O País da Luta - DIAMANTES DE VIDRO Seguir história

suzzy12345 Suzzy Alexia

Jayde tem a vida que qualquer pré-adolescente teria, vivendo momentos felizes com sua mãe gentil e seu pai amoroso. Porém a morte repentina da mãe acaba abalando profundamente Pai e Filha. Então num momento de puro desespero os dois vão parar em uma sociedade distópica onde a humanidade é escrava de um sistema de vida e precisam literalmente lutar pela sua sobrevivência. Como essa dupla de pai e filha conseguirá lidar com a crueldade deste novo mundo?


Ação Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#aventura #novel #Turmalina #luta #diamante #País-da-luta #ação #drama
2
1.1mil VISUALIZAÇÕES
Em progresso - Novo capítulo A cada 10 dias
tempo de leitura
AA Compartilhar

Aos Sussurros Da Tempestade

PRÓLOGO

“A vida é algo tão bonito, a vida deve ser valorizada e preservada, não importando a etnia, idade ou identidade de gênero, todos merecem a chance de sentir na pele a Luz do Sol”

Minha mãe sempre me dizia essas mesmas palavras quando me ensinava sobre o amor e o respeito. Assim fui educada, assim eu guardei esse ensinamento e passei a acreditar nisso fielmente.

Mas a verdade é que nem todas as vidas tem o tratamento que merecem. Tanto pra sobreviver quanto para coexistir, nos alimentamos da vida, fingimos nos importa quando na verdade só estamos preocupados com o nosso próprio manhã. O mundo que se dane. A vida só serve de alimento,combustível para que o outro possa viver mais e assim, como na Selva, o forte é quem merece ter a existência valorizada.

E assim vivi. O mundo gritando que eu precisava ser forte pra ser merecedora e a minha mãe dizendo gentilmente ao meu ouvido que todos são merecedores.

Nunca pensei que essa minha luta por ideias me colocaria numa situação de vida ou morte.

Sim, estou literalmente entre a vida e a morte agora…..... Tudo por optar pelo lado do amor………. Pelo lado que luta pela vida.

Argh…. Sinto frio…..

Sinto Solidão…….

Sinto a luz……. Diminuir…….

Eu…. Sinto…..

- Pai...

Capítulo 1 - Aos sussurros da tempestade.

A chuva grossa praticamente agredia o para-brisa da caminhonete verde-musgo, embasando completamente a visão. Os raios eram o único som que podiam ouvir além do batimento de seus corações. O motorista dirigia com o olhar perigosamente fixado na estrada, não podia parar por nem um segundo sequer… não se perdoaria se o fizesse. O mapa estava entre o volante e ele, que agarrava o pedaço de papel velho como se fosse uma droga viciante com o clima frio atiçando ainda mais a sensação de urgência. Porém… o homem não estava sozinha. Sim, uma garotinha de treze anos dormia tranquilamente no banco de trás, acomodando a cabeça por cima das mãos, como um anjo… anjo tão puro que nada o corromperia, espero. Ela continuaria dentro de seus lindos sonhos em um campo de margaridas, se não fosse pelo pulo violento que a caminhonete deu ao passar um quebra-molas não visualizado pelo motorista. Acordei levemente, piscando uma dúzia de vezes até começar a analisar o seu redor com curiosidade.

“- Mas… onde estou?” se perguntava ainda zonza de sono “Eu estava na minha cama… por quê estou dentro de um carro?”


Ela se levantou cuidadosamente, tirando do rosto os cabelos castanhos avermelhados contidos pelo elástico preto, ajeitando seu cordão onde se pendurava uma pedra verde-musgo. Tateou até encontrar seus óculos ao lado direito do banco, para corrigir a miopia. Assim que o colocou, seus olhos finalmente mostrando o mundo com nitidez e conseguiu enxergar o motorista.


“- Pai?”


Ficou confusa e, ao mesmo tempo, com um mal pressentimento. Sentiu um calafrio bem no meio do estômago.


- … P-pai? - Gaguejou ainda sonolenta.


Falou tão baixinho que o homem simplesmente a ignorou.


- Pai! - Não gritou, mas o tom agudo de sua voz fez o homem se assustar e virar a cabeça em direção a ela.


Ele a encarou com seus olhos azuis assustado, mas logo em seguida tentou disfarçar seu nervosismo com um sorriso trêmulo. Logo ajeitou os óculos balançando o cabelo castanho profundo encaracolado, coçando sua grande barba.

  • O-oh… Jayde, Que susto você me deu! - Exclamou gentilmente voltando sua atenção para a estrada. - Não pensei que fosse acordar tão cedo… - sussurrou, mas os pequenos ouvidos dela conseguiram capturá-lo.

- Como assim Papai? - Respondeu ainda mais confusa, colocando a mão sobre o ombro dele - Pra onde estamos indo? Por quê está indo tão rápido??? - Questionou, pois seu amigável pai jamais acelerou um automóvel se quer. Seu coração se apertou.


- Ah, não é nada meu bem! Só confie no papai… iremos para um lugar melhor agora… - O tom sereno porém alucinógeno com que seu pai respondeu a fez tremer por um segundo.


Sabia que algo muito ruim estava por vir. Podia sentir isso nos olhos desesperados dele.


- D-do que você está falando? - Indagou ainda mais temerosa, jamais o vira em tal estado.


- Então, minha querida… você lembra dos quadros que a mamãe pintava? - Perguntou enquanto dirigia pelo caminho deserto cheio de árvores camufladas pela neblina.


Na hora Jayde se lembrou da pintura de uma mulher ruiva num cenário urbano chuvoso, com uma luz neon verde saindo da barriga. Sua mãe o estava terminando quando foi morta por um ataque cardíaco.


- Sim… mas o que isso tem a ver? - Se encolheu no banco de trás, tentando controlar sua ansiedade.


- Pois bem… Sua mãe me disse algo antes de morrer. Na verdade, ela me disse muitas coisas. - Jayde murmurou uma afirmação. Ele continuou. - Jayde… sei que pode parecer difícil de acreditar… mas antes de sua mãe morrer ela me revelou que na verdade ela não é humana.


A cada palavra a mente da pobre garota ficava ainda mais confusa.


- Ela veio de um lugar muito distante do nosso mundo, querida. Ela disse que veio de um lugar… chamado Turmalina.


- … - Ela permaneceu em silêncio. Se sentia ainda mais ofegante.


- Sei que pode parecer loucura, mas foi exatamente o que ela disse antes de morrer! - Exclamava convicto acelerando fundo. - Ela não conseguiu completar a frase… mas ela disse que era importante! - Olhou para o mapa mais uma vez completando. - Tenho certeza que ela queria isso… sim! Ela queria que fôssemos pra lá! Já imaginou querida? Visitar a cidade natal da sua mãe… - Completou vago com a voz trêmula e bizarramente inquieta.


- Pare o carro. - Disse finalmente. Não podia acreditar que estava vendo seu pai enlouquecer. Parecia até que estava sob efeito de algum feitiço maligno.


- Não posso. - Respondeu curto. Olhos fixos na estrada, trovejadas ecoando em seus corações. - Não podemos perder tempo.


- Eu disse… PARE O CARRO! - Movida por um instinto de pânico e desespero, pulou em cima de seu pai, agarrando-se ao volante como se sua vida dependesse disso, e realmente dependia.


- JAYDE NÃO! - O homem se assustou. Sua filha era mansa demais para tal atitude radical.


Ambos brigaram pelo comando da direção, chacoalhando a caminhonete movimentando-se em zigue-zague freneticamente. A neblina estava densa, a cortina de chuva não ajudava e as trovoadas se irritavam com a desavença entre os dois dentro do veículo. Mas Jayde não desistiria tão fácil, moveu o volante até que seu pai, com medo de baterem, dá uma freada bruta, quase arremessando a pobre menina no retrovisor. Graças aos reflexos de seu pai, nenhum se feriu.


- Jayde! O que raios foi isso??? Enlouqueceu?! - Repreende firme, ofegante, examinando sua protegida.


- D-desculpa… eu também não sei o que aconteceu… - Sussurrou agudamente, também ofegante. - Mas foi por quê o senhor me assustou!!! Como assim estamos indo para cidade natal da mamãe??? E por quê estamos indo pra lá AGORA??? - Questiona incessantemente, agarrando o braço de seu pai.


- Jayde… - Preocupou-se com o seu tom energético. Ela estava realmente apavorada. - Desculpe… sei que não disse isso do melhor jeito… e que foi uma decisão meio repentina. - Acariciou-a na cabeça, tentando apazigua-la. - Mas não tem nada para nós onde morávamos! Tinha que ter visto sua mãe… ela parecia querer dizer algo… sobre esse lugar - Pensou por uns minutos mas logo se lembrou da urgência que tinha da viagem. - Fique aqui. Vou ver se nada se quebrou lá traz. - Pediu saindo do veículo.


- E-espere! - Ignorando tal ordem, o seguiu.


Assim que saiu as gotículas grossas umedeceram seus cabelos e respingaram em seus óculos. Ela preciso abraçar a si mesma para não tremer com a rajada do vento sul.


- Anda Jayde! Já disse pra ficar no carro! Gritou, tentando lutar contra o som alto do trovão e o sussurro gutural do vento. Seus cacho se molharam em segundos colando em sua testa. Estava ino em direção aos pneus de trás do dirigível.


- Não! Não vou até o senhor prometer que vamos voltar pra casa!!! - Gritou de volta teimosamente porém chorosa com os sons monstruosos da tempestade.


- Vamos, não seja teimosa! - Se agachou para averiguar se o estado roda.- Não há mais nada pra nós em MonroeCity. - Foi em direção ao outro lado da parte de trás, ignorando sua roupa encharcada.


Com a última afirmação do pai, a pequena menina conseguiu entender o que estava acontecendo. Seu pai estava enlouquecido pela tristeza! Afinal, seu pai era louco de amor por sua mãe, ela era o seu mundo! Ver ela morrer em seus braços sem poder fazer nada… deveria ter sido uma cena traumatizante para demais para ele conseguir lidar com a dor, com o fato de que nunca mais poderá abraçá-la de surpresa nos piqueniques de domingo… Sim, Jayde entendia por que também partilhava da mesma dor. Porém a garota tinha um dom: o dom das palavras, frutos de sua fome por leitura. Sua inteligência e dicção poderia se comparar a qualquer adulto e sua dicção convencia qualquer um. Também tinha o dom da empatia… e ver seu pai em desesperado delírio… doía demais.


- Papai… Eu sei que o senhor… sente muito a falta dela… - Falou calmamente, segurando seu casaco de lã na parte do peito enquanto segurava o outro ombro, seus pequenos lábios tremiam com o frio. - Eu também sinto… não tenho palavras pra descrever o quão duro é saber que ela não estará mais aqui para me fazer rir com suas palhaçadas… Mas fugir do problema não é a solução! - Não podia conter a exaltação no final, precisava fazer seu pai recuperar o juízo.


O homem parou de andar e virou-se para a garota franzina. Vê-la tremer ao frio da chuva o fez se preocupar, mas estava convicto a fazê-la concordar com ele.


- Mas… não estamos fugindo minha querida… - Tentou tranquilizar a situação mas não podia negar o efeito de confusão que as palavras da filha lhe causou. - Muito pelo contrário! Estaremos indo pra mais perto dela! Se formos até a sua cidade natal.. Poderemos começar uma nova vida! - Estendeu os braços gesticulando ofegante, enquanto ignorava a luz vacilante dos trovões.


- Pai pense bem! - Afirmou convicta com olhos cheios de ternura, escondendo seus espasmos de frio pelo corpo inteiro. - Nossa vida inteira é em MonroeCity! Temos amigos lá! Passamos momentos tão bons com todos e com a mamãe… Eu… só… - Não conseguiu segurar o choro por muito tempo, afinal, era apenas uma garota de treze anos, jamais conseguiria manter a compostura diante de tal situação desamparadora. - Eu só quero voltar pra casa! - Soluçava e fungava enquanto tentava limpar as lágrimas porém sem sucesso pois a chuva a molhava novamente. - Eu não quero ir embora! Como eu vou cuidar da horta da mamãe se eu não estiver lá??? Como podemos abandonar todo mundo desse jeito? EU SÓ QUERIA ESTAR NA MINHA CAMA AGORA! - Atira as palavras em um ato completamente desesperado.


Se ajoelha no chão lentamente urrando em lágrimas, tentando as impedir de cair escondendo os olhos. Sentia falta do conforto de sua casa… do cheiro do incenso de lavanda que sua mãe sempre acendia no seu quarto antes de dormir, das cortinas amarelas que brilhavam a cada manhã com os primeiros raios de sol, de admirar a horta de tomates brilhantes em seu quintal. Estar naquele cenário vazio, agressivo e frio foi como um choque de realidade para ela… sentia medo… só queria que tudo aquilo fosse mentira, apenas um pesadelo.


Ela ficaria ali chorando, mais e mais… se um abraço repentino não a tivesse encurralado.


- Jayde… Me perdoe! Meu Deus… o que foi que eu fiz… - Exclama com peso e comoção em sua voz, finalmente recobrando a sanidade. Abraçava sua filha fortemente para afugentá-la do frio. - E-eu não sei o que deu em mim! Por favor me perdoe Jayde… - Seu arrependimento era tão grande que até a tempestade que balançava suas costas já não o assustava. - Você tem razão! É repentino demais para mudanças… sua mãe iria nos querer felizes em casa! E não neste lugar deserto… frio… - Até seu modo de falar já se adequava mais ao seu semblante maduro.


A menina… começou a sentir sua circulação sanguínea voltando ao normal a deixando quente novamente. Sim, afinal, isso era tudo o que ela queria: a atenção do seu amado tutor. Ela só precisava sentir que sua fonte de apoio e afeto não colapsaria sobre seus olhos. Só queria a certeza de não o tinha perdido também.


- Perdão… Perdão… - Continuava implorando, esfregando os ombros da filha para estimular o calor de seu corpo enquanto cerrava os olhos com força.


- Pai… - Respondeu genuinamente contente. Levantou o rosto em sua direção, repousando a mão sob a bochecha direita do homem que a encarou nos olhos. - ...está tudo bem. - Com ternura no olhar sente a barba castanha arranhar seus dedos durante sua carícia. Piscava os olhos várias vezes pelos golpes das gotas de chuva - Sei que você amava muito a mamãe! Eu deveria ter percebido e te confortado no funeral… - Seu tom denotava a culpa que sentia por desamparar-lo naquele momento tão crucial e delicado.


- Hey… Eu que deveria ser o pai aqui sabia? - Brinca meio sem graça deixando uma dupla de lágrimas caírem. O som dos raios já não abafavam mais o som do coração de um pai protegendo sua preciosa filha. - Bem, não importa, está tudo bem agora. - Levanta com a menina no colo. Não era tão forte fisicamente mas ver sua filha friorenta fez com que tivesse a força necessária. - Vamos voltar pra casa! O vovô ea vovó devem estar preocupados. - Diz calmamente, ignorando o frio e a força do vento, tudo o que importava era deixar sua cria quente e segura.


- Hehe, sim. - Riu tossido levemente em seguida segurando na gola de seu pai. Com certeza sua saúde frágil a faria pegar um resfriado. - E precisamos voltar rápido! Já deve até ter passado a hora de regar a hor-*


Este seria um desfecho e um final, embora curto, muito feliz para esta família. Porém, esses dois não sabiam que a partir daquele ponto já não teriam mais a paz e sossego que tanto conheciam. Um clarão estourou sob suas costas e o som estrondoso de um raio atingiu o chão lamacento quase os fazendo perder o equilíbrio. A força do raio foi tão forte que começou a rachar o chão em uma linha e infelizmente os dois mal sabiam que estavam na ponta de um penhasco. O pedaço cortado do penhasco, prontamente, começou a cair puxando os dois com força para baixo. Mal conseguiram tempo para reagir… estavam sob queda livre.


- JAYDEEEEE! - Gritou o homem que caia mais rápido pelo seu peso. Mal me atrevo a descrever o olhar de pavor de um pai assistindo sua filha caindo com a certeza de que ela morreria junto com ele em segundos.


- PAAAIIII! NÃÃÃÃOOOO! - O susto foi tão grande que seu pânico a fez abraçar a si mesma enquanto gritava sob o ar e suas lágrimas subiam em vez de descer.


Diante da situação de perigo a pedra verde-musgo e cristalina pendurada ao pescoço da jovem começou a clarear até se tornar verde neon expandindo seu brilho até virar uma bolha brilhante que envolveu os dois, sumindo rapidamente em seguida. Ambos desapareceram.


O impacto da caminhonete batendo com força no chão rochoso fez os corvos da floresta se assustarem voando e gritando pra longe. A tempestade termina… a chuva cessa e o vento para de gritar.


E isso, meu caro leitor, é tudo o que eu posso narrar por enquanto. Os dois estão longe demais para que eu possa acompanhá-los. Não, eles não estão nem mesmo habitando nesta linha do tempo!


Temo por eles… porque se eles foram para onde estou pensando… terão que contar apenas com si mesmos. Nem a ajuda divina consegue alcançar aquele lugar tão escuro e sombrio… que cheira a ódio e morte.


Ah… se eles conseguissem decifrar os sussurros da tempestade naquele momento… não teriam ido para onde o sol jamais nasceu.

27 de Dezembro de 2019 às 20:12 1 Denunciar Insira 2
Leia o próximo capítulo Onde o Sol Jamais Nasceu

Comentar algo

Publique!
Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Olá! Escrevo-lhe por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. Caso ainda não conheça, o Sistema de Verificação existe para verificar o cumprimento das Regras comunitárias e ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. A verificação não é necessária caso não tenha interesse em obtê-la, então, se você não quiser verificar sua história, pode ignorar esta mensagem. E se tiver interesse em verificar outra história sua, pode contratar o serviço através de Serviços de Autopublicação. Sua história foi colocada "Em revisão" pelos seguintes apontamentos retirados dela: 1)Pontuação: Falta de pontuação para separar vocativos de frases, como "Como assim Papai?" em vez de "Como assim, papai?". Falta de vírgula antes de conjunções adversativas, como em "O tom sereno porém alucinógeno" em vez de "O tom sereno, porém alucinógeno". 2)Acentuação: "Por quê está indo tão rápido?" em vez de "Por que está indo tão rápido?". 3)Outros: "fingimos nos importa" em vez de "fingimos nos importar"; "embasando completamente a visão" em vez de "embaçando completamente a visão"; "o homem não estava sozinha" em vez de "o homem não estava sozinho"; "finalmente mostrando o mundo com nitidez" em vez de "finalmente mostraram o mundo com nitidez". "jamais acelerou um automóvel se quer" em vez de "jamais acelerou um automóvel sequer". Aconselho que procure um beta reader; é sempre bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que acertamos e o que podemos melhorar, e os betas do Inkspired, quando contratados, fazem uma análise detalhada da sua história e a enviam através de um comentário. Caso se interesse, esse recurso também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Além disso, também temos o blog Tecendo Histórias, que dá dicas sobre construção narrativa e poética, e o blog Esquadrão da Revisão, que dá dicas de português. Confira! Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história, então farei uma nova verificação.
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 1 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!