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Taehyung era um ômega que tinha muitos princípios, o único problema era que ele não era capaz de mostrar para todos aquilo que ele acreditava. Infelizmente ele estava vivendo em um mundo onde todos viviam sobre regras, mas entre todos eles existia uma singularidade. Taehyung era essa singularidade.


Фанфик Группы / Singers 18+.

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Prólogo: Confident

Então você diz que eu sou complicada.

Mas você me subestimou.

Yeah, yeah

Ah ha, o que há de errado em ser confiante?

(Confident, Demi lovato)

—Como foi a prova?—Sua mãe perguntou assim que ouviu a porta da sala sendo destrancada e aberta vendo seu filho entrar pela porta.

—Cansativa e muito, muito irritante.—Reclamou Taehyung.—Foram tantas questões com textos quilométricos que eu quase pedi para sair dali.

—Dramático.—A mulher disse sorridente ao receber a sinceridade de seu filho.—Mas foi bem? Acha que passou?

Taehyung que já tinha jogado sua mochila em algum canto da sala apenas sorriu e começou a pular em direção a mãe que estava na cozinha.

—Apesar de ter sido cansativa e tudo, eu não fiquei em dúvida em nenhuma questão!—Disse animado enquanto ainda dava pulinhos.—Acho que eu passei, mãe.

A mulher se virou para seu filho e segurou as lágrimas o abraçando.

—Que bom, filho.—Falou mas não pode deixar de mostrar o seu tom choroso para o seu filho.

—Ah, mãe. Não precisa ficar triste. Se eu conseguir passar, eu vou ligar para você todo o dia.—Prometeu e a mulher concordou com a cabeça fazendo suas lágrimas caírem.

Kim Taehyung era um garoto loiro de dezesseis anos viciado em estudos, e quando a melhor escola de Seul LYScomeçou a distribuir bolsas por todo o país Taehyung não conseguiu conter a felicidade.

Foram dois longos meses estudando e estudando para passar na prova e ir estudar na capital, esse era o seu maior sonho.

Mas para isso tudo ser realizado, ele precisava sair de sua casa em Busan e conseguir ficar em uma república de estudantes.

Sua mãe jamais iria pedir para o seu filho ficar, mas mesmo assim, ainda gostaria muito que ele ficasse em casa.

Já Taehyung estava louco para sair daquela cidade cheia de problemas e memórias ruins e ir logo para a capital onde imaginava que iria se livrar de tudo aquilo em um piscar de olhos.

—Eu te amo muito, filho.—Ela o abraçou largando a panela no fogão sem se importar com nada além de seu filho.

—Mãe a comida!—A lembrou porém a abraçou de volta enquanto sorria feliz pela impulsividade.–Eu também te amo muito.

–Meu bebê cresceu tão rápido!–Ela lamentou e o outro riu fazendo carinho em seus cabelos.

–Pelo menos eu não vou sozinho, não é?—A lembrou tentando acalmar a mãe.—O Hope já chegou da prova?–Taehyung perguntou se distanciando da mulher e começando a mexer na panela.

–Não, ele deveria ter chegado, não é?–A mulher se questionou começando a ficar preocupada com o Jung.

–Ele deve estar bem! Ele sempre demora a fazer provas já que é um lerdo, eu só fiquei curioso. Tenho certeza que o Hope vai passar e se eu passar vamos ficar no mesmo lado do campos. Não iremos ficar longe um do outro.—A lembro mexendo devagar na panela totalmente hipnotizado com os pensamentos que talvez ele realmente conseguisse passar na prova.

–Ainda acho que vocês deveriam alugar um apartamento perto da escola.–A mulher disse observando o outro atentamente tendo aqueles mesmos pensamentos em sua cabeça.

–Ah mãe, não vai ser preciso gastar dinheiro com isso se a escola disponibiliza uma casa para quem veio de fora.–Deu de ombros.

A mais velha suspirou resolvendo não insistir.

–Mas não vão ficar juntos.

–Claro que não mãe. Ele é um alfa e eu um ômega, no cio de cada um, não podemos ficar juntos.–Explicou e sua mãe suspirou.

–Certo, certo. Agora me deixa fazer isso, você queima tudo o que toca.–A mulher disse e o Kim se afastou com a mão no peito.

–Credo mãe!

–Vai dizer que é mentira?–Ela perguntou entrando na brincadeira, mas logo se calou e sua feição chateada voltou ao seu rosto.–Você vai conseguir se cuidar?—Perguntou deixando clara a sua preocupação como mãe.

–Mãe, eu tenho dezesseis anos! Não sou mais uma criança.

Mães e seu desespero completamente exagerado, apesar de também ser completamente compreensível.

–Mas é o meu bebê!–Reclamou fazendo o Kim rir incrédulo, bebê?–Você é um ômega e me preocupa estar sozinho dentro dessa sociedade alfista!–Explicou amedrontada e então o loiro.

O Kim suspirou um pouco tenso por ela ter tocado naquele assunto mas logo balançou a cabeça pretendendo esquecer aquilo.

Logo ele estaria bem longe de todos aqueles que deixavam aquelas lembranças do ano passado vivas, de toda a forma. Aquilo seria esquecido.

Sorriu para a mulher e se permitiu a abraçar.

–Você sabe que não tem por que se preocupar, nunca me envolvi com ninguém nem sexualmente nem sentimentalmente.—Aquilo era uma mentira descarada, mesmo que sua mãe não soubesse daquele detalhe, mas não vamos tocar nesse assuntoainda.—Não é agora que isso vai acontecer, sem falar que qualquer alfa que chegar perto de mim...você já sabe.

–Não sei por que...não estou levando fé nisso.–Ela disse fazendo careta.–Tem algo me incomodando, se você ficar em uma república de estudantes junto com os ômegas, não é?

–Você sabe que eu não ficaria na República de estudantes se não fosse para ficar com eles.–Resmungou revirando os olhos.–Não se preocupe, eu sei me cuidar. Nem precisa fazer o Hope ficar me seguindo vai dar tudo certo, até o Hope tem medo de mim.

–O Hope te segue por que vocês dois são meio irmãos que se amam muito!–Ela brigou.–Nunca mandei ele atrás de você!

–E eu vou fingir que acredito. Preciso ir tomar banho.–Deu um beijo na bochecha de sua mãe correndo para o andar de cima entrando em seu quarto.

Kim Taehyung, aquele garoto de dezessete anos que teve seus pais separados e que sempre se dedicou aos estudos, que todos já conhecemos.

Aquele que sempre vemos em romances, e para completar tudo isso, Taehyung é um ômega.

Clichê certo?

Porém, dessa vez, Hoseok não é o príncipe encantado alfa que brotou em sua vida para a fazer encantada como nos contos de fadas.

Sua mãe não era drogada e muito menos alcoólatra que não dava a mínima para seu filho, ela era muito protetora na verdade.

Ele até que gostava de seu padrasto, ele era legal e cuidava bem da sua mãe era atencioso e divertido, mesmo não tendo muito contato com ele, já que o homem vive dentro de seu próprio negócio que toma muito do seu tempo.

Taehyung pode ser um aluno aplicado que gostava de ler e escrever, o que muitos adolescentes acham baboseira, mas em nenhum momento deixou de ir em festas e ficar com quem bem entender.

E apesar de ser um ômega, a classe que é denominada delicada e submissa, a última coisa que o Kim era, é ser submisso a alguém.

Jamais iria abaixar a cabeça para um alfa, Jamais.

O clichê que antes tinha se instalado se dissolveu um pouco agora, certo?

Entretanto, teve algumas características que ele não pode fugir, mesmo sendo alguém bastante comunicativo, suas amizades se esvaiam com facilidade.

Mas tentem entender, os ômegas o detestava por ter uma personalidade forte e destemida, algo que era considerado demais para um ômega "comum".

Os alfas? Nem se falam, o chamavam de "alfinha" apenas por não se importar com os xingamentos que mandavam para si e até mesmo chegaram a enfrentar esse tipo de pessoa.

Nunca precisou de proteção de ninguém, mesmo sendo um ômega e tendo menos força que os alfas, ele sempre ganhava uma luta.

Quem diria em? Aquela faixa preta pendurada em seu armário mostrava que os cinco anos lutando taekwondo foram, de fato, úteis.

Sem falar de alguns tutoriais do Youtube que acabava vendo sempre que dava.

Os betas era estranhos, alguns pareciam alfas e outros tinha a personalidade mais parecida com a dos ômegas, mas no fim do dia sempre acabava sendo ignorado.

Sua primeira amizade verdadeira foi seu meio-Irmão Jung Hoseok.

Que triste...mas apesarde tudo ele era um verdadeiro amigo, e mesmo que no começo fosse difícil aprender a interagir com um ômega teimoso, Hoseok aprendeu. E mesmo se não aprendesse teria que conviver com isso de qualquer forma.

O Kim ficava feliz sabendo que nunca mudou por ninguém e nunca faria isso pelas pessoas que não eram capazes de ver que não precisavam ser obrigados a agir da forma que lhe ensinaram.

Não era só por que você é um alfa que você tem que ser babaca, certo?

Não é só por que você é um ômega que você tem que ser delicado e gentil com todos.

Não é só por que você é um beta que não pode ficar com outras classes e serem melhores que elas.

São apenas denominações inúteis que a sociedade impõe, isso só precisa ser quebrado.

Taehyung era um ômega que tinha muitos princípios, o único problema era que ele não era capaz de mostrar para todos aquilo que ele acreditava.

Infelizmente ele estava vivendo em um mundo onde todos viviam sobre regras, mas entre todos eles existia uma singularidade.

Taehyung é aquela singularidade que fará toda a diferença na vida de algumas pessoas.

–Mãe, terminei o banho, quer ajuda com alguma coisa?—Perguntou descendo as escadas e vendo o seu meio irmão bem ali ajudando a sua mãe.

–Oi Tae!–O alaranjado o cumprimentou animado.–Como foi a prova?–O abraçou.

Pode parecer que eles não se viam a mais de uma semana, mas eles dois não ficaram longe um do outro nem por vinte e quatro horas.

Hoseok, apesar de ser um alfa, era muito emotivo e gostava de bastante contato, e o Kim amava esse lado do irmão, mas jamais admitiria em voz alta.

–Exaustiva.–Reclamou também o abraçando.–E para você? Demorou, em.

–Nem me diga. Foi aterrorizante, eu pensei que eu iria vomitar, foram tantas questões que viravam a minha cabeça!–Reclamou e Taehyung concordou com a cabeça entendendo exatamente como o outro se sentia.

A vontade de se jogar da janela do primeiro andar foi enorme, principalmente por que não iria causar tanto dano.

De toda a forma, Taehyung nunca poderia deixar uma chance de zoar o seu irmão passar. Principalmente essa que foi dada de mão beijada para si.

–Você é muito dramático, irmãozinho.–Debochou.

Nem parecia que era o mesmo garoto que fez o maior drama assim que chegou em casa, não é?

–Olha só quem fala.–Falou sarcástico.–Tia Kim, só eu acho que ele deveria lavar a louça do almoço toda por causa da hipocrisia dele?

–Você é um filho da puta, eu nem fiz nada com você!–Xingou depois de ouvir sua mãe concordar com o Jung e logo depois colocou a mão na boca ao perceber que tinha xingando na frente de sua mãe.

–Taehyung!–Ralhou por ter ouvido seu filho tão bem educado falar aquelas palavras indecentes.

O loiro resmungou palavras incoerentes.

–Graças a isso você vai lavar essa louça até o momento que você sair dessa casa.–Mandou e Taehyung cruzou os braços.

–Isso é tão injusto...—Falou incrédulo.

Hoseok riu da infantilidade do irmão, mas logo foi parado por sua madrasta que apontou para si.

–Está rindo de que? Você vai ajuda-lo!—Disse simples.

–Porra...–Sussurrou e Taehyung olhou para o ruivo que negou com a cabeça em pedido para o menor não fazer aquilo que ele queria.

–Mãe! O Hoseok xingou aqui!—Gritou para a mulher que revirou os olhos por estar lidando com duas crianças.

.

.

.

–É hoje!–Taehyung gritou assim que desceu pelas as escadas animado.–Mãe, bom dia.

–Bom dia filho.–Cumprimentou enquanto entregava uma fruta para Hoseok que fazia o suco.

–Vamos logo!–Gritou animado pulando em cima de Hoseok que quase o xingou mas então lembrou que a senhora Kim estava ali de seu lado e então se conteve.

–Nesses momentos eu lembro que você é ômega.–Murmurou.

–Que momentos?–O Kim perguntou realmente curioso.

–Esses momentos que você não parece que quer cortar minha cabeça, só com o olhar e me trata como ser humano e não como lixo.–Brincou.

Taehyung era alguém de personalidade forte, mas jamais tratou ninguém como lixo, ele apenas não era alguém amável como a maioria dos ômegas e não leva desaforo para casa.

Hoseok se lembra que teve um grupo de betas que estavam brincando com algumas ômegas que choravam, Taehyung se meteu ali sem nem pensar duas vezes.

Ele sequer as conhecia mas a ajudou, quem teve que segurar o Kim tinha sido Jung, por que se não aqueles garotos ainda sentiriam o chute que o loiro teria dado neles até os dias atuais.

Hoseok admitia que no início de tudo ele achou estranho um ômega lhe olhar com deboche sendo que eles são conhecidos por ser dóceis.

Não se enganem, o de cabelos alaranjados amava seu irmão com todas as suas forças, mesmo não sendo irmãos de verdade. Foi difícil no início, afinal Hoseok não esperava nenhuma outra surpresa além da beleza estonteante do irmão, mas no fim sempre é divertido ver alfas desconhecidos darem em cima do Kim descaradamente e desrespeitosamente e ele ri da cara deles como se fossem nada, e se algum alfa forçar algum contato, Hoseok nem precisava se preocupar afinal, Taehyung era quase como uma maquina mortífera.

Ou então ele poderia ser considerado um matador de ego pelo com o tanto de pessoas que ele já quebrou o orgulho.

–Deu para ser sensível agora?–Foi sarcástico.–Sem falar que eu não sou um idiota sem coração, eu só trato que nem merda aqueles que chegam cheios de piadinhas babaca.–Se defendeu cruzando os braços.

–Taehyung! Sem palavrão!–A mãe o olhou feio dando um tapa em sua cabeça.

–Mas merda não é palavrão.–Falou completamente confuso.

A mulher ameaçou o garoto com o olhar e ele ficou quieto.

A única pessoa que dava medo no Kim era sua mãe.

–Taehyung, que tal para mostrar que não é um completo sem coração, me dê um beijo na bochecha.–Hoseok disse e o Kim olhou sua mãe que ainda o ameaçava com o olhar.

O loiro se aproximou e o alfa ficou até mesmo assustado, o máximo que esperava era um tapa em seu braço ou um xingamento.

Não esperava que ele realmente lhe desse um beijo.

Até que o mesmo se aproximou do mais novo para o ajudar, mas riu alto quando viu ele sussurra em seu ouvido um "Vai tomar no meio do seu cu, vou fazer nada não." ao invés de um selar em sua bochecha.

–Tia Kim, o Tae me xingou!–Delatou e Taehyung se fez de inocente.

–Cadê suas provas, em?–Retrucou e Hoseok riu.

–Ok, então.–Deu um beijo em sua bochecha e Taehyung o olhou mortalmente.–Te amo, idiota.

–Espera só, vou te dar uma voadora quando sair daqui.–Ameaçou, mas tinha suas bochechas rosadas.

O Kim era uma incógnita para si, ninguém o entendia e era divertido ficar ao seu lado tentando prever suas futuras palavras.

–Então você vai sozinho pegar os resultados.—Falou após ganhar uma ameaça.

–Mãe! Eu preciso tirar carteira de motorista!

–Você ainda não tem idade.–Disse simples e acabou vendo o seu filho fazendo drama.

Hoseok também não tinha idade, mas o padrasto o emancipou e agora ele vivia as custas do outro.

Decadência.

–Cansei de você, vou levar ele lá Tia Kim, antes que ele roube minha chave e quebre todo o carro do meu pai.–Jung avisou e viu o momento em que o sorriso de Taehyung aumentou de tamanho.

–Yes!–Comemorou indo em direção a porta junto com Hoseok.–Não é possível que você não esteja ansioso com o resultado.

–Nem um pouco.–Respondeu dando de ombros.–Nem faz tanta diferença assim. Se eu não for para a capital eu vou ficar na faculdade mais renomada daqui.—Disse sem se importar.

–Mas Hope, é a capital!–O lembrou e sorriu nervoso.–Eu espero que eu tenha passado.

–Óbvio que você passou, estudou que nem um escravo durante um mês.–Retrucou entrando em seu carro e Taehyung fez o mesmo.–Não faço ideia do motivo que você está tão nervoso.

Taehyung suspirou se segurando para não começar a falar os motivos de estar nervoso, se falasse iria ficar ainda mais nervoso e isso não era uma boa opção agora.

O caminho inteiro foi um silêncio entre os irmãos e o som do carro alto do jeito que Taehyung e Hoseok gostavam.

Quando o carro parou em frente ao local onde ambos fizeram a prova o loiro não esperou nem um momento e quando teve a chance já estava correndo para dentro do prédio parando assim que viu o mural com diversos nomes que mostravam quem havia passado ou não.

–K, K, K...–Ficou repetindo procurando a inicial de seu sobrenome e depois resmungava a letra "T" e depois desceu um pouco até achar o seu nome.

Foi um choque, se calou completamente e se virou para trás vendo Hoseok andando calmamente até si.

–Passei.–Gritou e começou a dar vários pulinhos.–Passei!—Repetiu ainda mais animado.

O irmão o abraçou e o parabenizou.

–Que bom, agora posso parar de fingir surpresa?

–Pode.

Estava tão feliz que nem se deu o trabalho de responder aquele comentário com frieza.

Hoseok riu ao ver o seu irmão pulando por aí e foi atrás do seu nome só co seguiu ouvir as palavras de seu irmão que não parava de pular.

–Eu vou para a capital, caralho!

15 мая 2021 г. 22:10:13 0 Отчет Добавить Подписаться
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