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tiatatu Tatu Albuquerque

A confusão de Shino poderia ter acabado com a reunião dos jounins, mas não com a festa de Konohamaru e Hanabi. "Baby, all night!" Songfic de Drunk in Love - Beyoncé


Фанфик Аниме/Манга 18+.

#songfic #naruto #fns #FoiIssoQueMeDeram #konohana #KonoHanabi
Короткий рассказ
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All Night

Naruto não podia acreditar na bagunça que 5 senseis podiam fazer e nem na quantidade de insetos que Shino tinha o (des)controle. Negou com a cabeça, pelo menos agora estava tudo arrumado e todos devidamente advertidos.

— Gomenasai, Nanadaime-sama! - disse Moegi, a mais sóbria, completamente envergonhada perante o Hokage, carregando Udon nos ombros com a ajuda de Konohamaru e Hanabi, que eram outros a levar broncas do Nanadaime, que negou com a cabeça.

— Sempre arrumando confusão como duas crianças, ‘ttebayo! - bronqueou aos dois que basicamente não lhe davam atenção e ele também desistiu, tinha muito o que fazer para se preocupar com eles.

Shino já havia sido levado para casa por Kiba, a confusão já havia sido controlada e, no escritório, muitos outros problemas o aguardavam, por isso mal se despediu e seu Kage Bushin explodiu.

— Até mesmo Nanadaime-sama se cansou de vocês! - bufou irritada por estar carregando o namorado, revirando os olhos entediada ao ouvir seu ronco. - Se ele me sujar de catarro, Konoha perde um jounin-sensei! - os outros dois riram, negando com a cabeça, a auxiliando a levar Udon para casa.

Não sabiam se ela estava mais irritada por estar cuidando dele bêbado ou por não poder aproveitar a noite com ele naquele estado. Seria muito divertida aquela situação se Udon não fosse tão pesado.

Uma bolha de catarro estourou e sujou Moegi quando enfim chegaram à casa dos Ise e ela rosnou. Os outros dois seguiram rindo e esperando que ele ainda vivesse na manhã seguinte.

Mas Hanabi esperava que algo mais ainda vivesse pela manhã.

Eu ando bebendo, eu ando bebendo

Eu fico bem safada quando o álcool entra

Eu estive pensando, estive pensando

Por que eu não consigo te soltar, baby?


Ainda alterado, Konohamaru seguia com o mesmo assunto e Hanabi já não aguentava mais falar sobre Boruto, não quando tinha oportunidade de falar dos dois.

— Eu entendo você, você me entende? - perguntou ele enquanto cambaleava e ela se pôs à sua frente, o cutucando com o indicador.

— Eu te entendo, mas eu preciso que você entenda que eu não tô nenhum pouco interessada em falar sobre Boruto-nii-chan a noite toda. - mordeu o lábio inferior e dele roubou um beijo.

Haviam brigado nos últimos dias, na verdade, terminado o relacionamento que mantinham às escuras, decisão que ela queria mudar naquele momento.

— Hanabi-chan, já conversamos sobre… - ela o beijou, o abraçou forte e mordeu seu queixo. - Não me tenta, eu já disse que se você não quer ir… - ele ficava ainda mais bonito calado quando quieto e por isso ela o calou, sedutora demais para que ele não gemesse quando ela mordeu sua orelha.

— Eu quero ir pra cama com você, Konohamaru-kun! - disse sem uma gota sequer de hesitação e ele estranhou tudo aquilo.

Ela nunca foi de expor a relação dos dois assim. Era bom pensar que aquilo poderia se tratar de uma mudança e chegou a pensar que aquilo era um “finalmente às claras”, mas então se lembrou de que haviam bebido e provavelmente aquela atitude era fruto da bebida.

Negou com a cabeça, tentando se manter firme.

— Bebemos demais… - disse um pouco tonto, tentando se desvencilhar dos braços dela, mas ela o abraçou mais forte, o pondo contra a parede da rua que àquela hora já estava deserta, mantendo o contato visual.

Sussurrou um “eu quero você!” e o fez arrepiar e segurar sua cintura como se a acariciasse.

Ele era um péssimo mentiroso, nunca conseguia disfarçar nem sequer o que sentia seu coração.

Imagina se conseguiria esconder o que sentia seu pau.

— Não está com saudade de mim? - perguntou com uma voz rouca, não de bêbada mas de excitada, olhando sedutora para ele.

Saudade era o que ele mais tinha, mas ele também tinha – ou tentava ter –, razão.

Mas ele também não conseguia soltá-la, não quando estava ela tão próxima, quando seu lábios tinham um sabor tão especial…

Não quando os corpos se esfregavam, com o seu traindo sua mente e se entregando.

Merda, maldita bebida!

Eu me sinto um animal

Com essas câmeras em cima de mim

Luzes piscando, luzes piscando


Só bêbada para que ela fizesse aquilo em plena rua, por sorte ninguém os veria.

Esperava que as câmeras daquela rua estivessem quebradas.

Espera, ele sempre quis estar às claras, porque se importava com isso agora?

Talvez pelo contexto da situação, ou por não querer expô-la daquele jeito.

Repensou toda aquela atitude e tentou voltar a si, mas ela grudava como cola, fosse em seu corpo, como agora, fosse em sua mente, como sempre.

Sentiu as unhas dela arranhando bem de leve sua nuca, abraçou sua cintura e suas mãos acabaram descendo instintivamente para o traseiro dela quando ela riu sensual ao pé de seu ouvido.

— Vai me dizer que não teve saudade das nossas noites, Konohamaru-senpai? - nunca sabia se preferia que ela usasse o sufixo kun ou o senpai, e, no fundo, não importava qual ela usasse e sim que sua voz ao dizê-los saísse tão deliciosamente arrastada por entre seus lábios e que eles depois o beijassem com tanta intensidade.

Droga, se rendia muito fácil, mas ela…

Ah, ela tirava sua razão, por mais que tentasse esconder os efeitos que ela lhe causava.

— Está mesmo tentando esconder de mim que está excitado? - perguntou com deboche e então ele viu o Byakugan dela ativado e também o sorriso sacana em seus lábios. - Eu não quero ver mais assim, quero ver ao vivo! - ela gostava de provocar, sabendo de seu fraco por relações em locais inusitados, e se estivesse um pouco mais fora de si ele teria se rendido.

Bendita fosse a sanidade restante.

Maldita fosse sua tentação que aos poucos acabava com ela.

Não sabia se ela tinha um espírito animalesco ou demoníaco quando o desejava, mas era tentador se render.

Tentador, não certo.

As luzes das câmeras piscaram indicando que funcionavam.

Mas não era só a luz que piscava e era a outra piscadela que incomodava Hanabi.

Ela o segurou pelo colete do uniforme de jounin, beijando seu queixo e seu pescoço na altura de seu gogó, vendo de perto quando esse subiu e desceu, indicando que ele engolia seco diante da situação, nervoso, o que se repetiu quando ela grudou mais seu corpo no dela, para sentir mais de perto sua excitação.

— Eu sei que você está duro desde que olhou pra minha bunda quando eu caí sobre Shino-sensei. Ainda bem que eu não caí sobre você, se não estaríamos fazendo isso lá! - e dizendo isso ela o beijou, insana e ardente, deixando de se pendurar em seu pescoço para lhe tirar da parede, fazendo-o caminhar até a casa dele, que não ficava muito distante dali, sem se importar em quem os veria naquela situação, sem deixar de beijá-lo um segundo sequer.

Konohamaru se perguntou em que momento havia perdido o controle – ou será que nunca o teve? –, e riu entre um beijo e outro.

Ele era um péssimo mentiroso e nunca iria conseguir convencê-la de que não a queria.

Quem dirá convencer a si mesmo.

A tomou nos braços e retribuiu cada beijo. Qualquer coisa culparia a bebida.

Menos pelo amor, ah, não, pelo amor a bebida seria totalmente inocente.

— Sua boca fica deliciosa com gosto de sakê! - elogiou enquanto giravam, como se dançassem, no melhor estilo kaiten.

A cabeça deles também girava e não seriam elas as únicas coisas a rodar naquela noite.

E os dois estavam ansiosos por isso!

Você me deixa chapada, chapada, chapada

Baby, eu quero você!


Chegaram aos tropeços à residência onde ele vivia só e só lá pararam para recuperar o fôlego após tantos beijos.

Mal pensaram em tirar os sapatos antes de entrar.

Mas pensaram que não queriam sair pelas próximas horas.

Ela sentiu sede e tratou disso e ele riu nervoso.

Era incrível o quão folgada ela era, entrando em sua casa como se fosse a dona, abrindo a geladeira e tirando de lá a última garrafa de sakê que possuía, abrindo sem cerimônia e bebendo um pouco direto do gargalo.

Achava que os Hyuuga’s fossem mais educados, mas era Hanabi e ele sabia que, dos Hyuuga, ela só tinha o sobrenome, os olhos…

E os seios grandes que agora ela despia.

Engoliu seco, corado agora não de bêbado, mas de tesão.

Ela fazia aquilo para lhe provocar, só podia ser e, se esse era o objetivo, ela cumpria com êxito.

— Vai desperdiçar bebida, Kono-senpai? - perguntou com malícia na voz e no olhar e ele mordeu o lábio inferior ao entender o que ela faria.

Antes mesmo que sua roupa fosse ao chão e ela jogasse a peça para longe com o pé, ele já estava entre seus seios, esperando que ela então derramasse o sakê, bebendo o fino fio da bebida que escorria por sua pele.

Sua língua seguia rápido, lambendo todo e qualquer rastro deixado pelo líquido e, propositadamente, ela o fez escorrer sobre os seios, gemendo com o choque do gelado do sakê seguido do quente da boca de Konohamaru em seu mamilo direito, repetindo com o esquerdo.

Quem disse que era apenas a bebida que embriagava um homem? Negou com a cabeça diante dessa afirmação falsa, esfregando o rosto naquela área quase sagrada para ele.

O sakê já não era mais derramado, mas ele continuava lambendo como se fosse.

Mordeu seus seios e a pele branca ganhou tons avermelhados novos a cada sugar dela por sua boca.

A voz dela ganhou tons agudos novos a cada sugar dele em seus mamilos.

Ele se ajoelhou para continuar a descer por seu corpo.

Ele queria continuar bebendo, mas direto de Hanabi, por isso, sem cerimônia, tocou-a e lambeu-a onde ela era mais sensível.

A estimulou com a língua e que estímulo era aquele! Até abriu mais as pernas para facilitar que ele a explorasse.

Era ótimo estar no controle da situação, dominá-lo sempre era bom, mas, daquela forma, era melhor ainda.

A língua desceu e rodou, e rodou, e rodou. E a cabeça dela também rodou, os olhos reviraram…

Ah, ele lhe enlouquecia mais que o sakê e ela queria se embriagar dele pelo resto da noite.

Faremos a noite inteira

E tudo está certo

O meu corpo nada se queixa

[...]

Garoto, estou bebendo

Pode vir que eu estou te esperando

Estou me esfregando, esfregando…


Era delicioso fodê-la com a língua, mesmo que a posição não colaborasse, e era mais delicioso ainda vê-la tão entregue, mesmo que não fosse ele quem dominasse aquela relação.

Não queria que ela gozasse daquela forma, por isso parou, ouvindo as reclamações dela.

— Não para! - reclamou quando ele se levantou, mas dê um sorriso malicioso e satisfeito quando que ele me puxou mais para perto e longe na parede e então Passou a usar seus dedos ali.

Um, dois, três!

Dominar o rasengan havia sido difícil, mas havia ajudado e muito na sua vida sexual.

Ela revirava os olhos, segurando em seu pescoço, se contorcendo quando sentiu seu interior praticamente borbulhar, entrar em colapso.

Sempre ficava ansiosa com as preliminares. Se os dedos eram bons, salivava imaginando como seria depois.

O beijou rapidamente, com Konohamaru descendo novamente aos seus seios, sua parte favorita do corpo dela, que beijou-o novamente, o arranhando por baixo das roupas.

Começou a se sentir incomodada em vê-lo vestido e tratou de abrir seu colete, deixando claro que também o queria nu. Sentou no sofá, apoiando nele os pés, mais do que exposta a ele, segurando a garrafa que ainda estava acima da metade.

— Dança! - ordenou mais do que insana batendo em seus quadris e ele negou com a cabeça divertido.

Seria broxante se estivessem sóbrios, mas até que ele rebolava bem quando bêbado.

Seria vergonhoso se não soubesse que o prêmio que ganharia após a cena ridícula valeria a pena.

— Vai, devagar… - ela ordenava com o dedo enquanto ele retirava a calça. - Se dependesse de rebolado pra ser Hokage, você ia ser o último da lista de candidatos! - detonou e ele negou com a cabeça. - Vem pra mim… - chamou com o dedo indicador e depois, com o mesmo dedo, sinalizou para que ele virasse.

Ele ficou ainda mais corado quando ela agarrou sua bunda com força.

Ah, ela ia pagar por isso!

Ela sabia que esse era seu pensamento e mordeu o lábio inferior, excitada e ansiosa.

Bendita noite que só estava começando!

A última coisa que me lembro é de nossos

Belos corpos se esfregando


Ele a puxou pelo braço, a tirando para dançar aquela música imaginária consigo, uma dança sensual e erótica, ainda mais excitante.

Não saberiam dizer quando foram para perto da parede novamente, mas estava tudo bem estar ali.

Evitando que tudo ficasse repetitivo, a fez virar de costas, a prensando contra a gélida parede, e desceu mordendo sua nuca, suas costas, sua cintura…

Ela se empinou, esperando que ele então lhe atacasse o traseiro.

Ele se levantou, acariciou e apertou sua bunda, segurou firme seus cabelos, e então ela mordeu o lábio inferior, gemendo manhosa e excitada quando ele desferiu o primeiro tapa.

— Mais… - pediu – na verdade exigiu –, que ele repetisse e assim ele fez, alternando em apertões e tapas enquanto ela ria loucamente, rebolando cada vez mais.

Talvez a bebida não a deixasse sentir dor e ela preferia assim, mas dos tapas já estava satisfeita, deixava mais para depois.

Fez com que ele lhe abraçasse, o que ele aproveitou para apertar suas mamas, e começou a rebolar como sabia que ele gostava.

O ouviu grunhir teso, o sentiu ainda mais duro.

Konohamaru a fez virar novamente, voltando aos amassos que já o deixavam enlouquecido.

O desejo latente incomodava e ela também já estava ansiosa.

Ela se ajoelhou à sua frente e ele permitiu que ela retirasse sua cueca.

Girou a cabeça superior quando a inferior tocou o céu da boca de Hanabi, segurando em o topo de seus cabelos enquanto ela tratava de chupá-lo.

— Hanabi! - gemeu forte quando ela o sugou com ainda mais força.

Ela parou e sorriu maliciosa, o masturbando.

Seu punho era gentil – e a punheta também.

— A Moegi entende de Mokuton, mas quem entende de pau sou eu! - olhou-o nos olhos e voltou a lamber toda a extensão.

Era tão excitante vê-lo enlouquecido, gemendo coisas que sequer conseguia entender, e em suas mãos que precisou se masturbar para que a espera não lhe matasse.

Ele acariciou seus seios e então Hanabi os ofereceu. Sem pestanejar, ele aceitou.

Sinalizou para Konohamaru que ele deveria voltar a sentar no sofá e assim ele fez. O chupou repetidas vezes, forte e intensamente, parando perto da satisfação dele.

Ele reclamou, mas voltou à insanidade quando ela o pôs entre seus seios e com eles o massageou, pincelando a glande com a língua.

Buscou o sakê que agora já estava quente e bebeu assim mesmo, maravilhado com cada toque, cada beijo, cada olhar.

Ela não deixava de lhe olhar nos olhos e como ele amava ver suas luas escuras de prazer.

Por falar em lua, ele já estava no céu.

Quando ela então lambeu desde suas bolas até sua cabeça e, de uma só vez, o abocanhou até sua garganta, o tocou.

Agora ela bebia da bebida mais íntima que ele podia lhe oferecer e ficou ainda mais embriagada enquanto ele estava cada vez mais fora de si, respirando ofegante, com seus olhos brilhando e as pernas se contorcendo quando por fim ela o limpou inteiro com a língua.

Acariciou sua bochecha e ela riu maliciosa.

Já havia bebido o suficiente naquela noite, agora estava na hora de tomar em outros lugares.

Estou adorando montar em cima disso

Estou curtindo muito esse corpão

Hanabi se levantou e então o puxou pelo braço.


Mesmo atrapalhado, ele seguiu consigo e se deixou ser jogado na cama.

— É muito bom que você não durma! - praticamente ordenou sentando em seu colo.

Para excitá-lo novamente, montou sobre ele como se montasse sobre uma fera selvagem, mas Konohamaru já estava domado e ela sabia bem disso.

Mas nunca era demais confirmar isso.

— O que você quer? - ele perguntou ofegante, acariciando de sua cintura até seu traseiro.

Ela foi até ele, sem sair ou parar os movimentos em seu colo, já o sentindo voltar.

— Eu quero você! - sussurrou deliciosamente em seu ouvido, sentindo suas mãos lhe apertarem mais uma vez.

— Só se for a noite inteira! - e era isso o que ela queria.

— A noite toda! - sussurrou de volta e o beijou, sugando e mordendo seu lábio inferior, já inchado após tantas sucções.

Se levantou um pouco para que ele se encaixasse nela.

Era sempre engraçado que ele fosse torto ali e era sempre prazeroso quando ele se tornava reto em seu interior.

— Me usa como você quiser! - ah, como era bom ter todo esse poder sobre ele.

Como era bom estar sobre ele.

Como era bom sentar nele.

Como era bom foder com ele.

Ela se deliciava, montava e cavalgava.

Nem mesmo o giro de seu kaiten era tão perfeito quanto o giro de seus quadris.

Konohamaru glorificou aos céus por sua perfeição.

Enquanto ela rebolava, sentava e esfregava em seu colo, ele segurava firme em seus cabelos, depois deslizava a mão por seu pescoço, descendo por seu colo, seus seios…

Os apertou como nunca e ela, que já gemia com o simples esfregar rude de sua mão grossa ali, gemeu ainda mais forte, jogando a cabeça pra trás e ele fez o esforço de levantar um pouco apenas para morder seu pescoço.

Ela o censurou, queria que ele voltasse a deitar e deixasse ela fazer o que sabia e ele gostava de observar.

Assim ele fez e foi ao céu quando ela girou, ficando então de costas, com a bunda empinada para si, apoiando a mão no colchão para ter firmeza nos movimentos.

Sobe, desce, pra frente, pra trás.

Se ele já estava quase louco, agora estava completamente insano.

Fez impulso para se levantar e então a pôs de quatro, sem ouvir reclamações, pelo contrário.

Beijou suas costas, a viu deitar o tronco sobre o colchão e sem pestanejar passou a penetrá-la sem piedade.

— Kono-senpai… - era ainda mais excitante quando o sufixo saía tão manhoso da voz dela.

Meteu com ainda mais força da segunda vez e ela não gemeu e sim gritou.

Gingou seus quadris, segurou seus cabelos com força, o que pareceu fraco diante da intensidade da conjunção carnal.

Poucas vezes foderam de forma tão gostosa. Nem tanto tempo fazia que estavam brigados, mas seus sabores pareciam diferentes, como se não lembrassem bem do gosto um do outro.

E, mesmo que lembrassem, aquele sabor era único.

Se antes a música era imaginária, agora ela era tocada pelo choque dos corpos. Parecia até mesmo um genjutsu, mas, se fosse, preferia morrer nas mãos do inimigo que acordar.

Foda-se o mundo, foda-se as obrigações, foda-se a porra do exame chunnin…

Que Naruto ou qualquer outra figura importante da vila reclamasse, seriam mortais contra qualquer um que pensasse em trabalhar aquele embate de sexos.

Ainda mais tão próximos de matarem a saudade e todo aquele tesão.

O que era a guerra ninja comparada à guerra de corpos entrelaçados?

De quatro, de lado, por cima, por baixo…

Nem mais sabiam em que posição estavam quando tombaram cansados, abatidos e risonhos pelo orgasmo.

O mundo girava, a cama girava, os olhos giraram a noite inteira.

Tudo o que sabiam era que estavam bêbados, não de sakê, mas de amor.

...

Acordamos na cozinha dizendo

“Como foi que isso aconteceu?”

Oh, baby


Konohamaru não tinha a mínima consciência do que tinha acontecido em sua casa.

Acordou em sua cozinha, tinha a marca de um tapa na bunda, a cabeça dolorida e um cansaço extremo.

Não tinha a mínima ideia de como ganhou tudo aquilo, suas últimas lembranças eram uma nuvem de insetos descontrolados, uma bronca de um dos Kage bushin de Naruto e uns bons amassos com Hanabi na rua de sua casa.

Hanabi!

Olhou para o lado e então notou que estava deitado sobre a mesa e ela estava ao seu lado, completamente nua.

Riu com malícia acariciando o traseiro também marcado e foi como se todas as lembranças viessem juntas.

Que noite!

Acariciou os cabelos dela, que acordou aos poucos, também confusa.

Quando se deu conta de onde estava, engoliu seco. Ela definitivamente não podia ter dormido ali, mas bem, já não tinha o que fazer.

— Bom dia! - e era irresistível ganhar um beijo de bom dia depois de toda uma noite selvagem como aquela.

Virou-se pra ele, roubando um beijo.

— Bom dia! - cumprimentou com um riso espoleta, logo lhe dando um novo beijo.

E outro, mais outro, mais um outro…

Quando perceberam, já estavam revivendo as cenas anteriores, agora às claras.

Ah, e como Konohamaru gostava de estar às claras.

Mas gostava mais de estar dentro de Hanabi!

E Hanabi gostava mais de estar por cima.

E os dois preferiam estar na cama.

E sóbrios…

Mas bêbados de amor sempre!

27 марта 2018 г. 0:17:10 5 Отчет Добавить 4
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Об авторе

Tatu Albuquerque Mãe de Konohamaru, madrinha de Hanabi, adepta da Fé do Sagrado KonoHana. Você tem 5 minutos pra ouvir a palavra da minha igreja? Kaiten no cu e gritaria, kore!

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JUTSO DE PEGAÇÃO OCORRE ONDE? ISSO MESMO, NAS FANFICS DA TATU! Mds hoje eu tirei o dia para ler hot Gzuis! Tava na minha cara mais fanfics Tatu! PQ EU AMO MUITO ISSO!!!
Celi Luna Celi Luna
AAAAAAAAH MDS TATU EU TO MUITO... SEM PALAVRAAS HELP MDS ELES BEBADOS TRANSANDO É INCRIVEL SCRR KKKKKK FELIZMENTE UMA CONTINUAÇÃO DAQUELA NOITE AAAAAAAAH E O MELHOR SÃO AS COMPARAÇÕES COM OS JUTSUS "O SEU KAITEN NAO SE COMPARAVA AOS SEUS QUADRIS" O DA MOEGI KKKKKKKK SCRRR EU RI HORROREEEES FICOU INCRIVEL EU AMEEEI AAAAH
26 марта 2018 г. 23:07:49

  • Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA EU TÔ ASSUSTADA COM O QUANTO A MÚSICA COUBE NESSE MEU CASAL DA PORRA! QUE CONTINUAÇÃO DE NOITE AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA DESCULPA MINHA NARRATIVA CHEIA DE PIADAS E NÃO DESISTE DE MIM. 27 марта 2018 г. 16:53:47
Iara Coelho Iara Coelho
PUTA QUE PARIU MANO EU ADORO ESSE CASALZÃO, PORRA MANO OLHA ISSO VELHO CARALHO QUE COISA MAIS BUNITA E SEXY PRA PORRA VAI TE LASCAR JULIANE PORRA QUANDO EU CRESCER QUERO SER IGUAL A TU KKK Arrazando como sempre neh Ju? Adorei!! Esses dois são maravilhosos!!! Bjos ❤️❤️❤️❤️❤️ Ps- voltei com meu número, então pode me perturbar a vontade rsrsrsr Xerooooo
26 марта 2018 г. 20:14:52

  • Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
    OLHA SÓ A O HINO DE COMENTÁRIO DO HINO DE PESSOA! EU TÔ SÓ O CHOQUE 27 марта 2018 г. 16:52:55
~