Black Wolf Подписаться

tartswhite Tarts White

Lucy não imaginava que "sairia" da guilda daquela forma, nem com aquele proposito, pelo menos não nesse momento, mas o universo sempre prepara coisas imprevisíveis para nos e sem duvida que o que aconteceu com ela é algo que não estava em nenhum de seus planos e historias mais loucas.


Фанфик Аниме/Манга 13+. © tartswhite

#Universo-Paralelo #magia #fantasia #fairy-tail #ação #misticismo #shoujo #romance #lucy-heartfilia #PdN
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Capítulo 1

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Eu corria em meio a floresta, sentindo os galhos baixos e arbustos fazerem pequenos cortes em minhas pernas, as lagrimas grossas e a escuridão da floresta debilitavam minha visão.

Não sabia para onde estava indo, só queria ir o mais longe possível daquele lugar que um dia eu chamei de lar.

~~Algumas horas atrás~~

Eu estava sentada no bar bebendo um suco, a guilda estava calma, tinham poucas pessoas na mesma, eu estava distraída em meus pensamentos quando o som da grande porta de madeira soou pela guilda.

Natsu havia chegado junto a Lissana, que estava abraçada em seu corpo, os orbes levemente esverdeados vagaram rapidamente por todos ali presente, até que pararam em mim. O olhar não era o mesmo de sempre, amigável e caloroso, havia algo diferente nele, mas eu não sabia o que era.

Ele se distanciou da albina e caminhou em minha direção em passos firmes, mas calmos, assim que ele se aproximou sentou na cadeira vazia ao meu lado, e com os olhos fixos nas mãos, que agora estavam em cima do balcão, ele falou numa voz calma e baixa.

-Lucy... eu e o resto do time conversamos e... decidimos que será melhor se você não fazer mais parte do time.

Meus olhos se arregalaram aos poucos enquanto eu olhava incrédula para ele.

-Como assim? Vocês não podem decidir isso assim. - eu queria gritar para ele e todos que aquilo não era certo, minha garganta se apertava e eu sentia que poderia começar a chorar a qualquer momento.

-Lucy... é melhor para você. - Meu rosto se contorceu em incredulidade e meu peito doeu.

-Melhor para mim?

-Queremos pegar missões mais difíceis e longas, é arriscado para você.

Eu não conseguia falar nada, minha voz estava travada, ele falava tudo aquilo, mas não tinha a coragem de olhar nos meus olhos, olhei em volta e vi os orbes azuis de Lissana nos fitando com interesse na conversa e um pequeno sorriso cínico nos lábios.

Me sentia mal, mesmo que ele tenha dito que é para o "meu bem", algo dentro de mim diz que isso é apenas uma desculpa, ele não tem coragem de dizer o verdadeiro porquê de não me quererem junto a eles.

Levantei rapidamente e caminhei em direção a sala do mestre, batendo na porta levemente quando cheguei na mesma.

-Entre...

Abri a porta e me deparei com o mestre sentado numa grande cadeira, escondido por pilhas de livros. Andei até um banquinho que havia na frente da mesa e no mesmo instante o ele empurrou duas pilhas de livros para o lado, desbloqueando a visão entre nós.

-Olá minha filha, o que gostaria? - os olhos solidários do senhor a minha frente me fizeram hesitar brevemente, respirei fundo e juntei a coragem em mim.

-Eu vou sair um tempo da guilda para treinar...

-Mas para que sair da guilda?

-Eu acho que seria mais seguro, pode ter guildas que não goste da Fairy Tail, é melhor não correr tantos riscos. - ele coçou a barba enquanto olhava para mim, refletindo sobre o que eu havia falado.

-Mas por que isso agora?

-Ah... - o Natsu e os outros vieram na minha mente, acompanhado das palavras do rosado – eu me sinto fraca... quero ficar mais forte... - eu agora olhava para as minhas mãos, sentindo meu peito apertar, um suspiro alto soou na sala chamando minha atenção.

-Bem, se é isso que quer... - ele se levantou da cadeira e veio em minha direção ficando do meu lado, na sua mão havia um carimbo parecido com o que a havia feito minha marca, mas esse era vazio, não havia nada em sua superfície para carimbar – a Fairy Tail vai estar sempre de braços abertos para você - ele pegou minha mão cuidadosamente e colocou o carimbo vazio em cima da minha marca, um formigamento, quando ele tirou o carimbo minha marca havia sumido, novamente meu peito se apertou, dessa vez mais forte do que antes.

-Boa sorte na sua viagem! - ele me abraçou e logo voltou a sua cadeira, ainda com os olhos em mim.

-Obrigado mestre.

Me levantei e tracei o caminho para fora da guilda. Quando já estava fora da mesma, olhei para ela, as memorias dos momentos bons e ruins vieram, os meus amigos, ou pelo menos eu achava que eram, as aventuras, tudo veio e eu não consegui segurar mais as lagrimas que gritavam para sair.

Me permiti deixa-las correr pelo meu rosto, os soluços vieram em seguida, eu queria sair dali, não ia aguentar ficar olhando todos os meus sonhos e desejos serem desfeitos, eu não iria conseguir ver o meu antigo time se divertindo e tendo novas aventuras sem mim, vou ficar forte e quem sabe eu volte para cá...

Comecei a andar para qualquer direção, logo meus passos calmos viraram uma corrida. Eu corria em meio a floresta, sentindo os galhos baixos e arbustos fazerem pequenos cortes em minhas pernas, as lagrimas grossas e a escuridão da floresta debilitavam minha visão.

Não sabia para onde estava indo, só queria ir o mais longe possível daquele lugar que um dia eu chamei de lar.

Graças a uma raiz alta de alguma arvore eu caí no chão de terra e folhas secas, as lagrimas ainda atrapalhavam minha visão, mas consegui ver o sangue que escorria do meu joelho e os finos cortes nas panturrilhas, me levantei meio cambaleante e me encostei na arvore mais próxima que eu alcancei, me encostando na mesma em seguida e sentando no chão.

Meu joelho ardia, meu peito doía, sentia o meu coração sendo esmagado, sentia meu corpo mole e cansado, não sabia onde estava nem o quanto eu havia corrido, não me importava na verdade.

Aos poucos as lagrimas foram parando, minhas pálpebras pesavam e eu sentia o sono vir, o som dos galhos das arvores, se mexendo por causa do vento, era relaxante o brilho da lua que entrava na floresta pelas brechas das folhas deixavam tudo mais bonito ali.

Mas o som dos arbustos se mexendo me despertaram um pouco da sonolência.

Pude ver que algo se aproximava, algo grande, mas não conseguia identificar o que era, se aproximava lentamente, mas eu não estava com medo, os meus instintos de sobrevivência não gritavam que eu deveria fugir ou algo assim, eu estava em silencio comigo mesma.

Assim que a criatura se aproximou mais eu pude ver claramente o que era.

...

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3 июля 2018 г. 21:16:19 0 Отчет Добавить 1
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