rapmonei ᴄᴀᴅᴇʟɪɴʜᴀ ᴅᴏ ɴᴀᴍᴊᴏᴏɴ BR

S/n era uma mulher solteira de 25 anos, que há muito tempo não dormia com alguém. Quando um homem sexy sorri para ela no casamento do ex-namorado da sua melhor amiga e não pensa duas vezes. S/ n descobre que ele não era um estranho qualquer. O caso de uma noite se transforma em um furacão de problemas. No fim das contas, essas coisas nunca duram só uma noite. Aviso: A fanfic é baseada num livro que eu já li em francês, estou traduzindo ele para português, e estou dando os meus toques na fanfic.


Эротика 18+.

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Prólogo

"Você ainda pode me chamar de sr. Língua se quiser." Ele sorriu para mim e lambeu os lábios, a ponta da lingua deslizando para frente e para trás, lembrando-me da noite que passamos juntos. A noite pecaminosa que nunca vou esquecer. Só que ele não deveria estar aqui. Na casa dos meus pais. Sentado no meu sofá. No sofá em que eu vi TV por anos a fio. Ele não deveria estar conversando com meus pais. Ele não deveria estar tão sexy. E eu nem sei o nome dele.


Noites casuais deveriam ser divertidas, excitantes. Deveriam ser aventuras sexuais que você não leva para casa. Eu não me considero uma mulher fácil ou uma vagabunda. Quer dizer, tenho certos critérios em relação aos caras com quem quero sair e namorar. Tenho até uma lista de coisas que procuro num homem. Não saio abrindo as pernas para qualquer cara que tenha um sorriso fofo, um rosto bonito e uma carteira cheia de dinheiro. Já dormi com homens sem dinheiro, sem dentes, e até com um que sofria de calvicie precoce, mas todos eles eram meus namorados. Sim, tenho um gosto duvidoso para homens, mas isso é outra história da qual não me orgulho muito. Na verdade, ainda tenho tremeliques ao me lembrar do cara desdentado com a cabeça lá embaixo. Valeu como uma experiência incomum.


Sei que você pode não acreditar que tenho critérios. Ainda mais considerando quão rápido eu abri as pernas para o estranho misterioso no casamento dos meus amigos. O estranho misterioso que agora estava à minha frente na casa dos meus pais. Você pode querer acreditar que eu abro as pernas para qualquer homem que pedir, mas, acredite, não faço esse tipo de coisa. O sr. Língua foi a exceção à regra. Abri as pernas e tirei a calcinha sem pensar duas vezes quando o vi. Bem, na verdade não foi bem assim. Eu não tirei a calcinha, exatamente. Ele a tirou com os dentes. Dentes brancos como pérolas, afiados, perfeitamente retos e bonitos. Ah, merda, meu corpo ainda se lembra dos dentes dele arranhando a pele ao arrancar minha calcinha branca de renda. Para ser sincera, naquele instante, eu não poderia interrompê-lo ou a mim mesma. Foi um daqueles momentos mágicos que se veem nos filmes. A química entre nós era perfeita, nossos corpos estavam em chamas e tudo o que eu podia pensar era nele e naquela boca; embora estivéssemos numa igreja lotada. Nunca pensei que algo assim aconteceria comigo. Eu me deixei levar pela emoção do momento. Quer dizer, não é todo dia que você estabelece contato visual com um estranho de olhos castanhos, e ele a leva até um quarto nos fundos de uma igreja (Deus, perdão). Não é todo dia que você encontra um homem lindo, sexy, um daqueles garanhões bem viris, e, tudo bem, sim, ele era um pouco desagradável, mas não liguei. Não é todo dia que um gostosão joga você no chão, levanta seu vestido até a cintura e tira sua calcinha com os dentes. E não nos esqueçamos da lingua dele. Ah, meu Deus, a lingua me fez coisas que não posso repetir. Coisas que eu nem sabia que existiam. Como orgasmos múltiplos em minutos; sim, eu disse minutos. Tipo um depois do outro. E tudo com a lingua: rosada, longa e extremamente flexível. Quem diria que linguas seriam tão flexíveis! E, é claro, ele percebeu que revirou meu mundo de cabeça para baixo. O sorriso no rosto e o brilho no olhar me diziam que ele sabia que era tudo aquilo. Idiota presunçoso e metido. Observando-o à minha frente, tive certeza de que ele também se lembrava daquele dia. O brilho no olhar me dizia isso, enquanto eu tentava manter o controle da respiração. O que ele fez comigo naquele dia, e por que estava ali, na casa dos pais?


Fiquei só um pouco envergonhada quando cheguei ao clímax junto à boca dele. A forma como lambeu meus liquidos dos lábios com vontade fez com que me sentisse um pouquinho safada. Mas não me importei. Eu ainda estava muito ocupada tentando recuperar o fôlego ao mesmo tempo em que me levantava do chão num pulo e ajeitava o vestido. Comecei a entrar em pânico quando ouvi o organista tocar a "Marcha nupcial". Eu precisava voltar depressa para meu lugar na igreja, e isso significava sem calcinha, já que ele não queria devolvê-la (e, sim, achei isso um pouco excitante). Eu sei, não tenho vergonha. Voltei para a Alice naquele dia me sentindo uma prostituta. Deixei um cara convencido qualquer, cujo nome eu nem sabia, enfiar a cabeça entre minhas pernas justo antes de um casamento. Quem faz esse tipo de coisa?


E isso nem foi o pior. Também fui para casa com ele. Isto é, para o quarto de hotel dele. Uma suite muito cara e muito impressionante, no centro da cidade (ele provavelmente estava pagando o valor mensal do meu aluguel por um longo final de semana). Fomos para o quarto de hotel e, então, ele usou outras coisas além da lingua. E eu fiz mais do que ficar com as pernas para cima e o rosto dele enfiado bem no meio. Foi uma noite de fogos de artificio. Uma noite de sexo explosivo que abalou meu mundo e tudo o que eu sabia sobre sexo. Coitado do próximo cara chato que eu namorasse, Nunca mais eu ficaria feliz com preliminares breves e um vai e vem no papai e mamãe. Sexo nunca fora tão quente para mim, e acho que essa é a beleza das noites casuais. Você fica com alguém e faz todas as coisas que nunca faria normalmente. Nós dois não tinhamos expectativas. Nem ao menos nos apresentamos. E foi por isso que na manhã seguinte, bem cedo, não demorei a ir embora do quarto, com a cabeça o mais erguida possivel quando fiz a caminhada da vergonha pelo lobby do hotel, o rimel borrado e o cabelo bagunçado me entregando para todos os que me vissem.


Mas não me importei. Eu tinha vivido a melhor noite de sexo da minha vida e com o homem mais gostoso que já conheci. Essas coisas mexem com seu ego. Eu me senti rainha da cocada preta, e estava certa de que também tinha abalado o mundo dele. Aquele cara não me esqueceria tão cedo; ainda mais considerando as marcas de arranhões e mordidas que o lembrariam da nossa noite pelos próximos dias. Não importava que ele tenha dado a impressão de ser um idiota arrogante; tampouco a forma como me dominou na cama. Eu até gostei daquele jeito macho alfa de assumir o controle. Era bom na cama, mas eu sabia que no dia a dia ele iria me irritar, mas eu não ligava. Eu nunca mais teria de lidar com ele.


Mas eu estava errada. Sabe como a vida é. Quando você está na crista da onda, se sentindo no topo do mundo, alguma coisa sempre acontece para trazê-la de volta à terra. Foi o que ocorreu comigo neste final de semana, quando fui visitar meus pais. Era o final de semana após o casamento em que eu fiquei com o sr. Lingua. Sim, minha noite de sexo casual só não pareceu tão excitante e inocente quando cheguei à casa dos meus pais e o vi sentado no sofá. Quase tive um ataque cardiaco quando vi o Lingua Milagrosa ou, como ele mesmo dizia, o sr. Lingua, diante de mim no sofá dos meus pais, tomando chá. Quando levantou os olhos para me ver, com um sorriso no olhar, foi um momento que nunca esquecerei. Foi o instante em que meu coração parou pelo que pareceram minutos. Foi instante que me lembrou por que eu nunca havia feito sexo casual antes. Fiquei ali por alguns segundos, antes que ele se levantasse e viesse até mim, um sorriso enorme no rosto.


-Olá - disse, estendendo a mão para mim. Prazer em conhecê-la, meu nome é Kim Taehyung.


-Eu sou S/N -sussurrei, enrubescida, apertando a mão dele. -Prazer em conhecê-la, S/N - respondeu, seus olhos me provocavam diante do olhar observador dos meus pais. -Igualmente. -Engoli em seco com força. O que ele estava fazendo ali? -Ah. tem alguma coisa na sua orelha. - Ele se inclinou, fingiu tirar algo da minhar orelha e murmurou: Agora tenho um nome para ligar ao rosto quando eu pensar na noite que passamos juntos.


Senti a ponta de sua lingua no lóbulo da minha orelha. Eu me afastei, chocada, e olheia para ele e depois para meus pais. O que você está fazendo aqui?-perguntei suavemente, precisando de uma resposta.


Era uma coincidência grande demais. Obviamente a resposta não teria nada do conto de fadas que eu, em segredo, esperava Ele não tinha dado um jeito de me encontrar porque não se esqueceu de mim. Não tinha ido ali me cortejar. Não, era óbvio que minha jornada pela terra do sexo casual não poderia ser tão perfeita. Era óbvio que minha jornada pelas noites casuais acabaria se tornando um caos completo. Eu deveria ter imaginado que, para mim, não seria uma noite de diversão. Eu deveria ter imaginado que noites de sexo casual nunca acabam na mesma noite e sempre se tornam um problemão.


-O que você gostaria que eu estivesse fazendo aqui? Ele riu e passou as mãos pelos cabelos escuros. Cabelos que eu sabia serem macios como seda. Cabelos que eu agarrei e puxei. Mordi o lábio inferior, em choque. Se eu soubesse por que ele estava ali, teria fugido. Se eu soubesse quem ele era no casamento, teria dito "não". Mas é óbvio que eu não tinha conhecimento dessa informação. Então é óbvio que aquela noite de sexo casual mudou tudo o que eu sabia sobre minha vida e sobre quem eu era. Minha noite de sexo casual tinha um nome. Kim Taehyung. E Kim Taehyung estava prestes a complicar muito minha vida. Porque Kim Taehyung ia muito além do sr. Lingua. Kim Taehyung era um homem que conseguia o que queria quando queria, sem perguntar nada. E naquele momento ele tinha me visto de novo. Eu estava no topo de sua lista de desejos.





4 сентября 2021 г. 18:02:54 0 Отчет Добавить Подписаться
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