Fogueira, Carne e Sangue Подписаться

L
Lucas Luiz


- "Quem é que pode me julgar? Aliás, ninguém pode falar nada de nós dois! Ninguém viveu o que nós vivemos. Ninguém sentiu o que eu senti! Talvez o culpado seja o meu pai. Ou talvez eu seja o culpado! Não sei, só posso afirmar que isso não vai acabar assim, eu não vou permitir!"


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Chegada

Já passava do meio dia, quando recebo uma mensagem no meu celular. Um número desconhecido com a foto bloqueada. Sem se identificar, a pessoa enviou uma mensagem dizendo:

- “Oi, Cadu. Devo chegar por volta das 20 horas de amanhã”.

Fiquei me perguntando quem iria chegar. Enviei algumas mensagens perguntando quem era a ‘pessoa misteriosa’, mas não fui respondido. Pensei em ligar, mas precisava voltar ao trabalho.

Assim que cheguei em casa, o número desconhecido me enviou mensagem outra vez. Identificou-se como Geisa. Procurei na memória para saber se conhecia alguma Geisa, até que me lembrei de uma conversa que havia tido com minha mãe cinco dias atrás. A mesma me avisara que, minha meia irmã – a qual eu nunca tinha visto na vida – iria passar uns dias conosco para saber se iria se adaptar a cidade. Caso se adaptasse, passaria a morar com a gente com o intuito de conseguir oportunidades de estudo e emprego.
Geisa era filha do meu pai com outra mulher – mulher que ele se relacionou enquanto ainda era casado com minha mãe. Era fruto de um relacionamento a qual fazia muito mal a minha mãe, eu não conseguia entender o motivo dela estar cedendo a nossa casa para ela. Talvez quisesse que eu me aproximasse mais da minha “irmãzinha”... Ainda sim, não fazia sentido nenhum. Concordei que ela viesse para nossa casa sem questionar, apenas estranhava em meu pensamento.

O “amanhã” que Geisa havia mencionado na mensagem, seria uma sexta-feira. Fui obrigado pela minha mãe a busca-la na rodoviária de nossa cidade para trazê-la para casa. Não conhecia a cidade e eu não conseguia me comunicar com ela para explicar o trajeto que deveria fazer para chegar a nossa casa.
Fazia frio naquele horário, eu vestia a calça que usara o dia inteiro no trabalho, um sapato social preto, bem engraxado e uma camisa de mangas longas por cima de outra camisa, essa com mangas curtas. Aguardava dentro do carro que eu havia estacionado próximo a rodoviária. A previsão de chegada do ônibus que traria minha irmã estava marcada para 19 horas e 52 minutos.
Aproximando-se do horário, fui aguardar sentado em alguns bancos que havia no baia onde pararia o ônibus para desembarque de Geisa. Lembrei de fazer uma plaquinha, escrevendo seu nome para que ela pudesse me identificar. Imaginei que, como eu nunca havia visto nenhuma foto dela, ela também não tinha visto nenhuma foto minha.

Exatamente no horário marcado, o ônibus executivo chegou, abriu suas portas e as pessoas começaram a desembarcar. Eu não sabia sobre o que procurar, apenas esperava com a plaquinha levantada. Dentre as pessoas que desciam, uma menina com a pele morena, cabelo preto amarrado em um coque e uma cara de poucos amigos arregalou os olhos ao me ver. Estava vestindo uma calça de moletom, um tênis adidas branco e um casaco com os números “505”. Imaginei que seria uma referência a música da banda Arctic Monkeys – na verdade eu desejei que fosse realmente a referência, ao menos assunto no carro a gente ia ter.

- Hei! Você tá muito diferente do que eu via nas fotos – Geisa falou puxando as malas com dificuldade.

- Boa noite. – falei ironicamente – Você viu fotos minhas? Onde?
- Depois eu te respondo o que quiser, mas por favor, me ajuda a carregar essas malas que estão pesadas ‘pra caralho’.

Colocamos as malas no carro e seguimos viagem rumo a minha casa. Devo dizer, agora era ‘nossa casa’. No caminho ela respondeu a pergunta que havia feito na rodoviária

- Vi suas fotos no facebook, respondendo sua pergunta – Respondeu pegando o celular do bolso do casaco.
- Sério? Eu não tenho você como amiga no facebook. Pelo menos eu acho que não, né.
- Não tem, eu só vi suas fotos pra saber quem você era. Não te mandei solicitação, nem nada. – Olhava para a janela, como se evitasse conversar diretamente comigo – Sempre tive muita curiosidade de conhecer meus irmãos...
- Mas eu sou filho único, que eu saiba nós não temos mais irmãos, só temos um ao outro. – Falei enquanto ligava o rádio do carro.
- Então, você sabe a história do papai... Não tem como saber se nós temos ou não mais irmãos... Mas eu tô feliz que a tia Maria tenha deixado eu vir pra cá.
- Tia Maria?! – Achei um absurdo ela ter toda essa intimidade com a minha mãe pra chamar ela de ‘tia’. Dei algumas risadas enquanto falava.
- E você? Nunca quis saber quem eu era? – Dessa vez, Geisa falava virando-se para mim pela primeira vez.
- Sinceramente? Nunca me interessei.

No momento em que terminei a frase, havíamos chegado ao portão da nossa casa. Descarregamos o carro e entramos. Minha mãe não estava em casa, deixou um bilhete na geladeira dizendo que tinha ido à rua e não demorava.
Passando pela casa, observei que o cômodo que eu usava como escritório e estúdio estava com um colchão no canto da parede. Coloquei as malas de Geisa no escritório e fui para o meu quarto trocar de roupa. Falei que ela poderia tomar um banho e se trocar, caso desejasse.

Enquanto me trocava, ouvi o barulho do chuveiro e em seguida o portão bater. Fui até a cozinha dar boa noite a minha mãe e procurar algo para comer.

- Onde tá a Geisinha?
- Boa noite, mãe! Eu tô bem, obrigado por perguntar. - falei dando risadas, mas no fundo sentia um ciúme - Ela tá tomando banho.
- Deixa de ser bobo, Cadu!
- Muito estranho essa intimidade de vocês. É “Tia Maria”, “Geisinha”... Que porra é essa , ein? – Ela deu de ombros e foi andando em direção ao banheiro.

Enquanto eu jantava, “Tia Maria” fazia um interrogatório com “Geisinha”, perguntando sobre como foi sua vinda, se eu havia me atrasado para pegá-la, se já estava gostando da cidade.
Enquanto elas conversavam a mesa, eu me distraia com o celular. Conseguia notar que minha irmã estava cansada, mas com vergonha de dizer que não queria responder mais perguntas.

- Mãe, deixa a menina descansar, amanhã você faz as perguntas que quiser. Olha a cara de cansada dela. Tá nem um pouco afim de ficar te respondendo agora... – falei enquanto empurrava a cadeira para trás para levantar.

As duas ficaram em silêncio. Minha mãe entendeu que a menina estava cansada e a deixou comendo sozinha. Após o jantar, fui para o meu quarto para dormir. Geisa também optou por dormir cedo devido ao cansaço.

[...]

Como de costume, acordei antes da minha mãe. Fiquei deitado na cama, checando meu e-mail e redes sociais, quando ouvi um ‘boom’ na parede do meu quarto. O barulho parecia de uma cabeçada e vinha da parede que fazia divisão com o escritório onde a Geisa estava dormindo. Enquanto me levantava, o barulho apareceu mais uma vez, só que um pouco mais baixo. Fui em direção a porta do escritório, chamando pelo nome da minha irmã que respondeu baixinho:

- Oi Cadu, tá tudo bem, já tô saindo!

Dei de ombros. Fui preparar o café da manhã e acordar minha mãe, que estava atrasada para o trabalho.

Aos sábados, somente a minha mãe trabalhava. Dedicava esse tempo que tinha sozinho em casa aos meus estudos. Às vezes levava algumas amigas para casa enquanto minha mãe não estava. A única coisa certa, era que entre uma pausa e outra nos estudos, eu ia me masturbar para tirar a pressão toda da semana.
Esse sábado era diferente. Não podia ficar totalmente a vontade por ter uma hospede em casa... Antes de começar a estudar, assim que minha mãe saiu para o trabalho, decidi conversar com Geisa.

- Então, me fala de você. Aquele “505” do seu casaco é por causa dos Arctic Monkeys? Se for, pelo menos seu gosto musical não deve ser de se jogar fora. – Falei enquanto acendia um cigarro.
- Em primeiro lugar, eu não sabia que você fumava. Você não tem cheiro de cigarro, dente amarelo ou coisas do tipo... E sim, aquele casaco é uma referência à banda. – Ela falava arrumando as coisas de sua mala.
- Só fumo aos sábados. – dei um sorriso – Mas fala, me conta sua história. Quero conhecer minha ‘Maninha’.
- Bem, minha história... Tenho 16 anos, faço 17 semana que vem. Apesar da idade, já terminei o ensino médio e esse é motivo de eu estar aqui. Na minha cidade não tem universidades, não tem empresas boas, não tem atração cultural, não tem nada... Só tem gente feia e ignorante.
- Bom, aqui também tem muita gente feia e ignorante, né. – Respondi enquanto pegava um cinzeiro.
- Ah não, Cadu. Aqui tem muito mais opções, mais cultura... Enfim. Vou tentar o vestibular para Enfermagem e procurar um emprego. Fiz curso técnico em mecânica e pretendo trabalhar na área. E antes que você me pergunte o motivo, eu fiz mecânica por que era o único curso técnico que era oferecido na minha cidade e que me interessava. – Falava enquanto brincava com seu cabelo que agora estava solto. Seu cabelo era cacheado e ultrapassava os ombros.
- É. Eu ia perguntar sobre o curso técnico. Antes de você continuar falando, que barulho era aquele que tava vindo do escritório? Tava batendo com a cabeça na parede, é? – falei de forma irônica enquanto terminava de apagar o cigarro.
- Não! Quer dizer, bati a cabeça sem querer... – para minha surpresa, Geisa ficou sem jeito com a pergunta.
- Então tá...
- E você? – interrompeu rapidamente, como se quisesse mudar de assunto – O que meu maninho faz da vida?
- Só faço coisas chatas. Atualmente tenho 23 anos e trabalho como vendedor de seguros.
- Por isso a roupa social ontem?
- Sim. Sou obrigado a trabalhar com aquilo – deitei no sofá que ficava no escritório – Eu fiz curso de auxiliar administrativo. Trabalho nessa corretora de seguros há 7 meses, esse curso me ajuda muito a lidar com a burocracia das vendas. Como eu gostei muito da área, estou cursando gestão empresarial. Pretendo me tornar um daqueles executivos ricos, grisalhos, sabe como?
- Sei, gosto inclusive. – Falou sorrindo.
- E por falar nisso, eu preciso estudar.
- Tudo bem, vou deixar você em paz, Cadu.

Geisa me deixou sozinho no escritório. Encostou a porta enquanto saía. Um fato curioso sobre a minha casa é que meu quarto é o único cômodo que tem tranca. Alguns cômodos da casa, sequer tem porta. Como a porta não tinha tranca, foi se abrindo lentamente.
Minha irmã saiu, mas deixou o cheiro de seu creme para o cabelo dentro do escritório. O cheiro me fez pensar sobre ela, sobre como se vestia, como falava. Seu rosto era bonito: Lábios carnudos e o olhar marcante da família do meu pai. Pensando bem, seu corpo também era bonito: Seios medianos; Coxas roliças; Cintura fina... E a bunda? Como é? Não havia reparado ainda.
Enquanto me perdia em meu devaneio, como se lesse meus pensamentos, Geisa entrou no escritório para pegar o carregador de seu celular. Sem que ela percebesse, parei para reparar em sua bunda. Não era muito grande, mas parecia ser bem durinha.

Interrompi esses pensamentos no momento em que percebi o que estava acontecendo. Geisa já havia deixado o escritório quando notei que estava ficando com uma ereção. Como posso ser tão doente de ficar de pau duro pensando na minha irmã?!

[...]

Era 18 horas quando minha mãe chegou do serviço. Eu ia preparar a comida, mas Geisa insistiu em deixar a cozinha com ela. Fiquei o dia todo estudando, já que não precisava me preocupar com a comida. Entre um texto e outro da faculdade, o mesmo pensamento voltava: O corpo da minha Maninha. “Como será ela pelada?” Eu pensava ao mesmo tempo em que tentava me concentrar nos meus estudos.
Fui dar boa noite a minha mãe e encontrei Geisa mexendo em uma panela. Estava de costas pra mim. Sua blusa levantada, talvez para aliviar o calor. Era pouco, mas conseguia ver o suor escorrendo nas suas costas, descendo por toda sua silhueta até chegar na bunda. Outra vez aquela bunda na minha cabeça... Não estava aguentando mais, precisava tocar uma e ia ser agora!
Corri para o banheiro. Apesar de não ter tranca, a porta ficava encostada. Minha mãe e eu sempre respeitamos a privacidade um do outro, se um de nós entrasse no banheiro, esperávamos até o outro sair. Isso me deixava tranquilo, odiaria ser pego tocando punheta pela minha mãe.
Estava em pé totalmente pelado, comecei a acariciar meu pau quando a porta abre rapidamente até o final. Geisa entrou correndo no banheiro, e se chocou comigo. Segurei-a contra meu peito, tapando seus olhos. Meu pau roçou na sua barriga, pela altura do umbigo. Assustado, empurrei-a para fora enquanto tentava tapar seus olhos e esconder meu pau. Antes de conseguir fechar a porta ela me viu totalmente pelado. Do outro lado da porta ela pedia desculpas:

- Cadu, meu Deus! Me perdoa, eu não sabia que você tava ai. Eu tô doida pra fazer xixi. Me perdoa mesmo!! – fazendo som com os pés, como se estivesse batendo-os no chão, ela falava rápido. Imaginei que estivesse prendendo o xixi enquanto falava.
- Tudo bem. Vamos esquecer isso... Você tá MUITO apertada? Se tiver eu deixo você usar o banheiro antes de eu entrar no banho.
- Sim, por favor! – Antes de terminar de falar, e antes de eu conseguir me cobrir com a toalha, Geisa empurrou a porta para entrar. Conseguiu me ver de nu e de pau duro mais uma vez.

Fiquei pensando se minha Maninha tinha empurrado a porta de propósito na segunda vez. Talvez tenha empurrado na primeira também... Meus pensamentos foram interrompidos com a abertura da porta do banheiro. Geisa desculpou-se mais uma vez e disse que isso não iria se repetir.
Voltei para o meu ritual, agora com os pensamentos ainda mais instigados. Acariciava todo meu pênis, da glande até as bolas, pensando na minha irmã. Quando me dava conta sobre o que estava pensando, ficava mais excitado. Me sentia um pervertido por estar desejando minha própria irmã, mas gostava da ideia de ser um pervertido. Quanto mais sujo o pensamento, mais rápido eu me masturbava. Até gozar por todo o chão do banheiro, espirrando um pouco na parede. Escorria porra por minhas mãos e pernas.
Enquanto me limpava e limpava o banheiro, um sentimento de culpa me preenchia. Tudo bem... É só minha meia irmã. A gente se conheceu ontem... Mas se fizer o teste de DNA, vai ser constatado que ela é sangue do meu sangue!

Tentava deixar de lado o pensamento que tive e esquecer o que havia acontecido horas atrás. Durante o jantar, Geisa, minha mãe e eu conversamos normalmente, sem nenhum embaraço de minha parte ou da parte de minha irmã. Tinha certeza de que ela estava tentando esquecer aquilo também.

[...]

Na manhã de domingo, acordei com o mesmo ‘boom’ na parede que havia ouvido no dia anterior. Desci da cama sem fazer barulho, andei pela casa furtivamente até chegar na porta do escritório. Consegui abrir uma fresta para conseguir olhar o que estava acontecendo e sem que Geisa percebesse, comecei a observar o que fazia. Estava com o short branco, parte do pijama que usava para dormir preso no calcanhar de uma das pernas. A Camisa do pijama levantada até a altura do pescoço deixando seus seios amostra. Eu não acreditava na cena que presenciava: Minha irmã estava tocando siririca de forma violenta, com muita força. Fazia arcos com o corpo, levantando o quadril. Parecia estar prestes a ter um orgasmo. Chutava o ar, prendia o gemido até que mais uma vez o ‘boom’ na parede. O barulho vinha da sua cabeça batendo na parede após levantar o quadril e descer com força, batendo com as costas no colchão.
Pela fresta, não consegui ver sua buceta, apenas seus seios. Suas auréolas eram quase da mesma cor que sua pele, os bicos do peito salientes, talvez pela excitação.
E por falar em excitação, eu estava com o pau latejando, talvez estivesse até saindo pré-gozo. Minha Maninha estava se tocando na minha frente depois de eu ter imaginado como seria seu corpo. Comecei a apertar a cabeça do meu pau, já que não podia fazer movimentos bruscos, pois poderia ser descoberto. Foram apenas alguns segundos, talvez até alguns minutos. Depois de mais um ‘boom’ de sua cabeça na parede e uma bundada na cama, ela parou. Relaxando o corpo, de olhos fechados, deu para notar que havia gozado.

Voltei para o meu quarto, tranquei a porta. Era a minha vez de me aliviar e agora eu havia ainda mais material de pensamento. A imagem da minha irmã se tocando e gozando na minha frente me deixava louco. Não demorou muito para eu gozar.

Assim que saí do quarto, encontrei Geisa com um rosto preocupado.

- Cadu, quero te perguntar algo, vou ser bem direta... - falava enquanto mordia os lábios de nervosismo.
- Ok, pode perguntar. – nesse momento eu já imaginava a pior coisa: fui descoberto!
- O que você viu ainda há pouco? Sei que você tava no corredor.

20 апреля 2018 г. 16:20:58 1 Отчет Добавить 3
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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Gente! kkkkkkkkkk Primeiro: estou rindo pra caramba! Meu, essa guria se masturbando e um epilético tendo ataque é a mesma coisa kkkkkkkkkkkkk Sem contar o incidente no banheiro; tampar os olhos dela enquanto esconde o pau foi demais! Ahhhh! Bom, o que dizer: A história tem uma narrativa muito leve e descontraída, li tão rapidinho que fiquei impressionada ao chegar no final. Tem alguns erros leves, nada que atrapalhe a leitura, e consegui identificar a voz do Cadu em toda a narração. Super recomendo! História delicinha de se ler! ;)
~

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