pomada para queimadura e depois fui correndo para a cozinha. Jongin ainda estava lá e o idiota iria colocar gelo no ombro.

-NÃO FAÇA ISSO! – gritei correndo em sua direção e tirando o gelo.

-Eu faço o que eu quiser. – ele retrucou desviando de mim.

-Por tudo que você mais ama, seja menos criança! Vem cá, deixa eu passar isso! – falei o puxando e entre empurrões, puxões e solavancos, consegui prensá-lo na parede. Coloquei minha mão melada com a pomada na queimadura do seu ombro e na mesma hora o ouvi suspirar de alivio. – Viu crianção? Essa pomada serve para aliviar a ardência e impedir que fique marcado. - falei com um tom de voz irritado, peguei a pomada, minhas roupas do chão e fui para o banheiro.

Jongin tinha ficado estático. Meu coração estava acelerado demais. Eu queria ter confiança o suficiente para fazê-lo me agradecer, mas tive medo de ficar perto dele e acabar agarrando-o. Sinceramente isso teria sido minha derrota e eu não queria perder. Sim, apesar de dramático, costumo ser bastante orgulho. Se eu achar que estou certo então? Fico insuportável. Entrei no banho após me despir apressadamente. Eu precisava dar o fora daquele dormitório antes que Jongin cismasse de ficar sem blusa. Se com camiseta eu já fiquei com o coração acelerado, gosto nem de pensar nas minhas ações com ele sem blusa.

Quando terminei de me banhar e me acalmar, enxaguei-me e fui procurar minhas roupas. Não as encontrei e lembrei do passado, quando Jongin escondia minhas roupas e me fazia ficar procurando pelo dormitório. Sinceramente ele era um crianção por ainda fazer isso. Saí do banheiro com a toalha enrolada na cintura e segui para o meu quarto. Ele era tão idiota, que tinha esquecido que ele não tinha a chave da porta daquele dormitório, porque não era o nosso verdadeiro dormitório. Entrei no lugar, procurei novas roupas e as vesti. Se ele pensava que iria estragar minha noite, iria se decepcionar.

Saí um pouco irritado agora. Com que direito ele achava que podia fazer essa brincadeira comigo? Por acaso ele tinha esquecido que não nos falávamos há uma semana e que não namorávamos mais? O encontrei na sala sentado no sofá. A expressão que ele fez ao me ver vestido foi impagável. O ignorei e fui até a porta. Quando tentei abri-la... Estava trancada. Olhei para Jongin e agora o sangue realmente tinha subido à minha cabeça. Andei até ficar na frente dele – que ainda estava sentado no sofá – e aquilo me irritou muito.

-QUAL O SEU PROBLEMA?! POR ACASO ESQUECEU QUE NÃO ESTAMOS NOS FALANDO?! QUE LIBERDADE EU TE DEI PARA ESCONDER MINHAS ROUPAS E ME TRANCAR AQUI?! ABRA ESSA PORTA AGORA OU VAMOS ACABAR BRIGANDO! – gritei alterado.

-Já estamos brigando. – ele falou e eu revirei os olhos.

-Não estou falando de uma simples discussão. Sinceramente, você está merecendo uma boa surra pra parar de ser tão infantil! – eu estava irritado e vi quando seus olhos brilharam de irritação também. Ele ficou de pé e eu percebi que era uma atitude para me intimidar diante nosso tamanho, mas ele esquecia que minha mão era pesada.

-E quem vai me dar uma surra? Você? – ele questionou com um ar debochado. Sorri como o Lee psicopata de I Remember You.

-Eu andei malhando, Jongin. Se meus socos já eram fortes antes, imagina agora. – e dessa vez o vi estremecer.

-Você não bateria em mim.

-Não bateria no antigo Jongin. Agora nesse que você anda se mostrando ultimamente, faço questão de fazer isso. Como vai ser? Vai me dar a chave ou vou ter que te bater? – indaguei e ele recuou.

-Eu te daria as chaves se eu as tivesse. – ele respondeu e eu ri de escarnario.

-Você não tem? Então quem nos trancou? Papai Noel?

-Por que faz tanta questão de sair? Vai se encontrar com alguém por acaso? – ele questionou. Sinceramente, o que ele tinha na cabeça?

-Não te devo satisfações da minha vida para você, Kai. Desde o momento em que desconfiou do que eu sentia por você, não te devo mais nada. – falei e tentei soar firme, mas eu sabia que ele tinha conseguido ouvir meu tom magoado. Aquele idiota me conhecia mias do que meus pais. -Hyung... eu queria conversar. – ele falou e pareceu manhoso.

-Ah, jura?! Espera um instante, porque vou fazer minhas malas e ir dormir no apartamento do Kris. – debochei.

Kris estava no mesmo lugar que o nosso, tínhamos nos esbarrado na rua e seu apartamento ficava há uns 5 quarteirões do dormitório em que estávamos. Apesar da saída dos 3 chineses, ainda nos falávamos. Toda a suposta antipatia que tínhamos era apenas atuação, já que todos os membros foram forçados pelos superiores.

-Desculpe... Eu fui um otário. – ele falou baixinho.

-O que disse? - provoquei.

-Eu fui um idiota! Está melhor agora? – ele questionou envergonhado e eu ri.

-Que você é um idiota eu já sabia, quero saber pelo o que se desculpa. - eu falei que sou orgulhoso quando quero...

-Estou pedindo desculpas por tudo. Desde o momento em que não contei sobre o beijo, até o show de ontem. Eu escondi suas roupas, porque queria conversar e me redimir. – ele confessou olhando para o chão. E sobre eu continuar sendo orgulhoso... Bom, acho que não iria durar muito.

-Eu fiquei muito magoado. De verdade. Eu não quis terminar por você ter beijado a atriz, quis terminar por você ter desconfiado de todas as vezes que eu disse que te amava. – falei e ele me olhou confuso.

-Nunca duvidei de nada, hyung. – ele falou e eu o olhei com a sobrancelha arqueada.

-Claro que duvidou! Você mesmo disse que não sabia como me contar!

-EU ESTAVA COM VERGONHA! – ele gritou e eu recuei dessa vez. – Você conseguiu reverter a situação com os seus superiores e eu não consegui nada! Me senti extremamente envergonhado por não ter conseguido manipular ninguém e não sabia como te contar! Nunca duvidei que você me amava, eu seria um louco se duvidasse disso! Você tinha aberto mão de uma maravilhosa cena de beijo que tinha tudo para tornar-se um clássico no mundo dos filmes por mim! E o que eu consegui? Nada!

-Você estava se sentindo inferior? – perguntei ainda não crendo no que eu ouvia.

-Sim. Não sabia como admitir que não consegui. Foi idiota, eu sei, mas... Eu fiquei tão irritado comigo mesmo quando o vi tão magoado, que quando percebi que gritaria para terminarmos, gritei também. Quando me chamou de crianção na cozinha, você tinha razão. Eu sou uma criança e não sou páreo para ficar ao seu lado. Mesmo tentando de tudo para ser maduro e ter a metade do talento que você tem, eu sempre falho e acabo fazendo burrada. Doeu quando você disse na entrevista que se sentia chateado por não ter feito a cena do beijo... Realmente me senti mal. Você não a fez por culpa minha. E quando eu li a entrevista que você disse que seu primeiro amor foi pegajoso e que não queria agir mais assim quando viesse a namorar com outra pessoa, eu me senti um lixo! Você achou que o errado era você e não eu... Por isso pedi ao Chanyeol-hyung para não nos colocar juntos no show... Eu achei que você estaria tão irritado e magoado comigo, que iria querer me matar. Eu não tiro sua razão, mas... Passar essa semana longe de você está me sufocando! Todo dia eu vou ao nosso quarto vê-lo dormir, queria poder estar ao seu lado... Mas achei que você estivesse com tanto ódio de mim, que...

-Jongin, cala a boca. – falei e na mesma hora selei nossos lábios.

No começo ele ficou confuso, mas não demorou muito para retribuir. Seus braços seguraram em minha cintura de forma possessiva e eu não faço ideia de como não me desmanchei ali mesmo. Eu senti tanta saudade daquele beijo, dos seus lábios nos meus, da sensação de borboletas em meu estômago, de seus toques, que em algum momento parei de beijá-lo para abraçá- lo. Eu o amava demais, Jongin foi o meu primeiro amor e sempre seria.

O senti me abraçar de volta e todo o sentimento que eu tentei passar pelo meu abraço, foi retribuído quando ele tentou colar ainda mais nossos corpos. Pelos céus, eu estava sentindo vontade de chorar. -Hyung, por favor, me desculpa por tudo. Eu sou um idiota, sou um crianção, sou burro e tudo o mais, mas... Soo... por favor, me aceita de volta. Eu te amo tanto. – ele sussurrou em meu ouvido e as lágrimas não se contiveram.

-Jongin, você não é burro, crianção e nem um idiota, só é inseguro. Eu te amo do jeitinho que você é, nunca pedi para que mudasse e por tudo que temos, não quero nunca que mude. Eu me apaixonei pelos seus defeitos e qualidades. Sei cada defeito que tem e os amo mesmo assim. Nunca, nunca, nunca mesmo tente se igualar a mim. Não sou grande coisa para você querer se espelhar e nem quero ser quando se trata de nós dois. – falei o soltado e ele me olhava confuso. – Quando estamos juntos, eu sou Do Kyung Soo e você Kim Jong In. Não somos Kai e D.O, somos apenas duas pessoas que se amam e que se conhecem melhor que ninguém.

-Eu...

-Eu te amo pelo o que você é. O menino que fica completamente sexy enquanto dança, mas que não consegue fritar um ovo. O homem que teve a primeira vez comigo e dono das minhas primeiras vezes. Você foi o primeiro por quem me apaixonei, o primeiro quem beijei e o primeiro com quem dormi. E quero que você continue sendo o meu primeiro em tudo, porque no meu coração não existe espaço para mais ninguém. Eu nasci para você, sempre fui seu e sempre vou ser. Amo cada sorriso que me dá, assim como detesto quando chora. Por céus, Jongin, eu te amo tanto que não sei nem mais como me expressar! Não tem como eu te aceitar de volta, quando você nunca nem mesmo saiu. – declarei e o sorrio mais lindo do mundo se abriu em seu rosto. Era o sorriso que diminuía seus olhos, mostrava uma fileira de dentes perfeitos e o deixava com um ar infantil.

-Hyung... Vamos comigo lá no quarto? – ele perguntou e eu o olhei confuso, mas assenti.

Fomos de mãos dadas até o nosso quarto. Ele só soltou minha mão quando seguiu para sua parte do guarda-roupa e ficou mexendo lá até não conseguir mais. Eu estava curioso sobre o que ele fazia mexendo ali, mas não demorou muito até ele sair de lá e voltar com uma caixa na mão. Olhei confuso para aquilo, não sabia o que era. Ele veio comigo até a minha cama, enquanto segurava a caixa que nem era tão grande, mas nem tão pequena. Quando ele a abriu, tirou de lá um quadro pequeno. Seu rosto corou e ele me entregou.

Olhei para o quadro e arfei. Ele tinha montado meu rosto com fotos nossas. Uma vez eu tinha visto isso em um clipe e achei genial, mas nunca soube como se fazia. Naquele quadro tinha fotos de antes do nosso debut, até um mês atrás. Se eu já estava emocionado antes, não consigo nem dizer o quanto estava naquele momento. Ele tirou o quadro da minha mão e o virou. Atrás havia uma mensagem em sua letra torta e eu foquei-me a ler, pois minha vista começava a embaçar com as lágrimas.

“Hyung...

Eu venho trabalhando neste quadro todos os dias desde o ano passado. Terminei somente um mês antes do dia dos namorados e sinceramente fiquei muito em dúvida se o dava no nosso dia ou no dia dos apaixonados. Acabei optando por dar hoje, dia 14 de fevereiro de 2016, porque eu também precisei de coragem. Devo estar à sua frente agora e completamente envergonhado, além de estar extremamente nervoso.

Sei que é um pouco cedo, mas eu realmente não consigo mais me segurar. Vai demorar a acontecer, isso se você aceitar, mas eu realmente sou ansioso e preciso pedir.

Do Kyung Soo, daqui à alguns anos quando terminarmos nosso contrato com a SM, você aceitaria se casar comigo e formamos uma família?

Com amor, Kim Jong In.”

-Oh... - foi tudo o que consegui dizer. O olhei e ele estava extremamente envergonhado.

Meu coração estava acelerado demais e dessa vez deixei as lágrimas caírem. Coloquei o quadro dentro da caixa e o depositei em cima do criado mudo que tinha ao lado da minha cama. Ele parecia extremamente nervoso e eu sentei em seu colo. Ele me olhou confuso e eu o beijei. Jongin não recuou e continuou o beijo. Era uma mistura de saudades e ansiedade. Não demorou muito para que tudo esquentasse e fizéssemos amor. Tocávamos nos pontos fracos do corpo do outro o tempo todo, porque somente nós conhecíamos esses pontos. Quando atingimos nosso prazer total, ele puxou-me para os seus braços e ali eu me aconcheguei. Eu realmente sentia saudades demais de dormir com aquele calor.

-Jongin? – chamei e ele respondeu um “hum”. – Espero que você tenha entendido que isso foi um sim. – falei e na mesma hora o senti me abraçar mais forte.

-E eu espero que você tenha entendido que nunca vai se livrar de mim. – ele avisou e eu ri.

-Te amo.

-Eu te amo. – ele sussurrou e beijou o topo da minha cabeça.

Dormimos abraçados um ao outro com a promessa de um dia nos casarmos. Porque aquele era só mais um dia dos namorados para a gente, visto que logo nossas comemorações seriam outras.

A principal delas seria comemorarmos quantos anos de casados faríamos e

Depois... O aniversário dos nossos futuros filhos.

13 апреля 2019 г. 5:23:45 0 Отчет Добавить 2
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