Короткий рассказ
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Capítulo Único: Quando Você Passa

Notas da História:

Os personagem de Together With Me não me pertencem, eu estou aqui apenas brincando com eles. O enredo da história é de minha autoria.
História Baseada na música Quando Você Passa de Sandy e Junior
Capa criada pela Karvie
História postada no Nyah e Wattpad
*Korn7Knock*


Notas Iniciais do Capítulo: 

Oi, gentemm! 

Venho aqui hoje com mais uma fic da categoria Together With Me, esse dorama BL que eu amo perdidamente. Essa história foi a primeira que escrevi sobre Korn e Knock (sim, antes de My My My!, mas estou postando-a só agora pois ela estava sendo betada pela Camy JM, como avisei nas notas da história. 

Escrevi essa história porque Camy sugeriu que eu trabalhasse com uma música e eu sugeri que trabalhasse com outra. Ela escolheu para mim "Quando Você Passa" de Sandy e Junior.

Então, mulher de coração frio que só escreve coisas tristes, essa fic é presentinho para você. Obrigado pela indicação da música e por betar a história.

No mais, boa leitura a todos.

Quando Você Passa

By: Sr. Artie

Capítulo Único


Ele foi o primeiro a abrir os olhos naquela manhã. Sorriu avidamente por aquele ser o dia mais esperado da sua vida. Afinal, era o seu casamento. Knock nunca se sentira tão feliz antes.

Olhou de relance para o lado e viu as costas de Korn viradas para si. Em uma serenidade profunda, Korn dormia. Knock não tinha dúvidas de que aquele homem com quem dividia a cama todos os dias era o mais lindo do mundo.

Knock transpassou sua perna pelo corpo de Korn, enroscando-a nas do seu amado, e colou o seu tronco nas costas dele, envolvendo-o num abraço. Aproximou seu rosto da curva do pescoço de Korn e sentiu o cheiro de água quente e sabonete tão característico dele. Esse cheiro poderia ser sua droga — e talvez fosse.

Com toda movimentação ao seu lado, o adormecido Korn finalmente acordou. Observou Knock agarrado ao seu corpo e sorriu. Acordava todas as manhãs dessa maneira. Parecia que Knock queria provar que a física que insiste em dizer que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo estava errada. No entanto, não se importava se esse era o objetivo dele — embora soubesse que não era —, porque não se cansava da sensação de felicidade que sentia ao vê-lo daquele jeito.

Além disso, o fato de hoje ser, enfim, o casamento deles, tornava ainda mais aquela cena tão corriqueira a expressão máxima de alegria e júbilo. Contudo, apesar de Korn amar isso, existia uma parte que o deixava um pouco estressado: Knock era extremamente desapegado a horários, o que implicava em Korn ter que acordá-lo toda as manhãs.

— Knock, acorde!

Não houve uma resposta, Knock nem mesmo se mexeu. Korn não esperava que ele acordasse, sempre era preciso chamá-lo mais de uma vez.

— Knock!

— Não quero levantar, está cedo.

— Eu sei, mas ainda temos algumas coisas para resolvermos antes da cerimônia de casamento.

— Não tem uma cerimônia, Korn, o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo ainda não é permitido aqui, é apenas uma reunião com os nossos amigos. Além disso, a Yihwa disse que cuidaria dos últimos detalhes. Vamos continuar deitados.

— Apesar de não ser uma cerimônia como as outras — começou —, parece que você quer levar ao pé da letra o seu papel de noiva e chegar atrasada, como manda a tradição — terminou com um sorriso leve no rosto.

Knock forçou um riso devido ao comentário feito. Ao mesmo tempo, levantou o braço e atingiu a testa do Korn com a mão aberta.

— Engraçado — falou enquanto subia em cima de Korn e tentava prendê-lo debaixo do seu corpo. — Sabemos que você será a noiva hoje.

Inutilmente, a tentativa de subjugá-lo falhou. Com rapidez, Korn derrubou o corpo de Knock de cima do seu, subindo nele logo em seguida. Prendeu os seus ao lado da sua cabeça. Korn sorriu para ele, que ostentava um olhar de inquietação e surpresa por ter sido subjugado tão rapidamente. Era engraçado o fato de Knock sempre ser aquele que dava início a essas brincadeiras de dominação, mas, no fim, acabava sendo o dominado.

Korn não conseguia descrever a comoção que sentia dentro si sempre que via aquele par de olhos atordoados. Abaixando sua cabeça, beijou, lentamente, o pescoço do Knock. Um sorriso salpicou seu rosto ao ouvir o gemido baixo que ele deixou escapar pelos seus lábios.

— O seu gemido é o melhor som para se escutar logo ao acordar.

Knock não sabia como reagir a esses comentários de Korn, ele sempre sentia um pouco de vergonha. Em razão disso, tentou se libertar, falhando novamente.

— Korn, me solte!

— Não era você que queria continuar deitado? — perguntou ao pé do seu ouvido.

O arrepio que Knock sentiu em seu corpo foi sublime. Tentou formular uma frase para respondê-lo, mas não conseguiu pensar em alguma coisa para dizer. Essa era maneira como Korn o fazia se sentir. Todos os seus pensamentos eram desordenados e tudo que vinha a sua mente era o toque e a voz dele.

Apesar disso, existia uma sensação de paz eminente que só havia encontrado no sorriso do Korn. Somente quando ele conseguiu reconhecer os sentimentos que Korn emanava de si foi que a relação entre eles começou crescer pouco a pouco. Talvez, uma dia, esse relacionamento cresceria tanto que seria preciso que um outro alguém se juntasse a eles para vivenciar tudo isso. Nesse momento, Knock saberia que seria a hora em que deveriam aumentar, enfim, a família. Um cachorro possivelmente, quiçá um filho.

Estava tão perdido em suas divagações que não notou a boca de Korn aproximando-se da sua, só percebendo quando o beijo foi selado. Houve um pedido mudo dele para passar a sua língua para dentro da boca de Knock, o qual foi concedido. Os braços ainda presos ao lado da sua cabeça foram soltos e logo buscaram a cintura do homem sentado em cima do seu corpo para envolvê-la. As mãos de Korn repousaram gentilmente no pescoço de Knock. Permaneceram assim, nesse contato insaciável, até que o oxigênio lhes faltou.

Separam-se e continuaram olhando-se, os rostos corados.

— Isso ainda vai nos deixar loucos — disse Knock, ainda sem fôlego.

— Não tenho problema em enlouquecer se você estiver ao meu lado.

Sorriram um para o outro.

Korn, enfim, levantou-se de cima de Knock, colocou-se de pé e rumou ao banheiro. Knock continuou deitado, fitando o teto. Ele já tinha desistido de entender sua relação com o Korn. Os livros não contavam uma história parecida com a deles. No entanto, não era de se admirar que ninguém conseguisse prever esse romance tão imprevisível, cheio de altos e baixos. Toda essa imprevisibilidade era um sinal de que os dois estavam vivos, vivenciando algo real e esse amor entre eles só poderia crescer e crescer.

Knock levantou-se da cama e rumou até o banheiro, parando na porta. Observou Korn escovando os dentes. Seu olhar decorava cada movimento. Notou que ele havia reparado na sua presença ali, chamando-o com a mão.

Em passos curtos, alcançou Korn próximo ao lavável, oferecendo-lhe sua escova de dentes já com creme dental. Knock a aceitou e, metodicamente, começou a escovar-se. Pelo espelho, viu o sorriso de Korn, aquele sorriso que o deixava tão sem graça às vezes.

Knock sorriu em resposta. Observou a felicidade estampada no rosto de Korn. Feliz por estar ao lado dele, por aquele ser o grande dia deles. Seu coração acelerou. Abriu a boca para dizer algo, mas desistiu. Korn percebeu a hesitação dele.

— Você ia falar alguma coisa. O que era?

— Nada.

— Knock, uma esposa não deve mentir para o seu marido.

Se o momento fosse outro e Knock não tivesse pensando em todos os efeitos da presença de Korn sobre si, talvez houvesse mostrado a ele o seu dedo do meio. Entretanto, dessa vez, riu verdadeiramente e disse:

— Eu só estava pensando nesse turu, turu, turu aqui dentro, que faz turu, turu, quando você passa. 

17 марта 2018 г. 14:16:24 0 Отчет Добавить 3
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