R.A.V.E.N. Подписаться

j.k.hollister Spencer Hollister

Ela fora abusada, humilhada, e largada para morrer. Tudo o que ela mais queria era vingança. A sua mente clamava por vingança, seu corpo gritava por vingança e sua boca ensanguentada implorava por socorro e misericórdia. Tudo o que ela mais queria era que os que fizeram aquilo com ela fossem se ferrar, mas ela mal podia se mover, como poderia desejar isto se estava assim: Miserável? Quando menos esperava, ela foi socorrida, e salva da humanidade. E, ansiosa pelo gostinho da vingança, ela fica escondida, em silêncio, até estar pronta e, no momento certo, ela ataca. Um por um. Mas há um preço na sua vingança: Depois de ter sido descoberta, ela é perseguida pelos vampiros por ser uma Djean, uma das categorias mais poderosas e raras dos vampiros. Assim, ela é caçada, como fora a anos atrás. A maior diferença... É que agora ela está entre iguais.


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ÚLTIMA CHANCE


Caminho a passos lentos em direção as grandes portas do Salão de Jantar. O som dos meus saltos ecoa no assoalho de madeira e eu abro um sorriso. Sentindo-o. E sei que ele também me sente. Empurro as gigantesacas portas e vejo Eric, a pessoa que me salvou e a que mais confio, na última cadeira, na ponta da mesa de jantar. Caminho até ele e fico atrás da sua cadeira, toco seus ombros e ele suspira.

- Mandou me chamar? - pergunto, mesmo sabendo a resposta e ele faz que sim, indicando a cadeira ao seu lado com a cabeça. Sento á sua direita e ele me encara com os seus olhos castanhos. Por um minuto, eles ficam vermelhos e eu ouço as portas fecharem-se sozinhas. Inclino a cabeça para o lado quando seus olhos voltam a ficar catanhos. - O que foi?

- Você sabe "O que foi", Raven. - pego um garfo e brinco com ele, com seus dentes. Perfurando meus dedos e vendo-os sangrar mas, em um segundo, eles se curam e voltam ao normal. Eu não sinto dor. Não posso. E essa a parte que eu mais gosto. Eles sempre tentam me ferir. Mas só acabam me irritando mais... E isso os faz ter um fim um pouco... peculiar. - Está chamando atenção demais. Precisa tomar mais cuidado.

- Eu tomo.

- Tomava. - ele diz, cerrando os dentes e soltando um suspiro. - Mas está ficando relaxada. Foram cinco em menos de uma semana. Os Kwames estão começando a suspeitar. Sabe o que pode aconntecer com você se a encontrarem.

- Sei. Vão querer que eu vire um tipo de joguinho deles e, se eu não aceitar... - solto o garfo á mesa e o olho intensamente. O objeto se contorce e o aço começa a encolher até que vire um embolado de algo, algo quente, como se acabasse de ser derretido. Eu sorrio irocnicamente e encaro Eric. - Eles me matam.

- Isto não tem graça, Raven.

- É claro que não. - fico séria novamente. - Mas fique frio, eles não vão me pegar. Só falta mais um.

- Espere um pouco mais. Deixe passar um tempo. Já foram mortes demais para um mês.

- Eu sei o que faço, Eric... Não se preocupe, eu não vou pôr você em perigo. - digo, já irritada e levanto, caminhando rapidamente até as portas. Mas ouço ainda Eric dizer uma última coisa:

- Não estou preocupado comigo, Raven. Só me prometa que vai tomar cuidado. - Eu ignoro seu comentário e abro as portas, batendo-as logo que saio.


***


Eu o observo pela janela. Todos os outros eu peguei de surpresa, os atraí. Mas ele... Ah, eu quero que ele saiba que eu estou chegando. O segui até aqui e, depois de fazer mais uma vítima e largar a pobre menina em um beco, ele volta para casa em seu carro. Ele vai para o banheiro e eu ouço o chuveiro ser ligado. Salto pela janela e olho ao redor. Sentindo o cheiro podre de cigarro, bebidas e... maconha. Parece que ele não mudou muito desde o nosso último encontro. Sento em uma das poltronas e cruzo as pernas. Tudo bem, talvez eu seja um pouco teatral demais: com o vestido de casamento que eu queria usar na semana seguinte a minha "morte", um vestido longo e vermelho. Não da cor do sangue. Mas ele irá manchar hoje. Eu espero e espero. E espero. O chuveiro é desligado e eu apuro as orelhas. Meu coração acelera, mas não é medo, não. É o cheiro da carne, nua e totalmente á minha mercê. Meu "noivo" surge do banheiro e arregala os olhos, assustado com a minha presença ali. Tento controlar minha respiração. Mas a fome pelo sangue e pela vingança é tão grande...

- Q-quem é você? - antes que eu responda seus olhos voam para o meu vestido e eu ouço o seu coração acelerar. Ele examina cada traço do meu rosto e sua expressão vira de total pavor e terror. Eu abro um sorriso sarcástico. - Meredith.

Pisco falsa e inocentemente.

- Oh, não é que você se lembrou de mim? - ele aperta a toalha em volta de sua cintura com força e tenta voltar para o banheiro, mas eu faço a porta bater com força.

- O-os seus olhos. - ele gagueja e eu inspiro o cheiro do seu medo. Fecho os olhos e abro-os em seguida.

- Sabe... eu sei por que você gosta tanto de sentir o medo... Ouvir os gritos. De ver suas vítimas clamando por misericórdia... É por que você se sente mais forte, não é, Adam? Se sente indestrutível. Eu também me sinto. Mas, sabe, Adam, a diferença entre mim e você... - dou alguns passos para frente e ele levanta as mãos em proteção ao seu corpo, soltando a toalha que cai no chão.

- Não se aproxime.

- A diferença entre mim e você... É que eu sou indestrutível. - sorrio ainda mais.

- O que você quer?

Eu solto uma risada sombria que ecoa pelas paredes da sala. O cheiro de drogas invade as minhas narinas e meu sorriso some.

- O que eu quero? Você ainda pergunta? - olho para a poltrona do outro lado da sala e, em um segundo, ela se move para trás de Adam e o empurra brutalmente para a frente, forçando-o a sentar nela.

- Ai!

Sento na minha poltrona e faço a de Adam se aproximar de mim. Encaro seus olhos. Cruzo as pernas e lambo os lábios. Os olhos de Adam voam para a minha boca e eu jogo os cabelos para trás dos ombros.

- Eu aposto que você adorou, não é? Aquela garota. Como ela era jovem e inocente. Eu ainda tentei resistir, mas ela... - estreito os olhos. - Ela mal sabia o que estava acontecendo. Qual parte foi mais saborosa para você, Adam?

Ele olha nos meus olhos. Ainda está com medo, mas parece ter um plano em mente. Ele se inclina corajosamente na minha direção e olha dentro dos meus olhos.

- Aquela garota não valhe nada. Mas você... Você foi a melhor. Eu adorei ouvir seus gritos. - dou um tapa tão forte no seu rosto que a poltrona cai para trás.

Respiro fundo e vou até ele. Me ajoelho ao seu lado, sangue escorre da sua boca.

- Acho que você perdeu a noção do perigo, Adam. - sinto meus olhos mudarem de novo e "In my eyes" (a música daquela noite) começa a tocar na sua TV.

- Eu vou morrer mesmo. - ele diz e cospe sangue na minha cara. - Fecho os olhos e respiro fundo mais uma vez. - Eu. Não. Tenho. Medo. De. Você.

Sorrio, limpando meu rosto e seguro seu queixo, apertando bem os dedos, sentindo seus ossos quebrarem sob o meu toque.

- Não é assim que se brinca, amor.

Solto-o, mas agarro seu braço e o levo até o quarto. Ele se contorce, mas não me impede de modo algum. Carrego-o até a cama e jogo-o na mesma. Um brilho de medo atravessa seus olhos.

- O que você vai fazer?

- Ah... - digo, abrindo o zíper do meu vestido. - Só devolver o favor na mesma moeda. Como eu fiz com os seus amigos.

- Tony... Rircchie... Meu irmão...

- Aiden... Com certeza foi o mais divertido. Ele era uma criança na época, mas não digo que era inocente. Teve outros mais, mas eu não sou de me recordar. - deixo o vestido cair no chão e subo na cama, me aproximando de Adam.

- Sua vadia.! - pisco para ele e enrosco minhas mãos no seu pescoço.

- Eu prefiro cortesã... - selo nossos lábios em um último beijo.

As garras saem de minhas mãos e perfuram o pescoço de Adam. Ele grita e eu prendo sua língua com os dentes. Afasto a cabeça e ouço os nervos da sua língua rasgando, se soltando. Até que ela rasga completamente e eu largo seu corpo, que tenta gritar, mas só se engasga mais com seu próprio sangue.

- É assim que se brinca. - saio da cama e visto meu vestido lentamente. Quando termino, Adam já está morto. Mas eu ainda não terminei.

Sinto uma onda estranha e perigosa envolver todo o meu corpo. Um sentimento estranho assombra e confunde minha mente. Vampiros... Mais deles. E não são poucos.

- Lacaios do Kwames... - sussurro. - E estão perto...

Mas eu não vou desistir, ainda não. Nem que eu morra! Esta é a minha última chance!!! Coloco uma mão sobre o petito de Adam e forço minhas garras a sair, penetrando sua pele, rasgando, roendo... O sangue entra por debaixo das minhas unhas e minha pele aprecia cada gotícula.Em um milésimo arranco seu coração e o jogo no chão, pulando a janela e escapando, por pouco, logo em seguida.

1 декабря 2018 г. 17:55:25 0 Отчет Добавить 1
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