evy-xx Evy Maze

Park Jimin, um jovem pintor de vinte e seis anos, descobre que está à espera do seu primeiro bebê. Ele vê o sonho de ter a própria família no pequeno teste positivo de gravidez no momento em que o segura entre os dedos, mas a recusa de seu noivo, Yoo Kihyun, põe tudo a perder quando a única saída para o homem é a realização de um aborto. Porém, decidido a seguir, Park resolve manter a gravidez e romper o noivado, e se vê encorajado a persistir na vida que tem dentro de si e retoma sua inteira liberdade a partir de então. Gradualmente, Jimin consegue voltar ao mercado de trabalho com suas telas e seu reconhecimento é instantâneo, mas tudo o que não o faz desistir é o ponto máximo de alegria que é viver cada nova fase com o seu bebê. Mas existe um ditado de que alegria demais, não dura, certo? E bem, numa certa tarde de compras, o Park vê como aquilo realmente é verdadeiro. Sozinho, com dor, à beira da perda. Mas se o destino é quem costura as histórias, porque o Park precisava sofrer assim? Talvez fosse apenas a forma dele mostrar para o jovem que nem tudo é tão ruim assim. | MPREG | FLEX |


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Você será papai

JIMIN

Há alguns dias eu não vinha me sentindo bem.

Há exatas duas semanas, estou sentindo muito enjoo e tonturas.

Fui ao médico e fiz vários exames, meu noivo, Kihyun ficou bastante preocupado comigo, mas não pode fazer muita coisa, porque estava em uma viagem de negócios no Japão.

O resultado dos exames veio no mesmo dia, e foi trabalho do doutor Kim me explicar o que estava acontecendo comigo, e me acalmar, depois do meu surto logo após o resultado.

Estou grávido de 4 semanas, Kihyun ainda não sabe, deixei para contar quando ele retornasse, em dois dias.

Minha mãe, que mora em Busan, surtou quando soube, e se ela pudesse me bater por ligação, teria batido, mas depois de muita reclamação e gritos, ela começou a chorar de felicidade com a realidade de que logo, logo seria vovó.

Pedi para que não contasse nada para a família ainda, queria primeiro contar a kihyun.

Decidi fazer uma surpresa. Comprei uma roupinha de bebê, com o nome papai bem grande na frente, e coloquei em uma caixinha vermelha, em cima da cama. Quando Kihyun chegou a nosso apartamento, o recebi com um abraço cheio de saudade e um beijo gostoso.

— Senti sua falta. — ele disse rindo, deixando a mala de lado, e me abraçando de volta. — Como você está? Melhorou?

Assenti ainda abraçado nele, sentindo uma necessidade absurda de carinho.

— Vou tomar um banho, e pedimos algo para comer em seguida, ok?

Ele me deu um beijo na testa, e seguiu para o quarto.

O segui, louco para ver qual seria a sua reação.

Possivelmente choraria. Nós nunca conversamos a respeito de termos um filho, mas acho que a ideia não parece nada ruim. Acho que ele ficará feliz.

Assim que entrou no quarto, parei na porta, o observando. Ele olhou para a caixa, e olhou para trás, sorrindo.

— O que é isso? — segurou a caixa nas mãos.

— Abre. — Cheguei mais perto, sentindo minhas mãos tremerem em antecipação. Estava muito nervoso.

— É alguma peça de renda? Você sabe como eu amo ver você com elas né? — me beijou e sorri, negando.

— Abre logo seu safado. — ele me olhou uma última vez, e abriu a caixa.

No primeiro momento a reação dele foi neutra. Ele olhou para dentro da caixa, parado, por muitos segundos e me olhou sério. Depois sentou na cama, retirou a roupinha de dentro dela, e colocou na cama. Eu estava tremendo demais, me aproximei tentando tocá-lo, mas ele levantou rápido e se afastou.

— O que é isso? — perguntou de costas para mim, eu estava sorrindo, mas meu sorriso morreu no mesmo segundo. — Jimin, o que é isso?

O olhei assustado. Tentei o tocar novamente, mas ele segurou minhas mãos.

— Jimin... Nós não podemos.

Me afastei. Ele me olhou sério novamente.

— E-Eu pensei q-que nós...

— Não, Jimin, nós não podemos. Eu... não posso.

— Kihyun calma, eu-

— Não!

— E o que quer que eu faça? Kihyun, eu estou grávido. Estou com quatro semanas, amor.

— Quatro semanas? Mas como eu pude me descuidar assim... merda. Jimin eu vou arrumar um jeito ok? Não vou deixar esse... essa coisa mudar tudo.

— Essa coisa? — senti meus olhos se encherem de lágrimas. — essa coisa é nosso filho!

— Não, não pode. E-Eu conheço um ótimo médico que... que consegue arrumar isso. Nós-

— Eu não estou acreditando que está falando isso kihyun. — o interrompi sentindo minhas mãos trêmulas

— Eu estou! — começou a retirar as roupas para tomar banho. — Nós não podemos deixar isso acontecer. Amanhã mesmo nós iremos ao médico e resolveremos.

— Eu não irei a lugar algum. É meu filho.

— Eu não quero essa criança, Park! — falou mais alto, me dando um leve susto pelo tom de voz.

— Mas eu quero, Hyun! O corpo é meu, e nem você, nem médico algum irá tocar nessa criança! — gritei, estava tremendo muito, o que possivelmente não faria bem para o bebê.

Ele me olhou e sorriu de um modo completamente desconhecido por mim, vindo até onde eu estava e parando de frente.

— E como você irá criar essa criança sozinho? Esqueceu que você vive todo esse luxo graças a mim? Se quer que isso continue, será assim. Será assim até o fim.

As lágrimas começaram a descer pelo meu rosto. O homem no qual eu amo, e que estava pronto para formar uma família, estava me humilhando?

— Eu sou um artista e consigo viver com meus quadros. — disse em meio às lágrimas.

Ele riu negando. Meu sofrimento parecia o animar.

— Pare com esse choro, e eu já disse, eu não quero essa criança jimin. Está decidido.

— Eu não irei tirar! — gritei

— Então terá que me esquecer! — o olhei sem acreditar nas palavras. — ou fica comigo enquanto der, ou com esse... com esse bebê e sozinho no mundo.

Me levantei sentindo as lágrimas molharem todo meu rosto e parte do meu pescoço de forma desesperada e fui até o closet para buscar minha mala.

— Irá mesmo fazer isso? — Kihyun perguntou.

Ele estava bem atrás de mim. Abri a mala e coloquei em cima da cama. Voltando para o closet para buscar minhas roupas.

— Jimin, olha o que você está fazendo! Irá mesmo estragar tudo, por causa de algo tão pequeno? Eu te amo, podemos viver bem pelo tempo que temos, só nós dois.

— Você quem está estragando tudo! Você só pensa em você! — Gritei jogando as roupas dentro da mala e olhei-o — Esse era para ser um momento lindo kihyun. Sabe quantas vezes eu chorei em dois dias? Eu imaginei a sua melhor reação! Eu pensei que me amava, e que todas às vezes que disse que eu era a única família ao seu lado, fosse real! Mas não, para você eu sou apenas o namoradinho relaxado que vive do luxo que você proporciona.

— Eu não quis dizer isso, Minnie. Eu-

Passei as mãos pelo meu rosto, enxugando as lágrimas e olhando-o nos olhos.

— Eu tenho uma carreira também, pode não ser grande como a sua, mas é o meu orgulho. Eu estou indo, porque amo o meu filho. Eu o descobri a dois dias, mas já o amo muito e não desistirei de algo que quero por causa de você!

— Você está sendo tolo.

— Eu estou fazendo a coisa certa. Eu pensei que amava um homem, mas amo um covarde. Eu não fiz essa criança sozinho, Kihyun, mas irei cuidar dela, dessa forma.

— Jimin, por favor. — ele segurou meu braço quando fechei a mala, e a coloquei no chão, calçando meus sapatos em seguida.

— Eu venho buscar o resto das minhas coisas depois. — Avisei antes de sair.

Estava chorando, deixando-o para trás e seguindo com apenas minhas roupas, e o meu bebê.

Tudo o que agora eu tinha.

Continua...

16 мая 2021 г. 0:02:26 0 Отчет Добавить Подписаться
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