Uma Família (nem um pouco) Tradicional Подписаться

garotaestragada Isadora Souza

Ah, o Natal... Época de se reunir com a família, brindar a união, comer bastante, celebrar o nascimento de Cristo, distribuir presentes, sorrisos, preconceitos, fingir que gosta daquele tio machista, homofóbico e tobiraminion, responder perguntas inconvenientes sobre namoradinhos e brigar por política. Principalmente, brigar por política. E para a familia Haruno-Uchiha, aquele ano não seria diferente.


Фанфик Аниме/Манга Всех возростов.

#mençãosasunarusasu #narutoua #borusao #sarachou #sasusaku-amizade #militância #eleições2018 #familiaTradicional #personagemoriginal
Короткий рассказ
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Natal, militâncias e apostas

O que constitui a famigerada “Familia Tradicional Brasileira”?

Um homem, uma mulher, dois filhos homens, a caçulinha, um cachorro, um relacionamento abusivo e um(a) amante?

Melhor dizendo: um casal hétero e seus filhos? Oh, não podemos esquecer, é claro, cristãos e conservadores. Machistas, LGBTfobicos e intolerantes? E me arrisco a dizer eleitores de um certo alguém. Ou pelo menos, era isso o que a sociedade, em pleno século 21, pregava.

Acontece que a família Haruno-Uchiha estava muito, mas muito, muito mesmo, longe de ser essa tal de “Familia Tradicional Brasileira”.

****

Ah, o Natal...

Época de se reunir com a família, brindar a união, comer bastante, celebrar o nascimento de Cristo, distribuir presentes, sorrisos, preconceitos, fingir que gosta daquele tio machista, homofóbico e tobiraminion, responder perguntas inconvenientes sobre namoradinhos e brigar por política.

Principalmente, brigar por política.

Para falar a verdade, estar no meio dos Harunos e dos Uchihas estava se provando um verdadeiro teste de paciência e autocontrole, por que a qualquer descuido, sua mão podia acabar voando na boca de alguém. Totalmente sem querer, é claro.

Era isso que Sasuke, Sakura, Saori e Sarada pensavam daquela reunião - que estava uma bosta, a propósito.

– Por que quando o Mito assumir ele vai acabar com essa pouca vergonha que tem ai - o velho Danzou dizia, um Uchiha que nem Uchiha era. - Essas histórias aí de homossexualismo, de ideologia de gênero, uma pouca vergonha! Muito diferente daquele frouxo do irmão dele que só afundou nosso pais.

A família Haruno-Uchiha revirava os olhos, na tentativa - que os quatro sabiam ser falha - de evitar discussões. Haviam até mesmo apostado: quem começasse a discutir primeiro, dirigia. E como bons orgulhoso que eram, aposta feita é aposta ganha.

– Tobirama não vai acabar com nada disso, por que isso é simplesmente natural, senhor Danzou - Sarada disse, sem demonstrar na voz toda a irritação que sentia com aquele velho. - A única pouca vergonha aqui é o senhor, um velho frustado com a vida que tem como único passatempo infernizar a vida dos outros. E aliás, é homossexualidade e identidade gênero os termos corretos.

Foda-se a aposta, se Danzou começasse com aquelas indiretinhas de merda Sarada não iria ficar quieta coisissima nenhuma! Podia ter a aparência e a personalidade de Sasuke, mas ainda era filha de Sakura Haruno, e não iria de jeito nenhum levar desaforo pra casa.

– Calma, amor - Chouchou sussurrou em seu ouvido, depósitando um beijo casto em sua bochecha e apertando sua mão. - Não se estressa com esse tipo de gente não.

E como mágica, Sarada acalmou-se, e fez a melhor coisa que podia: se afastou daquele velho e foi até a mesa beliscar algo com a namorada, ignorando a existência de Danzou pelo resto da festa.

****

– ... ainda bem que você não é que nem essas feminazis aborteiras que tem por ai. Que deixam os pelos crescerem, saem por aí dizendo que não precisam de homem, que lugar de mulher é onde ela quiser, que tem ódio pelos homens... Ainda bem que eu eduquei você muito, pra você não acabar ficando igual sua irmã e sua mãe.

– Na verdade, vó Mebuki... - Saori começou, a voz calma. Havia escutado a avó falar por bastante tempo, sem interromper, já que não estava nem um pouco afim de se estressar, afinal aquilo faria mal a seu bebê. - Eu sou feminista sim, e isso que você tá dizendo é um estereótipo. Na verdade vovó, a mulher pode ser como ela quiser, seja mantendo os pelos, seja se depilando ou trabalhando fora. Ah, - levou a mão até a boca, fingindo surpresa. - caso a senhora não saiba, eu sou totalmente a favor da descriminalização do aborto, mesmo eu não optando por faze-lo, até por que o mundo não gira em torno do meu umbiguinho, né vovó?

Sorriu ao fim, pegando na mão de Boruto que a observava boquiaberto e orgulhoso, sairam dali, indo cumprimentar tio Itachi e procurar uma cadeira para sentar e descansar os pés inchados. Não era nem um pouco fácil carregar um bebê e ainda ter que escutar o tanto de merda que ouviu. Merecia um bom mimo do tio Itachi e comidinhas na boca.

E quanto a aposta? Boruto podia dirigir.

****

Era em momentos como aquele que Sasuke agradecia por ser uma pessoa minimamente controlada.

Ao contrário de sua ex-companheira, que Sasuke tinha certeza estar se segurando para não arrancar a cabeça da algum Uchiha por aí.

Sério, quanto tempo sua família iria demorar para aceitar um divórcio que havia acontecido anos atrás? Aparentemente nunca, já que desde o momento em que pisou alí, vieram pessoas encherem a porra do saco com dicas de como reatar uma relacionamento que, veja só, já havia acabado há anos!

E eles estavam bem assim. Os anos juntos como casal e as filhas os ajudaram a amadurecer muito e a criar aquele vínculo de amizade e companheirismo que tinham. Nunca estiveram tão bem. Quando suas famílias iriam enfim entender que eles haviam se casado apenas por pressão da família e por não terem sido ensinados a se protegerem? Eles haviam engravidado com 16 anos, pelo amor de Rikudou, era óbvio que não sabiam o que estavam fazendo naquela época.

O divórcio havia sido a melhor coisa que fizeram, tinham maturidade suficiente para enxergarem isso - e suas filhas também. Mas aparentemente, suas famílias não tinham a mesma maturidade para enxergar uma coisa tão óbvia como aquilo.

– É por isso que eu digo que mulher não tem que trabalhar. Elas começam a ganhar o próprio dinheiro, a se acharem independentes. Mulher minha nunca trabalho e vê se meu casamento não tá indo que é uma maravilha?

Ao menos Kagami tinha a decência de dizer aquilo longe de Sakura, sorte dele, por que Sasuke não iria segurar a ex-companheira caso ela quisesse dar um bom murro da cara de seu tio. Agradeceria até.

– Tenho certeza que a culpa da sua filha, aquela lá que usa óculos, ser machora é daquela mãe dela lá - ele tornou a falar, a voz arrastada denunciando o estado de embriaguez. - Se tivesse feito o papel dela como mãe direito não tinha dado nisso - ele riu, como se tivesse dito a coisa mais engraçada do mundo.

– Escuta aqui, Kagami - disse irritado, fazendo o tio virar os olhos negros arregalados em sua direção com sua súbita mudança de tom. - Você pode falar o que quiser, quando quiser. Não posso te impedir. Mas a partir do momento que você insulta alguém da minha família aí, titio - a palavra saiu carregada de ironia. - Aí a coisa é mais embaixo. Por que ai, titio, a briga que você vai arranjar é comigo e com a Sakura. E eu te garanto, o soco dela é muito forte, sabe?

Kagami olhava para ele com os olhos arregalados, podia até dizer amedrontados. Estalou os dedos da mão esquerda, como forma de deixar a ameaça mais real. Funcionou, Kagami sentiu um arrepio descer a espinha.

– Que feio, papai - escutou a voz de Sarada dizer, o tom zombateiro combinando com o sorriso, os olhos negros brilhando em divertimento. - Brigando com os parentes. Tsc, tsc. Acho que alguém vai dirigir hoje.

Ninguém precisava saber que Sarada já havia perdido a aposta a tempos.

****

Curiosamente, Sakura, a mais invocada da família, e que todos esperavam ser a primeira a começar a discutir com algum e, cair na porrada quem sabe, foi quem se manteve mais calma, para a surpresa da família Haruno-Uchiha.

Continuava tão plena quanto havia chegado, não iria ficar com rugas de estresse por causa de gente como aquela. Podia se dizer que ela havia até mesmo aproveitado a recepção, então, ninguém podia julga-la pelo leve sorriso debochado que lançava para Sasuke, o senhor-controlado-e-calmo.

No momento, estavam todos os presentes sentados naquela mesa estupidamente grande dos Uchihas comendo a ceia. Na verdade, estava tudo muito gostoso, o que fazia de certa forma as raivas que passaram valerem a pena.

Não totalmente, mas em partes.

A mesa se encontrava com um certo climão, que era muito bem ignorado pela família Haruno-Uchiha e por Itachi e Shisui, que conversavam tranquilamente como se não fossem os responsáveis por aquilo.

-- E quando que sai esse casamento, hein? - Shisui perguntou para Sarada e Chouchou, sem conseguir conter a animação.

O casal trocou um olhar apaixonado.

-- Ai, Shisui, você nem sabe o quanto eu tô ansiosa! - Sarada respondeu, com os olhinhos brilhando, e Shisui não pode achar mais fofo.

-- Eu tô que não me aguento de felicidade! - Chou respondeu também, pegando na mão da noiva e beijando a aliança prata.

-- Ah, que bom meus amores - Itachi disse, sorrindo orgulhoso das duas. - Vocês são muito abençoadas, sabe? Que Deus cuide de vocês.

Itachi sempre fora bem religioso, não que isso incomodasse a família Haruno-Uchiha, já que Itachi era a pessoa mais da paz que eles conheciam. Por isso que nunca tiveram medo de falar abertamente sobre aquele relacionamento.

-- Obrigado, tio - Sarada disse, aceitando a benção.

Mas como estavam no meio da bela e moral família Uchiha, não era surpresa ver as caras amarradas de alguns parentes.

-- Deus não, não fale essas coisas em nome de Deus, garoto - Danzou, para a surpresa de ninguém, disse se metendo na conversa.

-- Deus ama o pecador, mas não o pecado - Sora completou, um primo de 3 ou 4 grau de Sasuke que ele não fazia ideia de quem era.

-- Isso mesmo - Danzou concordou com um gesto de cabeça. -A bíblia diz que...

-- A bíblia diz muitas coisas, senhor Danzou - Sakura o interrompeu, continuando a cortar seu pedaço de peru. Levou um pedaço a boca, mastigando calmamente.

-- Sim, sim. Mas está escrito no Velho Testamento que...

-- Que você não deve comer carne de porco? - Sakura rebateu, com um sorriso debochado.

-- Não. Sim mas...

-- Que você não pode usar roupas de tecidos diferentes?

-- Não! Garota pare me interromper. Eu estava dizendo...

-- Então você deve estar falando daquela que diz algo sobre não poder se barbear? - rebateu novamente, observando com prazer o rosto do velho avermelhar de raiva.

-- Controle a boca de sua mulher, garoto! - esbravejou para Sasuke. - A bíblia é muito clara quanto ao homossexualismo. "Não te deitaras com homem, como te deitas com uma mulher; é repugnante".

Um pequeno silêncio se seguiu, e por um pequeno momento, Sasuke agradeceu por sua mãe não estar mais ali para escutar aquele tipo de merda vindo da família.

-- Eu acho curioso que mesmo Levíticos dizer inúmeras outras coisas, como Sakura citou, você só foca nessa parte em especifico - Sasuke comentou, com o rosto apoiado na mão enquanto fitava Danzou. - Algum tipo de desejo reprimido, titio Danzou? A psicologia explica isso, sabe? - sorriu de lado, debochado.

O coro de risos reprimidos se seguiu, ao mesmo tempo que o rosto do velho se avermelhava mais ainda e um olhar de puro ódio era dirigido para Sasuke, que o sustentou, com o queixo erguido.

-- E aliás - continuou. - Eu não tenho que "controlar a boca da minha mulher", até por que nós não somos mais casados a anos, Danzou. E se mesmo na nossa época de casados eu nunca fiz isso, não vai ser agora que eu vou fazer, não acha?

-- Até por que se você fizesse isso a mamãe ia te comer na porrada - Saori completou.

-- Exatamente, querida - Sasuke concordou tranquilamente. - Supera, meu anjo.

-- Mas isso é um absurdo! - Danzou esbravejou novamente, socando a mesa com força. - Eu não vou tolerar um absurdo des...

-- Não vai tolerar o que, Danzou? - a voz de Fugaku repercutiu como um trovão, fazendo todos olharem para ele. - Lembre-se que esta casa não é sua, você não manda em nada aqui. Quem decide o que deve ou não ser tolerado sou eu. Agora vamos voltar a comer.

Todos ficaram em silêncio, voltando a comer. Ninguém ali era louco para questionar Fugaku, nem mesmo a família Haruno-Uchiha.

Sasuke ainda fitava o pai, um tanto surpreso pela atitude dele já que ele estava quieto desde a hora que ele e sua família haviam chegado ali.

-- Algum problema, filho? - Fugaku questionou, tomando um gole do refrigerante.

O Uchiha mais novo demorou alguns segundos para entender que o pai estava falando com ele, e não com Itachi.

-- Não... - respondeu, atordoado. Chacoalhou a cabeça, se recompondo. - Tá tudo bem.

-- Bom. - o Uchiha mais velho assentiu com um gesto de cabeça. - Então, todos voltando a comer.

****

Curiosamente, após a pequena discussão envolvendo Danzou, a familia Haruno-Uchiha voltou a conversar tranquilamente com Itachi e Shisiu na sala, ignorando o climão que haviam causado junto com Fugaku, que participava da conversa sobre o casamento de Sarada e Chouchou com uma animação bastante incomum.

E Sasuke não podia negar: era bom. Estar com sua familia daquele jeito era muito bom. Mas não podia se impedir de pensar sobre as pessoas que faltavam ali - que com certeza não eram os parentes que eles estavam ignorando na cara dura -, pessoas importantes, e o Uchiha sentia muita falta.

Como sua mãe, Mikoto. Seu tio Madara e tio Izuna, o trísal KakaObiRin e claro, Naruto (mas isso seria assunto para outro momento), mas princialmente de sua mãe. Ela era a alegria daquela casa.

Fugaku riu de sua cara de distraído enquanto fitava o lugar vazio no sofá, como se soubesse exatamente no que estava pensando.

-- Também sinto falta dela - ele comentou baixo, como se contasse um segredo que apenas Sasuke pudesse saber.

Olhou para o pai, vendo a expressão suave e os olhos amorosos. O fitou com certa curiosidade e talvez desconfiança. Fugaku soltou um riso pelo nariz ao notar seu olhar e bagunçou seus cabelos, num gesto carinhoso.

-- Vá buscar a sobremesa para seu pai, rapaz - disse, voltando a se aconchegar no sofá e a assistir o especial do Roberto Carlos.

-- Vai buscar a sobremesa, Sarada - Sasuke mandou, voltando sua atenção para a tv.

-- Vai buscar a sobremesa, Saori - Sarada mandou.

-- A Saori tá gravida, querida - Sakura interviu.

-- Isso mesmo. Eu tô gravida e daqui eu não saio - Saori disse, aproveitando a massagem que sua mãe fazia nos pés inchados. - Boruto, vai buscar a sobremesa pra sua namorada gravida, vai.

-- E eu tenho outra opção? - Boruto resmungou, se levantando.

-- Não - a família Haruno-Uchiha respondeu.

****

-- Me visitem mais, okay? - Fugaku dizia enquanto acompanhava a família Haruno-Uchiha até o portão para se despedirem.

-- Prometo que assim que o nosso meninão nascer e esses compromissos de casamento passarem, nós vamos te visitar mais, pai - Sasuke disse, abraçando o pai.

-- Vou cobrar isso, hein? - o Uchiha mais velho comentou, brincalhão. Beijou a testa do filho, fazendo o mesmo no restante da família.

Itachi o fitava emocionado e orgulhoso.

-- Até mais futuro biss'ô Fugaku! - Saori acenou, com uma mão repousando sobre a grande barriga.

O futuro bisavô acenou de volta, sorrindo. Se virou, voltando para dentro de casa com Itachi e Shisui, pensando em como Mikoto iria ficar feliz de ver como sua família estava.

Já dentro do carro cheio demais, a alguns kilomêtros da casa dos Uchihas, a viajem seguia calma e silênciosa.

Mas obviamente que nada que tenha um Boruto Uzumaki vai ser calmo e silencioso, Sasuke nem sabia por que estava surpreso. O garoto estava sentado no meio do banco de trás, fitando o sogro com expectativa e sem parar de se remexer.

O Uchiha revirou os olhos, irritado.

-- Desembucha logo, garoto - resmungou, virando a esquina de casa.

Boruto respirou, como se tivesse tentando conter a emoção. Mordeu os lábios, risonho.

-- Eu só queria saber... como vão as coisas com o papai, sogrão?

O tom insinuante e sem um pingo de vergonha na cara fez Sasuke pisar no freio enquanto sua família se segurava para não rir de sua cara vermelha.

-- È pai - Saori disse, com a voz risonha, sentada no banco ao seu lado. - Quer dizer que o senhor tá pegando meu sogro. Bem safadinho o senhor, hein.

Sarada e Sakura riam escandalosamente no banco de trás, junto a Chouchou e Boruto que riam de forma mais controlada - eles tinham certo medo de Sasuke.

Mas o Uchiha apenas levantou o queixo, ignorando-os.

-- Te expuseram de verdade, Sasuke, nem adianta disfarçar - Sakura comentou depois de para de rir.

-- Agora eu sei por que o papai anda tão bem-humorado - Sarada comentou, se aconchegando melhor no colo de Chouchou.

-- Se você quer saber, senhor Uchiha - Boruto começou. - O velho tá parecendo um adolescente apaixonado. Fala o dia todo de você. É bem fofo.

Sasuke olhou para o genro com a cara fechada.

-- Não chama seu pai de velho - reprendeu.

-- Olha que bonitinho. Ele até defende o namorado - Saori debochou, com a mão no peito.

-- Mas ele ta certo, Sasuke - Sakura disse, com uma sobrancelha arqueada em deboche. - Não é como se o Naruto fosse tão novinho assim, também. Ele tem já tem o que? Uns 40 anos?

O Uchiha a olhou com as sobrancelhas franzidas, a jugando de forma silenciosa algo como 'mas você a mesma idade que ele'. Mas se Sakura notou que estava sendo julgada por pensamento, ignorou completamente.

Sasuke sorriu sacana, algo passando pela sua cabeça. Fitou a ex-companheira com um brilho divertido e maldoso no olhar.

-- Bem, certeza que ele é mais novo que Sasori, se não estou enganado.

Bingo, as bochechas da mulher coraram na hora. Sasuke voltou sua atenção para a estrada, rindo vitorioso.

Sarada, Saori e Boruto caíram na gargalhada enquanto Sasuke sorria com um ar triunfante e Sakura escondia o rosto o rosto vermelho. O Uchiha sentia-se vingado.

E Chouchou? A akimichi se limitou a esconder o rosto nas costas da noiva e segurava a risada, pensando em como havia ido para no meio daquela família nem um pouco tradicional. Ela não podia ter pedido família mais maravilhosa.

6 апреля 2019 г. 3:24:43 0 Отчет Добавить 0
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