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carolrjbr Carol rjbr

Fic no universo original de Naruto baseada no livro "A seleção". Depois de ser abandonado no altar pela Sakura-chan, Naruto se vê obrigado a participar de um reality show para escolher a primeira dama de Konoha Foto da capa lady-nounoum:


Фанфик Аниме/Манга 18+.

#aomesmotempo #gaamatsu #kibahina #kohina #narusaku #narushion #aseleçao #naruhina #sasusaku #naruto
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Capítulo 1


Dados da fic


Capista maravilhosa:

mariacupcake (mariacguima@gmail.com)



Músicas da primeira fase da fic:



Kiss me - Ed Sheeran



Iris – Goo goo dolls



Você não sabe - Hebe Camargo



Lost in your eyes - Debbie Gibson



Is This Love – Whitesnake


Capítulo 1


Te admiro de longe porque de perto é proibido.

(Amor platônico )

Leiliane Gomes

Hinata

Segurando a corda do balanço e olhando os meus pés fincados no chão. Estou assim e aqui, pensando. Pensando no fato de que o mundo pode dar diversas voltas; mas, que existem coisas em nossas vidas que jamais mudam e que nunca mudarão. É o caso, por exemplo, de que eu, em toda minha curta vida, sempre o observei a distância. Sempre seguindo de perto os seus passos, que, por sua vez, sempre o levaram para longe de mim. Ouvindo ao longe o seu riso, que não difere muito do barulho da brisa mais refrescante. Vendo seus olhos, que são azuis como o mar e que jamais buscaram os meus. Apenas o observando. Sempre.

Sempre foi assim. Invejando-a. Invejando o sol que o aquece no inverno. A lua, que mesmo no céu e a quilômetro de distância, consegue roubar-lhe um olhar. O solo que ele pisa. O ar que ele respira. Simplesmente invejando tudo isso; por que, sei que para ele, nunca fui nada, nada sou e nada serei. Eu sou apenas alguém sem muita importância e que nutre um amor platônico por ele. Só isso. Nada mais.

Sempre foi assim. Sonhando em sentir os seus lábios nos meus. Suas mãos me acariciando. Seus olhos me fitando. Hoje, vejo que tudo foi um sonho. Na realidade, uma pretensão da minha parte acreditar que milagres acontecem e que ele, um dia, seria meu. Nada além disso.

Sempre foi assim. Um amor platônico. Onde eu morava na lua; ele, no sol, ou em qualquer outro lugar do espaço que fosse longe o bastante para que eu não conseguisse tocá-lo. Na verdade, somos como duas retas paralelas, que jamais se cruzam ou se tocam, mesmo no infinito. No nosso caso, jamais existirá o tão sonhado "nós dois".

Hoje, no dia do seu casamento, diferente dos outros dias de minha vida, não consigo observá-lo. Nem a distância. Não quando ele está preste a se casar com outra.

Também cheguei a um ponto de conclusão de que não posso mais nutrir nenhum tipo de sentimento por ele dentro do meu peito. O problema é que um amor tão grande assim não morre do dia para a noite. Não importa. Por mais que seja difícil para mim bloqueá-lo em meu coração, eu sei que preciso suportar e respeitar todas as suas decisões. As decisões que ele quis e que definitivamente o levam eternamente para longe de mim.

Com toda sinceridade, ficaria até satisfeita se estivesse pelo menos em último plano; mas, nem isso. A verdade é que nunca houve um segundo ou um terceiro plano em sua mente e em seu coração. Sempre só houve ela, Sakura-chan. Contudo, meu amor por ele é tão grande que chega ser altruísta, ao ponto de dizer-lhes, com todas as letras, que se ela o fizer feliz, eu assim também serei.


Por aquela tão doce

e tão breve ilusão

Embora nunca mais

Depois de que a vi desfeita

Eu volte a ser quem fui

Florbela Espanca


Naruto

Olhando os monumentos dos Hokages, eu questiono-me: Qual foi o exato momento que me apaixonei pela Sakura-chan? Quando fitei pela primeira vez seus lindos olhos esmeraldinos? Quando vi pela primeira vez seus cabelos róseos e da cor da mais bela flor de cerejeira? Ou quando passamos a dividir o mesmo time, o time sete? Eu não sei.

Acredito mesmo que não há como definir o exato momento em que passamos a amar alguém. Aliás, que diferença faz o tempo para um amor tão grande como o que sinto em meu peito? Nenhuma; creio eu. Porque o amor não é medido em números. É medido pelo toque dos lábios, pelo simples afago nos cabelos ou por aquele abraço saudoso depois de uma longa missão. Isso que é o amor.

Eu realmente não sei quando eu me apaixonei. O que sei é a forma como me entreguei e ainda me entrego a ela. As loucuras que já fiz e faço por ela. Aliás, fiz e faço tudo a seu bel prazer. Suas vontades sempre foram uma ordem para mim. Fui até mesmo atrás do Sasuke, mesmo sabendo que ele era o seu grande amor. Claro que muito contribuiu o fato de considerá-lo como meu irmão de alma; mas, lá no fundo, eu sei e devo confessar, que fiz por ela. Sim, eu fui e sou capaz de tudo por ela; por que, meu maior objetivo sempre foi vê-la feliz. Resumindo, ela é a mulher e o grande amor da minha vida.

Hoje, dois anos após a Quarta Grande Guerra Ninja, com apenas dezoito anos de idade, posso dizer tranquilamente que realizarei, em poucas horas, o meu segundo maior sonho; por que, o primeiro sempre será ser o maior de todos os Hokages. Seja como for, primeiro ou segundo sonho, casar-me-ei com ela. O problema é que, mesmo sabendo o quanto as noivas demoram, seu atraso de quase três horas deixaram meus nervos à flor da pele.

Ando desesperadamente pelo quarto. Minhas mãos transpiram e eu as esfrego, tentando me acalmar. Em vão. Meu coração bate descontroladamente em meu peito e minha mente começa a cogitar a ideia de que talvez ela tenha desistido de ter-me só para si. Desespero-me e todo o meu corpo treme.

De onde estou, posso ver que o sol, que antes estava forte e reinava no céu; agora, já se põe. Escuto os murmúrios das pessoas lá embaixo. Algumas já ameaçam ir embora. Uma lágrima solitária nasce dos meus olhos e o vento tenta afastá-la de meu rosto. Sim; por que, homens também choram e tem seu sexto sentido.

Lá embaixo, o altar, colocado no jardim e de frente para um lago, está absurdamente lindo. Ornamentado por galhos de cerejeira e outras flores, predominando as tonalidades rosa, branca e creme. Exatamente como ela solicitou. Tudo foi feito como ela exigiu e tão somente para agradá-la. Não questionei absolutamente nada. Tentei até opinar; mas, em vão, De qualquer forma, só desejo mesmo agradá-la; então, fico feliz em saber que tudo está como ela tanto sonhou.

As mesas dos convidados, forradas por uma toalha branca, é de um charme só, como ela mesmo disse que seria. Com louças brancas e guardanapos, dispõe ainda de um arranjo feito de rosas creme e na tonalidade rosa. Ainda temos sobre a mesa, as lembrancinhas dos convidados, colocadas em uma caixa rosa e com um laço azul marinho. Mesmo preferindo que a cor predominante do nosso casamento fosse o laranja, minha cor predileta, devo confessar que tudo está muito bonito; e, eu aqui, trancafiado, esperando um sinal para ir ao seu encontro e iniciar o cortejo do nosso casamento.

A porta se abre e ela entra, usando um quimono branco, de seda adamascada com uma cauda, chamado shiromuku. Sobre ele vesti um rico e lindo uchikake, que é uma espécie de sobretudo, de seda preta com algumas rosas bordadas em sua borda. Seus cabelos estão presos em dois coques laterais ornamentados por duas rosas. E, mesmo não entendendo muito bem de maquiagem, posso garantir-lhes que usa uma simples e leve, que deixa suas bochechas mais coradas e suas pálpebras rosadas, como eu gosto. Ela está absurdamente linda.

- Você está linda, Sakura-chan.

Aproximo-me sorridente e ela dá dois passos para trás. Tento novamente me aproximar e ela se esquiva outra vez. Fico receoso e percebo que seus dois olhos estão em um verde enigmático que nunca vi. Já não possuem o brilho intenso das esmeraldas. Estão escuros e diria até que sombrios. Tenho medo.

- Naruto. – sua voz está embarcada. Tremo. Sinto tanto medo que posso fielmente dizer-lhes que nunca me senti tão amedrontado. Nem mesmo durante a guerra ou durante a minha batalha contra Pain. – Perdoe-me. – ela diz.

- Não estou entendendo, Sakura-chan. – meus lábios tremem. Um mau presságio atinge meu peito, o que me incomoda bastante.

- O Sasuke voltou. – a frase dá razão aos meus presságios. Sei o que vem logo a seguir. Meu coração vacila uma batida e volta a bater dolorosamente em meu peito. – Nós decidimos que ficaremos juntos. – é como se uma Katana atravessasse meu coração. – Eu... - ela chora. - ...sinto muito. – e corre para longe de mim.

Fecho os olhos para não vê-la partir em direção àquele que deveria ser meu irmão; mas, que me traiu juntamente com ela. Dos meus olhos fechados, descem lágrimas que não enxugo. Sinto tanta dor em meu peito que posso jurar de pé junto que estou a ponto de enfartar. É como se milhares de kunais perfurassem meu coração e todas ao mesmo tempo. Meu coração sangra. Dói. Parece como uma dor física. Sim, eu sinto uma dor física nitidamente atingindo meu coração. Dói demais.

Em meio à dor, decido pegar a garrafa de saquê que encontro nas mãos do Kakashi-sensei, que entra no quarto, junto com o Iruka-sensei e o Shikamaru. Vou murchando, sentando no chão, mudo e pensativo. A dor aumenta e eu choro tal como uma criança abandonada. Chego à conclusão de que continuo sozinho.

É verdade. Sempre falaram que eu era um grande idiota. Nunca dei muito importância a isso. Mas, agora vejo o quão idiota posso ser. Sempre falei que a amava. Sempre. Desde o primeiro dia, desde a primeira palavra e desde o primeiro sorriso. Eu realmente achei que meu amor era o suficiente para nós dois; mas, esqueci-me de um detalhe. Verdade seja dita, eu me iludi. Ela nunca me amou. Nunca disse que me amava. Agora, eu percebo que seu coração sempre pertenceu ao Uchiha Sasuke.

Analisando os fatos, acho mesmo que, por isso, muitas vezes evitava alguns momentos mais íntimos entre nós dois. As vezes, até um abraço mais caloroso. Um toque a mais; sabem? A realidade é que não éramos e nunca fomos um casal de verdade. Essa é a verdade nua e crua, que nesse momento, me atinge sem piedade. Mas, daí, a cancelar um casamento no altar é muito para mim. Dói demais.


"Se você quiser lutar,

Eu ficarei ao seu lado

No dia que você cair, eu estarei bem atrás de você"

Tom Fletcher


Hinata

Continuo aqui, balançando-me automaticamente, enquanto as lágrimas descem e escorrem pelo meu rosto, marcando-o. Nem sei quantas horas estou assim. Não vi quando o sol se pôs. Nem quando a lua passou a reinar majestosa no céu, junto com as estrelas que lhe oferecem adoração. Só sei que continuo sentindo meu peito doer. Dói demais e lamento profundamente o meu destino.

Eu apenas oro a Kami. Oro para que o proteja. Oro para que o abençoe. Oro para que preencha sua vida com toda espécie de benção. Oro para que sempre haja amor e paz em seu coração. Oro verdadeiramente para que ele seja feliz. Apenas oro e nada mais, enquanto as horas, os minutos e os segundo passam diante de mim.

Quanto a mim, oro para que eu tenha forças e ânimo para seguir em frente. Isso. Eu seguirei em frente. Casar-me-ei com o marido que meu pai e todo o clã Hyuuga destinar a mim e formarei minha própria família. Todavia, sei que não terei um sorriso triunfante em meus lábios e nem um brilho intenso em meus olhos. É que sentir-me-ei eternamente incompleta. Ora, esse amor que carrego em meu peito é eterno. Jamais poderei amar novamente outro homem, por mais que o que eu sinta seja um amor platônico. Eu sei.

Escuto um barulho. Assusto-me. O lugar onde estou já é deserto naturalmente, ainda mais em uma hora tão avançada. Outro barulho e passos. Levanto-me do balanço e posiciono-me para defender-me ou atacar, caso seja necessário.

- Quem está aí? – pergunto e ninguém responde. Escuto apenas galhos se quebrando e passos se aproximando. – Quem é? – pergunto novamente ao ver uma silhueta aparecer por detrás de uma árvore.

A pessoa em si não responde. Cambaleia de tão alcoolizado. A luz do luar ilumina seu rosto e eu identifico a pessoa em questão. Ele aproxima-se e sorri. É um sorriso fraco e triste. De qualquer forma, ele realmente está aqui? Será que eu não estou sonhando? Minha mente não estaria pregando-me uma peça?

- Naruto-kun? – pergunto ainda incerta. Talvez seja apenas uma miragem criada pela minha imaginação fértil.

- Hinata. – ele aproxima-se ainda mais. Quase cai no chão; mas, consigo segurá-lo. Mais um segundo de desatenção da minha parte e ele iria ao chão.

- Naruto-kun, o que faz aqui? Onde está a Sakura-chan? – pergunto, ativando o byakugan a sua procura. Não a encontro.

- Ela me abandonou, Hinata. – diz em um fio de voz. Sua voz está triste e deprimida. Chega a ser palpável sua tristeza.

- Como? – não acredito.

- Ela foi embora com o Sasuke. – ele me abraça e chora.

Não pensem que estou feliz pelo fato dela ter o abandonado. Não mesmo. Jamais ficaria feliz com isso. Não o vendo tão destruído em meus braços É desesperador vê-lo desse jeito. Chora e soluça como um bebê. Eu até daria minha vida para não vê-lo assim.

Penso em falar alguma coisa. Dizer algo motivador ou até um "sinto muito"; mas, nada sai da minha boca. As palavras morrem muito antes de chegarem em minhas cordas vocais. Não consigo pronunciar sequer uma sílaba. Sendo assim, apenas o abraço ainda mais forte, para que ele sinta que estou e estarei sempre ao seu lado. Para que de alguma forma, eu consiga transferir toda sua dor para mim e ele deixe de sofrer.

Eu o abraço ainda mais forte e ele desaba em meus braços. Talvez devido ao cansaço. Talvez devido à mágoa. Ou quem sabe, é o álcool presente em seu sangue surtindo efeito e o fazendo adormecer. Melhor assim. Dizem que a dor passa com o sono.

Com muito esforço, consigo levá-lo até seu apartamento e o deposito em sua cama. Decido despi-lo para que durma mais confortávelmente. No entanto, precisarei de muito controle emocional para suportar a tentação. Bastante, ressalto. É que nunca vi um homem despido a minha frente, como ele ficaria, o que inevitavelmente irá aguçar minha imaginação mais pervertida, de uma forma que jamais pensei que fosse possível. Coro só de pensar.

Retiro seus sapatos e seu quimono haori-hakama com o símbolo dos Uzumakis bordados nas costas, réplica exata dos quimonos formais usados pelos samurais no século XIX. Ele nem ao menos percebe meus movimentos, de tão debilitado que está. Depois disso, fecho meus olhos, controlando meu coração É que ele é uma verdadeira tentação para os meus olhos.

Abro meus olhos e me perco ali. Acho mesmo que me perdi muito antes disso. Quando o trouxe para cá. Só peço a Kami que me dê forças. Mas, é inevitável. Nem todas as orações do mundo seriam capazes de impedir meus olhos de vagarem por toda a extensão de seu corpo desejável. Nada me impediria disso. Meus olhos simplesmente não me obedecem. Vagueiam por seus cabelos dourados como sol e chegam até seus lábios finos e macios.

- Ashiteru, Naruto-Kun. – digo e não me controlo. Colo meus lábios nos seus e delicio-me. É o meu primeiro beijo. O beijo que guardei por tanto tempo para ele e tão somente para ele.

- Hinata. – balbucia e se mexe na cama.

Assustada e preocupada com sua possível rejeição, afasto-me imediatamente. Meu coração saltita tanto, que parece que vai sair voando pela minha boca. Mas, percebendo que o mesmo não acorda, não paro com minha loucura. Com minha insanidade. Continuo. Permito que meus olhos façam o que bem entendem. Afinal, quando teria uma oportunidade como essa?

Trilho um caminho de perdição, loucura e desejo. Desço meu olhar pelos seus ombros largos e por todo seu abdome másculo. Por cada dobrinha do seu "tanquinho", adquirido por anos de treinamento ninja. Ele é um deus. Só pode ser. Perfeito e lindo. Só falta corresponder todo amor que guardo em meu peito. Só isso e nada mais.

O desejo queima ainda mais forte em minha pele. Coro ainda mais e tremo de paixão. Sinto um incomodo em meu baixo ventre. Minha intimidade contrai-se, umedece e lateja sem parar, implorando por um alívio, que não sei qual é. Por instinto, uno minhas pernas, tentando me acalmar. Acho que estou ficando louca. Só pode.

- Meu Deus, o que é isso? O que estou sentindo? – balanço a cabeça, tentando retomar a compostura. Paro meus olhos muito antes deles chegarem até seu membro. Caso cheguem, nem quero imaginar o que eu faria. Coro muito mais. – Acalme-se, Hinata. – repito como um mantra, diversas vezes.

Deixo-o apenas com sua cueca boxer laranja e cubro-o com um lençol que encontro em seu armário. Beijo sua testa e passo a noite toda ao seu lado, velando o seu sono e acariciando seus cabelos.

Quando o sol aparece no horizonte, já são quase seis horas da manhã. Levanto-me da cadeira, que coloquei ao seu lado, e dirijo-me até a cozinha. Preparo um chá de louro e deposito-o em sua mesinha de cabeceira. Junto com o chá deixo um bilhete, onde escrevi:


Naruto-kun:

Lembre-se que você nunca estará sozinho. Eu sempre estarei ao seu lado, mesmo que seja apenas o observar.

Cuide-se e beba o chá assim que acordar. Ele te fará bem.


Não sei o porquê; mas, decido não assinar o bilhete. E, antes de sair, ainda olho mais uma vez para ele deitado na cama. Parece um anjinho dormindo, com seus cabelos dourados e suas típicas marquinhas na bochecha. Sorrio e saio dali. Quem sabe, Kami ainda nos uniria em um futuro próximo? Não existe um ditado mesmo que diz que Ele escreve certos em linhas tortas? Provavelmente, o dia de hoje seja o início da nossa linda estória de amor.

4 марта 2018 г. 20:14:07 2 Отчет Добавить 5
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Karimy Karimy
A Sakura ter deixado o Naruto dessa forma foi de cortar o coração, nem posso imaginar a mágoa no peito dele depois dessa situação tão embaraçante. A Hinata, como sempre, um amor de pessoa, pronta a ajudar sem cobrar nada em troca. Estou ansiosa para ver no que tudo isso vai dar!
31 августа 2018 г. 6:11:50

  • Carol rjbr Carol rjbr
    Oh, mds. Pára td. Vc realmente tá lendo a minha fic? Nossa pera aí q vou pular aqui de euforia....Obg! Pois é. A primeira fase é marcada justamente por algumas atitudes impensadas do Naruto por conta dessa mágoa bjs e obg pelo comentário, Karimy 31 августа 2018 г. 11:38:06
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