Between Seas Seguir história

plluxe thay .

E se as maiores invenções dos séculos simplesmente não existissem? Como seria o nosso mundo hoje? Jaguar é uma das piratas mais temidas do Mediterrâneo, mas qual seria sua surpresa ao descobrir o que o destino lhe reservava, derrota. Após Esmeralda ser consumido pelas águas bem diante de seus olhos a capitã tenta retomar as rédeas de sua vida, mas ninguém havia lhe dito que esta seria uma tarefa fácil. Muito menos quando Halsey, uma capitã igualmente poderosa cruza seu caminho com o terror em forma de embarcação.


LGBT+ Para maiores de 18 apenas.

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I

Olá meus amores, sejam muito bem vindos a Between Seas! Se você já me conhece de outras histórias, é um prazer estar aqui de novo com você. Mas caso essa seja a primeira história minha que você está lendo, muito prazer eu sou a Thay ou Titia Thay, como preferir, escrevo já a muito tempo e já me aventurei em diversos universos da escrita, e é uma honra ter você aqui comigo hoje.
Essa história surgiu de uma vontade antiga de fazer algo relacionado a pirataria, e enfim me senti pronta para trazer algo completamente único para vocês nesse universo, além de levantar algumas questões sociais. Em Between Seas o nosso tempo não é o que achamos ser, graças ao medo do desconhecido e de expor suas ideias aos olhos dos julgamentos alheiros, as coisas não vão bem quando achamos que já conquistamos tudo o que nos era destinado e principalmente, se acreditamos que não precisamos de ninguém para nada. Espero que gostem e mergulhem nessa história que eu estou amando escrever e contar a vocês, com meu mais puro e sincero amor -Thay

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Afundei enquanto sentia meus pulmões queimarem pela água inspirada acidentalmente, me forcei a abrir os olhos enquanto ainda escutava estrondos acima de minha cabeça, seguidos por uma grande porção de água que parecia se quebrar no mesmo lugar que todas as outras, empurrei meu corpo para frente mexendo meus braços contra a força da água e me distanciando de toda aquela confusão do caralho

—Merda, merda merda merda -Grito enquanto soco a água repetidas vezes assim que meu corpo retorna a superfície e meus olhos miram o local que ele se encontrava minutos antes. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo, me recusava a compreender o que meus olhos viam, não era possível que depois de tanta luta ele havia ido embora. Arrancado de mim como um filho é arrancado dos braços da mãe, queimando em plena imensidão azul, desaparecendo bem diante de mim

—Isso não pode estar acontecendo, não pode ser real -Digo a mim mesma enquanto passeio minhas mãos por minhas madeixas negras e encharcadas, meus olhos ardiam e eu sabia que isto não era por conta da água, minha cabeça doía e tudo o que eu queria naquele momento era morrer junto ao meu Esmeralda.

Mas isso não aconteceu, o meu azar era grande demais para isso, como sempre.

...

Acordei com um barulho estridente e assim que abri meus olhos a verdade me bateu, infelizmente nada daquilo havia sido um sonho e agora eu me encontrava deitada em uma praia qualquer com uma espécie de ave estranha se esgoelando ao meu lado

—Certo certo, eu te chamo se precisar de um jantar -Digo enquanto espantava o animal com a mão

Com muito esforço consigo me colocar de pé e percebo que estava bem mais machucada do que imaginava, várias escoriações estavam presentes em meu corpo e um corte um tanto grande fazia minha coxa direita latejar, pelo que eu podia perceber meus lábios também estavam cortados e alguma coisa parecia ter me atingido nas costas. Além do pior, eu havia perdido o meu melhor chapéu. Caminhei com certa dificuldade pela areia fofa e úmida procurando encontrar algum vestígio de vida humana, o sol já beijava o horizonte e eu já olhava para os lados a procura de algum lugar para me abrigar quando esbarro algo e com dificuldade me agacho para alcançar o objeto de metal com a ponta dos dedos, se tratava de um medalhão em ouro puro com algumas inscrições em algum idioma que não pude identificar com conta de minha torpes e alguns desenhos de traços finos e grossos, o apertei contra a palma de minha mão sentindo o metal resfriar a área em contato com minha pele fazendo meu corpo se arrepiar e uma sensação conhecida se transportar até minha alma. Guardo o objeto junto a mim e continuo minha caminhada com os olhos fixos no céu, precisava encontrar algum lugar para ficar durante a noite e até agora a única coisa próxima disso foram algumas árvores com folhagens largas e ralas que de nada me serviriam, a praia parecia deserta, ou talvez os nativos dali só estivessem esperando o momento certo para me atacarem e fazerem o jantar, era difícil dizer enquanto aquela dor martelava por toda a minha cabeça fazendo minhas vistas se tornarem um tanto esbranquiçadas e minha perna latejar cada vez mais. Meus pensamentos voaram até meu machucado e como ele deveria estar feio por debaixo daquela que um dia foi uma ótima calça de couro mas que agora não se passava de um trapo repleto de fiapos e pingando a sangue e sal, foi quando um barulho se fez presente questionando minha audição e sanidade do momento, enquanto eu olhava para os lados a procura da origem do som minha cabeça se embaralhava mais e mais e por fim a única coisa que eu havia conseguido era cair no chão

—Porra -Xinguei batendo minha mão contra uma de minhas pernas, justamente a machucada, eu era uma mulher tão sortuda

O grito escapou por minha garganta antes mesmo que eu percebesse e ali estava o líquido escarlate a escorrer de mim mais uma vez enquanto a dor se espalhava de minha perna para toda e qualquer parte do meu corpo. Foi quando eu ouvi o barulho de novo, dessa vez mais perto, bem mais perto

—O que aconteceu aqui? -A voz forte perguntou

6 de Janeiro de 2020 às 22:02 0 Denunciar Insira 0
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