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stefaniway Stefani Way

"Eu ainda me lembro do caso da família Stump. Eram uma família rica, cheia de privilégios, extremamente unida, com casas por todo o país, um sobrenome mundialmente conhecido, mas tudo isso acabou no ano de 2009, quando horríveis acontecimentos levaram a família embora da casa de campo aonde viviam na época. Mas, dos três acontecimentos, o quê mais deixou todos intrigados foi o caso do filho mais novo, Patrick, que simplesmente desapareceu. Ninguém sabe se está vivo ou morto, se fugiu ou foi sequestrado, e com a falta de respostas, o seu caso foi arquivado. Ninguém nunca teve coragem de assumi-lo e tentar encontrar um fim para o garoto. Isso, até hoje."


Фанфик 18+.

#Policial #Peterick
7
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В процессе - Новая глава Каждое воскресенье
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Prólogo

Uma festa tinha acabado faziam algumas horas, os três moradores da casa estavam ocupados com suas próprias obrigações ou distrações naquele momento. A única mulher da casa, uma jovem adulta e a mais nova dos três, estava em sua sala de estudos, trocando o foco entre seu romance policial, aberto sobre a mesa, e as lindas estrelas da noite que caía na cidade do interior.


Em um dos momentos que parou de dar atenção aos parágrafos extensos do livro, a mulher olhou pela janela da pequena sala, tendo a visão privilegiada do limite da cidade, as árvores, que eram emolduradas pelas estrelas, os postes de luz dando uma cor fraca para o asfalto, tudo a encantava. Foi criada em Manhattan, em Nova Iorque, uma cidade extremamente movimentada, e amava a paz do campo desde pequena, quando raramente seu tio a levava para alguma cidade do interior como essa, que sempre foi a que mais a chamou a atenção. Essa atenção toda poderia ser por causa da forma que a poluição na alterava a visão das estrelas, ou por causa da simplicidade das pessoas, mas o quê realmente a intrigava, desde que chegou na cidade em 2006, era a mansão que ficava perto do limite da cidade, numa montanha.


-July? - Uma voz fina surgia atrás da mulher, seguida de uma mão sobre seu ombro, que a assustou. O dono da voz se desculpou enquanto ria baixo, antes de voltar a falar normalmente.  - Aconteceu alguma coisa? Te chamei algumas vezes e você não desceu.


-Não, nada. - Sorriu enquanto olhava o dono da voz, um ruivo bem mais baixo que ela, com várias tatuagens pelo corpo. - Só estava pensando.


-Em quê? - O ruivo perguntou enquanto se encostava na parede, olhando a mulher. 


-Aquela mansão. - Apontou. A visão daquele lugar surpreendia o homem, mesmo depois de tanto tempo. - Andy, eu sei que você nasceu aqui. Conhece os donos de lá?


-Todos conheciam. - Suspirou, melancólico, observando a mansão. - Era a mansão da família Stump, uma família mundialmente conhecida por causa da fortuna. O pai era um cirurgião, considerado um dos melhores do país, a mãe, uma artista plástica, ganhou muito vendendo suas obras, a filha advogada, e o filho mais novo ainda estava na faculdade quando... - Uma lágrima solitária desceu por sua bochecha, fazendo ele cortar sua frase.


-Quando?


-Ocorreram horríveis acontecimentos no ano de 2009. O pai sofreu um acidente grave de carro, a mãe assassinada ainda grávida, o quê foi considerado duplo homicídio, já que o filho tinha sete meses. Já o filho, Patrick... Bem, ele era uma ótima pessoa, conversei com ele poucas vezes.


-O quê houve com ele? - Algo dentro dela implorava para não fazer o melhor amigo reviver tudo aquilo, mas a curiosidade sempre falava mais alto, era um dos seus pontos mais fortes em sua personalidade.


-Eu adoraria saber, July. Todos adorariam. Um dia ele simplesmente desapareceu, sumiu, sem deixar um único rastro. Era como se ele nunca tivesse existido. - Respondeu, voltando a encara a amiga depois de um bom tempo. - Foi uma notícia horrível, quase todo o país ficou sabendo, tudo no mesmo ano, tudo muito rápido. O acidente, o assassinato, o desaparecimento. A única que está viva é a irmã de Patrick, mas ela não mora mais na mansão, parece que está noiva, mas ninguém conhece o noivo. - A mulher tentava absorver as informações e criar alguma teoria sobre, mas era extremamente vago.


-Mas, você acha que o Patrick está morto?


-Alguns dizem que sim, outros dizem que não, alguns dizem que ele se encheu da vida nessa cidadezinha e foi embora para outro país, e outros dizem que ele pode ter sido sequestrado. O caso foi arquivado e ele foi dado como morto, mas ninguém encontrou um corpo ou qualquer evidência que prove isso. - Sorriu ao ver um leve brilho no olhar da amiga. - Agora você é a mais nova policial da cidade, quem sabe você consegue resolver esse mistério. - Apertou a bochecha da amiga como se ela fosse uma criança, fazendo ela rir. 


-Não me encha de falsas esperanças, Andy. - Sorriu, voltando a olhar para a mansão. - Mas, você não acha que...


-Andrew! Julieta! - Os nomes foram chamados no andar de baixo, um grito cheio de irritação. - Vão me deixar esperando muito tempo? 


-Desculpe! - Andy gritou de volta antes de caminhar para a escada. - Eu esqueci de avisar que o jantar está pronto. Vem!


-Claro. - Julieta fechou o livro enquanto ria, antes de descer a escada correndo.


Já na cozinha, no andar inferior, encontraram o homem de cabelos cacheados cheio de impaciência por causa da demora dos dois, de braços cruzados e batendo o pé direito enquanto os fitava. Julieta e Andrew trocaram um olhar rápido antes de começarem a rir, fazendo o outro revirar os olhos.


Enquanto os dois jantavam e conversavam, a jovem pensava na conversa que teve com o melhor amigo. Um sorriso fraco surgia no canto de seus lábios ao pensar na possibilidade de resolver o caso que tanto intriga a cidade, mas sabia que era impossível.


Ou Julieta apenas pensa que é.

4 марта 2018 г. 16:49:26 0 Отчет Добавить 1
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