Pride and Joy Подписаться

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Itachi soube no mesmo instante que algo aconteceria e seu mundo giraria 180 graus em poucos segundos. De fato, aconteceu... e isso causava medo. O que prevalecerá na vida dos irmãos Uchiha? Orgulho ou felicidade? [UA] *Uchihacest - ItaSasu* *NarutoxGaara* *Yaoi* *Lemons* STATUS DA FANFIC: Finalizada. Warnings: incesto, linguagem chula e cenas explicitas de morte e sexo. Disclamer: Naruto não me pertence, não ganho nada escrevendo essa historia. Na verdade até perco, pois deveria estar escrevendo minha monografia... enfim =P Espero que gostem! OBSERVAÇÃO: A fanfic possui uma side-fic e uma fanfic extra para a leitura depois do final da presente long-fic. Portanto, leiam as notas finais do epílogo quando terminarem a leitura de Pride and Joy para saberem mais a respeito!


Фанфик Аниме/Манга 18+.

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Capítulo 1

Todo o processo de averiguação havia, sem que sequer houvesse tomado consciência, chegado ao ápice. As lembranças e as dúvidas estavam, por fim, findas. Desde que pisara naquele local sabia que algo grande aconteceria e imaginava como seria aquele momento, onde toda a sua vida mudaria e seu mundo giraria 180 graus em poucos segundos. Isso causava medo.

Medo, mas ele tinha coragem. Os fracos não são os que sentem medo, mas sim os que permitem que este medo os impeça de enfrenta-los. Medo é essencial, faz parte do desenvolvimento. Aqueles que não sentem medo se tornam imprudentes e acabam levando seu corpo e mente ao extremo, culminando na morte. Aqueles que, porventura, sintam medo mas nada façam, vivem uma vida indigna de ser apreciada. A escolha correta que um ser humano poderia fazer era, sem duvidas, a prudência e a balança. A prudência para fazer as boas escolhas e a balança para manter sua mente equilibrada. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Ou era algo assim que haviam lhe ensinado.

Itachi aproximou-se da incubadora, sentia sua respiração fraquejar diante do medo de conhecer a criança que adentraria a sua vida. Não fora preparado pelos pais, ninguém o havia informado que receberia um irmão, suspeitava até que seus pais sequer sabiam do fato.

No trajeto de poucos passos, recordou a conversa que havia presenciado do pai com o médico. O doutor falara que sua mãe, Mikoto, estava grávida e em processo de parto. Fugaku, seu pai, ficou lívido, provavelmente lidando com vários diferentes tipos de emoção. Naquele momento, Itachi tentou de todas as formas esconder a surpresa e o desespero, mas foi falho seu esforço, pois o médico, ao observar a reação de pai e filho, falou de forma sutil:

_ É raro, porém não impossível, que a mulher engravide e não tenha sintomas para que perceba a gravidez. Não percebendo os sintomas e não mudando consideravelmente o peso, a mulher não faz o exame para constatar a gravidez e o neném nasce sem que seja esperado. Sua mulher, Senhor Uchiha, está grávida de seis meses e dará a luz a um bebê prematuro. A situação é complicada e delicada. Preciso conversar com o senhor em particular.

_ Meu filho é um menino muito maduro pra sua idade. – respondeu após se recompor do incrível numero de informações que havia recebido – Seja o que for, pode falar na frente dele.

_ Eu insisto, senhor...

_ Idem. – Fugaku falou, com uma voz seca e ríspida. O médico analisou o menor, o qual havia se encoberto na mascara de frieza e desdém novamente. Suspirando pesadamente por ter que se obrigar a falar tal noticia diante de uma criança tão pequena, disse com um tom fúnebre:

_ Devido as complicações, há grande chance de termos que escolher entre manter a vida da criança ou da mãe, então...

_ Mantenha a vida da criança. – O tom gélido na voz de Fugaku e a forma como sequer parecia ter dúvidas a respeito de que vida manter surpreendeu o médico, mas não Itachi. O menino sabia o quão difícil a relação dos pais havia se tornado. Se realmente Mikoto havia ou não tido sintomas da gravidez era difícil de saber, pois a mulher, caso percebesse sua gravidez, provavelmente não informaria o marido. Itachi suspeitava internamente que desde a concepção seus pais sequer tocaram duas dúzias de palavra. Apesar de sua genialidade, não sabia dizer qual era o motivo da discórdia de seus pais e talvez nunca fosse saber. Mas sabia que Fugaku não prezaria pela vida de sua mãe e a deixaria morrer se houvesse escolha entre a vida ou a morte. E isso, mais do que tudo, o magoou profundamente.

Agora, de frente à incubadora e, com as mãos encostando no estranho objeto, pode ver seu interior. Lá estava um bebê pequeníssimo e rosado, seus olhos grandes emoldurados por longos cílios encontravam-se fechados. Seus cabelos eram, se possível, ainda mais escuros do que o do mais velho, e encontravam-se secos e despenteados. Suas mãos estavam fechadas em punhos colocados ao lado de suas bochechas e ele parecia bem. Fraco, mas bem.

Era um neném adorável...

Itachi sentiu, momentaneamente, a dor da perda da mãe sair de seu coração. Todas as preocupações de viver com o pai ríspido e insensível haviam esvaído de seu corpo ao observar a paz que o pequeno ser exalava. Sentia vontade de tocar o bebe, saber se sua pele seria tão macia quanto aparentava. Sabia, no fundo, que o bebê era a única coisa que restava de sua mãe e que, se fosse ela e não Fugaku quem tivesse feito a escolha de qual vida manter, ela não seria diferente. Mikoto daria sua vida mil vezes por qualquer filho seu, tamanho amor que sentia por suas crias.

Se Itachi fosse uma criança normal estaria chorando, mas ele era um Uchiha. Sentia-se triste de perder a mãe, apavorado com a perspectiva de viver apenas com o pai, feliz por conhecer o irmão, mas seu rosto permanecia imparcial ao contrario de seu coração. As emoções, tão intensas e controversas entre si, permaneciam escondidas do exterior.

_ Itachi, escolha o nome do seu irmão. – ouviu seu pai falar ao seu lado. A criança sabia que Fugaku estava sem cabeça para tomar tamanha decisão e, como tratava seu primogênito como um adulto já a algum tempo, estava claro que confiaria essa função à ele. Apesar de não querer pensar assim, também sabia que pouco importava meros detalhes como o nome de seus filhos ao progenitor. Itachi sabia que seu nome fora escolhido por sua mãe.

_ Ele se chamará Sasuke. – Itachi respondeu, depois de um tempo de reflexão. Diante do silêncio do pai, abriu a boca novamente para explicar o porque do nome, porém foi interrompido.

_ Ótimo. Comunicarei o cartorário. – e retirou-se do quarto em milésimo de segundo. Itachi, decepcionado com a frieza do pai, tornou a olhar a criança, prometendo que faria o que fosse para o bebê não ser afetado pelo gênio difícil daquele homem.


(dezesseis anos depois)


_ Sasuke quantas vezes terei que dizer que não é a terceira operação! - Fugaku jogou a caneta na mesa com raiva, se pondo de pé para gritar com o caçula mais de perto. Sasuke conseguia ver os olhos do pai, a centímetros dos seus, tremerem de raiva e desapontamento - Você é um inútil! Isso que você é! Corre covarde! Apenais isso que tu és capaz de fazer, não é?

*BAM*

O som da porta de seu quarto batendo abafou os gritos ríspidos de seu pai, que continuou na sala de estar. O quarto, então, entraria em um perfeito silêncio se não fosse a respiração ofegante e falha de Sasuke. Sabia que as lágrimas que se encontravam em seus olhos logo escorreriam e se sentia fraco por não suportar as tais palavras duras.

_ Itachi provavelmente é quem é hoje por ter aproveitado as palavras do pai, não por ter sido um bebê chorão como eu - sussurrou entre soluços para si mesmo.

_ Não é bem assim que as coisas funcionam, Otouto. - Sasuke parou de respirar e chorar, virando o rosto freneticamente a procura do dono daquela voz. Itachi estava sentado em sua cama de solteiro, afinal, os irmãos Uchiha dividiam o mesmo quarto desde pequenos.

_ Nii-san! - gritou de forma aguda, se irritando o timbre desesperado que ela adquiriu. Correu para o irmão, que o recebeu de braços abertos num forte abraço - Você voltou! Como? Quando chegou?

_ Cheguei pela manhã quando você estava na escola e Fugaku no trabalho. Viajei a noite toda de carro, dessa vez sem companhia pra dividir o volante comigo. Estava exausto e resolvi cochilar um pouco antes de ligar pra você e dizer que já tinha chego, mas acho que dormi mais do que imaginava. Acordei agora, com os gritos dele. - Itachi sentiu o mais novo estremecer abaixo de seu toque – Sasuke. - o moreno mais jovem levantou a cabeça e encarou seu irmão. Itachi apenas o chamava pelo nome quando estavam prestes a conversar sobe um assunto sério, e ele suspeitava levemente qual seria o teor dessa conversa. Sasuke sabia que seu irmão não tinha viajado para um simpósio, como havia declarado no último encontro.

O caçula encerrou o abraço e se ajeitou, sentado de pernas cruzadas ao lado do irmão e virando-o para encará-lo de frente. Reparou pela primeira vez naquele dia na aparência do irmão: estava com grandes olheiras, mais profundas do que aquelas que exibia naturalmente; seu cabelo estava levemente despenteado, talvez por encontrar-se deitado a poucos minutos atrás; sua roupa estava amarrotada e ele definitivamente precisava de um banho.

Porém a mascara de calma e frieza estava ali, e apenas Sasuke sabia o que o irmão mais velho sentia interpretando seus olhos. Sasuke sabia que se existia algum dom dentro dele, seria o incalculável e único dom de interpretar o interpretável: Itachi. Piscou duas vezes esperando o mais velho começar a falar. O primogênito, então, respirou fundo e iniciou a explanação com calma e firmeza:

_ Consegui um apartamento próximo do meu campus, de dois quartos e com instalações elétricas razoáveis. Há três quadras do apartamento tem uma boa escola de ensino médio, com grande conceito e disciplina. Este mês você vai passar a receber uma pensão maior pela morte de mamãe e eu deixo de receber por completar vinte e um anos. - fez uma pausa, onde pareceu constatar alguns fatos que antes haviam passado despercebidos - No entanto, se aceitar meu convite, deixará de receber a pensão. Mas eu consegui um bom emprego, é um pouco longe na verdade, mas paga bem. Além disso, consegui uma bolsa integral na faculdade e tenho contatos para tentar uma bolsa para você na escola, acho que é garantido. Com o meu salário podemos viver naquele apartamento e estudar nos arredores. A vida vai ser um pouco mais simples, mas não terá que fazer sacrifícios - calou-se esperando a resposta da pergunta implícita. Os irmãos, por alguns segundos, se encararam em meio a um silêncio pesado. Sasuke conseguia sentir o ar mais quente, a euforia.

Diversas vezes haviam feitos planos sobre esse dia. Mas tudo parecia tão distante, tão irrealizável. Toda vez que conversavam sobre fugir parecia ser apenas um sonho praticamente impossível de ser executado. Sentia seu coração bater mais forte e sua pele provavelmente estava corada tamanha sua agitação.

_ E o pai?

_ Fugaku não será problema.

_ Como não? Ele sempre é o problema! Ele é a razão de tudo isso. Ele vai atrás de nos tenho certeza...

_ Sasuke deixe isso comigo. Eu te garanto que ele não será um problema. – o Uchiha mais novo desviou o olhar, questionando o que deveria fazer. Ele e Itachi nunca haviam discutido o que fariam para o pai não surtar com o desaparecimento dos dois. O primogênito percebeu que o irmão iria perder a coragem e o segurou no ombro, forçando-o a encará-lo novamente - Você confia em mim, não confia?

_ Lógico que confio! - disse como se fosse a pergunta mais absurda que já ouvira na vida - mas..

_ E você quer se mudar comigo, não quer?

_ Sim, nós planejamos isso por anos, mas...

_ Então sem "mas" Otouto. - Itachi acariciou afetuosamente o ombro do irmão, para tentar acalmá-lo - partiremos esta noite, já está tudo pronto. Não deixe que Fugaku perceba a movimentação, eu não vou avisá-lo que cheguei nesta casa, ficarei aqui no quarto arrumando as nossas malas. Jante com ele, assista televisão, faça tudo que normalmente faz aqui. - dito isso, levantou-se e abriu a porta do armário, começando a retirar diversas peças de roupas do irmão - Eu tenho um plano.


... Continua...

22 ноября 2018 г. 23:29:07 2 Отчет Добавить 1
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Anne Liberton Anne Liberton
Olá! Venho pelo Sistema de Verificação do Inkspired. Sua história está Em Revisão pelos seguintes apontamentos: 1) Acentos. Muitas palavras estão sem acento (ex: máscara). 2) há/a. Para se referir a tempo, usa-se “há” (ex: “a poucos minutos atrás” >> deveria ser “há poucos minutos”, ou “poucos minutos atrás”). 3) Vírgula em vocativo. Eles devem sempre ser acompanhados por vírgula. Ex: Sasuke deixe isso comigo (seria “Sasuke, deixe isso comigo”). São poucos problemas (com exceção dos acentos, que vi diversas vezes), além de uns erros de digitação, então creio que seja mais simples de resolver. Sugiro dar uma revisada, talvez passar para outra pessoa ler (um beta reader seria uma boa também). No mais, a história está excelente. Parabéns! Assim que corrigir esses detalhes e, se ainda quiser que a história seja verificada, basta responder esse comentário que avaliaremos de novo. Até mais!
17 декабря 2018 г. 22:16:37

  • P C S P P C S P
    Obrigada... Mas não vou revisar, essa fanfic foi escrita em 2011, não tenho condições de revisar uma história tão antiga minha, pois além da falta de tempo dos dias atuais, tenho certeza que vou deletar se pegar pra reler. Obrigada pelo retorno, de qualquer forma! Beijos! 20 декабря 2018 г. 14:11:42
~

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