juanpablo Juan Diskay

Duas mulheres em busca de superar suas abstinências sexuais, descobriram uma forma bem peculiar de suprir seus desejos.


Эротика 18+.

#tressem
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TRESSEM

O luxuoso carro parou no estacionamento de uma pequena loja de ferragens, uma “tem tudo”. Não passava despercebidos os olhares para a motorista que desembarcava do veículo.

Uma morena de estatura mediana, de meia idade, seios fartos apertados em uma blusa dois números abaixo, expelindo as curvaturas das partes superiores das protuberâncias, exibindo discretamente a renda do perfeitamente moldado soutien, cintura exposta mostrando a bem cuidada estrutura abdominal, com o contorno do quadril impecavelmente ligados nas grossas coxas, apertados numa saia que se limitava um pouco abaixo dos joelhos, apresentando as discretas linhas da costura de sua calcinha, deixando também à mostra as panturrilhas moldadas. Tudo apoiado em uma sandália salto agulha. Exibia um rosto angelical, olhos e longos cabelos negros, com um sorriso malicioso expressados nos lábios grossos maquiados com um batom vermelho.

Sabia que era bonita e gostosona. Fazia questão de se preparar quando iria sair. Porém, monogâmica desde os vinte anos, casou com um homem 20 e poucos anos mais velho. No início uma opção e com o tempo se tornou amor, gerando três filhos na união. Hoje está com uma abstinência íntima de quase três anos. Marido dedicado ao trabalho e uma vida de poucas preocupações com a saúde, foi inevitável que as doenças da idade e da vida sedentária apareceriam. Para a infelicidade dela, atingiu uma das principais partes de sua relação, com disfunção erétil, baixo libido e outras consequências. Às vezes, lembra que nas últimas vezes que estiveram juntos, onde somente ela sentiu prazer com as manipulações orais e manuais.

De sangue quente, com origens ancestrais de ciganos espanhóis e resquícios de alguma nação oriental (ela acha que é turca), antes de casar teve vários casos amorosos e ainda sente muito desejo de fazer amor.

Com motivações de sobra, aprendeu a ser fiel. Não imaginava até quando isso poderia perdurar.

— Bom dia, dona Carmen!

— Bom dia, meninos!

— O que podemos ajudar? Perguntou o vendedor, com uma abordagem visual indiscreta e de admiração, que a olhava de cima até embaixo.

— Preciso das coisas desta lista, por gentileza! Disse entregando, indiferente às "abordagens visuais" do vendedor.

Depois de alguns minutos, retornou com uma cesta cheia de bagulhos, conforme a lista.

— Temos quase tudo! Apenas o item “borracha para porta de geladeira” que não!

— “Borracha para porta de geladeira”??? Ah! Já sei o que é!

— Não temos mesmo! É bom procurar uma autorizada para isto!

— Você me indica alguma?

— Olha! Temos um funcionário aqui, um novato, e pelo o que sei, o pai dele trabalha com este tipo de serviço!

— Ué!! Chama ele então!

Mais alguns minutos, o vendedor apareceu acompanhado com um rapaz alto, com um semblante sério, tentando entender a situação.

— Dona Carmen! Este é Jorge “Tressem”! Jorginho para todos!

Os olhos da Carmen fitaram na beleza simples do rapaz, tentando ser discreta, evitando emitir suas emoções.

­— Pois bem, Jorginho! Preciso de sua ajuda!

Olhando com reprovação para o vendedor, desviou sua atenção para a bela morena, abrindo um atinado sorriso.

— O que posso ajudá-la?

­ — Seu “amigo” me informou que seu pai trabalha com manutenção de geladeiras!

— Sim! Trabalha sim!

— Meu marido pediu para comprar uma borracha para porta de geladeira! Será que pode me ajudar?

— Claro! Mas tem um porém! Terei que ver o modelo da geladeira e se é realmente a troca da borracha para solucionar o problema!

— E qual é o problema?

— Tenho que ir a sua casa!

— Pergunto novamente! Qual é o problema? Moro bem perto! E estou de carro aqui!

— Não é isso! É que estou trabalhando agora! Só poderei ir no fim do expediente, depois das 18:00 horas!

— Ah! Entendi! Vamos fazer uma coisa! Anote o meu endereço e passa lá após o trabalho! Pode ser?

— Sem problema!

Após se acertarem, Jorginho olhou para o sorrateiro vendedor.

— Pára com isso!

— Parar com o que?

— De me chamar de “Tressem”! Sabe que eu não gosto!

— Foi só uma brincadeira! Me desculpe!

Por volta das 18:15 horas, a campainha tocou na abastada casa. Carmen convidou o rapaz para entrar, e após ser apresentado ao marido, detectou que realmente era um problema na borracha da porta. Anotou o modelo e explicou.

— Vou verificar e passo o orçamento!

— Não precisa! Já está autorizado!

— Então amanhã aviso a programação dos serviços!

— Combinado!

Jorginho saiu da casa, admirado com a beleza simples daquela mulher, que acompanhou em todo o processo da vistoria.

— Deve ser um foguete na cama! Pensou.

No dia seguinte, novamente após o expediente, Jorginho foi até a casa da Carmen, passou o orçamento e explicou que o pai dele poderia fazer o serviço somente dali uns vinte dias, pois estava muito atarefado com outros pedidos.

— Você não sabe fazer? Perguntou Carmen.

— Sim! Eu sei!

— Então porque não faz?

— Só tenho um tempo livre no sábado à tarde!

— Para mim, sem problema!

— Então até sábado!

— Até! Ééé... Jorge?

— Sim, dona Carmen?

— Me perdoa se estou sendo um pouco enxerida, mas “Tressem” é o seu sobrenome?

— Não! É só uma brincadeira do pessoal do serviço! Um apelido!

— Entendi! Me desculpe!

— Não precisa se desculpar! E obrigado pelo serviço!

— Obrigada eu!

Os olhares se hipnotizaram por alguns segundos e ele se retirou.

— Ufa! Exclamou Carmen, abanando a mão próximo ao rosto.

Carmen tem uma amiga de infância, Elizabeth, tão bonita quanto e a convidou para ir na sua casa no sábado, fazer companhia enquanto Jorginho consertava a geladeira.

Sábado pontualmente ele chegou e foi tomando as providências para logo ficar liberado.

— Carminha! Que técnico é este? Rapaz bonitão!

— Sossega seu facho! Ele realmente é muito bonito, mas é educado e respeitador! Não arrume confusões aqui em casa!

— Qual o nome dele?

— É Jorge! Tratam ele de Jorginho! Jorginho “Tressem”!

— Tressem? Você disse Tressem?

— Sim! Jorginho Tressem! É só um apelido que deram a ele!

— Vou te contar uma história!

— Lá vem você com suas histórias....

— Fique quieta, menina! Esta história é verdadeira!

— Então conta!

— Fui na minha manicure, a Ana Maria, você conhece!

— Sim! E daí?

— E daí que eu e ela de vez em quando temos alguns papinhos sobre nossas intimidades! Não como nós duas, mas surge algumas conversas um pouco picante!

— Mas ela é tão novinha! Estas meninas de hoje......

— Olha quem está falando! Quando você era adolescente parecia até uma santa! Rsssss.

— Conta logo sua “história”!

— Pois então, Carminha! Me contou que há umas três semanas, numa sexta-feira, foi convidada para uma festa na casa de uma colega, uma cliente também! Lá ela ficou conhecendo um rapaz muito simpático e educado e que ficaram horas conversando até ela ir embora! Disse que deu até um beijo nele na saída, apesar de ser noiva!

— Cadê o noivo desta menina que a deixa sair por aí beijando todo mundo?

— Fique quieta! Me disse que foi a primeira vez que fez isto...

— Sei...

— E que o rapaz era sedutor demais e não conseguiu evitar! Sabe aquela feira que tem aos domingos ali na avenida principal?

— Claro que sei! Vou lá sempre!

— Então! Disse que estava lá com sua mãe, quando de repente este rapaz aproximou, cumprimentando as duas!

— Aí tem...

— Se prontificou a ajudá-las a levar as compras e foi inevitável com a sua simpatia e educação, ser convidado a ficar para almoçar!

— Gente! Cadê o marido e noivo destas mulheres?

— A mãe é divorciada e elas moram sozinhas. O noivo estava viajando a trabalho! Tem uma irmã mais nova também!

— Pronto! Um cenário perfeito!

— Pois é! Continuou dizendo que ficaram bebendo antes do almoço e que por volta de meio dia a mãe dela teve que dar uma saidinha rápida no mercado, buscar alguma coisa, sei lá, e que ele aproximou dela e quando percebeu, já estavam peladinhos bem ali na sala!

— Noooossa!

— Falou que ele ficou mais de uma hora em cima dela! Disse que nunca levou tanta pirocada na vida! Parecia que tinha dois homens! E que o pau dele era algo assim...., maravilhoso!

— Que isso, Beth?

— Carminha! na hora, fiquei molhadinha só de pensar!

— Eu já estou assim...

— Me disse que ele foi super carinhoso! Comeu ela gostoso! Tudo quanto é posição e jeito!

— Ai, menina!

— Acha que ele gozou umas duas ou três vezes dentro dela! Que era tanta porra que parecia um animal! Ela mesma gozou três vezes!

— Puta que pariu!

— Nem te conto a sequência!

— Conta logo!

— No finalzinho, quando nem conseguia mexer direito, apareceu a mãe!

— Não acredito, menina!

­ — Disse que no começo ela começou a xingar e esbravejar e quando assustou o viu chupando a buceta da mãe dela!

— Misericórdia!

— Falou que estava tão esgotada, que só via a mãe balançando o corpo e o rapaz socando forte!

— Que homem é este?

— Pois é, Carminha! A mãe disse que gozou duas vezes, e que ficou trepando com ela até ele gozar duas vezes!

— Jesus! O que aconteceu depois?

— Que foi embora depois de beijar as duas e que ficaram muito tempo ali, no chão da sala mesmo, todas meladas de porra!

— Acho que se a irmã dela estivesse lá ele a traçava também!

— Provavelmente!

— Beth! Estou encharcada de tesão! Quisera um homem deste cruzasse o meu caminho! Acabaria com a minha abstinência por uns dois anos!

— Ouça essa! Na semana seguinte deste acontecimento, ela encontrou a colega, lá da festinha, e foram até o trabalho da moça e lá viu o rapaz novamente! Mas manteve na dela e perguntou para a colega quem seria ele! Disse que era um novato na empresa e com a evolução da conversa, a colega confessou que havia saído com ele no sábado, após a festa!

— Que safadão, heim?

— Preste atenção! A colega disse que ele, na sexta, na festa, logo depois que ela tinha ido embora, que ele pegou uma menina e que comeu ela por mais de hora, com o pau dentro sem parar, na frente de todo mundo e que ficou excitadíssima com a cena e convidou-o para voltar no sábado! Falou que nunca meteu tanto! Que ele não cansava! Só parou porque ela pediu muito!

— Me acompanha o raciocínio! Na sexta comeu a colega da colega até acabar com ela! No sábado comeu a colega dela até acabar com ela também! No domingo comeu ela e a mãe dela até a exaustão! Este cara não existe, Beth! Só pode ser mentira!

— Vou provar que não! Advinha o nome deste rapaz?

— Como posso saber?

— Vou te dar uma pista! A colega dela trabalha na loja de ferragens, ali perto da esquina da praça!

— Sei! O Jorginho que está mexendo na geladeira trabalha lá!

— Então....

— Não acredito! Não acredito!

— É sim, Dona Carmen! É ele mesmo! Jorginho “Tressem”!

— Jesus, Maria, ....

— Por isso te contei esta história! Ana Maria disse que não esquece dele um só dia! E que está planejando uma outra vez! Ela e a mãe!

— Ele tem um negócio assim mesmo, uma atração, sei lá! Hipnótico! Será que é ele mesmo?

— Porque não pergunta?

— Você ficou doida? Imagina uma coisa desta? Perguntar se ele trepa com vinte mulheres ao mesmo tempo? Sua louca...

— Vou lá!

— Pára, Beth!

— Vem também!

— Não!

— Venha! Assim você mata sua curiosidade também! Quero saber se esta história é verdadeira também!

— Beth! Eu te conheço e não vai parar até conseguir a verdade! Isto se não querer experimentar também!

— Deixa comigo! Não vou deixar você constrangida! Se bem que deve estar toda molhadinha aí entre as pernas, querendo muito...!!!

Carmen: — Oi, Jorginho! Esta é Beth, minha amiga! Como está o serviço?

Jorginho: — Quase terminando! Muito prazer, dona Beth!

Beth: — O prazer é todo meu! Jorginho, seu nome?

­Jorginho: — Sim!

Beth: — Eu já ouvi falar de um Jorginho, Jorginho “Tressem”? Algo assim...

Jorginho: — Puxa! Notícias correm...

Beth: — É você?

Jorginho: — Sou o Jorginho! Tressem foi um apelido que o pessoal da loja colocou em mim! E para ser sincero, não gosto muito!

Beth: — Me desculpe! Não sabia!

Jorginho: — Não precisa se desculpar! Ninguém sabia mesmo! E me responde uma coisa, por gentileza!

Beth: — O que?

Jorginho: — Você ouviu falar de mim exatamente o quê?

Beth: — É um assunto muito pessoal, e acho que não carece de esclarecimentos, não acha?

Jorginho: — Concordo! Mas quando se trata de minha pessoa, é lógico que eu ficaria um pouco preocupado!

Carmen: — Vamos encerrar o assunto?

Beth: — Não se preocupe! Foi apenas coisas boas!

Jorginho: — Posso até esconder que não estou curioso, mas nem imagino que poderia ser este “algo de bom” que andaram falando de mim!

Carmen: — Está bom, gente! Vamos encerrar por aqui!

Beth: — Porque “Tressem”?

Jorginho: — Não ouviu a Dona Carmen?

Beth: — Porque “Tressem”?

Jorginho: Quer mesmo saber?

Beth: — Quero!

Carmen: — Poderia por gentileza ficar quieta, Beth?

Jorginho: — Pode deixar, dona Carmen! Vou explicar! Na verdade, vou explicar às duas!

Carmen e Beth ficaram estáticas esperando o que Jorginho diria, mesmo sabendo o que seria.

Assim que terminou o serviço, Jorginho juntou as ferramentas e limpou o local do trabalho.

— Prontinho, dona Carmen! Pode testar!

— Obrigada, Jorginho! Ajudou bastante!

— Muito bem! Vejo que estão ansiosas para saberem sobre o meu apelido!

Carmen: — Até que não! Você pode não querer dizer, se quiser!

Jorginho: — Eu sou um pouco tímido para estas coisas, e nem tenho convivência o suficiente para que esclareça algumas coisas pessoais!

Beth: — Olha, Jorge! Eu e Carminha somos casadas, e muito bem casadas e normalmente não damos este tipo de liberdade para as pessoas! A história que ouvimos sobre você, é, assim, muito picante e foi dita por pessoas que estiveram convivendo com você! O que você faz ou deixa de fazer na sua vida, não é da nossa conta! O que queremos mesmo saber é a veracidade destas histórias, que até um determinado ponto, chega a ser até absurdas! Algo muito incomum!

Carmen: — Pára, Beth! Isto é constrangedor!

Jorginho: ­— Sou muito discreto nas minhas coisas pessoais! Eu tenho uma natureza diferenciada! E isto às vezes, assusta as pessoas!

Beth: — Natureza diferenciada?

Jorginho: — É! Por assim dizer! E acho que vocês já sabem o que exatamente é!

Carmen: — E porque “Tressem”?

Jorginho: — Como vou explicar......?!! Fui convidado para uma reunião com o pessoal da loja! Uma confraternização! Aí aconteceu uma situação inusitada...!!! Eu me expus diante de todos tendo um momento.... íntimo... com uma garota! Entendem??

Beth: — E o que que tem? Perguntou mesmo sabendo do acontecido.

Jorginho: Não sou assim, tão explícito! Sou bem mais discreto!

Carmen: — E qual é o problema de ter uma relação íntima com a sua namorada?

Jorginho: — Primeiro não era minha namorada! Segundo gosto de fazer, mas assim, entre quatro paredes, entendem?

Beth: — Claro que entendemos! Mas o que tem isso haver com o apelido?

Jorginho: — É o caso da minha natureza! Eu tenho uma “disposição” acima do normal! Entendem como é?

Carmen: — Olha, Jorginho! Nós entendemos muito bem e está mais ou menos dentro do que ouvimos sobre você! Mas porque “Tressem”?

Jorginho: — Eu..., assim..., normalmente..., fico mais tempo que o normal! Neste dia, com as motivações da bebedeira, eu comentei com esta moça que eu fiquei, que conseguiria goz..., assim..., chegar lá, entendem, três vezes sem tirar..., dela!

Carmen: — Meu Deus! Você consegue fazer isto?

Jorginho: — Sim! Consigo! Como expliquei! Minha natureza...

Beth: ­— E você conseguiu?

Jorginho: — Ela saiu debochando disto, espalhou para todos, e se propôs a ser, por assim dizer, a cobaia, ali mesmo na frente de todos! O deboche da turma foi inevitável!

Carmen: — E...???? Sussurrou excitada.

Jorginho: — Aí aconteceu! Consegui chegar lá, as três vezes, sem tirar de dentro dela!

Carmen: — PQP!!!!

Beth: — Então é verdade!!!!!

Jorginho: — Aí veio a história do “Tressem”! Chegar lá “três” vezes, “sem” tirar! Tressem! Entenderam?

Beth: — E como! E como entendemos!

Jorginho: — Bom! Como já sabem da minha história, vocês me dão licença!

Carmen: — Desculpe pela intromissão! Não queríamos....

Jorginho olhou-a de cima abaixo, e afastou em silêncio.

— Menina de Jesus! Imagina uma coisa desta! O sujeito ficar enfiando em você até gozar três vezes! Eu morro com um negócio deste! Gemeu Carmen.

— Não consigo parar de imaginar! Eu excitada só de ouvir!

— Eu também!

— Carminha! Estou pensando numa coisa!

— Nem pensar, Beth!

— Só uma vez!

— Encerra este assunto agora!

— Você não trepa tem quase três anos, ou mais! É um vulcão de energia! Anda toda se exibindo! Ninguém vai saber!

— Você acha que eu fico por aí, querendo transar com qualquer homem que aparece? Me respeita!

— Ele não é qualquer homem! “Estou encharcada de tesão! Quisera um homem deste cruzasse o meu caminho! Acabaria com a minha abstinência por uns dois anos”! Você mesma me disse isto agora há pouco! Não venha me dizer que não sonhou com um homem deste?

— Na hora eu nem sabia quem era!

— Se você não quiser, problema seu! Eu vou querer! Que se dane meu marido! Vou experimentar só uma vez!

— Tomara que vicie!

— Adoraria!

— Safada! Sem vergonha!

— Não me diga que não está fervendo por dentro! Duvido que não vá ficar pensando nisto!

— Me deixe em paz! Assunto encerrado!

Passaram dois dias depois deste acontecimento, e Carmen e Beth mal se falaram.

— Beth tem razão! Não consigo para de pensar naquele rapaz! Sussurrava.

No terceiro dia, Beth ligou perguntando se ela poderia passar na casa dela no início da noite, para conversarem.

— Depois daquela conversa, acho que nos afastamos muito! Me desculpe, minha amiga! Esclareceu Beth.

— Desculpa eu! Eu fiquei um pouco atordoada com a situação! Pode deixar que eu vou!

Despretensiosa com o encontro, Carmen se arrumou como sempre, avisando aos seus que estaria na casa de Beth, e que não demoraria muito.

Se abraçaram no encontro, conversando assuntos sobre o dia a dia. Algumas doses de bebidas, e logo estavam altinhas, rindo de coisas corriqueiras.

— Cadê o maridão?

— Viajou ontem! Foi supervisionar um trabalho do outro lado do país! Avisou que vai chegar depois de amanhã!

— As crianças estão aonde?

— Foram para casa da mamãe, ontem mesmo! Tinha muito tempo que não iam lá!

— Então está sozinha! Solta e liberada! KKKK.

— Sozinha, não! Você está aqui!

— Desculpe, minha amiga! Aquele dia lá em casa fui muito ríspida com você!

— Sem problema, Carminha! Eu também provoquei muito a situação!

— E que situação, heim?

— Não consegui deixar de pensar naquele assunto!

— Nem eu! Você tinha razão que eu não esqueceria!

— É uma situação diferente!

— Você arriscaria?

— Acho que sim! E você? Arriscaria?

— Também acho que sim! Ainda mais que estou assim, um pouco bêbada! Nossa! Fico molhadinha só de pensar!

— Vamos marcar um dia com ele?

— Não sei, Beth! Não sei se aceitaria!

— Se ele aparecesse agora! O que você faria?

— Não sei! Acho que deixaria ver até onde iria!

— Está cheia de vontades, né?

— Eu adoro sexo! Mas estou ficando um pouco frustrada com Alberto! Tenho minhas necessidades de mulher! Ultimamente, andei até pensando em sair com outro, só para saciar a minha vontade! Tenho masturbado quase todos os dias!

— Estou assim também! Parece que estou deitando com meu irmão!

— E depois daquele dia, o rapaz está sempre nas minhas fantasias!

— Nossa, amiga! Exatamente assim!

— Sei não se ele aparecesse aqui hoje!

— Faria o quê, Carminha?

— Você sabe exatamente o que, sua safada!

— Imagina um sujeito ficar mais de uma hora, enfiando gostoso em você...

— Pára! Pára! Se continuar vou ter que usar seu banheiro, mas não para minhas necessidades fisiológicas!

— Estou fervendo!

— Eu também!

— Quisera ser uma sapatona agora!

— Sai pra lá, lésbica! Gosto é de homem!

A campainha tocou e Beth foi atender.

Carmen viajava nas fantasias de acabar com suas indigências de fazer um sexo amoroso intenso. Rodeava os dedos na borda da taça de vinho, quando olhou para porta, gritou de susto quando viu Jorginho acompanhando Beth.

Jorginho: — Olá, dona Carmen!

Carmen: — Ooo...lá!

­Jorginho: — Pois bem, dona Beth! Onde está a geladeira?

Carmen: — Geladeira? Que geladeira? Pensou.

Beth: — Na verdade eu inventei a história da geladeira para que você viesse aqui fazer companhia para nós duas! Achamos você um rapaz muito simpático e educado! Então preparamos esta recepção!

Carmen: — Mas que recep....

Jorginho: — Eu deveria ter percebido!

Beth: — Bebe alguma coisa?

Jorginho: — O que tiver!

Carmen chamou a amiga na cozinha, nitidamente nervosa.

— Mas que história é esta?

— Não gostou?

— O que está pensando, Elizabeth?

— O que você acha que estou pensando?

— Não vou entrar nesta história!

— Como assim? Quase gozou só de pensar nele!

— Meu Deus! Que loucura!

— Venha aqui, minha amiga! Vamos aproveitar!

— Não sei! Estou nervosa! Muito nervosa!

Chegaram na sala e Jorginho estava sentado, observando as duas.

­Jorginho: — Acho que sei exatamente o que vocês querem!

Beth: — O que seria? Agora lê pensamentos?

Jorginho: — Não preciso ser adivinho para saber!

Beth: — Então o que está esperando para realizar nossos sonhos?

Carmen: — Senhor Amado!

Jorginho aproximou de Carmen, que estava extremamente nervosa, segurou o rosto dela e colou seus lábios, lançando a língua docemente na boca dela, procurando a correspondência do carinho. Inerte, Carmen entreabriu sua boca, entrelaçando as línguas, como dois namorados no primeiro beijo. Beth observava a entrega, desabotoando sua blusa, querendo se despir o mais rápido possível. Viu sua amiga pendurando no pescoço do rapaz, saboreando o beijo e sentindo as mãos hábeis deslizando no corpo, ainda sobre as roupas. Beth aproximou, e interrompeu o beijo, iniciando o dela. Mais afoita que o normal, lançou a mão sobre a calça de Jorginho, apertando o mastro que iniciava ficar ereto, enquanto ele desabotoava a blusa de Carmen, que paralisada, observava as carícias da amiga com o amante.

Beth, despindo quase por completa, ficando apenas de calcinha, ajoelhou desabotoando a calça do rapaz, forçando-o a tirá-la e logo expôs a benga grossa de uns vinte e poucos centímetros.

— O quê que é isso??? Exclamou as duas quase ao mesmo tempo.

— A realização de seus sonhos! Brincou Jorginho.

Beth aproximou a boca, tentando chupar. Um pouco mais relaxada, Carmen também ajoelhou e a duas ficaram disputando espaço com chupadas e lambidas molhadas, ao ponto de algum momento, no ápice da excitação, elas trocaram um beijo deliciosamente quente. Ficaram deliciando da felação por vários minutos, se manipulando, enquanto acabavam de tirar as roupas.

Longe de um gozo, Jorginho sentou as duas no sofá, observando a beleza física delas, e abrindo as pernas da Carmen, expondo sua vulva cabeluda que tentava esconder a carne arroxeada dos pequenos lábios, e que despontava um pequeno grelo, que pulsava de prazer. A umidade encharcava todo o púbis daquela área. Abocanhou a fenda quente, e logo começou a cunilíngua feroz, com chupadas fortes e pequenas mordidas na carne exposta.

— Aaaiiii! Gritou Carmen, afagada pela amiga que chupava e lambia seus seios, mordendo os mamilos duros.

Jorginho enquanto chupava Carmen, enfiava os dedos na gruta da Beth, que chupando os peitos da Carmen, também recebia as mãos da amiga nos seus, apertando e alisando-os.

Depois de alguns minutos, Jorginho trocou de buceta, e começou a chupar Beth, que urrou com o carinho. Mais alguns minutos, Jorginho levantou apresentando seu enorme mastro. Aproximou delas, ficando em pé perto do sofá e Carmen logo segurou e começou a lamber na ponta da glande. Beth observava, deliciando com a cena, enquanto Carmen massageava as bolas. Beth aproximou beijando a cabeça do mastro também tentou enfiar na sua boca e sem conseguir, começou a chupar lentamente o corpo e a cabeçona avermelhada, babando e lambendo. Carmen entrou entre as pernas dele e começou a beijar e chupar as bolas. Jorginho segurava os cabelos das duas, controlando-as na execução do serviço.

Carmen chupava muito e com uma das mãos masturbava e a outra enfiou o dedo no ânus da Beth.

— Nossa! Que delícia! Adoro! Gemeu Beth.

Beth massageava e lambia o cacete, se deliciando com as carícias da Carmen. Jorginho estava longe de gozar. Os três gemiam de prazer. Carmen tirou o dedo do cú da parceira e enfiou no dela mesma, se masturbando. Beth largou o pau, e afastou Carmen para poder chupar as bolas também, engolindo-as quase todas, babando e cuspindo nos culhões. Enfiou o dedo no ânus da Carmen, completando com o dela que já estava lá dentro. Carmen retribuiu enfiando o dedo da outra mão na Beth. Beth masturbava Jorginho e ficava intercalando as chupadas com a Carmen. O cacete do Jorginho latejava de prazer.

— Isso, meninas!!!!!! Continuem! Assim!!! Muito bom!

Carmen e Beth aceleraram as manipulações e ele começou a expelir pequenas gotas de esperma, motivando ainda mais umidade salivais no músculo rijo. Carmen avançou sua boca na pica lambendo o creme expelido, aproveitando até a última gota. Ficou mais algum tempo ali, saboreando, beijando e lambendo.

Carmen deitou no chão, ainda com o dedo no ânus da Beth, tirou-os dedos lentamente e deitou ao lado dela, beijando-a delicadamente. Jorginho ajoelhou e novamente abriu as pernas da duas, lambendo e sugando todo o liquido vaginal emitido. Deram um gemido longo e prazeroso com as bocas coladas em um beijo. Deslizou entre as duas, interrompendo o beijo e começou a intercalar, beijando Carmen e depois beijando Beth, deixando em cada boca um pouco dos néctares vaginais coletados. Engoliu o resto e deram um saboroso beijo a três.

— Ai, minha nossa! Estou morrendo de tesão! Isto não acaba nunca! Vocês são demais! Exclamou Carmen.

— Também estou fervendo! Replicou Beth.

— Nunca senti tanto tesão na vida! Vou querer muito! Exigiu, segurando no mastro do Jorginho, que latejava, masturbando-o.

— Vocês duas são demais! Estou achando que vou vir aqui muito tempo!

— Nem ouse sair daqui! Afoitou Carmen, subindo sobre o corpo dele e lhe dando um caloroso beijo, esfregando os peitos.

— Huuuuummmm! Gemeram.

Carmen continuou sobre ele esfregando e contorcendo seu corpo. Ele a abraçou e continuaram a se beijar, longamente, entrelaçando com frenesi suas línguas. Beth virou e começou a chupar novamente o membro duro. Masturbou-o um pouco enquanto olhava a fenda úmida da Carmen se esfregando nele. Carmen abriu um pouco mais as pernas mostrando sua vagina carnuda e o cuzinho dilatante de tesão e Beth, admirando aquela carne atrativa e molhada, enfiou dois dedos na vagina e depois os enfiou no ânus da amiga que pulou contraindo sua bunda, e gemeu com a boca colada no Jorginho, que acariciava a bunda, forçando a abertura. Enquanto Beth enfiava os dedos na amante, masturbava e chupava o mastro do rapaz, pulsando de rigidez. Aproximou e lambeu a fenda da Carmen, encharcando-a de saliva, que se contorcia toda sobre o rapaz e segurando o cacete duro, deu mais uma chupada molhada na cabeça e a conduziu para a entrada da vagina sedenta. Se deliciou com aquela cena da Carmen se aconchegando para receber o mastro que já estava penetrando e Jorginho levantou levemente o corpo para introduzir mais. Beth deleitou de prazer, induzindo sua mão na buceta e enterrando vários dedos, masturbando.

O mastro duro enterrou por completo na gruta da Carmen.

— Aaaiiii, que maravilha! Que deliiiiiiicia! Que caralho grande! Grosso! Duro! Gemeu se deliciando da sensação de ser penetrada.

Começou a rebolar e cavalgar em cima da pica dura, pulando freneticamente enterrando e tirando rapidamente. Jorginho apertava seus peitos e forçava ainda mais a penetração.

— Toma, seu filho de uma puta! Toma a minha buceta! Toma a minha buceta! Enterra esta pica aqui dentro! Gritou Carmen, engolindo com sua buceta aquela pica enorme. Beth olhava aquele movimento frenético e barulhento, se masturbava até que ela avançou com a boca no coito, e começou a lamber e morder nas laterais que surgiam da pica. Tirou lá de dentro e deu uma chupada demorada e depois enfiou novamente na buceta suplicante. Repetiu o ato de tirar, chupar e enfiar novamente na buceta da Carmen várias vezes. Beth aproximou da vibrante e inquieta bunda da Carmen e encheu a entrada do ânus com saliva, lambendo e chupando. Carmen gritava muito com aquilo tudo. Urrava de tesão.

— Aaaiiii! Aaaiiiii! Mete! Mete! Mete mais! Quero meter! Eu quero meter mais! Enfia! Enterra! Isso, Beth! Enfia esta pica em dentro de mim! Me fode gostoso! Gritava.

As sacudidas da Carmen relavam seu grelo no púbis do amante, e logo anunciou seu primeiro gozo.

— Toma, seu cachorro! Toma minha buceta! Vou gozar! Vou gozar! Não aguento mais! Gozando! Gozaaaaannnndo! Ihhhrrrrrr! Urhhhuuuuurrrr! Ahhhhhh! Gemeu sentada no cacete duro.

Beth olhou aquela cena e aguardou um pouco a curtida da amiga, e retirou novamente a pica, dando uma chupada bem saborosa e molhada, e guiou a cabeça para a porta do cuzinho da amiga. Jorginho levantou o corpo forçando a entrada, e Carmen apertou sua bunda sobre o músculo rijo, que lentamente entrou a ponto de ela sentir as pregas estourando, e deslizou no cú apertado. Carmen rebolou gritando freneticamente.

— Ai! Ai! Ai! Aiii, meu cúúúú! Come meu cú assim! Enfia! Mete muito aí no meu buraquinho! Aiiiiiiiiiiii! Que pica gostosa, meu Deus! Mete ele lá dentro! Mete bem fundo!

Começou a pular na pica, enterrando forte e rápido. Gritava e gemia. Carmen estava alucinada de tanto prazer. Beth observava e se preparava para também receber aquele mastro. Estava muito afim de meter.

Jorginho estava com a rola tão dura, que parecia uma pedra rasgando o reto da amante. Logo sentiu vontade da gozar e empurrava mais forte dentro do rabo.

— Vou gozar, sua puta!

— Então goza, seu depravado!

— Toma, vadia gostosa! Continuando a enfiar forte.

— Aaaiiii, meu cú! Ai, meu cú! Mete! Vou gozar de novo, Tressem! Vou gozar de novo, Jorge! Nós dois juntos! Estou sentindo sua porra jorrando no meu rabo! Está chegando! Está chegando de novo! Vou gozar! Vou gozar! Estou gozando! Gozannnnnnnnnndooooooooo! Aaaaaaiiiiiiiiiii! Ahhhhhh! Munnnnrrrrfffff! Gemeu, contorcendo, rebolando, tremendo, e tendo vários espasmos de orgasmos, caindo quase desmaiada ao lado dos amantes. Beth imediatamente avançou a boca na rola, que sequer deu sinais de amolecer, chupando e mordendo a carne rija e grossa melada de porra e avermelhada da recém penetração. Enquanto chupava, gemia e dava grunhidos, girando o seu corpo, subindo no colo dele, que continuou deitado, agarrou a pica molhada de saliva e conduziu para penetrar na sua vagina. O cacete duro escorregou devagarinho dentro daquela gruta úmida e quente. Ele olhava a bunda maravilhosa da Beth que estava de costas, rebolando e cavalgando, gemendo alto e dando gritinhos de prazer. Levantava e abaixava aquela bunda, enterrando toda a pica.

— Que delícia! Entra aí! Me come! Como eu queria este pau! Mete dentro! Mete! Mete! Me fode! Me fode! Enfia! Gemia Beth freneticamente sentada na rola. Ficou por vários minutos ali rebolando e metendo no cacete. Enquanto ela delirava na rola, Carmen, recuperada, acariciava Jorginho.

– Venha aqui, meu amor! Me dá esta buceta gostosa! Me dá ela! Quero chupar você toda! Ordenou.

Sem consternar, Carmen se movimentou e colocou sua buceta na boca do pedinte, que começou a chupar e lamber, sugando todo o creme vaginal dos recentes orgasmos. O cheiro daquela gruta era eletrizante. Carmen sentia a língua no seu grelo.

— Ai! Minha nossa! Estou excitada de novo! Gemeu.

Ela acariciou as costas de Beth, que socava com força a buceta na pica.

— Vire minha linda! Vire para mim! Suplicou.

Sem tirar o mastro de dentro, Beth girou o corpo e ficou de frente para a Carmen. As duas se abraçaram e se beijaram apaixonadamente. Beth continuava engolindo com a sua buceta o mastro duro de Jorginho, que continuava chupando e deliciando a gruta da Carmen que beijava e acariciava Beth. Aquele triangulo gerava uma energia erótica, fazendo os três sentirem prazeres alucinantes, como nunca sentido antes.

— Ai, minha nossa! Já estou querendo gozar de novo! Não é possível! Gemeu Carmen.

— Eu também! Gaguejou Beth.

Jorginho forçava seu corpo com as duas mulheres em cima dele, e tentava se ajeitar para que Beth pudesse aproveitar cada centímetro de seu cacete.

Beth tirou Carmen de cima do rapaz e arrastou seu corpo até o rosto dele.

— Me chupa, Filho de uma égua! Enfia a língua na minha buceta! Ele obedeceu e chupou a fenda encharcada, mordendo seu grelo vibrante e saliente. Chupou e umedeceu seu dedo e enfiou no cú dela. Carmen beijava e massageava os seios da amiga. Jorginho continuava a enfiar o dedo no rabo dela.

— Ai! Ai! Está muito bom! Que delícia! Uhh! Gemia Beth. Ela escorregou para baixo novamente esfregando a bunda no mastro.

Carmen foi para atrás dela, chupou e babou na rola, a segurou direcionando no buraquinho da Beth. Encostou na porta anunciando que já iria entrar.

— Aí, não, Carminha! Meu cú é virgem! Por favor! Deixe para depois! Ai, não! Contraindo a bunda.

Carmen enfiou seu dedo na gruta encharcada, buscou um pouco de creme e untou a entrada. Aproximou, chupou e lambeu a borda virgem. Ela contraía e dilatava o buraquinho. Queria muito, mas estava com medo de doer. Carmen continuou a lambuzar aquela região. Beth ficou rebolando lentamente, esperando a conclusão daquela atitude e Carmen segurou firme a rola vermelha, lambuzou novamente de saliva, e começou a apertá-la na entrada do cuzinho. Jorginho forçou lentamente seu corpo para cima, empurrando seu mastro e Beth levantando um pouco, forçou sua bunda para baixo, permitindo a cabeça penetrar.

— Aaaiiii! Gemeu Beth. Carmen segurava a pica melada e forçava ela a entrar.

— Relaxa, meu anjo! Você vai gostar! É uma delícia depois que entra! Relaxa um pouco! Pediu.

Nesta solicitação, o mastro já tinha entrado a metade. Carmen tirou e o enfiou novamente. Beth sentia um grande prazer misturado com dor. Jorginho ficou quieto, esperando o resultado daquele ato sentindo que o cuzinho virgem apertava seu pau. Carmen foi tirando e colocando no cú da Beth, cuspido dentro e lubrificando a entrada. Jorginho forçou mais um pouco e a pica entrou por completo.

— Aaaaaaiiiiiiiiiii! Aaaiiiii! Que sensação é esta? Tira! Não! Não! Deixa ele aí dentro! Que tesão do caralho! Que coisa mais gostosa! Que sensação deliciosa! Agora eu quero! Está doendo, mas eu quero! Ai! Ai! Gritou Beth cavalgando devagarinho na pica dele.

Começou a rebolar e sentir um prazer totalmente diferente e delicioso com aquela penetração. Seu cú finalmente estava sendo comido por aquela pica que ela sonhou nos últimos dias. E Jorginho começou a enfiar rapidamente. Beth não entendia o que estava sentindo. Seu grelo vibrava e seus peitos pareciam que iriam explodir de tanto prazer. Ofegava intensamente soltando gritos de dor e prazer. Carmen estava sentindo um prazer enorme também observando aquela cena, se masturbando, já sentindo uma vontade enorme de gozar. Jorginho estava no paraíso, se preparando para gozar também.

Jorginho interrompeu o coito.

— Ahhhhhh!!! Ai! Não! Não tira agora! Eu quero mais! Reclamou Beth.

— Venha cá vocês duas! Solicitou colocando-as de quatro.

Começou a penetrar na Carmen, tirava e penetrava na Beth. Ficou assim, intercalando por vários minutos. Enfiava em uma e depois metia na outra. Carmen começou a masturbar já sentindo uma vontade enorme de gozar.

— Enfia no cú que já vou gozar! Quero gozar com ele dentro de mim! Por favor! Me enrraba! Vem, meu amor! Suplicou.

Jorginho montou nela e enfiou forte no ânus. Ela sentiu tanta dor e prazer que afastou seu corpo e ele a puxou novamente pela cintura, penetrando fundo. Ela gozou instantaneamente.

— Aaaaaaiiiiiiiiiii! Ahhhhhhhhhh! Que deliiiiiiicia! Estou gozando! Estou gozaaannnnndoooooo! De novo! Tremeu gemendo, desabando no chão, contorcendo. Beth esperava com a bunda empinada, se masturbando e olhando para aquela cena entre os dois amantes. Estava bêbada de tesão. Nem conseguia falar.

Jorginho abandonou Carmen caída, que ainda gemia dos espasmos do orgasmo, e se posicionou para meter na Beth. Aproximou seu mastro e penetrou na buceta, enfiando na totalidade. A penetrou e continuou a fazer os movimentos rápidos de entranhar.

— Ai! Ai! Isso! Mete! Mete! Mete! Me come! Vai! Vai! Enfia! Come minha buceta! Mete, gostoooooooso! Mete! Uhh! Ai! Gemia e exigia.

O rapaz penetrava muito naquela buceta maravilhosa, quando de repente, ela afastou a bunda com a intensão do mastro sair, o segurou e puxando-o para a entrada do seu rabo. Jorginho entendeu a manobra e forçou delicadamente sua pica no cuzinho que entrou com mais facilidade do que antes e começou o movimento de enfiar naquele rabo gostoso.

— Vai, Jorge! Enfia gostoso no meu cú! Me come! Mete mais! Enfia tudo! Gritava.

Depois de várias socadas que estalavam sua virilha na bunda, Beth percebeu que ele estava para gozar de novo, e começou e rebolar e socar a bunda nele.

— Isso!! Fode gostoso meu cú! Me come! Mete! Mete! Me fode! Encaixa tudo! Goza na buceta! Quero que goza na minha buceta! Gritava.

Jorginho firmou o corpo, apertando a virilha da Beth, e tirou rapidamente do cú e enfiou forte na buceta, jorrando “litros” de porra na gruta sedenta.

Beth começou a tremer, e também paralisada, sentiu o ápice aproximando.

— Estou gozando! Enfia! Vou gozar! Vou gozar com seu pau na minha buceta! Mete! Está chegando! Estooooou gozzzaaaaandooooooo! Gozei! Gozei! Estou gozando! Gritou Beth, com o grelo vibrando, tremendo o corpo e se contorcendo com uma cobra. Balançava sua bunda sentindo os espasmos de prazer. Ela chorava e Jorginho continuava o socar sua pica na buceta, até Beth cair no tapete, exausta.

Jorginho avançou sobre Carmen, enfiando os dedos na vagina molhada, enquanto beijava-a.

— Ai, que delícia! Os dedos deste rapaz são mágicos! Que delícia! Enfiava os dedos várias vezes na buceta, enquanto continuando beijando-a freneticamente. Carmen remexia seu corpo por inteiro. Gemia alto. Ele desceu novamente e começou a lamber a porta da gruta, enfiando a língua frenética. Achou novamente o grelo e começou a mamá-lo rapidamente. Ela gemia.

— Puta que pariu! Isto está muito bom! Chupa! Chupa meu grelo, vai! Chupa mais. Eu quero gozar na sua boca. Chupa! Enfia o dedo em mim! Suplicava fervendo de tesão. Esticou as mãos chamando Beth que estava afundada numa relação solitária.

— Vem aqui, amiga! Vem aqui, rápido! Suplicou. Beth aproximou e as duas mergulharam em um beijo longo e apaixonado. Jorginho chupava muito a Carmen. De repente a mão da Beth apareceu na sua frente e ela começou a masturbar a amiga, enfiando os dedos na gruta. As lambidas do rapaz intercalavam entre a buceta da Carmen e os dedos da Beth. Chupou os dedos e ela os enterrou dentro da sua buceta melada. Carmen ainda beijava muito sua amiga. Beth apertava os seios da Carmen e Carmen estava à mercê dos dois amantes, se entregando por completa.

— Quero gozar agora de novo! Suplicou. Jorginho levantou e entrou naquele frenesi de beijos, entrelaçando sua língua com a das amantes. Beth virou e beijou Jorginho, chupando sua língua, enquanto enfiava os dedos na Carmen. Beth segurou o cacete duro e começou a masturbar lentamente, e outras dezenas de coisas aconteciam entre os três. Jorginho levou uma das mãos nos peitos de Beth e a outra acariciava os peitos de Carmen enquanto tentava esfregar seu mastro na gruta cheia de desejos. Beth masturbava Jorginho e acariciava o rosto de Carmen. Carmen beijava e lambia os dois, com um braço agarrado ao pescoço de Jorginho e o outro no pescoço da Beth.

— Eu quero gozar de novo, gente! Estou quase lá! Esbravejava Carmen. Beth pegou o mastro duro do rapaz, e o orientou para a entrada da gruta. Jorginho institivamente penetrou novamente na buceta da Carmen, enterrando até o fundo. Ela berrou de prazer.

— Isto, meu gostoso! Me come! Mete gostoso! Enfia tudo na minha buceta!

Jorginho começou a socar rapidamente, enquanto Beth começou a masturbar Carmen, agitando freneticamente o clitóris. Carmen abraçou Jorginho, pendurou no seu pescoço e abaixando a cabeça, encostando no peito do rapaz, sentindo o corpo vibrar com as penetrações. Beth beijava Jorginho enquanto começou a enfiar o dedo na buceta dela. Gemeu com a boca colada na dele, enfiando a língua freneticamente. Carmen começou a rebolar e a gritar.

— Mete! Mete! Mete! Enfia. Me come! Me fode, gostoso! Vou gozar, seu filho de uma puta! Vou gozar! Mete mais rápido! Me come! Me fode muito! Vou gozar! Vou.…go…zaaaaaarrrrrrrr! Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiii! Ssssssssssssss! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Esbravejou Carmen em um êxtase intenso, tremendo e contorcendo seu quadril naquele terceiro orgasmo. Jorginho continuava a penetrar forte, balançando o corpo dela por inteiro. Carmen continuava sentindo os espasmos, aproveitando cada momento do seu tesão e da penetração. Beth se masturbava tentando saciar-se daquele momento.

Beth abaixou e ficou observando o movimento do mastro grosso e duro do amante quase saindo por inteiro e entrando rapidamente para dentro da buceta. Carmen continuava gemendo intensamente. Beth começou novamente a chupar as bolas do rapaz. Ele sentiu um tesão incrível com aquela atitude. Seu pau comia Carmen, Beth chupava suas bolas, Ele beijava Carmen, aquilo tudo estava uma loucura.

— Vai, meu amor! Enfia na Beth! Ela está doida para te dar! Ela está querendo muito esta pica gostosa dentro dela! Vai, tesão! Exigiu Carmen puxando Beth para o seu lugar.

Jorginho puxou-a para si, beijando-a. Acariciou e chupou seus seios. Desceu lambendo seu corpo até a sua gruta. Beth ficou extasiada e paralisada ao ver Jorginho te lambendo. Gemia e contorcia seu corpo, apertando a cabeça contra sua vagina.

— Aiii, Tressem! Que delícia. Vai. Me chupa assim! Ai! Ui! Ai! Gemia baixinho.

Carmen vendo aquela cena, aproximou de Beth e começou a beijá-la de língua e a se masturbar. Jorginho abria mais as pernas da Beth, lambendo, chupando a pele dos pequenos lábios. Subiu a língua e capturou o grelo saliente, mamando. Beth gemeu alto.

— Achou ele de novo! Chupa meu grelo! Chupa! Jorginho chupava aquele nervo, prendendo nos lábios da sua boca e esticando, enquanto batia a língua freneticamente na pontinha, como se fosse um vibrador. Beth gritou gemendo.

— O quê que é isso, rapaz? O que está fazendo comigo? Que delícia, meu Deus! Vai! Vai, Vai! Continua! Estou quase gozando! Vai, seu puto! Delícia.

Carmen acariciava os seios da amiga, beijando e lambendo os mamilos e a carne daquele volume. Beth começou a acariciar a porta do seu cuzinho. Jorginho começou a lamber e lambuzar a entrada daquele buraquinho e Beth aproveitando a umidade, introduziu o dedo quase todo dentro do seu cú e começou um movimento rápido de entrar e sair. Jorginho subiu e chupou mais um pouco o grelo dela.

— Puxa vida! Vou morrer de tesão! Não aguento mais! Quero esta pica dentro de mim! Vem, gostoso! Enfia tudo em mim! Come minha buceta agora! Eu quero! Suplicava, gemia, contorcia o corpo, beijava loucamente Carmen. Subiu roçando a pica na entrada da buceta, beijando seus seios junto com Carmen, e aproveitando para beijar a boca dela. Elevou o corpo e deu um beijo apaixonado em Beth. Carmen segurou o membro duro e enfiou para dentro da vagina da Beth, que urrou de prazer.

— Soca, meu tesão! Enfia com força esta pica toda em mim! Quero ser comida! Enfia, me come gostoso! Gemia suplicando sexo. Cada vez que Jorginho socava, o corpo de Beth saltava de prazer. Carmen deslizou sua mão e começou a manipular o clitóris da parceira estimulando mais do que já estava estimulada. Beth remexia o corpo tentando engolir e segurar o mastro duro dentro dela. Jorginho socava, tirando tudo para fora e depois enterrando com força novamente.

— Vai, Jorge! Mete assim. Mete com força! Me come! Me fode! Me devora! Mete mais! Vai! Vai! Enfia! Me arregaça toda! Suplicava Beth, chorando de tanto prazer.

— Acho que vou gozar! Eu vou gozar! Está chegando! Gritava enquanto Jorginho socava a pica e chupava seus peitos, e Carmen a masturbava, dedilhando seu grelo, enquanto fazia carinhos no cabelo.

— Vai, minha amiga! Goza gostoso com este homem! Goza mesmo! Goza muito! Incentivava.

Jorginho acelerou as penetrações, e Beth ficou estática, tencionou seus nervos e esperou o gozo chegar.

— Aaaaassssiiiiimmmm! Ai! Ai! Ai! Ui! Uhh! Mete assim! Está chegando! Vou gozar! Vou morrer de gozar! Que delícia é essa? Onde surgiu este homem? Quero mais! Mete mais! Me come muito! Vou gozar! Está chegando! Vou g........ozarrrrrrrr! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Puta que pariu! Vou morrer! Aaaiiiii! Gritou Beth, entrando em um êxtase que nunca tinha tido na vida. Jorginho socava aquela buceta que mordiscava seu pau.

— Ahhhhhhhhhh!!!! Beth não parava de gozar. Sua buceta encharcou com o gozo. Sentia espasmos no corpo, provocando solavancos de prazer. Jorginho continuava socando fortemente a pica naquela buceta encharcada. Estava insaciável. Sua pica latejava de tanto dura. Desabou para o lado e Carmen entrou na frente daquela pica novamente, suplicando.

— Enfia aqui! Mete aqui! Quero que goze aqui dentro! Vai mete! Jorginho penetrou novamente na vagina da Carmen, continuou a sequência de enfiar e tirar sua pica freneticamente. Ele sentiu a vagina toda encharcada e apertando seu mastro. Carmen havia ficado estimulada vendo Jorginho penetrando na Beth, e sentiu a aproximação de um novo gozo. Jorginho abraçou Carmen, beijando-a e fazendo o intenso movimento de penetrar e Carmen apertou seu corpo no corpo do amante e começou a sentir um novo orgasmo chegando.

— Vai, Amor! Mete em mim! Estou quase lá de novo! Vai mete. Me come! Vai, assim! Mais rápido, seu safado! Vai! Mete! Mete! Fode! Mete mais! Me fode toda! Exigiu. Jorginho também estava quase lá novamente. Beth continuava deitada ao lado, sentindo os espasmos do seu orgasmo. Passava a mão, tentado reter o creme vaginal que escorria para fora da gruta saciada. Carmen começou a tremer o corpo e gemendo avisou:

— Menino, vou gozar de novo! Vou gozar de novo! Vou gozar de novo! Fode! Fode muito! Me come! Mete mais! Vai! Enfia tudo na minha buceta!

— Buceta deliciosa! Gemeu Jorginho.

– Buceta deliciosa? Você gosta dela? Você quer esta buceta deliciosa? Retrucou Carmen movimentando o corpo, dando socadas de buceta no púbis dele.

– Muito! Gosto muito! Murmurou.

— Então toma! Toma minha buceta gostosa! Mete nela! Mete muito nela! Soca! Jorge??? Vou gozar! Vou gozar de novo! Chhheeeeeegoooouuu! Ahhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiii! Ssssssssssssss! É bom demais, meu Deus! Como este homem é gostoso! Toma minha buceta!

Jorginho já estava tremendo esperando o seu gozo chegar. Movimentou suavemente seu corpo empurrando a pica para dentro da Carmen e jorrou seu esperma na vagina empanturrada.

— Ahhhhhhhhhhhhh!!! Uhhhhhrrrrrrrrr! Toma minha porra, minha puta gostosa! Carmen sentiu o mastro duro pulsar dentro da sua gruta, jorrando o líquido quente.

– Isso, meu amor! Solta essa porra toda! Agora ela é minha! Toda minha! Gemeu, deliciando aquele momento.

Carmen deitou e Jorginho sentou ao lado do corpo nu de Beth, que ainda estava curtindo o acontecido.

— Olha só quanto creme gostoso está saindo de mim! Disse Carmen coletando aquele líquido e lambendo os dedos. Beth levantou e se arrastou até a buceta da amiga e começou a sugá-la, coletando toda aquela porra que estava ali dentro. Carmen gemeu e soltou um gritinho.

— Que delícia, amiga! Chupa assim!

Beth obedeceu e continuou sugando e lambendo aquele creme de prazer que escorria. Com este ato, ela ficou com a bunda arrebitada, mostrando sua fenda e sua bunda para o Jorginho que, sem hesitar aproximou a boca naquela gruta e começou a chupar o resto do sêmen que escorria da sua vagina. Beth chupava e engolia. Jorginho chupava e acumulava na sua boca. Beth caiu de prazer e ele subiu sobre as duas e as beijou deixando um pouco daquele creme misturado com saliva em cada uma das bocas.

O telefone de Carmen tocava insistentemente.

— Oi, amor!

Aguardou o comentário e questionamento de seu marido.

— Pois é, Alberto! Tomei alguns copos de vinho a mais com a Beth, e estou aguardando o efeito passar um pouco! Não precisa! Daqui a pouco estou aí! Beijos!

— Pois é! Infelizmente tenho que ir! E sinceramente estou morta! Olha isso! Ele nem amoleceu!

Carmen se arrumou e saiu deixando os amantes sozinhos.

No dia seguinte, depois de várias insistências, Beth atendeu o telefone.

— Oi, amiga! Bom dia!

— Bom dia, Beth! Tudo bem?

— Melhor impossível! E você?

— Estou ótima! Com o corpo todo doendo! E que noite, heim?

— Pois é! Maravilhosa!

— Ele demorou ainda?

— Um pouco! Foi mais duas vezes na frente e uma atrás! Uma delícia!

— Nossa! Que homem!

— É! Estou ardendo até agora!

— Estou toda melada!

— Posso sentir aquele toco entrando em mim!

— O que fizemos?

— Tudo que queríamos fazer!

— Vai ter mais? O que você acha?

— Acho que sim! Saiu daqui da mesma forma que entrou! Se eu aguentasse, acho que ficaria a noite inteira! E deu um trabalhão limpar aquela meleca toda! Parece um cavalo!

— Eu quero mais!

— Eu também!

— Quero você também!

— Eu também te quero!

— Me avise!

— Avisarei!

— Tchau!

— Beijão!

Carmen desligou o telefone, e olhando para o nada, entendeu que viciou pelo Jorginho “Tressem” e que nem imaginava quando aquilo acabaria. Sentiu outra golfada na sua vagina.

25 февраля 2021 г. 20:55:06 0 Отчет Добавить Подписаться
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Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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