amorakriis Marshsmalt

-Ahhh minha pequena, você foi moldada 'pra mim. Na medida certa Acariciou o corpo feminino, dando mais atenção aos seios sensíveis da mais velha enquanto lhe falava. -Mas não te preparei toda'pra te comer assim, de va gar.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo Único

A morena estava se olhando no espelho iria fazer uns quatro minutos, em seus seios haviam hematomas roxos e avermelhados da noite passada.

O lugar mais apropriado para se esconder as marcas de uma noite quente dos pais ou outras pessoas.

Os dedos finos e gélidos passeavam pelas marcas suavemente fazendo a mulher lembrar dos momentos alucinantes e quentes em que foram feitas. Um suspiro excitado e satisfeito saltou dos lábios rosados antes de um sorriso nostálgico nascer em sua boca.


-Dean...


Sussurrou extasiada.

Mas assim como chegou, toda a alegria se passou com a imagem em sua mente do homem que lhe fazia feliz todas as noites.

O Cara que lhe satisfazia de maneiras incríveis, que amava seu corpo como nenhum outro homem amaria.

Era tão errado, tão sujo mas tão bom, tão gostoso, tão-


-Diah?


A mais velha pulou no lugar e tentou inutilmente tampar suas intimidades.


-Droga Dean, não me assuste desta maneira.


-Está se tampando por que? Já vi e revi tudo isso.


Disse o mais novo fitando o corpo a sua frente como se fosse a única coisa do mundo que saciaria sua fome.

-Estava fazendo o que na frente do espelho?

questionou o mais alto abraçando-a por trás e olhando o corpo nu dela refletido no espelho.


-Não posso me olhar no espelho mais?


Debochou antes de fingir tédio.


-Claro que pode, está apreciando minha obra de arte?


As mãos ásperas e pesadas seguiram para os seios marcados e sensíveis da mulher e iniciou uma massagem lenta e gostosa.


-Ai Dean, eles estão sensíveis e doloridos.

As pontas dos dedos ásperos cutucaram os mamilos com delicadeza.


-Claro que estão, depois de tanto sugar, apertar, lamber...


Sussurros, ofegos quentes foram depositados a cada palavra dita em pausa.

Dean se aproveitando da fraqueza alheia inclinou a cabeça e começou desferir selinhos leves pelo pescoço da morena enquanto sussurrava cada palavra.


-D-dean eles estão em casa...


-Eles saíram, relaxa.


A mão direita do mais novo escorreu para baixo apoiando na barriga lisa e puxando o corpo feminino para trás, fazendo a bunda nua sarrar no pênis semi-ereto por baixo da calça de moletom.


-Aah, Dean isso é tão errado nós não deveríamos fazer isso.


-Esquece isso Dianna, isso nos faz bem. Qual o problema?


A morena se virou de frente para o mais alto e fitou os olhos negrumes e intensos do homem que a desequilibrava.


-Talvez o fato de sermos-


-shhh


Dean se inclinou para beijar a pequena obtendo êxito ao ter o beijo aceito.

Os lábios cheios da morena foram sugados com volúpia para dentro da boca quente do mais novo, causando um arrepio já costumeiro em sua nuca.
Audaciosa, a lingua do rapaz logo pediu passagem para adentrar a boca alheia sendo aceito imediatamente, como deveria ser, Diah sempre cederia a sua dominação.
E como um bom bruto não perdeu tempo em deixar uma série de mordidas e sugadas nos lábios cheios da pequena.

Deixando assim mais avermelhados que o normal.

As mãos ásperas que até então se encontrava na cintura fina seguiram caminho para as coxas volumosas puxando para si e erguendo a morena no colo.

Seu pé livre logo encontrou a porta do banheiro empurrando e liberando a passagem para o quarto, rapidamente seguiu até a cama que ficava no centro do quarto lilás com muitas polaroides espalhadas pelas paredes.

Dianna foi jogada brutalmente na cama, fazendo o corpo pular uma vez antes de ceder deitado.

As pernas pararam abertas dando uma visão privilegiada para o mais novo que se encontrava de pé observando fixamente a vagina recentemente depilada e bastante úmida.

Dean se sentou na beirada da cama entre as pernas grossas da morena e lambeu os lábios lentamente antes de puxar o tronco pequeno e fino da mais baixa para ficar com a cintura elevada, quase a dobrando ao meio, colocando a buceta que tanto amava bem perto de seu rosto.

A dona do quarto teve que se apoiar nos braços sobre a cama para não virar cambalhota para trás.

Ensandecido chegou mais perto para apoiar o quadril suspenso da morena em seu peito, ficando com as mãos livres para usá-las como bem entendesse.

Seus olhos encontraram os da morena e antes de qualquer atitude Dean sorriu ladino em aviso de que iniciaria a "tortura".

A mão grossa passou suavemente pela coxa esquerda enquanto desferia beijos molhados pela coxa direita, assim que o toque chegou bem perto da vagina pulsante e quente o maior cessou os beijos.

Levou seu dedo grosso e áspero em contato com a fina pele dos lábios inferiores da pequena boceta.

Isto foi o suficiente pra fazer a morena resmungar em resposta, o dedo circulou lentamente toda sua área molhada e quente até chegar na ponta do clitóris.
Dean usou a ponta do dedo para estalar toques sobre o clitóris úmido e o corpo feminino saltou levemente em cada um deles.

Após o nono ou décimo primeiro toque, o homem iniciou a massagem fazendo círculos lentos.


-P-are de brincar com ela, Dean


-Por que? Você 'tá gostando tanto, está toda úmida.


-Enfia u-um


Não perdeu tempo em acatar o pedido de voz tremida, enfiou lentamente o dedo indicador da mão esquerda dentro da vagina molhada e quente.


-Dee...


Com a mão direita aumentou a velocidade da massagem no clitóris antes de curvar o dedo indicador esquerdo dentro do canal da vaginal para achar o outro ponto de prazer da garota.


-Isso Dee...


Sorrindo travesso, Dean se curvou para perto da boceta e correu a língua quente e aveludada de baixo acima colhendo boa parte da lubrificação natural.
O corpo magro fraquejou e quase despencou, se não fosse as mãos fortes e agora livres do maior a sustentando certamente escaparia para fora da cama de tão entregue as sensações.

O homem se concentrou completamente em fazer o trabalho que tanto pesquisou, leu e assistiu em conteúdos na web. O tal trabalho que fazia sua pequena se contorcer com tanta flexibilidade que lembrava uma ginasta.

O homem novamente enfiou o dedo grande na pequena vagina, curvando no mesmo ponto de antes para iniciar a massagem.

Encaixou sua boca acima do clitóris cobrindo todo perímetro fazendo pressão para ter apoio no ato seguinte.
A língua começou a bater velozmente na pontinha do ponto g principal da morena, atitude que fez a mulher fincar as unhas nos ombros fortes do mais novo.

O aperto dolorido em seus ombros não impediu Dean de bater com mais vontade ainda a língua, levando Dianna a pular e apertar as pernas ao redor da cabeça alheia.



...A mulher se encontrava ainda muito sensível naquela área, pois na madugada passada Dean havia feito uma questão absurda de passar a madrugada brincando com sua vagina, enfiando os dedos em si enquanto usava a boca para marcar brutalmente seus seios.

Nesta mesma madrugada, a morena bateu o record, gozando sete vezes apenas com os dedos alheios.
Sendo agradada cegamente por toda a madrugada.
Dean se concentrou tanto em fazer Diah gozar que não se tocou nenhuma vez, e no final teve que recorrer a ducha gelada como solução...



As pernas grossas prendiam a cabeça do mais alto e quase o sufocava na buceta exageradamente molhada enquanto uma das mãos pequenas tentava empurrava a cabeça de Dean para longe.

Quando uma pontada absurdamente forte se formou no baixo ventre da morena, ela abriu as pernas e empurrou a cabeça de Dean para longe se arrastando para trás enquanto o seu corpo tremia.


-Não vai fugir de mim


O mais novo rosnou puxando Dianna pelas pernas e a virando de bruços na cama.

Com velocidade, montou no corpo feminino prendendo-o com seu peso.


-Eu ainda não terminei, boneca


Gracejou debochado


-Achou mesmo que eu passaria a madrugada toda te preparando, a manhã te deixando molhadinha 'pra não te comer do jeito tenho vontade a tempos?


Sussurrou na orelha alheia dando pausas para beliscar e sugar o lóbulo enquanto pronunciava lentamente a sentença.

O pênis ereto e quente foi encaixado na bunda volumosa.
Dean levou as duas mãos para ambas as bandas enquanto precissionava todo o peso do seu torço nas costas alheia, prendendo a morena abaixo de si.
Sua pelves iniciou lentamente movimentos de vai e vem, as duas mãos forçava a bunda da menor a se comprimir e apertar o pênis rijo, a lubrificação natural de Diah que havia escorrido agora fazia o trabalho de facilitar o deslizamento do pênis grosso.

O Caralho sumia e reaparecia no topo da bunda redonda em movimentos lentos que deixavam a menor sentir nitidamente as pulsadas gostosas que o pau dava.

Os resmungos finos chegaram aos ouvidos de Dean, fazendo o rapaz sorrir satisfeito. Se havia algo que homem realmente amava era toda a manha que Dianna tinha na cama.

Insanamente o maior se ergue e sentou sobre os calcanhares puxando a morena para fazer o mesmo.
Assim que Dianna se ergueu, foi puxada para se sentar sobre as coxas alheias com os calcanhares entre as pernas do homem.

Dean subiu a cintura da morena, já mole em êxtase, e posicionou a garota para encaixar em seu pau.

Lentamente Dean desceu a buceta quente da mais velha em seu pau para não machucá-la.
Bem devagar até sentir que estava empalando a menor até o talo.
Um suspiro escapou seus lábios e a cabeça de fios úmidos encostou em seu ombro.

O homem virou o rosto e suavemente beijou os lábios doces de sua pequena.


-Posso?


-Me come D-Dean


Com a força dos braços o maior guiou o corpo feminino em estocadas lentas e profundas arrancando grunhidos manhosos de Diah e rosnados de si.

Tão apertada, tão molhada, tão doce, tão pulsante poderia morar dentro dela para sempre.
Pensou o mais alto enquanto se sentia deslizar no interior apertado.


-Ai m-meu D- É tão bom sentir todo seu tamanho d-dentro de mim, me sinto satisfeita em saber que consigo te acolher t-todinho.


-Ahhh minha pequena, você foi moldada 'pra mim. Na medida certa


Acariciou o corpo feminino, dando mais atenção aos seios sensíveis da mais velha enquanto lhe falava.


-Mas não te preparei toda'pra te comer assim, devagar.


O homem soltou uma risada rouca no ouvido alheio.

Antes de Dianna pensar sobre oque Dean falava, seu corpo foi rapidamente erguido e levado para fora da cama.

Mãos fortes a sustentava e a levava frente às portas de vidro da varanda de seu quarto.

Antes que firmasse os pés no chão, a morena sentiu ser empalada violentamente tanto que seu corpo prensou brutalmente na porta a colando ali.
Mãos grandes puxaram seu quadril para trás lhe colocando nas pontas dos pés, o vidro começou a embaçar com o quão quente estava a temperatura dos corpos.

As mãos pequenas buscaram apoio pois as estacadas estavam tão fortes que o vidro balançava.


-Oh, minha nossa


Gemeu.


A mente de Dianna só pensava que dessa vez seus pais descobririam suas aventuras pois ela e Dean deixariam rastros de uma porta de vidro quebrada.

Os carros passavam e as pessoas andavam ao lado de fora tocando suas vidas enquanto a morena observava a movimentação sem prestar atenção pois as estocadas estavam tocando tão fundo em si que sentia suas pernas perderem as forças.


-Oh... porra


-Gosta assim? N-nunca te peguei assim já ansiava por isso.


-Pela D-divindade.


-Divindade não! Por m-im, Chama a porra do meu Nome Dianna.


-Aaawm D-dean


-Isso.


A língua quente do homem correu a nuca alheia enquanto erguia uma das pernas grossas para lhe dar mais liberdade, estocando mais fundo se possível.

A velocidade das estocadas estavam tão rápidas e fortes que parecia que o mais novo estava querendo disputar com a velocidade de seus corações disparados.

Dianna apoiou sua testa na porta de vidro demostrando o quão rendida estava.
Mas de um jeito dominante a mão do maior puxou os cabelos enrolados para trás fazendo a mulher voltar a encostar a cabeça em seu ombro.


-Quero ver seu reflexo no vidro... S-sua cara de tesão é meu combustível.


Um grito manhoso escapou da garganta da mais velha indicando o quão próxima ao ápice estava.
A mão que estava nos fios morenos voou para o pescoço fino sufocando levemente ali só para sentir os graves dos gemidos com o tato.

Rapidamente, a mão que erguia a coxa farta voou para a vagina banhada e começou a massagear o clitóris tão veloz quantas as estocadas.


-Quer gozar Diah?


-Ai Por favor D-dean.


-Está desesperada Dianna?


-Não f-faz assim comigo


No mesmo estante o maior diminuiu a velocidade tanto das estocadas, quanto da massagem no clitóris.


-Não quer assim? Quer devagar então!


-N-não Dee... Não... V-volta.


-Que? Está falando de que? Não estou entendendo


A risada rouca do homem evidenciou o quanto ele estava adorando brincar desta maneira.


-PORRA DEAN M-ME FODE.


-Assim que gosto, desinibida.


Voltou com a velocidade máxima ainda mais bruto.


-Uuh eu V-vou


-Sei que vai.


A menor se contorceu, travando todos os músculos e apertando absurdamente o caralho dentro de si, o travando lá.
Os espasmos vieram violentos fazendo pular e arranhar os braços do maior querendo que ele parasse com a massagem mas ele não parava de massagear em alta velocidade.


-D-deannnn para, para


-Não


A menor se debatia fortemente enquanto revirava os olhos.


-Para aawnn


O maior franziu o cenho ao sentir ser mais comprimido dentro da vagina seu pau pulsava violentamente iria gozar a qualquer momento.


-Não


A massagem não perdia a velocidade e Dianna se perguntava como um homem conseguia ter tanta força e agilidade nas mãos.

-Aawwn Ca-ralho


A mais velha gozou novamente num orgasmo duplo sentia seu coração pular querendo sair do peito.
Quando pensou em se jogar no chão sentiu a mão de Dean parar bruscamente a massagem e o líquido quente preencher sua vagina.


-Aaar porra, como é gostosa.


O maior rugiu atrás si, o corpo pequeno da mais velha tremia tanto que ela pensou que passaria mal a qualquer momento.

O homem fez menção de tirar seu pênis da pequena e ela travou ele dentro de si novamente.


-Não! Gosto de sentir pulsar até o final.


A frase saiu como se a menor tivesse corrido uma extrema maratona.


-Mas preciso te deitar, você está tremendo muito.


Dean não estava nem um pouco diferente da mulher.


-Só mais um pouquinho


O maior deixou uns segundos mais ergueu a morena logo em seguida contra a vontade dela, a levando para cama.


-Está bem?


-Uhum


-Te machuquei?


-Não. Quando vamos fazer de novo?


-Apressada, preciso cuidar de você primeiro.

-

Novamente no banheiro Dianna se sustentava pelo os braços na pia e observava o estrago que Dean havia feito enquanto o mesmo enchia a banheira atrás de si.


-Droga Dee tem marcas de dedos no meu pescoço. Como vou esconder isso?


O homem se aproximou e abraçou o corpo pequeno por trás como mais cedo, seus olhos encontraram o reflexo do belo corpo pelo espelho como deja vú.

Acariciou as marcas e beijou seu pescoço.


-Desculpa, peguei pesado.


-Não, tudo bem...


Diah ergueu os braços querendo que o mais alto a carregasse até a banheira por que ele havia realmente a deixado com dificuldades de locomoção.


•••
Mais tarde naquele dia ~

Dianna desceu as escadas bem arrumada e encontrou seus pais entrado em casa ambos chegando do emprego.


-Oi mãe, Oi pai.


-Está linda querida, vai sair?


A Senhora Norman perguntou para a menina que se parecia extremamente consigo.


-Vou mamãe


-É algum menino ? Heim?


Sua mãe perguntou animada


-Não... apenas amigas.


-Até por que se fosse um menino eu matava ele.


Dean surgiu nas escadas de blusão e calça moletom traje de assistir animes.


-Meu filho você não pode ser assim! sua irmã está na idade de namorar.


-Só por cima do meu cadáver.


Don, o pai, passou pelas mulheres da casa e bagunçou os cabelos do filho mais novo.


-Esse é meu garoto, nada de deixar sua irmã namorar por aí.


-Pode deixar estou de olho nela pai.


Dianna revirou os olhos e esperou os pais seguirem para o quarto.


-Você não vale nada Dean Parker


-Você é minha Dianna Parker

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31 de Março de 2020 às 05:07 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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Marshsmalt Toda errada porém firme

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