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ceeline Celine Sulenta

Midoriya Izuku ao descobrir sua doença em plena pré-adolescência, foi extremamente horrível. Apesar de viver em dias monótonos, quando o pequeno esverdeado sentiu que piorava, percebeu que queria aproveitar seus últimos momentos, não temendo a morte Midoriya foi estudar na escola dos seus sonhos. E ao conhecer um certo ser, Midoriiya começou a ter pensamentos diferentes sobre sua morte


Фанфик Аниме/Манга 18+.

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Prólogo - Revisado

Prólogo.

Muitas vezes nos perguntamos qual é o propósito da vida ou se existe vida após a morte.


Todos nós temos medo de alguma coisa, pode ser o medo de altura, o medo de cobras, aranhas e outros bichos, como também muitos temem a própria morte.


E existe aqueles que não tem medo da morte, que estão preparados do que vem, como se a morte fosse um boa e velha amiga lhe esperando e eu, era um desses.


Eu estava certo de que iria morrer, estava tranquilo, pois nada e nem ninguém iria me fazer lutar para continuar vivo.


Bom, era isso o que eu pensava até o conhecer.


O esquentadinho, metido a bad boy, aquele que me fez temer aos poucos a morte e abraçar a possibilidade de continuar vivendo e principalmente aquele que me ensinou o amor.


[...]


Eu nasci numa pequena cidade chamada Hida, sempre fui uma criança bastante feliz, e muito tímido, adorava brincar com o meu único e melhor amigo Todoroki Shouto, Shouto tinha cabelos e olhos bicolores eu adorava e ainda adoro esse destaque que ele tem, pena que na naquela época as outras crianças o viam como uma aberração, então, por causa disso Shouto sofria bullying junto comigo. Eu não conseguia entender naquele tempo o porquê falavam que ele era uma aberração.


Os cabelos de Shouto eram metade vermelho e metade branco, seus olhos eram cinzas e verdes, realmente eu não entendia os pensamentos das outras crianças, mas agora reparando bem, poderia ser inveja, Shouto simplesmente era e é lindo, uma coisa que Shouto destetava em si era a sua marca de nascença, parecia um círculo e ficava na região de seu olho esquerdo, levei muito tempo para fazê-lo gostar de sua marca, afinal era única e isso lhe tornava especial.


Me lembro muito bem de quando conheci Shouto, eu tinha 5 anos, era um dia frio e chuvoso, eu estava em casa com a minha mãe e o meu padrasto, estávamos vendo televisão quando a minha mãe me pediu para fechar a cortina da janela pois dava reflexo com a tela da televisão, e foi naquele instante que eu vi Shouto agachado na rua com roupas curtas, não tinha pensado nem duas vezes, tinha pegado a capa de chuva, as minhas adoráveis galochas e meu guarda-chuva, e sai em disparada até o Shouto, me agachando, ficando em sua altura.


Tinha demorado uns minutos para que o mesmo olhasse para mim com seus olhos cheio de lágrimas, eu não tinha aguentado e acabei soltando o que tinha pensado.


“— Que lindos”


Acho que o Shouto tinha ficado envergonhado naquele momento, eu não me lembro, e mesmo que eu pergunte hoje em dia ele fala que não se lembra e logo desvia do assunto, então eu considero que o mesmo ficou envergonhado.


“— Porque está aqui na chuva, vai ficar doente... Cadê seus pais?”


Quando eu tinha perguntado sobre os pais dele, Shouto tinha olhado para mim novamente enquanto que limpava os últimos requisitos de suas lágrimas.


“— Eu não quero ir para casa”


“— Porque? Seus pais brigam?”


Shouto tinha me negado com a cabeça.


“— Os meninos maus vão estar lá para me bater”


Eu me lembro de ter falado que ele não precisava se preocupar, eu o convidei para entrar em minha casa, tomamos banho, comemos e pedi para meu pai levarmos Shouto para casa de carro, como não queria dizer qual era o real motivo, dei a desculpa que estava preocupado com o meu novo amigo.


E a partir daquele dia se tornamos melhores amigos, fizemos várias promessas de infância, daquelas bem clichês mesmo, que iriamos estudar na mesma escola, iriamos se formar na mesma área, seríamos vizinhos, essas coisas de amizade de infância, mas aquelas promessas, aqueles dias divertidos e de dores – graças ao bullying – tinham-se acabado.


Shouto se mudou de cidade quando tínhamos 9 anos, claro que mesmo morando em outra cidade – longe por sinal – Iriamos mandar cartinhas, mas, alguma coisa naquela época me dizia que com o tempo as coisas mudariam, as cartas iriam se acabar, pois acabaríamos fazendo novos amigos, não teríamos muito tempo por causa das nossas obrigações, mas, eu sentia que não iriamos esquecer um do outro, pois a nossa amizade era verdade e duradoura – pelo menos para mim, agora não sei o Shouto, ele evita dizer seus sentimentos, oh pessoa que não muda -.


Depois que o meu amigo tinha ido embora, a partir daquele dia, eu iria fazer as coisas sem o Shouto, e me lembro que foi muito chato e sofrido.

26 апреля 2018 г. 23:33:16 3 Отчет Добавить 3
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Anne Liberton Anne Liberton
Olá! Venho pelo Sistema de Verificação do Inkspired. Sua história está Em Revisão pelos seguintes apontamentos: 1) Vírgulas usadas para unir frases com assuntos diferentes, que deveriam ser separadas com ponto final. Há várias ocorrências, como em “Todos nós temos medo de alguma coisa, seja ela [...] eles aceitam ela de bom grado, como se fosse uma amiga.” Nessa frase, você fala de várias coisas, primeira que todo mundo tem medo de algo, depois lista os “algos”, depois diz alguns têm medo da morte, depois diz que outros não têm. São diversos assuntos todos unidos na mesma frase, quando deveriam vir separados. Nesse caso, creio que o trecho precise ser editado para que a separação ocorra de forma orgânica, mas está meio bagunçado. Outro exemplo: “Me lembro muito bem de quando eu conheci Shouto, eu tinha 5 anos, era um dia frio e chuvoso...” Tem vários assuntos aqui ao mesmo tempo, e a frase ainda continua. Melhor seria: “Me lembro muito bem de quando eu conheci Shouto. Eu tinha 5 anos, e era um dia frio e chuvoso. (Resto...)” 2) Shouto. A grafia desse nome seria “Shouto” mesmo. O traço em cima do “o” indica um prolongamento, então a pronúncia seria “xooto”, algo assim, e você pode escrever “Shouto”. É mais adequado que com o traço. 3) Verificar os porquês. “Eu não conseguia entender porque falavam que ele era uma aberração.” >> por que (por que razão) >> Sempre que der para fazer essa troca para “por que razão”, é separado. Se estiver em final de frase, o “que” tem acento, etc. Seria bom rever as regras. 4) TV (maiúsculo) 5) Tempos verbais. A história parece estar no presente, mas os verbos estão confusos, ora no passado, ora no presente ou misturados. Seria bom rever isso e mantê-los sempre constantes. Se você for se referir a um evento no passado da história, é preciso usar o pretérito. Exemplo onde não ocorre: “eu sentia que não iríamos esquecer um ao outro — agora não sei o Shouto, ele evita dizer seus sentimentos.” >> não sabia o Shouto, ele evitava dizer seus sentimentos (porque é uma coisa constante, então precisa usar os verbos no passado. Além disso, se ele “sentia”, no passado, precisa usar passado na sequência). 6) Vírgulas. Há várias vírgulas faltando ou sobrando, como algumas depois de “mas”. Só se usa vírgula depois de “mas” se depois da palavra vier alguma coisa que precisa estar entre vírgulas. Sugiro dar uma revisada, talvez passar para outra pessoa ler (um beta reader seria uma boa também). No mais, a história está excelente. Parabéns! Assim que corrigir esses detalhes e, se ainda quiser que a história seja verificada, basta responder esse comentário que avaliaremos de novo. Até mais!
10 февраля 2019 г. 20:47:18

  • Anne Liberton Anne Liberton
    Olá! Os mesmos problemas permanecem. Sugiro dar mais uma olhada ou contatar um beta reader. Assim que corrigir e, se ainda quiser a verificação, basta responder esse comentário. Até mais! 8 апреля 2019 г. 18:02:20
  • Celine Sulenta Celine Sulenta
    Não sei se conseguir corrigir de maneira correta, mas espero que sim 13 марта 2019 г. 23:29:50
~

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