Bolinho De Arroz Подписаться

allan Esther Oliveiras

- ah.... Se continuar assim vou perder todo ar do meu pulmão - falou clara, estava exausta, já era a 5 vez que parava para respirar – era para ter pelo menos respirado um pouco mais oxigênio da maca antes de correr feito louca. aahh!!! como sou idiota. – falou em suspiro ofegantes. Clara tinha que continuar, faltava pouco para ver Esther, esperou tanto por isso não é agora que tão perto vai desistir. Ela corria mais podia, mais que seus pulmões podiam aguentar. Podia ver o sorriso de Esther, sentir o caloroso abraço e aconchegante dela, tinha que aguentar, era para uma boa razão... uma das melhores razões. clara já perdeu esther uma vez por apenas obediência ao seus pais. agora que está livre deles podia ver sua doce e adorável amiga. esperava tanto por isso, sentia um aperto no peito só de pensar está perto dela novamente. "agora tudo vai voltar ao normal", pensou.


Драма 18+.

#policial #yuri #pansexualidade #tortura #hétero #terrorismo #investigação #mistérios
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Prólogo

Em mais um dia ensolarado com os pássaros cantando, a grama bem verdinha, as flores desabrochando, em uma verdadeira maravilha da natureza.

Em um colégio situado no meio da cidade estavam duas amigas inseparáveis brincando na caixa de areia. Elas sempre brincavam ali, tanto de comidinha, como de fazer castelo de areia, elas declaram ali seu território sagrado “o areiso”, junção de areia com paraíso. Nada mais podia acabar o dia delas.

- olá, pobretona e... e sei lá o que você é aberração. – dizia um dos meninos mais forte da sala das pequenas, filipe. Forte por dizer, pois era covarde, sempre andava ao lado do seu amigo, 0 esguicho, recebera esse apelido por ser um dos mais altos da sala.

Eles sempre perseguiam as meninas, em particular as duas.

Com um movimento rápido o maior chutou o castelo de areia que as meninas trabalhavam o recreio todo, espalhando areia em todo canto.

- Por que você e seu amiguinho não sai da nossa cola. – dizia Esther irritando os dois meninos, nunca deixaria aquilo sem passar a limpo. Se levantou e com o dedo indicador encostou no tórax do mais alto

- e-e-e por que você não fica calada pobretona - fala o magrelo se enrolando nas falas. Ele automaticamente deu um tapa na mão da loira.

Claro que esse comentário não deixou Esther feliz, ela odiava as pessoas quando falava da vida financeira de sua família. Ela não tinha culpa de ser pobre, sentia-se orgulhosa por isso, melhor ser uma pobre humilde do que uma riquinha esnobe. Sempre pensava desse jeito.

- calma, bolinho de arroz – disse Clara puxando a loira para perto, sabia que se continuasse aquilo haveria uma briga, e odiava ser chamada atenção da professora e também Esther sempre saia machucada.

Esther olhou para a morena quando ouviu seu apelido, a morena mesma que deu, pois quando iam para casa de clara ela sempre comia bolinho de arroz e virou uma fanática por bolinho de arroz.

Filipe enjoado pelo que via empurrou a “loira aguada”, Filipe chamava Esther assim, que para ele fazia mais sentido que bolinho de arroz. Como a loira estava distraída acabou caindo em cima da lama, que clara havia feito para fazerem o castelo de areia.

- HAHAHAHAHA finalmente a porca achou seu chiqueiro- Filipe ria das suas ações junto com esguicho. Clara estava indignada com o que o mais forte fez, mas não era nada abaixo do padrão dele.

Clara foi ajudar a amiga a se levantar, mas Esther já estava possessa de raiva e fúria. Com rapidez se levantou sozinha e deu um soco bem em cheio no mais forte fazendo ele cambalear para trás, passou a mão no nariz e via sangue, ele começou a chorar desesperadamente e correu e seu amigo não esperou muito e foi logo atrás.

-hahaha vai chora pra mamãe, baleia? - fala Esther se levantado e limpando a bunda dela cheia de areia.

 

- MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI - fala a diretora se aproximando das pequenas com um olhar fatal

 

 - iiihhh... lascou - falou esther com a tipica cara de desinteresse. clara começou a rir, sempre que a loira falava palavrão era sempre cômico para morena.

 

* três dias depois *

 

 

A morena a pois de implorar várias vezes para os pais eles finalmente deixaram passar um tempo na casa de Esther, para ter a coragem de se despedir.

sim, ela ia embora da cidade... queria que fosse apenas a cidade, ela iria embora do país!

não sabia o motivo da repentina decisão de seus pais, pois eles eram magnatas naquela cidade, por que se mudaria?

mas deixando de lado aquela situação incomoda, ela teria que arranjar um jeito de contar para sua melhor amiga, não queria que ela sofresse com sua ida.

- bolinho de arroz – dizia olhando pro chão e parou de movimentar a Barbie dela. - eu vou me mudar... – antes que a morena terminasse de falar a loira já enchia de pergunta, aquilo estava se tornando cada vez mais difícil para clara.

- de escola, bairro, rua? vai pra onde? Vai me deixar sozinha - disse já preocupada. Ela estava com receio de nunca mais ver amiga, não queria perder o porto seguro.

Como clara previa já estava em choros, não imaginaria ficar longe de Esther e muito menos deixa-la sozinha para sempre.... mas esse era exatamente o caso.

- Eu vou mudar de país – disse já em soluços, mas foi atrapalhada pelo um abraço surpreso de Esther. Por mais que a loira queira chorar junto com a morena não podia, tinha que se mostrar forte e conforta-la numa situação dessa.

- por que? – disse soltado do braço que pareceu acalma-la.

-Meu pais pensam que com você não vou ter um perfeito estudo ou futuro, ele querem separar nos duas – disse com raiva e tristeza, estava com os sentimentos a flor da pele, não queria se separar da melhor amiga, mas era obrigada.

 

Esther não aceitou isso mas o que ela ia fazer contra? Ela surgiu com uma ideia; curti quando a tempo, e elas fizeram isso. A morena dormia na casa da loira quase todo os dias, sempre com uma desculpa que ia dormir na casa da vó. Brincavam de esconde-esconde por toda a casa e fazia pegadinha moderadas com o irmão da loira, e todas as vezes elas morriam de rir.

 

 cada dia passava mais rápido que o outro e clara temia isso, mas tinha que aproveita o momento que tinha com sua amiga.


* 1 semana se passou *

 

 

Não estava acreditando que o tempo tinha acabado para elas duas, era algo inimaginável se separarem, mesmo que elas sabiam que isso ia chegar e que ia ser horrível, e estava sendo horrível.

- espere...Não vá... Eu prometo não bota-la em risco e deixarei ela estudar mais. - disse ofegando e chorando, e doía ver ela assim. Ela estava implorando aos pais da morena para não irem embora e era tocante aquela cena.

-você deveria ter pensado nisso antes. E também eu não vou só me mudar por causa de clara, eu vou porque meu novo emprego vai ser lá – disse o pai de entrando no táxi junto com a mãe dela totalmente desinteressado pelo assunto.

- me desculpe amiga, eu prometo que algum dia a gente vai se ver de novo – disse a morena com uma cara tristonha.

- promessa de mindinho? olha que não tem volta- podia se ver que Esther estava forçando um sorriso, tentava no máximo não chorar com aquilo, mesmo com essa despida ela se manteve forte para a morena também ser.

- prometo de todo meu coração que irei voltar aqui, não importa o tempo! voltarei para gente termina de brincar com as barbies – disse tentando rir e juntando os dois mindinho. Esther abraçou clara num abraço reconfortante e bem forte.

- vamos filha não temos o tempo todo – disse a mãe da morena já impaciente pela demora. Clara ficou mais alguns segundos abraçada e depois separou. Olhou para o rosto de Esther que tentava transmitir que tudo ia ficar bem.

A morena entra no carro e ver Esther acenando pra ela e retribuiu o gesto. O carro deu a partida e via-se Esther ficando cada vez mais longe, o coração de Clara ficou em pedaços ao ver Esther chamando seu nome, "clara volte logo", foi o que ela conseguiu ouvir.

 

.

 

.

 

.

 

Estavam dentro do avião e só agora a pequena se lembrou, "para aonde a gente iria? Que país a gente vai?" Ela não estava preocupada só com isso, também pensava em Esther. Sem perceber deixou uma lagrima cair.

- Eu sei filha que não está sendo muito legal pra você, eu também estou deixando minha família de lado – a mãe da morena falou tentando conforta-la mas foi em vão, agora ela chorava mais pensando na família que tinha deixado.

 

- Eu aposto quando chegar lá você vai adora... Vamos para Páris –falou o pai com um sorriso amarelo, não queria perder a concentração no seu trabalho por birra da sua filha.

 Os pensamentos de clara estavam todos embaralhados junto com suas emoções.

estava realmente muito triste, era como se estivesse formando um vazio no coração dela, um vazio que não podia se encher.

- escute aqui, azael! foda-se a missão, to nem ai! eu vou embora antes que meta minha família em encrenca. - vociferou o pai de clara, obviamente ele estava muito brabo antes mesmo da viagem começar.

.

 

.

 

.

 

- chegamos filha – fala o pai de clara se esticando do lado de fora do táxi. o humor dele havia mudado, agora estava mais "feliz" se pode dizer assim.

 

A viajem foi boa e tranquila, tirando uma turbulência que deixou clara com medo mas nada de grave. A morena saiu do carro e viu uma casa enorme, " que lindo". A casa tinha dois andar com um tom de bege claro com uns detalhes branco que combinava com o jardim da frente. a grama toda verdinha e aparada, com algum bicho de argila como enfeito.

 Clara foi correndo pra entrar, ficou procurando seu quarto feito uma louca, " que casa enorme", até que finalmente ela achou, ele era um pouco grande as parede eram roxas, a cor favorita da menor, os moveis eram brancos com detalhes preto e a luz da janela que batia na parede deixava tudo sincronizado. Olhou sua cama " enorme igual a casa" e se deitou nela e dormiu rapidamente.

 

" eu só queria mais um dia com minha amiga"

 

.

 

.

 

.

 

A morena acordou depois de um cochilo um pouco grande. Olho pela janela e já era noite. Estava morrendo de fome, poderia comer um cavalo. Correu até a sala aonde estava seus pais

- boa noite dorminhoca –falou o pai de clara olhando as notícias pelo jornal.

 

-filha, eu e seu pai fizemos uma lista do que você vai fazer antes e depois das aulas - ela disse olhando para sua xícara de café.

Se sentou ao lado do seu pai que até agora não a olhou, " lista?" pensou intrigada.

 

" -esgrima;

-belas artes;

- canto;

 - dança;

- costura;

- aulas de reforços;

 - etiqueta e boas maneiras;

 - teatro;

 -hipismo;

 -natação;

 - aulas de gramática e ortografia. ".

 

Era muito grande lista e cada coisa necessitava de bastante atenção, se preocupava, como ela faria amizades se estiver ocupada com tudo isso?

 

- Como eu vou pode fazer novas amizades com uma lista desse tamanho? eu praticamente vou ficar o dia inteiro dentro de casa – disse se levantando bruscamente na cadeira fazendo finalmente seu pai presta atenção.

- A gente não queria arriscar de você encontra uma amiga da laia daquela outra, se for pra você ter um futuro brilhando nós faremos de tudo. - fala seu pai ainda calmo.

- MEU FUTURO ?! Ou o futuro de vocês? eu nunca concordei com isso, o que a senhor quer dizer com " a laia daquela outra" – disse elevando sua voz fazendo seus país surpresos.

- pobre, encrenqueira, burra... Quer que eu faça uma lista - fala mãe de clara em forma de deboche.

Clara não aguentava mais aqueles “abutres”, não acreditava que eles eram seus pais. Saiu correndo para seu quarto se trancando lá. Eu já não suportava mais paris, queria voltar para sua cidade natal, voltar para sua amiga.

"só queria mais um dia com minha amiga", pensara.

"por que tudo tem que ser tão difícil?"

26 января 2019 г. 2:08:02 0 Отчет Добавить 0
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