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Nada era mais agradável para Jeongguk do que ser o Baby do Taehyung, afinal, ele recebia vários presentes. E os que mais lhe agradavam, sem dúvida alguma, eram os moletons, já que o mais velho fazia questão de tirar esta roupa de seu corpo e amá-lo ao máximo. Taekook | DaddyKink | pwp +18


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Que Taehyung quer tirar

 ✿ Moletons para o Baby✿

Que Taehyung quer tirar


Jungkook pendurou seu novo moletom branco, que o Daddy havia lhe dado, no closet e observou o que vestia — no tom azul — de relance. Concluiu que o Kim tinha muito bom gosto, afinal, sempre gostava dos presentinhos que ganhava — principalmente em questão de moletons.

Estava muito ansioso para encontrá-lo logo, pois ele havia o convidado à festa de sua empresa. Local este que o Jeon pensava ser enorme e muito chique, portanto, o rapaz precisava estar com trajes bonitos e bem arrumado para tal ocasião.

Além disso, Jeongguk não havia acostumado com a ideia de ser um rapaz sortudo. Nunca pensou que ter “bombado” no segundo ano fosse vantajoso para si. Mesmo que motivo da bomba era triste: após assumir sua sexualidade, brigara com os pais diariamente, o que afetou diretamente nas suas notas. Contudo, o desfecho e a consequência provavam sua sorte.

Se não fosse essa reprovação, não teria saído na calada da noite, arrumado uma identidade falsa, não teria parado em uma boate desconhecida e menos ainda teria conhecido Taehyung: seu Daddy.

Arrepiava-se só de lembrar a transa que tiveram aquele dia!

Taehyung o encostando nas paredes de seu apartamento luxuoso, segurando-o pela cintura e o beijando todo o pescoço... Depois, foi direcionado ao sofá espaçoso. Não se deixou levar apenas, e tratou de provocar o Kim, rebolando os quadris, a fim de esfregar-se nele. Sorria malicioso, gemia audível e revirava os olhos, enquanto seu futuro Daddy o segurava pelos cabelos e o fodia com força.

Até então, ninguém havia lhe dado um orgasmo tão intenso, afinal, transara apenas com colegas de escola, e tudo muito escondido e no silêncio. A experiência de Taehyung chamara-lhe a atenção e prendeu-lhe os hormônios.

Durante a semana seguinte à transa, tentou convencer a si mesmo que não estava encantado por um homem desconhecido. Tentou não pensar nele; nem em seu corpo; nem em seu pau. Mas fora inevitável. E, quando na festa de seu colégio, ele apareceu, convidado por um de seus colegas — Park Jimin, primo dele —, Jungkook obtivera a certeza que estava encrencado e não pôde nem disfarçar a reação de seu corpo e de sua mente.

Mal sabia ele que uma simples ida ao banheiro para lavar o rosto renderia-lhe uns pegas com o Kim na cabine e mais uma noite na casa do mais velho. Formou uma espécie de amizade colorida, de forma que conheceram um o gosto do outro; até os fetiches.

E foi assim que Jungkook resolvera ser o Baby do Taehyung. Sim, ele se convidara a ser. E o Kim aceitara com muito gosto, agrado e malícia. Além de impôr algumas regrinhas, das quais três eram mais importantes: “Obedecer o Daddy”, “Ser Paciente” e “Ser Carinhoso”.

Devaneios à parte, Jeongguk sorriu para o espelho e olhou o relógio de parede. O mais velho estava chegando...

Sempre fora deveras vaidoso, mas triplicava essa característica quando o assunto era o Daddy; então, passou o creme de mão, arrumou os cabelos escuros e tirou a calça de moletom — esta que era parte do conjunto com aquele o qual usava em cima. Conferira se sua expressão de falsa inocência era suficiente (esses fetiches de Taehyung…) e sentou-se na cama.

Suspirou. Agora era só esperar.

Contudo, outra lembrança lhe invadiu a mente: quando fora zoado por alguns ex-colegas de turma — os do terceiro — que descobriram sua sexualidade. Na verdade, eles estavam apenas tirando com sua cara, devido à garota que negara ficar na bendita festa — afinal, Taehyung parecia mais interessante em sua visão. Mas atiraram no escuro e acertaram o Jeon.

Naquele bendito dia, achara que teria que usar seu conhecimento em taekwondo. Porém, foi salvo pelo diretor, que era seu tio, inclusive.

Também se lembrou de quão triste ficara, chorando pelos cantos de sua casa — já que seus pais estavam trabalhando —, até que escutou o toque de mensagem SMS em seu celular. Era o Kim.

“Vem me receber” — dizia a mensagem.

Lentamente, pois não tinha ânimo para transar, Jeongguk arrastou seu corpo à entrada de sua casa e tentou formular um jeito de dar um fora em Taehyung sem parecer rude. Mas nem precisou, porque seus olhos inchados denunciaram ao mais velho o seu estado. Ele, então, abraçou-lhe e ficou toda a tarde consigo no sofá, assistindo séries e escutando seus choramingos, suas tristezas e seus desabafos. Deu-se conta de que estava apaixonado naquele fim de dia. Ficou pior; mas não demonstrou.

No dia seguinte, um carro esportivo parou em sua porta, logo quando ia à escola. Assustou-se ao ver Taehyung saindo de lá com óculos escuros, terno e gravata na mesma cor, o cabelo impecável e um sorriso ladino.

Aquele homem não podia ser real. Ele era de uma beleza... Incomensurável.

Vamos, Baby boy. Hoje, eu vou te levar.” — dizia.

“Por quê?” — Jeongguk refutara a ideia em pensamento, temendo que piorasse a situação.

“Porque você é meu, e eu não vou deixar que ninguém lhe faça mal.” — sentenciou por fim.

Seu Daddy havia aprendido, ao longo de sua vida conturbada, que seu dinheiro comprava muitas coisas. E segurança era uma delas.

Jeon lembrou-se de como as pessoas vislumbraram com a situação — tanto Taehyung, quanto seu automóvel. Seokjin, aquele que mais se aproximava de um amigo para si, correu em sua direção e fez uma enxurrada de perguntas, às quais respondeu seco. Precisava ir logo para a sala de aula, por perder minutos preciosos naquele carro, enquanto beijava o Kim (nada do que se arrepender).

Sorriu com tais lembranças e saiu dos devaneios, escutando a voz de Taehyung lhe chamando ao longe. Talvez ele estivesse na sala ainda. Arrumou-se na cama, ficando de joelhos, as coxas levemente abertas e as duas mãos nelas, e esperou. Então, Taehyung chegou no quarto e, logo, o sorriso bonito apossou de seu rosto.

— Oi, Baby — cumprimentou, deixando a maleta, que comportava o notebook, em um canto e caminhou ao encontro do mais novo. Deu-lhe um selinho rápido e voltou a sorrir.

— Oi, Daddy — levantou-se da cama e abraçou Taehyung, colocando o narizinho no pescoço alheio, e sentindo o perfume que o ajudou a comprar. — Gostou? — separou-se dos braços fortes do mais velho, deu uma voltinha, segurando na barra do grande casaco, e mordeu o lábio inferior em expectativa.

— O moletom?

— Uhum…

— Comprei para você, meu amor. Você quem tem que gostar, não eu! — voltou ao abraço e deu-lhe um selinho mais demorado do que o anterior, pois tinha um Baby certamente manhoso e, bem no fundo, inseguro. — Mas você está lindo. Sempre está lindo!

— Ah, achei que… Enfim… — resolveu não comentar o que pretendia, pelo fato de não querer que seu Daddy se preocupasse à toa. Desfizeram o abraço. — Está lembrado da festa, não é?

— Estou. Aquele inferno! — Taehyung começou a se despir, desapertando a gravata e desabotoando a camisa. O paletó já não se encontrava em seu corpo. — Eu queria que você separasse minha roupa para mim, mas você não gosta delas, então…

— Calúnia! Eu gosto delas, mas você faz combinações peculiares, Daddy. — Deslizou as mãos pelo ombro do Kim até chegar nos braços compridos, enquanto este estava de costas, e o abraçou assim. Recebeu um carinho nas mãos que cruzavam à frente alheia e depois um beijinho. — São todas bonitas, okay?

— Mas eu continuo lindo e charmoso. Admita. — Taehyung piscou e o Jeon só pôde concordar. — Vou tomar um banho e...

— Ah, não, Daddy! Eu me preparei todinho por ti. Não, Senhor. — Virou o homem mais velho, quem lhe lançou um sorriso compreensivo.

— Baby…

— Ah, vai, Daddy. Eu sei que você quer também! — Beijou a lateral do pescoço do Kim, mantendo-o perto do seu corpo por meio do aperto firme que mantinha na gravata meio solta.

— Quero… — suspirou com os beijos e arranhares de dentes em sua pele, logo direcionando ambas mãos possessivas à cintura do Jeongguk. Levou o rapaz para perto de si e sorriu para como ele ficara satisfeito com aquilo.

— Pois, então. Estou aqui.

Bastou essa frase para Taehyung colocar o Jeon na cama e se deitar em cima dele em seguida, beijando-o intensamente e demonstrando sua paixão. Sua mão acariciou desde a coxa do mais novo até a bochecha cheinha, lugar o qual deixara um beijo.

Jungkook enlaçou o mais velho com suas pernas, não o permitindo sair; ato este que o Kim achava de certa forma fofo. Depois, alcançou a nuca alheia e puxou os fios dali, para que outrem não saísse dali de jeito nenhum.

Sorriram um para o outro em meio ao beijo, principalmente quando o mais velho teve seu lábio inferior puxado por seu Baby.

— Me convenceu — disse por fim.

Taehyung teve o prazer de tirar aquele moletom vagarosamente, apreciando cada pedacinho de pele que era mostrado ali, e acariciar o corpo de Jungkook com suas mãos e lábios, marcando-o todinho como sempre fazia — primeiro o abdômen, depois o peitoral e logo o pomo de Adão. Aproveitou-se do pedido manhoso do Baby direcionado a si e acariciou também o membro coberto pelo tecido escuro da roupa íntima.

— Ah! — o Baby arfou baixinho, aproveitando ao máximo aquele contato bem íntimo criado. Manteve ambas as mãos nos ombros de Taehyung, massageando com certa cautela, a fim de aliviar a tensão presente ali.

— Baby, eu queria te levar na mala todo dia para o trabalho — falou, rente ao ouvido do mais novo. — Seria ótimo ter essas mãos divinas em meus ombros a toda hora.

— Só nos ombros, Daddy? — provocou. A voz sapeca denunciava que tomaria uma atitude.

— Teria outro lugar? — O mais novo dera de ombros, mordendo a ponta da língua. — Se tiver, me mostre — deu uma piscadela, tirando a mão do pênis que enrijecia em seus toques, e comprou aquela provocação.

Com isso, Jungkook deslizou as mãos pelo peitoral do mais velho também vagarosamente, sem qualquer pressa eminente; ela não era necessária até então. Esfregou os dois polegares nos mamilos cobertos — apenas para instigar um pouco — e voltou a descer os toques, vendo o olhar fixo do outro em suas mãos. Quando no destino final, apertou — sentindo o início da excitação do mais velho em sua palma — com uma força nada moderada, esta que o Kim não esperava; por isso, gemeu alto.

— Parece que sim — sugou o lábio inferior do Kim e este direcionou as duas mãos grandes para suas nádegas, de forma que controlou os passos que deram, até Jeon sentir-se totalmente deitado na cama.

Com suas costas no lençol e o Daddy em cima de si — uma mão a cada lado de sua cabeça —, o encarando com desejo, ele se encaixou em sua virilha, esfregando bem lentamente o próprio membro coberto no seu. Jungkook deu um sorriso nada casto, olhando todo o corpo sexy do outro. Era tão gostoso e natural; cada curva de seu hyung matava-o e proporcionava verdadeiros prazeres visuais.

Depois, Taehyung distribuiu beijos e carícias por seu corpo, até chegar ao seu membro coberto pela cueca e fazer o mesmo com mais vontade. Mantiveram um contato visual intenso, à medida que o Kim retirava a peça que o incomodava e o impedia de chupar Jungkook e dá-lhe prazer. Recebeu ajuda dos quadris ao que eles foram erguidos e pôde deslizar o tecido pelas coxas fartas a sua frente. Abriu-as, uma vez que estavam juntas, e se enfiou por ali, dando uma última olhadela para Jeon enquanto beijava o falo — da base à glande molhada.

Então, o Kim achou melhor tomá-lo pela base e masturbá-lo com uma força moderada, apenas para ver o outro tremer de prazer, enquanto observa com uma sobrancelha erguida e a língua para fora.

Definitivamente, tinha o Daddy mais gostoso e sexy do mundo. Mal conseguia respirar com aquele olhar e os toques certeiros em sua parte sensível. E o polegar… Ele esfregava-o em sua cabecinha, bem pertinho da fenda, o que provocava arrepios por toda sua pele alva.

— Hmm, Daddy… — Jungkook gemeu baixinho, sentindo a boca macia e quente abrigando o começo de seu membro teso. Arfou um pouco mais alto ao que a língua circundou o mesmo local, deixando ainda mais molhado. — Chupa tudo, Daddy! — Gostava de ser um Baby malcriado de vez em quando por motivos de...

— Poxa, Baby… — estalou um tapa forte nas coxas fartas e escutou um gemido dengoso. Ah, estava esperando para fazer isso. — Por que tão teimoso? O Daddy já não te mandou ser paciente?

— Mas está tão gostoso! — se defendeu, com o sorriso sapeca despontando de seus lábios.

— Eu também acho — o Kim deslizou a mão que estava livre para debaixo do corpo alheio e apertou sua bunda, recebendo um risadinha tão sapeca quanto, e depositou um beijo na boca que se avermelhava — Mas eu não me lembro de abrir exceção para qualquer desobediência.

Após dizer isso, Taehyung decidiu provocá-lo, concentrando somente em lambê-lo com gosto e o olhar bem nos olhos, ao que acariciava e apertava por dentro de suas coxas. Depois, segurou-o pela base novamente, para então tocá-lo em um ritmo mais rápido do que o anterior, apreciando os gemidos cortados que saía daquela boquinha linda. E tudo isso sendo observado por um par de olhos redondos e negros.

Distribuiu chupões pela área da virilha, mordiscando o comecinho da barriga alheia, antes que seu desejo de finalizar aquela provocação — que mal havia começado — viesse à tona. Resolveu passear os lábios pela parte frontal da coxa esquerda, dando beijos estalados, até que chegasse à glande inchada e gotejante.

Escutou um suspiro e, então, entreabriu a boca, colocando gradativamente o membro alheio nela. Adaptou-a ao tamanho, enquanto mexia a língua molhada pelo local — apreciando o gostinho — e escutava mais gemidos. Voltou para cima, vendo quão molhado ele havia ficado. Repetiu a dose, dessa vez chupando-o mais centímetros e deixando a glande alheia tocar sua garganta, e escutou os gemidos manhosos intercalando a arfares roucos.

Desceu a língua pela pele lisa e traçou um caminho molhado até os testículos alheios, os quais chupou, colocando em sua boca quente; Jungkook revirou os olhos e arqueou as costas levemente, segurando os fios castanhos de seu Daddy.

— Hm… Daddy?

— O quê? — apertou com força as duas coxas, massageando-as, e deu um sorrisinho. Recebeu um sorrisinho de lado, quando passou a masturbar o rapaz deitado, quem ergueu o tronco e pediu um beijo ao apontar para a própria boca.

Deram um beijo afoito, enquanto o mais velho tocava o corpo de pele alva, recebendo uma massagem no próprio membro e sorrindo. Taehyung segurou o queixo alheio, o ergueu, deslizando seus dentes pelo local, e provocou arrepios no outro, quem afastou seu peitoral, de forma que pôde rodar o corpo e se pôr de joelhos no colchão.

O Kim o abraçou daquela forma e capturou o seu lóbulo, mordiscando-o. Aproveitou que o mais novo tombou a cabeça para o lado, deixando a pele exposta, e beijou vagarosamente por ali, deliciando-se com os afares afetados e cortados que Jeongguk dava.

Lentamente, ele se deitou novamente no colchão de bruços e se colocou com os joelhos e mãos por ali, recebendo carícias indiscretas na bunda. Deu um sorriso de lado, sentindo dois dedos de Taehyung escorregar por entre ela e iniciar um toque circular em sua entrada. Os dedos estavam molhados e causaram arrepios no mais novo, quem apenas acomodou-se melhor, inclinando-se e deixando-se apoiado nos cotovelos.

Ah, o Kim sabia o porquê e o quê ele esperava. Substituiu os dedos pela própria língua, deixando lambidas demoradas no local, de forma que, ao chegar ao cóccix, distribuía mordidas na carne que se apresentava nas laterais, fazendo o outro suspirar e gemer baixinho. Antes de afundar mais uma vez os lábios naquele local quente e chamativo, apertara e deixara dois tapas fortes, provocando uma surpresa em Jeongguk, quem jogou o corpo para frente em reflexo.

Satisfeito, Taehyung voltou a passar o músculo molhado ao redor, de forma circular, e bem lentamente; seu intuito era óbvio: irritar Jeon. Amava punir seu Baby e não negaria seu pecado. Ameaçou adentrar, enrijecendo a ponta da língua e a pressionando delicadamente no local. Porém, apenas voltou a deslizar tanto a parte frontal quanto a traseira dela, enquanto abria as nádegas deliciosas ao seu ver.

Jungkook prendeu o lábio inferior em seus dentes, afundando a cabeça no travesseiro, e pediu forças para que não reclamasse, sendo um bom garoto. Estavam travando uma disputa; e Jeon não daria esse gostinho da vitória àquele homem. Não mesmo. Nem quando os dedos finos e inusitadamente bonitos deslizaram por sua pele quente das costas, marcando-a devido à certa pressão que fazia, junto das unhas dele.

— Ah! — gemeu um tanto mais alto quando o Kim fez pressão em sua entrada, provocando contrações involuntárias no lugar.

— Por que tão gostoso? — questionou, voltando a chupá-lo.

A lentidão que acariciava — com os dedos acompanhando a língua — a entrada do mais novo começava a ser incômoda a este último, de modo que o próprio impulsionava os quadris para trás ligeiramente em busca de mais contato. Apertou o travesseiro macio e murmurou desgostoso.

Sentia tanta necessidade e sabia que se não falasse, o Kim levaria aquilo por grande tempo. Aquela batalha não fazia nenhum sentido se seu prazer intenso estava em jogo.

— Mais, TaeTae! Mais, Daddy — implorou baixinho, recebendo um tapa forte na coxa.

Para finalizar, o Kim adentrou o Jeon um pouco com a língua e, então, passou a fazer isso mais vezes: tirando-a e colocando-a. O ritmo, em pouco tempo, já estava mais rápido que o Baby pudesse assimilar, de forma que os gemidos saíam de sua garganta sem sua permissão. Sentia os dedos finos e grandes em sua carne, acariciando e a apertando com grande vontade — vez ou outra, eles desciam por suas fartas coxas e também seu membro —, e tudo que queria era gemer bem alto.

O fazia sem pudor, sem peso. Era o que mais queria, afinal.

— Faz um agradinho para o Daddy antes de gozar. — Taehyung ergueu-se e viu um biquinho nos lábios do mais novo. Com o membro liberto, segurou-o pela base e se masturbou, olhando todo o corpo do mais novo. Quando percebeu ser observado, encarou os olhos negros e ergue ambas as sobrancelhas. — Vai ficar salivando à toa ou vai me chupar?

— V-vou… — nem terminou de falar, apenas se moveu na cama grande, engatinhando até chegar à ponta dela, na qual estava o Kim.

Deslizou as duas mãos pelas laterais das coxas do homem e direcionou-as para a virilha. Quando o membro o qual buscava foi solto, sorriu e não demorou dois segundos para o ter em sua boca, tocando a língua por todo o comprimento alheio. Retirou os lábios e depositou beijos pela glande molhada, capturando o líquido que saía aos poucos e deixando uma lambida demorada no local; o que arrancou um arfar rouco de Taehyung, quem sorriu em seguida.

Mas logo seus fios foram tomados entre os dedos dele e apenas abriu bem a boca, de modo a comportar o que viria em seguida. O pênis era forçado em sua garganta, provocando certos engasgos de sua parte e marejando seus olhos. Contudo, tratava de lamber tudo e colocar seus lábios naquele local delicioso de novo, sentindo sua boca sendo novamente fodida. Três estocadas certeiras e o Kim gemeu alto, sentindo que já era suficiente e retirando-se dali.

— Hmm — precisou gemer quando seus testículos receberam uma breve atenção das mãos hábeis do mais novo. — Você é um baby muito bom, Gukkie! — dito isso, fez um carinho singelo na mandíbula do namorado, dando-lhe um selinho demorado nos lábios excepcionalmente vermelhos. — Acaba de agradar o Daddy, hm?

— É claro, Daddy — sorriu malicioso. — Vou adorar fazer isso.

Rapidamente, Jungkook virou-se e continuou ajoelhado com os cotovelos na cama. Taehyung moveu-se até estar com o pau gotejando bem perto da entrada do mais novo; de forma lenta e provocativa, esfregou a glande por ali, assistindo as contrações ansiosas que instantaneamente começaram no local.

Jeon murmurou desgosto e dengoso, chamando seu apelido obrigatório. Era tão gostoso ouvir isso. Amava este fetiche com todas as forças, e parecia que Jungkook o fazia valer a pena ainda mais. Cada vez que a voz suave dele proferia “Daddy” de forma manhosa era um baque e um arrepio na espinha que o Kim sentia. Por fim, sua excitação era certa.

Penetrou apenas a cabecinha, deliciando-se com o gemido de insatisfação do seu Baby. Retirou-a, deslizando-a pelas duas nádegas durinhas e deliciosas. Jungkook se empinou mais, olhando para trás com o cenho franzido.

Taehyung amava a submissão de Jeongguk, porque ela quase não existia. Sim, ele era um Baby muito sapeca… Na maioria das vezes que o Kim dava-lhe ordens e elas eram obedecidas, tinha um desejo do próprio Jeon naquilo. Por exemplo, naquele momento em que pediria para ele rebolar um pouco, enquanto o penetrava. Bem sabia o quanto o rapaz gemia quando ele o fazia, o que denunciava o próprio prazer.

— Vai, Gukkie — deixou um tapa fraco na bunda alheia —, rebola gostoso para o Daddy.

— Só se você me foder direito. E você sabe o que estou dizendo com “direito”.

De qualquer maneira, Jeon sempre estava dividido em ser ou não ser… um baby mau.

— E você sabe bem que eu nunca te decepciono — Taehyung puxou Jeongguk pelos quadris com força, levando o corpo de pele alva para perto do seu. Não viu o sorriso arteiro nos lábios desproporcionais e bonitos; mas ele estava lá.

Sem perder tempo, Jungkook começou simples, fazendo círculos imperfeitos e prendendo a atenção do homem atrás de si em suas nádegas levemente avermelhada após os tapas. Até que sentiu uma mão firme em sua cintura e o pênis adentrando-o sem esperar sequer um segundo para Jeon assimilar o que estava acontecendo. Apenas gemeu, sentindo ser aberto conforme era penetrado.

Taehyung segurou firme nos quadris a sua frente e passou a estocar rápido e certeiro. Estava todo dentro daquele local quente e era tão confortável quanto gostoso — sentia um leve aperto e suspirava em deleite. e o fez mais vez, penetrou Jungkook devagar algumas vezes, apenas com o intuito de escutar os seus gemidos dengosos. Abaixou o tronco e depositou um beijo na bochecha rosada e aquilo era um aviso suficiente para o outro. O Kim não ia parar e ele tampouco queria isso.

As estocadas passaram a ser rítmicas e certeiras, bem em seu interior. Alguns tapas acertavam sua pele, provocando um estalo grandioso nela, e Jeon só podia gemer, agraciando ao Daddy com sua voz que ele tanto amava. Sentiu a velocidade aumentando e direcionou a mão ao próprio pênis, masturbando-se de acordo com ela.

— Oh, assim, Daddy! — clamou.

— Com certeza assim — disse o Kim, aumentando a velocidade ainda mais. — Bom garoto! — elogiou enquanto distribuía vários tapas pelas coxas fartas e outrem murmurava por isso.

Os corpos moviam com rapidez, indo para frente e para trás, de acordo com as estocadas descontroladas de Taehyung, quem se deliciava com as reações desesperadas do seu Baby, levando a mão grande aos fios dele. Puxou despreocupado, até ele estar ajoelhado, e deixou uma mordida controlada no pescoço já avermelhado e marcado.

— Deite e me olhe nos olhos… Hmmm… — sussurrou no ouvido do mais novo, mordendo a cartilagem alheia. — Enquanto eu estiver te fodendo, vai!

Conseguiu ver Jungkook deslizando a língua pelos lábios, sorrindo ladino e já fazendo o que havia sido ordenado. Agora, com as costas no colchão, o rapaz abriu as pernas sem qualquer pudor, de forma a deixar o Kim completamente hipnotizado — este que se masturbava lentamente e arfava baixo, franzindo o cenho vez ou outra.

— O quê, Daddy? Vai ficar olhando, ou vai fazer o que disse? — manteve o sorriso ladino, deslizando dois dedos para a própria boca, chupando-os com os olhos vidrados no do mais velho, e logo levou para a própria entrada, penetrando-os lentamente. Porém, mal eles ficaram, uma vez que Taehyung tirou e levou sua mão para o alto de sua cabeça. Deu uma risadinha.

— Ah, não, não… Não é o que quero escutar. — Então, estocou-o sem um resquício de paciência. Foi fundo e certeiro, bem naquele ponto que fazia o mais novo revirar os olhos e gemer alto; como aconteceu. Taehyung segurou o queixo bem traçado de Jeongguk, o fazendo olhar em seus olhos, e sorriu. — Ah, sim, é justamente esse. Agora sim. — Ainda estocava o outro com força e rapidez, controlando-se para não gemer e somente provocar seu Baby. — Tão bom para o Daddy, hm!?

— Ah! — Fez questão de gemer baixinho e bem na orelha do seu namorado. — Tão bom para o Baby — sussurrou.

E, então, Taehyung soltou a mão de Jungkook e se consertou na cama. A tortura havia chegado ao fim. Seu orgasmo estava próximo. Firmou as duas mãos na cintura do mais jovem e investiu com firmeza, sem qualquer ritmo. Mas tão gostoso… Jungkook voltou a se tocar, fazendo aquilo que lhe foi ordenado: olhar nos olhos do mais velho.

Como esperado, este último chegou ao ápice primeiro, entre gemidos altos e apertões na pele alva de seu Baby. Em sua última estocada, para prolongar o prazer, pôde sentir o interior cerrar o espaço, e Jungkook gemia entrecortado por arfares. O peito do jovem subia e descia enquanto ele despeja todo o líquido perolado em seu próprio abdômen e peitoral.

O Kim não se importou e deslizou a língua pelo mamilo direito, capturando algumas gotas que ali estavam. Assim, os dois deram um beijo — bem apaixonado, por sinal — ao passo que se embolavam na cama, antes do bendito banho esperado pelo mais velho.

ɷ✿ɷ

Quando chegaram à festa, Jeon sentiu sua mão ser tocada de leve e um aperto tão leve quanto foi deixado nela. Até que o aperto foi desfeito. Recebeu um olhar confiante de Taehyung e deu um sorriso adorável para ele.

— Eu sei que você vai os conquistar, não se preocupe com isso. Você é maravilhoso do seu jeitinho. — O homem lhe disse, praticamente prevendo suas inseguranças mais obscuras.

— Certo, Daddy. — sorriu grato. Jeon sentiu uma frase garrar em sua garganta e se assustou por querer falá-la. Contudo, apenas sorriu e deixou que a naturalidade de seu relacionamento com o Kim falasse mais alto. — Eu não acho que seja o melhor momento para falar isso, mas…

— O quê? — interrompeu sua caminhada, na qual adentraria aquele salão de festas.

— Mas eu só queria dizer que você é um homem maravilhoso e eu te admiro muito por isso — começou, depositando um beijo na ponta do nariz alheio. — E um namorado sem igual.

— Oh! — Estava sem reação.

— E um Daddy bem gostoso, admito — falou baixinho, bem pertinho da boca carnuda e atrativa do hyung.

— Gukkie! — Taehyung envergonhado era uma das oitavas maravilhas do mundo, Jungkook tinha sorte de fazer isso. Até com boa frequência. — Besta.

— Eu amo você.

Saiu. Naturalmente. Mas pôde e tampouco quis conter. E soubera o motivo em seguida: o sorriso aberto e feliz direcionado para si.

— Fala sério! Sério? — Teve uma confirmação ao ver o menear positivo alheio. — Eu… — Abriu a boca e mal completou, recebendo um beijo de supetão. Recebeu os lábios macios nos seus e seguiu o ritmo ditado.

— Você… — Jungkook incentivou, vendo outrem ainda com os olhinhos fechados.

— Te amo. Muito — falou convicto, depositando um beijo nos lábios à sua frente.

E assim, ambos com a felicidade tilintando em seus corações, caminharam para aquele salão. Mesmo que as pessoas viam Jungkook somente como seu amigo fiel, Taehyung estava feliz por ele estar consigo. O que as pessoas achavam, sabiam, pouco lhe importava. Jeon era importante. Só ele.

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Estou pensando em fazer uma long fic com este plot. O que acham sobre?

4 июля 2018 г. 23:41:22 0 Отчет Добавить Подписаться
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