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Um serial killer assombra Busan com um padrão muito específico, preocupando Jeon JungKook a aparente obsessão do assassino pelo seu recém noivo Park Jimin. Caberá a responsabilidade ao chefe da divisão de homicídios investigar o crime e salvar o amor de sua vida a tempo.


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Prólogo

O sorriso dele era assustador e ao mesmo tempo maravilhoso, o pequeno loirinho se sentia nas nuvens com toda a atenção que era dirigida para si. Nunca imaginou que um homem tão bonito como aquele iria lhe amar tão intensamente, era muito recente, mas o pequeno o amava muito.

Dedicou os últimos dias apenas para o outro, o obedecia em todos os termos e ainda se sujeitava aos ataques de fúrias momentâneos do maior. Mas em sua cabeça era só consequência de toda a paixão, não queria e não podia deixar um homem como aquele sair de sua vida.

Sofrera muito durante toda a adolescência por conta do bullying, era baixinho, gordinho e suas mão incrivelmente pequenas e delicadas. Além disso, sofria abusos em casa com pais usuários que debilitaram sua mente o tornando depressivo e de baixa autoestima. Lhe faltava confiança para tomar decisões, para seguir seus sonhos e acabava sempre dependente de alguém emocionalmente.

Era frágil.

Tudo só melhorou – em seu ponto de vista, quando conheceu o amor de sua vida. Mas nunca imaginou que um dia eles iriam no mínimo se falar, fora a maior surpresa de sua vida. O maior era muito bonito, possuía um sorriso tão único e o tratava com tanta delicadeza e elogiava todos os traços que tanto odiava em si. Portanto, não reclamava de uma vez ou outra apanhar, porque valeria a pena.

Sentia-se a pessoa mais feliz do mundo.

Hoje não seria diferente, estava ansioso para o encontro que teria com o moreno, ria nervoso enquanto arrumava a mesa com prato favorito do namorado, como soava engraçado poder o chamar assim.

Separou com delicadeza o tal ensopado – era a primeira vez que fazia como foi requisitado, depositou toda a porcelana escolhida pelo maior também e o aguardou descer as escadas. Tinha lhe dito que iriam preparar uma surpresa para depois e só de imaginar o que era seu rosto esquentava.

Estava pronto para se entregar ao amor de sua vida.

Saiu de seus sonhos e suspiros quando ouviu a voz que tanto amava lhe chamando no andar superior e estranhou, porém, correu rapidamente. Se demorasse a atender seria castigado, como sempre era.

Enquanto subia os degraus apressadamente sentiu um cheiro entorpecedor e por um momento pensou em recuar, mas deveria ir até ele. Notou que vapor saía do banheiro de seu quarto, mas parou com a visão daquele que tanto amava usando uma máscara negra escondendo parte de seu rosto, possuía também luvas de mesma coloração nas mãos e seus sapatos estavam devidamente embrulhados. Contudo, o que assustou o menor era uma camisa branca que era direcionada a si.

Ele entendia o que significava aquele gesto, devia vesti-la e recitar palavras que aprendera de um gravador que o maior sempre carregava com si. Se aproximou e estendeu a mão para pegar a peça de roupa, parou quando o maior fez um sinal de negação. Sabia também que deveria retirar suas roupas antes, não era a primeira vez isso ocorria. Assim, tirou delicadamente suas roupas e as dobrou como o outro lhe ensinava e as repousou no centro da cama.

Já estava acostumado com os desejos estranhos do outro e atendia a todos, até mesmo descolorir seus cabelos negros para ficar loiro posteriormente, como ele queria. Aquela camisa branca parte desses desejos também, a vestiu prontamente e se dirigiu ao maior com o melhor sorriso que podia esboçar e continuou até o banheiro. Confiava cegamente no maior e nem percebeu na cara fechada do outro quando viu seu sorriso.

O cheiro alterava seus sentidos e sentia os músculos pesarem, com dificuldade entrou na banheira com água quente de coloração estranha e seguiu o restante do ritual recitando palavras que não condiziam com si, uma vida que não era a sua, mas que agradavam o maior e o excitava – notou o volume que formava em sua calça e no olhar cheio de luxúria que lhe era dirigido.

Pela primeira vez o maior se aproximou e se ajoelhou ao lado da banheira, levou mãos para a boca fina e sem brilho do menor.

– Nunca mais sorria, por favor, é repugnante. Vocês são bem semelhantes, mas ainda não é ele.

Antes que houvesse resposta do menor, as mãos grandes com as luvas negras agarraram seu pescoço delicado e apertaram com tanta força, que o ar lhe faltou, o pequeno loiro se debatia horrorizado na banheira. Ele tentou lutar, mas o cheiro da água era tão forte que o impedia de tentar sair das mãos do maior. O aperto só foi afrouxado quando a vida deixou o pequeno corpo.

– Você não é Park Jimin.

5 марта 2018 г. 1:22:44 0 Отчет Добавить 0
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