relogio Relógio

Um jovem vive a sua vida basicamente no trabalho,em uma cidade fantasiosa flutuando em cima de um penhasco ao norte do "país" mas o trabalho é ao extremo,onde ninguém pode sair,e correm o risco de morte,ele vive a sua vida tediosa até que alguém "especial" aparece


Fantasia Todo o público.
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Em progresso - Novo capítulo Todas as Segundas-feiras
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Prólogo

AVISO

Essa é história é totalmente específica em todo o seu tempo e espaço, tudo aconteceu da maneira que está escrito.

Não posso deixar de dar créditos ao meu amigo por revisar e me ajudar "anju" se quiserem mais peçam nos comentários ou me chame no twitter @Relgio6.


Prólogo

De uma janela, uma vista abrangente de um lugar bem alto.

O lugar daqui de cima parece bem mais alto se você contar os penhasco lá em baixo em frente ao prédio.

A vista de um lugar solitário, como se sempre fosse assim,que é quebrada com nuvens escuras e o som de uma chuva que ecoa infinitamente...

Já dentro,um apartamento pequeno com poucas coisas. Olhando pela janela, com sua caneca branca emanando o seu calor, com seu olhar vazio, mas ao mesmo tempo profundo,um jovem alto, com um topete e sua camiseta branca.

la aperta o botão, e entra no elevador. Ele se depara com várias outras pessoas com paletós pretos, barbas feitas (no caso dos homens) e com cabelo pequeno,todos iguais,e sem expressão alguma..a, abre o guarda roupa, e em meio todos aqueles paletós pretos, ele se depara com um diferenciando o ambiente, somente um paletó marrom, ele o pega, olha por um tempo e o veste, e como sempre coloca sua gravata preta e saí ao trabalho deixando sua caneca em cima da mesa.

la aperta o botão, e entra no elevador. Ele se depara com várias outras pessoas com paletós pretos, barbas feitas (no caso dos homens) e com cabelo pequeno, todos iguais, e sem expressão alguma.

Ele desce de elevador junto com todos ali,até o primeiro andar, e saí junto com todos até a porta, do lado da porta principal há um compartimento com guarda-chuva preto, pois como eu disse brevemente, a chuva nunca tinha um fim.

Todos abriram o guarda-chuva e continuaram em sincronia no mesmo caminho. O lado de fora era mais solitário e vazio do que o de dentro, isso ainda consegue me surpreender. A cidade era composta por prédios imensos , e ruas sem um fim, estava sempre nublado e silencioso, ninguém na rua, a não ser todos em minha volta pegando caminhos diferentes, pra não ter nenhum tipo companhia. Os caminhos nada mais eram do que uma rua reta gigante, sem literalmente nada ao seu redor, basicamente uma ponte flutuando.

Então o rapaz foi até o caminho e seguiu reto como fez todos os dias.A brisa do vento passava em seu rosto e suavemente sussurrava em seu ouvido que aquele lugar emanava solidão, por que alguém moraria lá? Você se pergunta, Ele apenas seguiu seu caminho.

O caminho, dava em seu fim em uma grande empresa, um prédio enorme com inúmeras pessoas, lá até onde eu saiba, pelo menos no primeiro andar, era um trabalho ate bem simples de escritório, então lá se foi ele enfrentando vários olhares julgando ele, todos, sem nenhuma exceção, "deve ser por aquele paletó"-pensou ele

Mas se não fosse por sua escolha diferente, algo não teria ocorrido (Vamos continuar a história, não darei spoilers!)

foi até seu posto, sentou e ficou lá por algumas horas, um olhar...mais olhares...e ainda mais olhares, até q não aguentou a pressão dos olhares, e suando frio resolveu ir até banheiro, lavou seu rosto...e encarando o espelho pensou:

"Sera que foi um erro!?"

Em seu trabalho ele trabalhava 7 horas por dia, e a cada uma hora para dar um "animo" passava sempre alguém deixando café nas mesas, não importa quem colocava, muita das vezes ninguém nem percebia ou realmente notava que alguém colocou aquilo ali. (Bom continuando....o por que dessa informação? Achou que eu iria apenas só dar essa informação e esquecer? ela vai ser importante pra história, guarde ela ela por um tempo...Agora sim continuando!)

Ele lava seu rosto e da uma profunda respirada...então se seca, ele se direciona até sua mesa, e como esperado,deixaram o seu café em sua mesa, mas algo estranho parecia estar ali, algo diferente...tinha um pedaço de uma folha colada com um pedaço de fita adesiva escrito:

"Gostei do seu paletó :)"

Ele se arrepia por um momento. (Quem seria essa pessoa "diferente" que teria gostado do paletó dele? Estranho não acha?)

Ele olhou para todos os lados vendo se poderia ser alguém, porém...não,todos pareciam focados no que estavam fazendo no trabalho.

Ele se senta, se acalma e não liga muito para aquilo, não faz nenhum sentido ele procurar ali...e agora, dentre aquelas milhares de pessoas, No resto de seu dia não ocorreu nada de "anormal", foi basicamente o mesmo de sempre.

O alarme então toca e todos desceram em direção às suas moradias no mesmo caminho, com a única diferença que estava escurecendo,pegou seu guarda-chuva e se foi.

(Não posso deixar de falar que no mesmo caminho, do outro lado da rua, um pouco mais a sua frente,uma moça pequena por volta de 1,65 de altura, dona de um belo e grande cabelos cacheados alaranjados,sim laranja, e um guarda-chuva amarelo) No momento ele tinha pensado que era algum espirito japonês ou coisa do tipo, uma coisa tão "viva" nesse lugar? Ele continua então até seu apartamento, até ela virar a rua e entrar no prédio ao lado, subiu até seu apartamento, pelo elevador, comeu algo e assistiu alguma coisa até cair novamente no sono.

1 de Abril de 2020 às 14:33 1 Denunciar Insira 1
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João Vitor João Vitor
Muito boa a história 😔👌
April 01, 2020, 16:06
~

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