juanpablo Juan Diskay

Inesperada mudança de vida quando um jovem resolveu ir morar com seu pai. Não imaginava as surpresas e os privilégios que o destino lhe preparou, colocando-o diante de situações deliciosas de intensas relações íntimas.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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A MUDANÇA

— Bom dia! Pois não? Disse uma voz feminina no interfone.

— Bom dia! Sou Joel! Sr. Josias me aguarda! Respondeu o rapaz que acabou de chegar de uma viagem de quase cinco horas.

— Claro! Pode entrar! Logo ouvindo o barulho da chave elétrica do portão destravando.

Uma pequena mala, apesar das facilidades de transporte com suas rodinhas, teve que ser carregada nos aproximados 100 metros do portão à entrada da casa, pois a pavimentação do acesso era bastante irregular.

Joel parou à porta daquela grande casa, estilo moderno, com dois pavimentos. Passou seu olhar na prosperidade e abundância financeira foram devidamente aplicadas na arquitetura bem-acabada daquela estrutura, tal qual ele iria viver a partir daquele dia.

A grande porta abriu e surgiu uma mulher de uns vinte e cinco a trinta anos, esguia e elegante, formalmente embutida em uma camisa branca coberta por um pequeno casaco cinza—escuro, combinando com a cor da saia justa que se limitava um pouco acima dos joelhos, mostrando os contornos da panturrilha moldada, escondidas na tíbia longa e lisa, acobertados por uma meia—calça na cor da pele quase transparente. O cós da saia apertava a cintura, descendo nas curvas do contorno do quadril, ajustando nas grossas coxas. O aperto da saia revelava um discreto volume de seu monte venusiano e os contornos tímidos da linha da calcinha e uma cinta liga descendo e sumindo nas curvas da virilha. Um grande sorriso mostrava os dentes brancos, contornados com os lábios moldados em um batom vermelho, destacando em uma pele morena clara perfeita do rosto angelical combinado com hipnóticos olhos negros, suavemente maquiados.

— Uh! Que mulherão! Pensou, terminando o detalhamento visual.

— Bom dia, sr. Joel! Seja bem-vindo! Estávamos aguardando a sua chegada! Sou Cibele! Disse em um tom formal de comando, estendendo a mão, e ele percebendo que provavelmente ela deveria ser a secretária de seu pai, esticando a sua também, completando a saudação.

— Me acompanhe, por favor!

— Sim, senhora! Respondeu ele, arrancando um discreto sorriso da moça.

Olhou aquele bumbum, que insinuava um pequeno rebolado, e ele com seus olhos afoitos e aguçados, também identificou as discretas linhas traseiras da calcinha, que também desapareciam nas curvas sinuosas das nádegas, e tudo aquilo apoiado em um sapato de salto baixo, uns cinco centímetros, talvez.
Caminharam até um ambiente, um living, e após um contato da Cibele informando a presença dele, surgiu, em uma felicidade explícita, seu pai, andando apressado na direção dele.

— Olha só quem chegou! Disse Josias, abraçando fortemente o filho.

— Seja bem-vindo, Joel! Esta casa, agora, também é sua!

— Oi, pai! Obrigado! Respondeu Joel, retribuindo o abraço.

— Quero apresentar Cibele, a governanta da casa! Depois explico! Agora venha! Vamos conversar! Tenho que ir à empresa daqui a pouco! Já estou atrasado! Solicitou Josias, levando apressado o filho para um espaço reservado.

Joel entrou, observando os finos detalhes daquele escritório doméstico.

— E então? O que achou da nossa nova casa?

— Aparentemente linda! Depois irei explorar!

— Que bom que você veio! Você formado agora, vou encaixá-lo na empresa! Acredito que será muito bom para você! Irá gostar!

— Obrigado, pai!! Mais uma vez! Vou procurar ser o melhor possível!

Josias era Diretor executivo de uma multinacional, e Joel, recém-formado em Administração, em uma das melhores faculdades do país, e está sendo preparado para um grande projeto de seu pai.

— E sua mãe? Como ela está?

— Está lá, com seus afazeres diários e noturnos! Ela é muito decidida, o senhor sabe! Os negócios dela estão indo bem! Prosperando cada dia mais!

Joel era filho de Josias e Lúcia, casal consumado em uma comemoração da mesma empresa onde ele trabalha até hoje. Na época, ainda estudante, a empresa, contratou uma festa de confraternização, e uma agência de acompanhantes, e Lúcia era uma delas. A explosão de uma paixão extraordinária, geraram Joel, provavelmente nos cinco dias que ficaram juntos, trancados em um quarto de hotel num arrolamento íntimo e incansável.
A gravidez sinalizava o provável fim da carreira de modelo da bela moça, mas Josias, responsável como é, assumiu o encargo após exames de comprovação paternal, evidente dúvida por causa da plena atividade profissional de Lúcia. Casaram logo ele continuou com os estudos e ela, após o término da lactação, retornou as suas atividades. Após ele formar, foram morar juntos e os sinais de que não daria certo ficavam explícitos com a ausência constante do pai, e a mãe, em suas constantes prestezas de acompanhar executivos. Após longos quinze anos de insistência matrimonial, resolveram divorciar. Joel, apesar de não aprovar as suas atividades profissionais, continuou com a sua mãe, vendo-a constantemente com diferentes parceiros e às vezes e explicitamente mostrava seus dotes físicos e íntimos, sem se importar com a presença do filho. Joel tentou assimilar tudo, entendendo que sua mãe tinha a profissão mais antiga do mundo, e que sabia administrar muito bem tudo aquilo. Lúcia atualmente, tinha uma agência de acompanhantes escondida atrás das obscuras cortinas de uma agência de modelos. Aquelas, que seriam naturalmente descartadas da carreira de modelo, Lúcia as preparava para a carreira de acompanhantes. A abundância financeira era permanente. Um mercado que nunca era afetado por qualquer que fosse a crise financeira que o país passasse. Joel aproveitava bem o estoque disponível que a mãe lhe ofertava diariamente e gratuitamente. Foi muito feliz na sua ainda lacônica vida.

— É! Este negócio dela gera muito dinheiro!

— Ela até queria que eu ficasse para administrar os negócios! Preferi vir para cá! Um mercado mais moderado! Disse rindo.

— Com certeza! Respondeu o pai.

Depois de alguns minutos de conversa, o pai convidou para o café. Caminhando para a sala de jantar, Joel observou a, até então, companheira de seu pai, descendo a escadaria.
Tratada como esposa, mesmo os dois ainda não serem casados, Débora foi a advogada do pai no processo da separação. Contratada aleatoriamente, na época era uma recém-formada em Direito. Então com seus 25 anos aflorados em uma beleza espetacular, ela cedeu ao encanto e as insistentes abordagens de Josias, que em seguida, apenas uns dois meses depois, já moravam juntos, como estão até hoje. Atualmente ela é uma procuradora federal, representando o estado na capital do país. Muito atuante, é respeitada com méritos pela sua profunda dedicação à profissão.

— Oi, rapaz! Como você está? Já estava com saudades!

— Oi, Débora! Prazer em revê-la novamente! Vocês que sumiram! Agora vejo o porquê! Linda casa!

— Obrigada! Disse ela, admirando a beleza do rapaz, uma cópia quase perfeita do seu companheiro, só que vinte anos mais novo. Os dois eram vaidosos, e Joel herdou até os gostos peculiares de vestir e se ornar do pai. Joel fitou nos olhos castanhos claros daquela bela mulher, no auge dos seus trinta e cinco anos, bem-sucedida profissionalmente e pessoalmente.

— Cada detalhe desta casa foi ela quem planejou! Deixou o engenheiro e a arquiteta de cabelos em pé! Explicou Josias.

Enfileirados, lado a lado, estava a bela Cibele, uma senhora e mais duas belas moças, e logo atrás, dois senhores.

— Cibele! Quero que você, depois, apresente Joel aos funcionários! Ele, a partir de hoje, também é o patrão desta casa! Procure servi-lo como serve a mim e ao Josias!

— Sim, senhora! O café já está na mesa! Disse Cibele.

— Obrigada! Débora agradeceu.

Sentados à mesa, falavam centenas de coisas, planejando a permanência do Joel ali. Logo Débora pediu licença, informando que precisava ir para o trabalho, pois já estava atrasada. Abraçou e despediu de Joel, selou os lábios de Josias, pegou suas coisas e se retirou apressada.

— Vocês casaram, pai?

— Não! E penso que agora não pretendemos! Ela tem sua própria vida e eu também! Ela é muito independente e julgo que ganha até mais que eu! Tem a sua própria casa! Vivemos muito bem assim! É raro o que aconteceu hoje, você ver nos dois aqui de manhã! Normalmente viajo muito e ela também! Pedi a ela para vir hoje, anunciando sua chegada! Fica na casa dela durante a semana, e quando tem finais de semana que estou aqui, ela vem para cá, ou às vezes vou para lá!! Cibele e o resto do pessoal foram contratados mais recentemente, providências de sua vinda! A casa também é muito grande! Precisava mesmo de pessoas para cuidar disto tudo!

O medo inicial do Joel sobre a mudança se esvaiu agora que obteve estas informações. Foi muito bem recebido.

— Venha! Vou te mostrar seu quarto! Cibele! Por favor! Nos acompanhe!

Josias apresentou uma suíte muito bem-acabada, uma grande cama, com closet, banheira hidro e uma pequena sacada. Havia um pequeno espaço para escritório doméstico também.
A parte superior do imóvel era os aposentos, uma sala com varanda voltada para os fundos da propriedade, e uma pequena biblioteca para estudos e leituras. A parte inferior tinha três grandes salas, um pequeno hall na entrada, o escritório de Josias e Débora, uma grande cozinha ligada à sala de jantar, e um acesso exclusivo e privado onde chegava ao um espaço gastrônomo completo, com duas disposições de poltronas e uma grande piscina. Um bar com uma seleta disponibilidade de bebidas e petiscos. Uma porta interna acessava a uma discreta adega de vinhos.

Josias se despediu do filho e saiu também para o trabalho, prometendo retornar à noite. Esta nova casa ficava afastada a cerca de uma hora da cidade, encravada em um grande e luxuoso condomínio.

Alheio e já acostumado com sua vida abastada, Joel procurou se acomodar o melhor possível. No almoço, convidou Cibele e as moças para almoçarem com ele.

— Desculpe, senhor! Mas são recomendações da Dra. Débora não acompanharmos vocês!

— Como quiserem! Vamos deixar estas coisas sobre o controle dela!

Degustando seu almoço, ele observava as moças, tentando avaliar se elas serviam ou não para as pretensões profissionais de sua mãe, mesmo que isto não acontecesse. Elas olhavam para ele, e envergonhadas, desviavam logo, tentando arrumar algo para fazer.

— Cibele seria da comissão de frente! Pensava ele, observando ela sentada em uma mesa, no canto da sala, concentrada em algumas anotações.

— Posso? Perguntou ele, após almoçar, pedindo para sentar junto a ela.

— Claro! Por favor! Respondeu ela, com a elegância e serenidade peculiar.

— Deve ser entediante, ficar aqui o dia inteiro, sem fazer nada, praticamente!

— Apesar de hoje é um dia diferente por causa da sua presença, normalmente nós temos muitas coisas para organizar! Está longe de ser entediante! Desde que começamos a trabalhar, só viemos quando a doutora solicita. Os mais atuantes são os dois senhores que vem todos os dias. O jardineiro e o vigia! Provavelmente eu deverei vir todos os dias, mas sem a necessidade de ficar o dia inteiro. A cozinheira também. As arrumadeiras vêm de dois em dois dias, mas agora deverão vir diariamente também!

— É! Uma pena! Disse ele.

— Uma pena porquê? Perguntou Cibele.

— Você ficando aqui apenas uma parte do dia!

— Mas é o meu compromisso! Disse ela, percebendo a abordagem do belo rapaz.

— Poderia estender seu horário por umas duas semanas, até eu começar a trabalhar?

— Verificarei esta possibilidade! Disse ela, desviando o olhar insistente dele.

— Me acompanha agora, me mostrando um pouco mais a casa? Perguntou Joel.

— Perfeitamente! Disse ela, levantando aquele corpo distinto, caminhando até a cozinha.

Apresentou as duas moças, Ângela e Amanda, simpáticas por sinal, a cozinheira, dona Vera, uma senhora serena, e levou Joel às dependências dos empregados, onde a parte masculina era completamente separada da feminina, constituído de um quarto exclusivo para ela, ou quem quer que fosse a governanta, com suíte e uma acomodação tipo três estrelas. Apresentou o senhor Francisco e o senhor Geraldo, os dois que cuidavam da extensa área externa da propriedade.

Na caminhada, Joel já tentava embrenhar o máximo possível na vida particular de Cibele, que desviava sorrateiramente das abordagens. Andaram por horas na propriedade.

À noite, agora sozinho pela primeira vez, lembrava de suas noites na cidade onde mora sua mãe, que era certo uma companhia íntima, sempre que ele quisesse.

Lembrou da festa de formatura de sua turma há duas semanas atrás, 27 homens dos quarenta e cinco alunos na classe, presenteados pela sua mãe, três dias de muita fartura de sexo, estimulantes e música barulhenta. Nenhum deles souberam que era um presente da sua mãe, que aproveitou, e muito, da festa também, surpreendida pelo Joel com três ou mais de seus amigos de classe, imaginando o que possivelmente também ele não havia visto. No segundo dia, ele, sempre moderado nestas reuniões ou festas, observava corpos masculinos e femininos espalhados pelo sítio alugado, nus e seminus, afogados em estimulantes e abusiva quantidade de álcool. A piscina boiava dezenas de preservativos usados ou não. Estava um verdadeiro bacanal. Ninguém era de ninguém. Joel foi embora já naquele mesmo dia, sem despedir de ninguém, sabendo a inutilidade desta cortesia. Ele recebeu várias chamadas e mensagens depois daquele fatídico dia, nunca respondendo. Não queria saber de detalhes sórdidos e pessoais de cada um deles. Absteve destas informações.

Ouviu a voz do pai, que chegava, chamando–o.

— Oi, filho! Como foi seu dia? Perguntou Josias, tirando a gravata.

— Tranquilo! Cibele caminhou comigo, me apresentando a propriedade! Que mulherão, hein, pai?

— É coisa da Débora! Ela quem escolheu! Até acho que ela contratou a Cibele para me testar! Só que ela não sabe que nem tenho tempo para isto! Só se for das duas as quatro da manhã, me privando do meu sono! Disse dando uma risada.

— Talvez até valesse a pena!

— Para quê? Arrumar um problemão com Débora? Estou feliz demais com ela, por mais carências que nós dois temos! Nos damos bem desde o primeiro dia que saímos! E Débora, também, é uma mulher fantástica! Sem detalhes!

— E nem quero saber! Disse Joel, rindo do pai.

— Cibele é casada e tem dois filhos pequenos! Acho que ela tem trinta e três anos, se não me engano! Fui uma vez na casa dela, acompanhando Débora. Mora em um bairro aqui próximo ao condomínio. Um bom lugar! O restante do pessoal, as empregadas e os dois senhores, são gente conhecida e vizinhos dela, eu acho também! Agora, vamos tomar alguma coisa lá fora! Convidou.

— Pode aproveitar de tudo, Joel! A casa agora é sua também! Esta piscina nunca foi usada, como também toda esta área privada! Aproveite, pois você deve ficar esperando uns 20 dias até a liberação da sua contratação! Só não me apronte bagunças aqui! Quero que, quando começar a trabalhar, continue morando aqui! Você sabe dos meus compromissos e a minha presença será rara aqui nesta casa. Atualmente estou morando mais na Europa que aqui!

— Sou como o senhor! Prefiro ficar na minha, sem dar ousadias! Vou ficar por aqui mesmo, estes dias!

— Vou viajar amanhã cedo e só devo retornar, se as reuniões andarem bem, daqui uns cinco dias! Débora informou que também viajou para Brasília! Mas ela acha que sábado já deva estar por aqui! Agora você pode fazer companhia para ela!

— Pode deixar! Como quiser!

— Débora é retraída e discreta! Mas é muito esperta e inteligente também! Muito cuidado em falar de sua mãe para ela, mesmo ela sabendo com o que sua mãe trabalha!

— Serei discreto também!

Conversaram mais com algum tempo e depois de algumas doses de Whisky foram dormir.

Joel acordou e seu pai já tinha saído. Também já eram quase dez da manhã. Tomando seu café, não conseguia tirar os olhos de Cibele, que disfarçava, percebendo os olhares persistentes do rapaz. Terminando seu dejejum, trocou de roupa e colocou um short para nadar, ficando o resto da manhã e boa parte do início da tarde, sendo servido o seu almoço na área gourmet.

Os dias aborrecidos passavam e Joel, com sua habilidade, conseguiu aproximar mais de Cibele, que ele sentiu um estranho desejo de conhece-la melhor, e nem imaginava que em pouco tempo, teria uma distração nos seus adágios mais íntimos, já sendo observado por outros olhos interessados. Ele tinha um encanto carismático, arrancando repetidos suspiros das duas moças arrumadeiras. Cibele afastava um pouco das abordagens quase atrativas dele, saindo diariamente um pouco mais cedo que os funcionários, para não dar ousadias de conversas entre paredes, mantendo a sua quase inabalável postura de comando.

Um pouco entediado, na tarde de sexta, ele curtia solitário o conforto da área da piscina. Cibele já havia se retirado, e uma das moças, perguntou se ele queria mais alguma coisa, pois já estava na hora do fim do expediente.

— Você mora onde? Perguntou Joel a bela e tímida moça.

— Em um bairro aqui ao lado do condomínio!

— Se importaria de ficar mais um pouco e depois eu te levaria em casa?

— Absolutamente, senhor! Contanto que informe à Sra. Cibele a minha permanência aqui!

— Pode deixar! Eu informarei! E se não for incômodo para você, pode dispensar o resto do pessoal!

— Pode deixar! Avisarei! Com licença! Se retirou da presença de Joel, inocente às pretensões dele.

Depois de uma hora, Joel correu os olhos, tentando achar a moça. A viu sentada na cozinha, usando o celular, distraída da presença dele.

— Como se chama mesmo? Perguntou ele, próximo a ela.

— Ângela! Respondeu, assustando, deixando até o celular cair no chão.

— Oi, Ângela! Sabe fazer um drinque?

— Acho que não!

— Quer aprender!

— Talvez! Não sei se devo!

— Venha comigo!

Levou a moça, até o bar da área de churrasco, pegando algumas frutas e bebidas destiladas, pedindo a ela para buscar açúcar e o liquidificador.

Ela retornando, observava os olhos dele, que escaneava o corpo dela, e ele alimentando seus perversos pensamentos, imaginando aquela pequena e bela moça, sem aquele uniforme formal.

— Você bebe?

— Sim! Algumas vezes!

— De que mais gosta?

— Gosto destes coquetéis, igual ao que o senhor está fazendo e, às vezes, uma cerveja! Mas sou bem moderada! Detesto ficar bêbada!

— Em casa mesmo?

— Não! Só quando saio com as minhas amigas, minhas primas!

— Tem namorado?

— Tenho! Ele bebe igual um louco! Desliga logo! Também só socialmente, quando reunimos! Disse rindo.

Ele fazia a mistura, enquanto cruzava seu olhar com o dela, percebendo que ela estava um pouco mais relaxada, tagarelando um monte de coisas. Após a mistura ficar pronta, ofereceu a ela para experimentar.

Ela recuou, dizendo estar trabalhando e não poderia beber na hora do seu expediente.

— Então porque você não vai lá e troca de roupa, ficando mais informal? Eu falarei com Cibele que você ficou o tempo que foi necessário ficar!

— Desculpe, sr. Joel! Mas não posso!

— Porque?

— Eu não sei! Ficar aqui com o senhor! Dona Cibele pode ficar sabendo!

— Você vai contar para ela?

— Nãããão! O senhor é meu patrão! Pode pegar mal! Entende?

— Se depender de mim, ninguém jamais saberá que você ficou até um pouco mais tarde! E você fará companhia para mim! Quando você for embora, o máximo que pode acontecer é que vou ficar conversando com as paredes e as portas! Pode ir lá e trocar de roupa! E quando você voltar, já pode trazer suas coisas, que logo vou levá-la em casa!

Ela riu, e confiando nele, indo até o alojamento. Cerca de uns quarenta minutos depois, ela retornou, com uma bolsa a tiracolo, e os cabelos molhados, uma discreta maquiagem, confirmando que tomou um demorado banho.

Sentou na banqueta do lado de fora do balcão, olhou tímida para ele, que ofertou novamente a mistura para ela. Ela experimentou inicialmente com um leve gole, fez um gesto de aprovação, e seguida tomou quase a metade da dose. Ele sorriu com a quebra da introversão dela.

Ele, acostumado, continuava indiferente aos efeitos da mistura com vodca, mesmo depois de ter tomado duas doses. Continuaram a conversar sobre os fatos dos seus dias a dia, e ela já podia sentir um efeito do álcool ingerido. Na terceira dose, ela, soltinha, já soltava algumas intimidades dela com o namorado, motivada com as perguntas maliciosas de Joel. A penumbra da noite já aproximava com a claridade já escassa daquele dia ensolarado.

Terminando a primeira remessa, Joel preparou uma segunda, com um pouco mais de vodca. Ângela não estava bêbada. Estava naquele momento de descontração e alegre com a aproximação do seu patrão, aproveitando daquele especial momento. Ela mesma preparou alguns petiscos. Em um determinado momento, ela sentiu que deveria parar de beber, se resguardando para o retorno para sua casa, e vendo Joel cada vez mais próximo dela. Já sentado lado dela, ele a olhava com uma certa sedução.

— O que foi? Disse ela, tímida, correndo as mãos levando os cabelos ainda úmidos para atrás de sua orelha.

— Você é uma moça bonita!

— Sugiro você parar de beber! Está começando a ver coisas! Eu? Bonita? Só pode estar bêbado! Disse ela, arrancando risos dele.

— Mas é verdade! O uniforme esconde muito a sua beleza! Quando você retornou com a roupa trocada, me chamou um pouco a atenção!

— Um pouco de atenção?

— Menti! Muita atenção!

— Eu vi! Você me olhou de cima a baixo! Fiquei super sem graça!

— Não precisa ficar sem graça! Minhas palavras têm sinceridade!

— O senhor também é um homem muito bonito! Sua namorada deve ter muito ciúmes!

— Namorada? Não! Acredita que não tenho namorada?

— Agora está mentindo, e descaradamente!

— É verdade!

— Me explica uma coisa! Como um homem bonito como o senhor consegue ficar sem namorada?

— Conseguir até que eu consigo! Não me falta oportunidades! Só que ainda não achei alguém especial!

— Mas já namorou, não é?

— Claro! E muito!

— Muito o quanto!? Muitinho ou muitão?

— Muitão! Muito mesmo!

Se olharam, Ângela sentia o peito incendiar, e Joel estava conseguindo chegar no seu objetivo. Ela desviava o olhar, golando rapidamente o resto da bebida no seu copo.

— Que perfume é este? Perguntou ele.

— É uma colônia pós banho! Uso só em ocasiões especiais!

— Ora! Que privilégio!

— Pode considerar!

— Posso cheirar?

— Pode! Mas apenas cheirar, por favor!

Ele aproximou o nariz no pescoço dela, sem sequer perceber o perfume, que não era o seu interesse, observou os pêlos da nuca dela arrepiando. Encostou o nariz gelado no pescoço dela, que encolheu com o choque, e levantou, tirando os cabelos, permitindo ele aproximar novamente, já ofegante e com os olhos fechados. Ele encostou seus lábios na pele dela, dando pequenos beijos. Ela inerte, e já quase completamente dominada pelos afagos do rapaz, sentiu as mãos firmes deslizando do seu abdômen até as costas, puxando-a para um abraço. Ela correspondeu o gesto, pendurando seus braços no pescoço dele. Logo as bocas colaram em um beijo longo e salivado. Ela assustou quando ele a carregou e a levou para o sofá daquela área de vivência. Na penumbra das luzes do bar, Joel vagarosamente foi desfazendo as vestimentas da moça que, completamente entregue, facilitava suas ações.

— Pára, seu Joel! Não sei se devemos!

— Quer que eu pare mesmo?

— Não sou assim! Ahhh! Não sei se devo! Ai!

Beijos e carícias nos seios dela, ele deslizava as mãos na bunda, sentindo nela uma pequena experiência correspondida naqueles carinhos. Entregue e decidida, ela o impeliu um pouco, que ficando de pé, podia vê-la tirando seu short e sua cueca e logo abocanhando seu pênis já ereto, iniciando uma felação vibrante, masturbando com a boca. Ela segurava pelas coxas, e movimentava sua cabeça, como uma masturbação, tentando abocanhar o máximo. Ele observava a ânsia daquela moça, permitindo que ela ficasse ali o tempo que fosse necessário. Ela atacava como se fosse a última pica do mundo. Depois de vários minutos, com o membro todo lambuzado de saliva, ele a posicionou no sofá, tirando-lhe a última peça do corpo, deixando à mostra uma vagina toda depilada, com os grandes lábios apertando a entrada da gruta rosada. Ele afastou as pernas e lançou sua boca naquela sedenta e molhada carne, lambendo o máximo do néctar emitido por ela. Ela gemia e suplicava o carinho. Ele mordeu o clitóris e ela gritou de prazer, torcendo o corpo, e ele começou a chupar aquele pequeno nervo. Estalava ele quando soltava do estiramento bocal que fazia.

— Puta que pariu! Que delícia! Se continuar assim logo vou gozar! Rosnava ela, com a voz entre os dentes.

Ele continuou por alguns instantes, enfiando dedos na gruta melada. Ela saltitava com tanto prazer.

— Meu Deus! O que estou fazendo? Gemia e apressada começou a suplicar uma penetração.

— Vai rápido! Enfia logo em mim! Me come logo! Nossa! Como eu quero! Sussurrava.

Ele puxou o corpo dela mais para a beira do sofá, levantou enfiando o mastro na boca dela, que imediatamente salivou novamente todo o corpo, e logo desceu, deslizando seu pau entre os seios, na barriga, esfregando no púbis pelado, pincelou o clitóris, e ela, na ânsia do desejo, segurou o mastro duro e o guiou para a entrada, forçando o seu quadril para cima, e ele o corpo para baixo. Deslizou forte e rápido para dentro da vagina quente e sedenta. A virilidade dos movimentos contínuos do rapaz, sacudia o corpo frágil de Ângela, gemendo e agarrando os braços dele, sentindo as socadas fortes das penetrações.

— Seu safado depravado! Queria me comer desde da hora que me viu! Quer comer então toma minha buceta! Era ela que você queria? Então toma! Mete assim gostoso! Mete! Mete muito! Enfia vai! Gritava ela, sentindo o choque e os estalos das duas virilhas colidindo.

— Você que queria dar para mim, sua vadiazinha! Toma meu pau! É você que queria! Toma, putinha!

— Me come mesmo! Me xinga! Mete mesmo! Sou sua putinha! Sou vadia mesmo! Sou sua vadia! Mete! Me fode! Soca! Vai! Vai! Vou gozar! Puta merda! Não estou conseguindo segurar! Vou gozar, seu cachorro gostoso! Mete! Isso! Assim, Assssiiiiimmmmmm! Ohhhhhhhhh! Ahhhhhh! Aiiiiii! Uhhhfffff! Gozei, seu gostoso! Gozei! Gritou ela, sentindo as contrações do orgasmo e ainda as estocadas fortes na sua buceta, e Joel, segurando uma das pernas dela, adiava o seu orgasmo, penetrando o máximo que podia.

— Isso! Mete muito! Mete na minha buceta! Você é gostoso demais! Que cacete delicioso! Mete! Gritava ela, sentindo ele apressando as socadas, e largando ela, lançou, urrando, seu esperma na barriga e nos peitos dela. Desfalecendo por alguns minutos, com beijos e gratidão, ela esfregava o creme no corpo dela com uma das mãos, e a outras, acariciava sua vagina.

— Nossa! Nunca tinha gozado com um pau dentro! Gostoso demais! Foi rápido, mas gostoso! Disse ela, levantando, juntando suas coisas, indo para o alojamento novamente.

Alguns minutos depois ela retornou, e logo ele apareceu, já vestido.

— Vamos?

— Sim!

Inicialmente ficaram em silêncio, e logo ela não aguentou segurar.

— Nossa! Foi bom demais! Eu queria mais! Estou toda molhadinha! Quando você me pediu para ficar, já imaginava que nós íamos ficar juntos! Fiquei com muito tesão! Você demorou muito avançar!

— Demorei não! Gostoso é assim! Um ritual bem gostoso! A bebida foi só um relaxamento!

— Nunca gozei com um pau dentro de mim! Foi demais!

— Você é bem gostosinha! Terei uma outra oportunidade? Perguntou.

— Claro! Quando quiser! Respondeu eufórica e excitada.

— Não vai apaixonar, hein?

— Claro que não! Ninguém sabe que sou assim! Na verdade, não sou assim! Às vezes sinto atração por outra pessoa, mas fico só na vontade! É a primeira vez que eu traio meu namorado! Mas com você, não tive como resistir! Amanda, a outra moça, foi quem me motivou a ficar com você! Ela, desde a hora que te viu, me cutucou querendo dar para você! Ficou a semana toda, dizendo que ainda ia te pegar! Quando você me pediu para ficar, ela suplicou para tomar meu lugar! Tratei tudo com respeito e fiquei calada no meu canto! Ela nem imagina que isto aconteceu!

— Que safadinhas! Disse ele.

— É aqui que eu moro! Obrigada pela carona! Queria te dar um beijo, mas aqui não!

— Me avisa quando quiser novamente!

— Pode deixar! Tchau!

— Tchau! Disse ele, arrancando o carro, pensando na gostosura que foi transar com Ângela.

— Será que ela gosta atrás? Pensou, planejando um futuro promissor. – Vou ver um jeito para pegar esta tal de Amanda também! Concluiu.

14 de Abril de 2020 às 18:48 0 Denunciar Insira 1
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