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Cristian Porto


Alice e Miguel, dois jovens com habilidades paranormais e que possuem uma conexão misteriosa se vêem obrigados a investigar o desaparecimento de Elizabeth, tia de Alice, porém isso envolverá enfrentar duas criaturas misteriosas, os Cavaleiros da Morte e colocará todos da pequena cidade de Horizontina do Sul em perigo


Paranormal Lúcido Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Prólogo

Era inverno. Há muito tempo não fazia tanto frio em Horizontina do sul. A cidade situada no extremo sul gaúcho, que outrora fora palco do conflito entre duas famílias e que levara à decadência de ambas, é considerada, hoje em dia, como uma daquelas cidades pacatas em que simplesmente nada acontece. Até mesmo a neve, algo comum naquela região, deixara de cair há mais de uma década. Mas aquela noite de junho era diferente. Pairava um terrível clima no ar.

Em meio ao solo e vegetação coberta por neve Elizabeth Lincoln, uma linda mulher de seus trinta e quatro anos, loira e de olhos claros, corria por sua sobrevivência. Em seu encalço havia duas figuras. Uma vestindo sobretudo e de rosto encoberto por uma máscara portava uma foice,a outra, portando um arco, repleto de flechas, vestia um capuz que lhe tampava por completo o rosto. A montaria de ambas criaturas eram cavalos negros, que possuíam olhos vermelhos devido o efeito da noite.

No fundo de seu peito Elizabeth sabia que de alguma forma este seria seu fim. Mas devido a adrenalina que corria por todo seu corpo ela corria o mais rápido que podia. As criaturas riam e grunhiam de prazer e diversão ao ver a mulher lutar por sua vida. Quanto mais ela corria mais interessante parecia a caça. A mulher assustada gritava por socorro, mas ninguém poderia ouvi-la ali.

As criaturas, adorando aquele sadismo resolveram elevar a um novo patamar a tortura da pobre mulher. Uma flechada direto nas costas fez com Beth emitisse um enorme gemido de dor. Ela tentou correr, mas simplesmente não conseguia, pois o que estava encravado em suas costas não era uma flecha comum, haja visto que esta fora embebida em alguma substância paralisante. Alguma substância de origem vegetal, ou advinda de venenos poderosos de cobras, ela não sabia. Com o corpo completamente paralisado a loira não conseguia correr. Seu peso parecia muito grande para o corpo aguentar e ela caiu desmaiada no chão.

Quando acordou, Elizabeth pode ver as duas criaturas paradas em sua frente. Sua camisola que já fora branca possuía uma cor vermelho-rosado, assim como toda a neve ao seu redor. Paralisada ainda, ela pode sentir uma nova dor lancinante.Ela tentava gritar mas não podia. Sua língua havia sido cortada fora assim como praticamente todos seus dentes da frente.

De suas pernas, Elizabeth podia perceber algo quente escorrendo. Sua artéria femoral havia sido perfurada. À cada batida de seu coração acelerado e nervoso uma quantidade maior de sangue era expulsa. Cada vez mais fraca e ainda sob o efeito da flecha, Beth tentou se movimentar, mas foi impedida quando uma das criaturas macabras com sua foice arrancou-lhe o braço direito.

Ainda sob o efeito daquela dor que faria até a pessoa mais forte do mundo chorar, a mulher sentiu uma nova pancada. Só que agora esta havia sido desferida em seu lado esquerdo. O golpe em si não fora capaz de decepar de uma vez seu braço, então a criatura que a estava torturando disse para seu parceiro:

-A desgraçada acabou com o fio da minha foice.

Mesmo com a arma sem fio o cavaleiro continuou desferindo golpes seguidos no braço de Beth como alguém que tenta cortar um pedaço grosso de papelão utilizando uma tesoura cega.Não aguentando mais de dor ela fechou seus olhos e morreu. Seu último pensamento foi de que precisava proteger sua família. Mesmo estando no outro Mundo.

26 de Dezembro de 2019 às 15:39 1 Denunciar Insira Seguir história
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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
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February 20, 2020, 13:30
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