A força do desejo Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Depois que o universo finalmente está livre da ameaça dos siths, Kylo Ren, agora apenas Ben, vive com Rey em um planeta distante. O casal aproveita para viverem seu amor livremente.


Fanfiction Filmes Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#rey #kylo-ren #star-wars #hentai #pwp
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Capítulo único

NOTAS DO AUTOR: Esse conto se passa depois dos eventos de "Ascensão skywalker", embora mude alguns eventos, como quem já viu o filme vai perceber. Particularmente, esse filme foi uma decepção para mim, mas... mesmo assim vai um conto erótico.


*****


Rey estava sentada na beira do penhasco. Lá embaixo, o mar movia-se calmamente, com ondas suaves e tranquilas. A jedi também estava calma, a luta contra os siths havia, por fim, terminado. Palpatine, com muito esforço, fora morto e, mesmo que achasse que morreria, tanto ela quanto Kylo Ren sobreviveram.

Não, não Kylo Ren, Ben. Era esse o seu nome, o nome dado pelos seus pais sem nada de seu nome como sith. Ele havia mudado, voltado a ser o que sempre era, um homem bom, um jedi, um herdeiro não só sanguíneo, mas espiritual de Leya e Han Solo.

Rey sentia-se em paz consigo mesma. O universo estava livre da ameaça sith. Claro que isso não significasse que as coisas estavam perfeitas, mas já era um grande começo. Ainda haviam tiranos, mas eles sempre existiriam, infelizmente. Organizações militares como o Império e a Primeira Ordem eram inegavelmente opressoras e malignas, mas ainda havia muito mal por ai. O universo é vasto o suficiente para abrigar uma legião interminável de opressores, infelizmente.

Rey abraçava as próprias pernas, sentada no chão enquanto fitava o mar. Suas roupas eram cinzas claras, vestimentas jedi típicas. Os cabelos negros desciam até a altura dos ombros, balançando de forma desengonçada ao sabor do vento.

Ela sentiu Ben antes de ouvi-lo. O companheiro estava atrás dela, a respiração lenta, os passos sutis. Como um jedi, Ben sabia se aproximar de forma sorrateira. Alguns instantes se passaram antes que ela sentisse a mão dele tocando seu ombro com gentileza.

- Você está muito pensativa hoje.

Levantando-se, Rey o fitou com carinho. Ben já fora seu inimigo no passado. Os dois lutaram ferozmente inúmeras vezes, mas o que sentiam um pelo outro era uma faísca forte de desejo que queimava-os a cada combate. Aos poucos, começaram a compreender um ao outro. Descobriram seus medos e inseguranças e, finalmente, lutaram juntos contra o verdadeiro mal do universo, o imperador Palpatine e seus exércitos. Após tudo isso, se uniram como um casal e isolaram-se em um planeta muito, muito distante.

Esse era o final deles, um descanso merecido depois de tantas batalhas. Não havia nada nem ninguém ali para incomodá-los. Era como se estivessem de lua de mel.

- Lembrando do passado – disse Rey, um sorriso brilhando em seu rosto – do que enfrentamos juntos, dos nossos amigos.

- Tempos conturbados... – respondeu Ben. Sua voz lenta e distante. Ele sofria ao lembrar dos eventos trágicos da guerra. Perdera a mãe e o mestre, matara o próprio pai. As perdas foram quase insuportáveis. Sem Rey ao seu lado, talvez tivesse sucumbido – estou feliz que agora as coisas estão mais calmas.

A resposta de Rey foi um breve aceno positivo. Ben aproximou-se dela, os braços envolvendo sua cintura, os rostos se aproximando. Seus lábios se encontraram em uma união úmida e gostosa. O beijo foi maravilhoso, eles sempre eram. Rey abraçou o seu companheiro e amigo, prolongando aquele momento mágico por mais alguns segundos.

- Não tão calmas – disse Rey com um tom de culpa – soube pelo Finn que ainda existem remanescentes da primeira ordem saqueando e matando. Talvez devêssemos voltar a ativa e...

Ela calou-se quando Ben colocou a mão em seus lábios. Ele balançou a cabeça em uma negativa, acariciando o rosto dela logo em seguida.

- Deixe isso para o Finn e os demais, pelo menos por enquanto. Vamos aproveitar para sermos felizes. Merecemos isso, não merecemos?

O rosto de Rey ainda exibia incerteza, mas o beijo que Ben lhe deu a fez ceder. Se demoraram mais nesse novo beijo do que no anterior, as mãos dele descendo até a cintura dela, acariciando com esmero, deslizando pelas nádegas da moça. Rey sentiu um calor dominando-a sutilmente. Quando se deu conta, já estava apalpando Ben de volta, tocando as costas musculosas do guerreiro por cima da camisa.

O casal precisou parar o beijo para recuperar o ar. Estavam mais ofegantes e estimulados, tanto que voltaram a se acariciar, começando a despir as roupas um do outro. Sem delongas, Rey retirou a blusa de Ben exibindo seu peitoral musculoso e atraente. Excitava-lhe o fato dele não possuir um corpo de uma beleza impecável, mas marcado por cicatrizes que lhe davam um charme especial e único. Algumas delas, havia sido ela própria que causara.

As mãos fortes dele foram de encontro aos seios medianos da namorada, que já havia se despido da cintura para cima. Com movimentos circulares, em um ritmo lento e agradável, Ben estimulou Rey, deixando-a ainda mais excitada. Os gemidos baixos do casal se perdiam na paisagem sem fim, sendo abafados pelo lufar do vento e o quebrar das ondas.

Os carinhos só atiçavam mais e mais os instintos dela. Os seios era seu ponto mais sensível, o que a fazia ficar mais molhada entre as pernas. Aos poucos ela foi ficando mais estimulada, desejando mais e mais. Com pressa, sentou-se no chão, as mãos acariciando o membro duro do namorado por cima de suas roupas.

Ela estava muito apressada, com um ímpeto e um desejo que mostravam seu lado menos racional e mais selvagem. Com um movimento brusco, retirou o pênis de Ben das calças. Ele saltou para fora já com a ponta umedecida. Ela pegou-o entre as mãos e o estimulou com força e gosto, arrancando alguns gemidos dele.

- Nada mal – provocou, masturbando-o maliciosamente – estou com muitas ideias de como usar seu brinquedinho.

Ben adorava o lado safado de Rey. Nesses momentos ela nem parecia uma jedi comportada e equilibrada, mas assemelhava-se muito mais a uma sith que se deixava levar pelos sentimentos inconsequentemente, no caso, a luxuria.

Sem perder tempo, Rey começou a colocar em prática suas ideias indecentes. Primeiramente abocanhou o membro de Ben, engolindo-o com gosto e encharcando-o de saliva. Seus lábios iam e vinham em movimentos de puro desejo. Ben gemia com força, quase descontrolado pelo prazer que, era tanto, que chegava a quase doer. Excitado, segurou a nuca de Rey e forçou movimentos de vai e vem. Ela obedeceu, engasgando-se um pouco com o membro vigoroso em sua boca, mas conseguindo abocanha-lo e estimula-lo por completo.

A cada nova chupada ela ficava mais excitada, suas mãos cravando-se com força nas nádegas de Ben, arranhando-as de leve. Ele gritou o nome dela em um gemido abafado, sua mão forçando a nuca dela com ainda mais força. O prazer o estava rasgando por dentro e, mesmo tentando conter-se, não conseguiu evitar o orgasmo que tivera direto na boca de Rey. O liquido se projetou em um jato forte e grosso, ela tossiu algumas vezes, alguns filetes escorrendo pelo canto de sua boca, mas a maioria invadindo-a por dentro.

Ofegante, a garota afastou-se. Precisou se esforçar para beber tudo em dois grandes goles. Seus olhos lacrimejavam um pouco, mas sorria extasiada. Estava feliz, mas queira mais, muito mais.

- Tire suas roupas, vamos continuar com isso – disse em tom imperioso – não me importo se seu amiguinho está baixando a bola, você vai ter que me satisfazer mesmo assim.

Ben sorriu de forma confiante e até um pouco travessa. Retirou suas roupas enquanto observava a namorada fazer o mesmo. Rey deitou-se no chão abrindo bem as pernas, convidando e provocando Ben a dar-lhe o que queria. A vagina a mostra, úmida e apetitosa, implorando para ser preenchida se projetava lascivamente. Mesmo com seu membro amolecido Ben não recusou o convite. Sentou-se, já totalmente nu, ao lado de Rey. Explorou a intimidade dela com uma das mãos, penetrando-a com dois dedos e masturbando-a em um ritmo mediano. Foi recompensado com os gemidos dela, assim como o olhar de tesão que ela lhe lançava.

Aquilo estava muito bom, Ben manteve os movimentos por mais alguns instantes até retirar seus dedos, já totalmente úmidos, de dentro da intimidade de Rey.

Ele aproveitou para admirar o corpo da namorada, tão lindo e atraente. Ela possuía um físico bem desenvolvido, músculos bem definidos, mas nada exagerados. Os seios eram firmes, as pernas também, mas o mais estimulante não eram suas partes intimas e sim seu olhar lascivo.

Ele massageou os seios dela por alguns instantes, sentindo a maciez e volume deles. Em seguida, com a palma da mão aberta próxima a intimidade de Rey, usou a força nela. A sensação causada foi de uma pressão em sua intimidade, estimulando com precisão seus pontos mais sensíveis. Aquilo era simplesmente perfeito. Ela gritou de prazer, abrindo ainda mais as pernas. A sensação se repetiu-se com ainda mais intensidade. Dessa vez ela gritou ainda mais alto, algumas lagrimas escorrendo de seu rosto.

- Gosta disso? – perguntou. Era um truque que havia aprendido. Uma forma alternativa de se usar força. Snoke não o havia ensinado a usar seus poderes apenas para causar dor, mas também para proporcionar prazer. Os jedi provavelmente o reprimiriam por usar a força para tais fins, mas ninguém além dele e de Rey precisariam saber disso.

- Merda... isso é...

As palavras se perderam e Rey soltou outro grito, seguido de mais um palavrão. Ele manteve seu uso da força, causando impulsos de prazer, cada um mais firme que o anterior. Não demorou para que ela tivesse não um, mais vários orgasmos. Rey estava urrando de prazer, implorando por mais. E ele deu mais, muito mais

Após algum tempo seu membro voltou a ficar rígido. Ben abandonou o uso da força e preferiu voltar ao método tradicional. Sentou-se sobre Rey enfiando seu membro dentro dela. Ela o aceitou de bom grado e adorou quando Ben começou os movimentos de vai e vem.

As penetrações foram firmes, frenéticas e desesperadas. Os dois competiam para ver quem gemia mais alto, seus corpos rebolando em uma dança cheia de luxuria.

Eles se moviam como dois animais. As estocadas iam cada vez mais rápidas. Os dois falavam palavrões e se provocavam, tocando-se com uma ânsia quase assustadora. Seus corpos se enlaçando cada vez mais.

Por fim, Ben despejou outro orgasmo dentro dela, exaurindo-se totalmente no processo. Seu corpo caiu sobre o dela em um abraço cansado e suado. Eles deram uma pausa naquele ato selvagem de amor e se permitiram descansar.

Não falaram nada, apenas se aninharam em um abraço reconfortante. Passado o tesão do momento, voltaram a trocar caricias e olhares românticos. Beijaram-se mais uma vez e, satisfeitos, se permitiram dormir nus mesmo, envolvidos nos braços um do outro.

10 de Janeiro de 2020 às 05:14 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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