Короткий рассказ
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Único




Era final de tarde. As nuvens a acompanhar as cores do sol poente tingiam o céu de tons alaranjados e púrpuras, tendo em sua extremidade oposta o azul escuro e o vermelho vivo de uma lua cheia a despontar seu pleno esplendor na linha do horizonte, trazendo consigo a escuridão da noite num espetáculo divino provindo pelos deuses a todos aqueles abaixo dos mesmos, cujo cenário era observado da sacada de um suntuoso quarto de um palácio antigo e rico, no qual sua dona – portadora de estonteante beleza e estatura elevada, coberta por uma fina camada negra de roupa –, contemplava.

Às suas costas alguns dos criados de sua moradia lhe preparavam um banho quente e agradável de banheira. O cheiro das ervas usadas a relaxava, totalmente alheia ao trabalho e afinco de seus serviçais, pois os mesmos temem sua figura e conhecem o desprezo, desdém e fúria da mesma para com mortais que não executavam seu trabalho como deviam.

Estando tudo pronto, um deles se aproximou de cabeça baixa e disse.

Seu banho está pronto, minha rainha. – ela nada respondeu, apenas passou pôr ele em direção à bela banheira de porcelana depositada em seu aposento real.

A sua esquerda estava o criado que a chamou e mais duas a sua frente esperavam seu olhar permissivo para se aproximarem e retirarem sua veste, deixando-a nua para assim poder entrar e banhar-se calmamente.

A dama de estirpe ímpar, se sentou e sorriu ao sentir o abraço despudorado da água, assim como seu cheiro cítrico e gostoso. Os demais apenas se mantiveram calados de cabeça baixa a espera de alguma ordem vinda dela, seja essa para que ficassem ou se retirassem.

Sendo a segunda opção o que ela ordenou.

Sozinha em seu aposento, Liang Yi Jie aproveitou para relaxar por completo enquanto esperava a resposta de seu mensageiro, sorrindo de modo sádico ao sentir sua presença em seu aposento.

O homem magro, alto, de pele pálida, olhos vermelhos, cabelos negros e lisos, e vestes escuras surgiu a sua frente e se prostrou em sinal de respeito e adoração, envaidecendo-a.

Trago-lhe boas novas, minha rainha. – o tom plácido e grave de sua voz foi ouvido. Ele a olhou e esta o incentivou a continuar. — Ela está sozinha. – um repuxar insano de lábios foi mostrado por ela. — Ele não quis levá-la consigo por achar perigoso e a deixou em casa sob proteção.

Quantos? – sua voz foi ouvida pela primeira vez em longos minutos.

Dez. – ela ergueu a sobrancelha direita. — Entre vampiros puros e lobos. – ela abaixou os olhos, pensativa. — Mas creio que haja mais.

Não. Ele confia nela, em sua força e na ligação, por isso apenas esses a protegem. – Yi Jie notou a discordância nos olhos vermelhos. — Ele crê que isso será mais do que o suficiente para intimidar e mantê-la segura. – um sorriso lateral e insano voltou a adornar seus lábios e os olhos de tigre branco encararam o visitante. — Mas não de mim. – o rapaz a olhou admirado, vendo-a se colocar de pé e exibir todas as curvas perfeitas de seu belo corpo, sendo capaz de sentir a luxúria surgir no mensageiro.

Os olhos vermelhos lamberam a anatomia feminina sentindo seu corpo responder a isso, enquanto via a água escorrer pelo corpo dela e seu interior lhe grita para substituir o líquido por suas mãos, lábios e língua.

Imponente e confortável acerca de sua nudez, a elfa lhe estendeu a mão numa ordem muda para que este lhe desse apoio e ele assim o fez, pegando em seguida o robe negro usado por ela anteriormente, cobrindo-a.

Liang chamou duas de suas criadas e estas vieram a fim de vesti-la, enquanto o vampiro a esperava. Estando pronta e trajando sua cor favorita, ela, ao lado do homem, desapareceu do aposento em busca de sua presa.

Daquela que proporcionará o entendimento de seu recado a um homem em específico.

Instantes depois, Yi Jie surgiu a certa distância do castelo. Ela olhou o local, sentiu os odores, as presenças imortais, suas localizações, a aproximação de alguns deles e sorriu.

Por ser quem era os adversários se espantaram com sua presença ali e não tiveram tempo de revidar, morrendo como se fossem moscas a sua frente por um de seus inúmeros e letais feitiços.

Com o mesmo sorriso insano de mais cedo, Yi Jie continuou sua investida matando a todos em seu caminho e bloqueiou qualquer tipo de comunicação mental com terceiros.

Ela não queria ser interrompida por ninguém.

Não agora.

Ela deixou o vampiro do lado de fora e surgiu dentro do aposento principal em busca de sua presa, desacordando-a imediatamente.

Nada de chamar por ele, criança. Nós ainda temos muito o que conversar. – a observou de cima, desdenhosa e vingativa.

Em seguida o mensageiro surgiu atrás de si, pegou a moça no colo e a trouxe consigo.

Ambos surgiram no que seria o calabouço de um castelo, mas este era mais limpo, espaçoso e iluminado por fontes estranhas de luz. Uma luz clara que não a de tochas ou luzes de velas.

Liang ordenou que o vampiro a deixasse no chão e se retirasse, não importando o que acontecesse dentro do local ou escutasse, ele jamais deveria interrompê-la ou permitir isso. Tendo sua ordem executada acima de tudo e todos.

Ela se sentou em uma cadeira feita de metal, uma espécie de trono e observou a jovem inconsciente recobrar seus sentidos.

Boa noite. – cumprimentou com falsa cortesia e a jovem, cujo nome era Izabel, se virou em sua direção, raivosa.

Izabel olhava ao seu redor em busca de uma pista de onde pudesse estar ou daquele que amava e a protegia há certo tempo, mas não o encontrou, então o chamou em pensamento provocando um repuxar sádico e satisfeito nos lábios pintados de rubro.

Não adianta chamar, ele não virá. – a certeza em sua voz era inquietante.

A menor a encarou.

O que você fez com ele, sua monstra!? – vociferou ao se colocar de pé aumentando o sorriso sádico da elfa.

Vadia insolente”, foi o que a elfa pensou ao escutar o tom autoritário da jovem para consigo.

Eu? Nada. – a morena estreitou os olhos vendo-a admirar as próprias unhas compridas enquanto falava. — Ainda. – Liang ergueu os olhos em sua direção e notou a outra engolir seco, pois provavelmente a conhecia de certa forma e sabia o quanto sua fama a precedia. — Mas você vai. – decretou ao se colocar de pé.

Você ficou louca?!

Se mantenha o mais longe possível dela, me ouviu? Nunca a enfrente sozinha, ou perderá. Yi Jie não é uma oponente comum”, as palavras de seu cônjuge surgiram em sua mente e a fizeram recuar.

Tecnicamente eu meio que já sou, então, não tem como ficar pior ou tem? – se divertiu com o desespero que fluía através corpo alheio, embora Izabel o escondesse bem por baixo de uma leve camada de confiança em seu amado e que o mesmo viria em seu socorro o mais rápido possível.

Demônia! – quase gritou.

Obrigada pelo elogio, mas... Somente ele pode me chamar assim. – sua calma era assustadora de tão falsa.

Então, é isso? Tudo isso aqui é inveja porque ele não te quer mais?! – constatou, embora interrogasse e risse em sinal de desgosto e incredulidade. — Bem que ele me disse que você não sabe perder. – desdenhou.

E quem te disse que eu perdi? – o timbre risonho carregado de insanidade e desdém mostrava que a elfa se sentia muito segura de si, suas ações e palavras. E isso não era bom. — Ou acredita mesmo que por ser a bolsa particular e submissa de sangue dele, assim como o buraco que ele mete todo dia, isso significa que o perdi ou ele não me pertence mais? – deu ênfase a palavra.

Mas ele não é seu, Yi Jie. Ele é meu! – vociferou e isso irritou levemente a elfa, que a causou dor a ela no mesmo instante.

Não grite. Eu não sou surda e também esse não é o momento adequado, sim? – a voz baixa, calma e ofídica causava ainda mais medo em Izabel, que temia por sua vida sem seu protetor ao lado. — Além do mais, basta ter o que temos no meio das pernas e sabermos usar que eles são nossos, meu bem, não se sinta única ou privilegiada por conta disso.

Pode ser pra você, mas nós não. Nossa ligação é mais forte que tudo. Eu sou a metade dele. Aquela que existe para e por ele, e vice-versa. – Liang rolou os olhos, impaciente, pelas palavras ouvidas.

És só mais uma, não se engane…

A iludida aqui é você! Nosso laço é inquebrável e você sabe muito bem disso, Yi Jie! – a elfa sorriu e um arrepio cortou a espinha da morena por conta da atitude inesperada da elfa.

Se é assim tão forte, minha barreira não deveria lhe afetar, não é? – a retórica não foi respondida. — Então, cadê ele, hum? Cadê o peso do laço que os uni se quando você mais precisa ele não funciona como deveria? – riu do semblante consternado da menor. — Vai ver ele está na cama de alguma vadiazinha por aí fazendo-a acreditar que és única, assim como fez contigo.

Segundo seu amado James lhe disse, Liang Yi Jie era completamente insana, poderosa, astuta, sálica, cruel, inteligente e imprevisível.

Uma combinação perigosa demais.

Continuando sua tortura psicológica, Liang voltou a falar, mas desta vez a rodeava e tocava em seus ombros.

Sabe, Izabel, eu acho que James deve ficar entediado contigo. Você é meio sem graça, uma mortal comum, mas que acabou virando o que é. O que me passa pela cabeça é que ele gosta de animais abandonados e frágeis para cuidar porque os mesmos sempre se mostram tão agradecidos depois, é até engraçado de ver a gratidão em seus olhares, inclusive quando os devoramos. – riu ao ser afastada pela outra.

Não adianta, Liang, eu não vou cair nisso. Nesse seu joguete mental. James já me avisou sobre o que e quem tu és, e nada do que disser mudará o que sinto ou a certeza do que sou para ele. Assim como sei que irás ouvir-me e virás me salvar. – decretou convicta de suas palavras, enfrentando a mais alta mirando seus olhos insanos e verdes.

Yi Jie voltou a caminhar calmamente pelo local.

Que bom. É exatamente com isso que estou contando, minha cara. Com a certeza intrínseca em suas palavras e sentimentos. – a mirou de soslaio, vendo-a engolir em seco.

"Eu preciso ganhar tempo até ele me ouvir e chegar", pensou e voltou a chamar por sua metade sem ser capaz de lhe sentir de modo algum. “Anda, James, me escuta, amor. Eu não quero morrer aqui!”, exasperou em pensamento, então, a clareza das ações da elfa surgiu em sua mente e isso a deixou sem palavras.

Você irá me matar?!

Lenta – a elfa riu. — Sim, também – voltou a olhar para as próprias unhas.

Como assim também? – não houve resposta. — Você acha que matando a mim e a todos que chegam perto dele, ele será seu outra vez? É isso mesmo? – ela ergueu os ombros, indiferente. — Mas isso jamais irá acontecer!

Será mesmo...?

Isso nunca irá acontecer, Yi Jie! – enfatizou o “nunca” ao encarar seus olhos deixando claro que o medo a abandonou por completo quando soube de sua sentença.

Talvez sim, talvez não... Mas isso não me importa muito no momento.

Você perdeu o juízo, Liang? Me matar o fará te odiar por isso enquanto ele viver e sei que não descansará até te matar com suas próprias mãos.

Eu sei. – o sorriso triunfante mostrou que era exatamente isso o que a elfa queria.

Você ficou louca de vez, Liang?! – a outra sorriu em sua direção ao ver o espanto no semblante alheio, se divertindo com o quanto isso a deixava de bom humor. — Você tem noção do que fará a ele? Do que causará ao James se me matar? – indiferente, a elfa anuiu. — Você irá destruí-lo, matá-lo em vida! E tudo isso por quê? Por um capricho egoísta seu?! – exasperou incrédula.

Não tenho problemas com brinquedos avariados, desde que eu tenha feito isso. – o sorriso cínico e o olhar insano deixou claro que a elfa iria até as últimas consequências sem se importar com o resultado de suas atitudes para ter o que queria, mostrando a Izabel o porquê de ser temida por tantos e odiada por muitos outros. — Fora que esse nunca de que tanto fala e se apoia não existe, criança.

Você não sabe o que é amor de verdade ou amar, Yi Jie. – constatou, triste. — Porque se o fizesse, jamais faria isso com ele.

Amor é superestimado. – rolou os olhos. — E o que vocês têm é fruto de uma praga idiota dos céus ou do inferno, sei lá.

Você é seca, fria, incapaz de sentir algo de bom por alguém! É por isso que ninguém gosta de você ou permanecem ao seu lado, você e louca e destrói tudo o que toca. – seu desespero era palpável e agradava a mais alta.

Acontece. Além disso, não tenho saco pra gente fraca. Me irritam e eu acabo quebrando ou destruindo o brinquedo pra ver se presta, caso não, é só matar e ir atrás de um novo. Simples assim. – falou como se fosse a resposta mais óbvia do mundo.

Monstra!

É, eu sei. – riu.

Izabel engoliu seco ao ver a mais velha fazer surgir algo em suas mãos.

Uma adaga de prata.

E você está prestes a descobrir na pele o porquê.

Mesmo sabendo o que fará ao James, como ele ficará, o que será dele depois disso, você ainda assim continuará?! – exasperou, perplexa. Perguntando quase a mesma coisa outra vez por ainda não ser capaz de acreditar no que seus olhos eram capazes de ver.

O que importa é a mensagem, não o mensageiro. E eu tenho uma muito importante a passar aqui hoje.

Você não pode ser louca a esse ponto? – falou dando passos para trás, enquanto os olhos verdes encaravam os azuis profundos e temerosos por seu destino e o de seu amado. — Sua vingança não te levará a nada ou o trará de volta a sua cama, Liang! Não importa quanto tempo passe, ele jamais será seu como quer.

O Tempo é muito relativo e a Eternidade apenas um ponto de vista. – os olhos verdes e impiedosos pareciam perfurar a jovem. — Mas para aqueles imersos em dor e pesar, sob a sua mercê esperando que estes os curem, eles são impiedosos, cruéis e ininterruptos. – se aproximava da jovem a passos lentos, se regozijando ao ver a dor alheia estampada em seu olhar. — Ao contrário de mim que não me importo e os controlo. – sorriu vitoriosa há poucos centímetros da morena. — Pois sou absoluta. – disse com um sorriso perigoso em seus lábios.

Liang Yi Jie cortou a distancia entre elas, segurou sua nuca e enfiou a adaga de prata em seu coração, mas sem a matar ainda, olhando em seus olhos para que ela visse bem o seu sorriso vitorioso e soubesse perfeitamente quem mandava ali, dando fim ao bloqueio que fazia, pois sabia o que viria em seguida.

E por pura diversão sádica também.

Izabel urrou de dor e fechou seus olhos, gritando em sua mente o nome daquele que mais amava com intensidade e força que jamais o fizera antes, deixando-o quase surdo e cego de dor por sentir o golpe em seu peito como se fosse real, surgindo no local no segundo seguinte arfando de dor e sem ar.

James deu de cara com a elfa que lhe acenava e sorria em sua direção, insana, ele em um estado de sanidade inexistente pela dor emocional, física e o ódio, a segurou pelo pescoço, ergueu seu corpo para que não pudesse encostar seus pés no chão e sufocasse mais rápido entre seus dedos, ao imprensá-la contra a parede mais próxima.

Desgraçada, o que você fez!? – esbravejou possesso e cego de ódio, obtendo uma gargalhada insana e divertida como resposta.

Oi, James, que bom te ver, demorou, né?! – piscou um dos olhos e o desdém presente na voz feminina tirou o homem do sério.

Como resposta ele apertou ainda mais seu pescoço.

Eu vou matar você, Liang. – ciciou, e os olhos quase transparentes pareciam flamejar, mas ela sequer se importava ou esboçava algo além de divertimento e loucura.

É, eu sei. – debochou. — Mas ela morrerá antes de conseguir isso, James. – apontou para a jovem moribunda às costas dele, vendo-o recuar minimamente.

"Xeque", foi o que Yi Jie disse a si mesma em pensamento quando o aperto em seu pescoço diminuiu um pouco.

Agora faça sua escolha: me matar e deixá-la morrer sozinha, ou se despedir e vê-la morrer em seus braços, hum? Qual será a sua escolha? – ele hesitou. — Seja rápido. – Izabel tossiu engasgada com o próprio sangue. — Que pena... Acho que morrerá sozinha, Izzy. – caçoou, riu e foi jogada longe por James, que se colocou ao lado da jovem, a segurou em seus braços e viu a ferida aberta em seu peito sangrar profusamente.

Em seus olhos havia o pânico de quem sabia que não podia fazer nada para evitar perdê-la, que a culpa era sua por tê-la deixado sozinha e a morte a cada segundo se fazia mais presente. Mas ao contrario de uma alma normal que voltaria eventualmente no futuro, alguém como Izabel não teria o mesmo destino e sua existência, assim como sua alma, desaparecerão para todo o sempre.

E era essa certeza que os quebrava ainda mais por dentro.

James pôs a mão sobre a ferida e tentou curá-la, ainda que não fosse capaz disso, enquanto usando suas últimas forças guardadas em si a jovem olhava em seus olhos, lhe sorria de modo apaixonado e amoroso e lhe disse em pensamento.

"Amo-te, Jam...", a frase não foi completada, pois a mesma voltou a tossir sangue chegando ao fim de sua jornada nos braços daquele que tanto amava.

James urrou de dor, uma imensurável pela perda de seu bem mais precisos e mais uma infinidade de coisas que acompanhavam tamanha perda. Lágrimas escorriam de seus olhos e seus irmãos sentiram isso. Tanto que um deles, o esposo da elfa, apareceu.

James, o que... – mirou o corpo morto em meio os braços de seu irmão sendo capaz de sentir na pele parte de sua tristeza inimaginável. Imediatamente ele sentou a presença de sua esposa. — Mas que porra você fez?! – a estrangulou como o outro fez e esta apenas o olhou e sorriu do modo mais perverso possível.

Catatônico, James mal se dava conta do que se passava ao seu redor, preso em seu mundo escuro, frio e doloroso sem Izabel. Ele apenas se levantou com sua pequena em seus braços e sumiu da vista de ambos.

Stephan largou a esposa e foi atrás do irmão, deixando a elfa sozinha com um sorriso cínico e sádico nos lábios pintados de vermelho como seu vestido.

Como te disse, Izabel, o que importa é a mensagem, não o mensageiro. – gargalhou alto e vitoriosa, pouco antes de desaparecer deixando para trás as marcas de sangue no chão e a certeza de que James, finalmente, a entendeu.









2 июля 2018 г. 23:24:56 4 Отчет Добавить 4
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Об авторе

Morghanah . Escritora faz algum tempo que migrou de outras plataformas para mostrar meu trabalho. Sou uma pessoa dedicada a historias mais densas com personagens tirados de uma mente conturbada por diversos conflitos internos e levemente insana, um detalhe importante que me fez iniciar a minha longa jornada na arte da escrita e, caso aprecie isso, seja bem vindo ao meu mundo.

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Marurishi Paz Marurishi Paz
Wau! Escrita impecavel. Conseguiste narrar algo que prendeu-me do começo ao fim. Um desenrolar bastante original e nada cliche, cheio de emoções. Muito bom. Parabens!
21 ноября 2018 г. 14:47:18

  • Morghanah . Morghanah .
    Nossa, obrigada pelas palavras e a congratulação. Sinto-me grata em saber que consegui fazer um bom trabalho e que minha escrita, enredo e estória agradaram-lhe, e principalmente: consegui sair do clichê. Isso significa imenso para mim, muito obrigada. :3 21 ноября 2018 г. 17:07:57
Abraxas Guillen Abraxas Guillen
Woooow amazing!!!! I did not use the translator...I read it in your language and I was amazed! I love it! Ortografía casi impecable te felicito Morgh!!!!
6 сентября 2018 г. 0:53:21

  • Morghanah . Morghanah .
    WOW! That's shocking! And yes, portuguese is similar from Spanish, but have a lot of diferences, but I'm glad that you could read in portugese. and yes, I make a lot of mistakes and I really try not to, but is difficult. Thanks again for reading my works, comment and everything \o/ Kisses <3 9 сентября 2018 г. 21:23:46
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