Ensinamentos entre mulheres Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Aurora e Malévola se amam como se mãe e filha fossem, mas esse amor é muito mais profundo e elas também desejam uma a outra.


Fanfiction Filmes Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#hentai #orange #malévola #Aurora #pwp
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Capítulo único

Por muito tempo, Malévola acreditou que o amor verdadeiro não existia. Seu coração se tornara negro, consumido por trevas. Parecia que a luz jamais voltaria a surgir, mas ela surgiu, ironicamente, na forma de uma garota cujo nome era Aurora, nome esse que representava o alvorecer que dissipava a escuridão da noite.

A garota era como sua filha e sua beleza e graça eram encantadoras. No início, Malévola sentia desprezo pela garota, mas o tempo observando-a em segredo a faz aprender a ama-la. A doçura e a bondade da garota tocaram o coração da fada de uma forma que ela jamais acreditava ser possível.

Malévola estava sentada em uma pedra próxima a um lago de águas cristalinas no reino mágico. Seu fiel corvo, Diaval, havia pousado em seu ombro. Ele gorjeou alguma coisa que fez a fada sorrir de leve. Ambos observavam a linda garota de cabelos loiros banhando-se no rio em toda sua insciência e encanto.

Ela estava na flor da idade, com seus dezoito anos e seus longos e reluzentes cabelos loiros. A água cobria-lhe da cintura para cima. O corpo molhado parecia brilhar ao refletir a luz do sol. Ela cobria os seios com as mãos, inocente de toda sua sensualidade. Aurora era seu nome, a única pessoa que conseguira amolecer o coração da fada das trevas. Ela rodopiava tentando acompanhar as pequeninas fadas da água que voavam a sua volta, beliscando seu corpo ou fazendo respingar água nela.

Malévola observava a afilhada com carinho e orgulho. Aurora estava mais bonita a cada dia, não a toa fosse tão cobiçada por todos do reino. Muitos príncipes almejavam beijar seus lábios e, embora não dissessem em voz alta, também desejavam desposar a jovem princesa.

Isso fazia Malévola rir com malícia. Ela já havia se envolvido com Aurora nesse nível, ensinando a garota os doces segredos do sexo. Os gemidinhos abafados e tímidos dela eram como música para os ouvidos de Malévola. Eram nesses doces sons que a fada estava pensando quando viu Aurora sair da lagoa, caminhando em sua direção.

Água pingava do seu corpo que ela tentava cobrir com as mãos, ocultando seus seios e sua vagina. Seu rosto estava corado e ela sorria para Malévola de forma contida.

- Gostou do banho querida?

- Sim, a água estava na temperatura certa madrinha.

Malévola sorriu, ela percebeu o insinuar do olhar tímido de sua afilhada. A garota queria que Malévola a ajudasse a se aliviar. Claro que Aurora podia fazer isso sozinha, tocando-se em sua intimidade, mas o resultado nunca era tão eficiente comparado as vezes que a fada lhe ajudava.

- Quer aliviar-se? Você está ficando bem saidinha Aurora. Me pede com cada vez mais frequência por isso.

As palavras foram ditas com uma malícia cheia de intimidade. Aurora baixou o olhar, suas bochechas corando tanto que ela nem sequer conseguia falar. Malévola apontou para a grama.

- Deite-se, e abra as pernas.

A garota não obedeceu de imediato, ficou fitando sua madrinha, corando mais e mais. Malévola sentiu que havia algum motivo para a relutância de sua afilhada.

- O que foi? Está com vergonha agora? – perguntou em um riso.

Muito sem graça, Aurora deitou na grama, as mãos ainda posicionadas parra esconder sua nudez. Malévola gostava da timidez da garota, isso lhe excitava. Ela levantou-se, admirando a beleza de Aurora. Diaval voou alguns metros e pousou em uma pedra, observando o que iria acontecer.

- Bem, bem, bem. Vamos começar com algo leve para esquenta-la – Malévola moveu os dedos em um gesto simples. Faíscas de magia projetando-se deles em uma sutil luz dourada.

Raízes surgiram do solo enroscando-se nas pernas e coxas da princesa Aurora. Elas puxaram as pernas da garota, deixando-as bem abertas, dando assim uma bela visão da intimidade da princesa, ou assim o fariam se ela não estivesse a se cobrir.

- Tire essas mãos incomodas dai! – falou a fada em um tom divertido. Respondendo a mais um de seus gestos, as plantas reagiram.

Mais raízes emergiram do solo. Essas, enroscaram-se nas mãos de Aurora, puxando-as para os lados. Não foi um ato violento ou rude, sem jeito, Aurora cedeu e deixou-se ter seu corpo exposto. A princesa corou ao ter toda sua nudez exposta. Possuía seios medianos com mamilos rosados rígidos, sua vagina lisinha e depilada, uma flor delicada e suculenta. Malévola sorriu ao admirar a intimidade de Aurora, fazendo a garota corar ainda mais, se é que isso era possível.

- Ansiosa por um pouco de prazer não? – disse com um toque de malícia na voz – vamos logo resolver isso querida.

Ela enviou outra raiz, esta em direção a vagina de Aurora. A planta penetrou-a de leve, fazendo a moça soltar um gemidinho bastante gratificante. Ela abriu ainda mais as pernas por reflexo, dando passagem aquela planta que lhe estimulava por dentro, fazendo-a sentir pontadas de prazer.

- Ah... isso... é muito bom... – falou envergonhada. Queria ao menos cobrir os seios, ou tocá-los, para estimular-se ainda mais – Malévola você pode... nos meus seios?

- Claro. Não podemos esquecê-los não é mesmo?

A fada enviou mais raízes. Essas enroscaram-se gentilmente nos seios medianos da doce Aurora, apertando-os de leve e massageando-os com movimentos circulares. A princesa soltou mais gemidos abafados, rendendo-se ao prazer que a dominava aos poucos.

Assistir aquilo excitava Malévola. Ela nutria sentimentos de amor muito fortes por sua afilhada, amor esse que se manifestava em muitas formas além do sentimento materno. Ela queria tocar no corpo de Aurora, sentir a pele macia da princesa e o sabor de seus pequenos lábios. Mas ela sempre escondia esses desejos para si, não queria assustar Aurora de forma alguma.

A garota gemia baixinho, arqueando de prazer com a penetração leve em sua intimidade. Malévola fez um movimento com as mãos convocando raízes que emergiram do solo para penetrar a princesa por trás.

- Ahh! – ela deu um gritinho de surpresa, seus olhos se apertando com a dor repentina – n-não faça essas coisas sem avisar madrinha.

- Apertadinha como eu lembrava – brincou a fada – você ainda é bastante inexperiente querida.

Aurora corou mais e mais. Ela se deixou conduzir pelos estímulos de sua madrinha, sendo penetrada tanto por frente quanto por trás. As raízes que acariciavam seus seios também lhe deixavam molhada no meio das pernas.

A princesa fechou seus olhos e se deixou levar por todos aqueles estímulos. Seus gemidos aumentando de ritmo e intensidade até que ela soltou um gemido mais forte, quase um grito. Orgasmo escorreu de sua intimidade. Ela corou ainda mais.

Em seu canto, Daival gorjeou duas vezes, batendo forte suas asas. Malévola deu-lhe um olhar de repreensão pelo comentário indecente, mas, um segundo depois, sorriu sutilmente, concordando com o corvo.

Aurora gemia baixinho, seu corpo se contorcia lentamente e sua respiração acelerava. Após alguns minutos, a garota teve um orgasmo discreto, corando um pouco mais. As raízes recuaram lentamente, tendo já cumprido seu papel. Aurora permaneceu ali, deitada, levemente ofegante. As pernas abertas exibindo sua vagina molhadada marca de seu prazer.

- Terminamos por hoje Aurora – disse Malévola com um sorriso de satisfação.

- E-espere madrinha. Eu... eu quero que você continue.

Isso deixou a fada um pouco surpresa, mas sua hesitação foi apenas momentânea. Ela moveu as mãos fazendo as raízes surgirem novamente, mas antes que estas tocassem o corpo da princesa, Aurora falou.

- Não com as raízes. Eu quero que seja você a me tocar...

Essas palavras soaram baixinho, cheias de timidez. Malévola ficou sem palavras ao ouvir aquilo, sem acreditar que sua afilhada estivesse a pedir uma coisa dessas.

- O que...? – perguntou com a voz tremula e uma expressão meio boba.

- Sempre tive desejo de ser tocada por você madrinha – confessou a princesa com um sorriso tímido e delicado – e eu sei que você me deseja também. Percebo como olha para mim quando estou sendo... – ela corou mais. Após um breve momento reunindo coragem prosseguiu – quando estou sendo possuída.

Malévola sorriu, aquele era o dia mais feliz de sua vida. Sua afilhada estava se entregando para ela. A fada sentou-se no chão, bem próxima de sua querida Aurora. Examinou a intimidade rosada e úmida da garota e, com gentileza, penetrou o dedo indicador ali.

- Ah... – a garota soltou um gemido de satisfação e, em seguida, sorriu corada – um pouco mais fundo por favor madrinha.

Excitada, a fada começou a mover seu dedo lentamente em um ritmo de vai e vem. Explorava o interior do corpo da afilhada com carinho e desejo, procurando não ser muito rígida com a garota.

Aurora gemia baixo, movendo um pouco seu corpo devido aos esparmos de prazer. Com sua mão livre, a fada apalpou o seio esquerdo da princesa, sentindo sua maciez e volume. Ela sempre desejara aquilo, tocar sua filha amada, sentir o calor do corpo da garota. Malévola retirou seu dedo de dentro dela, fazendo Aurora soltar um suspiro aliviado de prazer. Ela levou seu dedo úmido dos fluidos de Aurora aos lábios e chupou-o, sorvendo o precioso líquido.

- Seu gosto é maravilhoso querida.

- Madrinha... – a garota murmurou corada, muito sem jeito pelo ato da fada – isso me deixa, sem jeito...

- Mesmo? – Malévola sorriu maliciosa – vou me certificar de deixa-la ainda mais envergonhada.

Com um movimento sútil, a fada retirou suas roupas. Seu corpo era mais maduro e desenvolvido do que o de Aurora, com seios fartos e coxas grossas. Aurora ficou a admira-la espantada. Era a primeira vez que via sua madrinha nua e isso a fez corar ainda mais.

Com carinho, Malévola deitou-se sobre a princesa. Os seios das duas se encaixando, suas intimidades roçando uma na outra. Malévola beijou a garota com desejo, transmitindo todo seu amor, fora um beijo molhado e demorado, prontamente retribuído pela loira.

Elas trocavam caricias enquanto beijavam-se. Malévola movia seu corpo em movimentos ritmados, esfregando seus seios e intimidade no corpo de sua afilhada, proporcionando assim muito prazer para ambas.

- Eu quero os seus seios madrinha – falou a princesa ofegante, seu corpo já começava a suar um pouco devido ao ritmo do sexo.

Malévola ofereceu seu seio para a princesa e a garota o chupou com avidez, abocanhando o mamilo gordo e dando-lhe chupões ansiosos. A sensação foi muito prazerosa, para ambas, e a fada soltou um gemido longo de prazer, suas mãos acariciando o rosto da afilhada. Tímida, Aurora prosseguia, ela estava amando aquilo, era como se fosse uma filinha mamando nos seios da mãe.

Elas continuaram a se amar e a se tocar, tendo como testemunha apenas o Daival e a paisagem exuberante em volta, algumas das fadas da água admiravam a cena com interesse. Malévola voltou a penetrar seus dedos no interior de sua afilhada, estimulando-a com uma masturbação lenta enquanto Aurora ocupava-se com o seio da madrinha. Não demorou para que a princesa chegasse novamente ao orgasmo, aliviando com um gemido prolongado. Ela estava ofegante, as faces vermelhas e a respiração acelerada. Malévola sorriu satisfeita por ter terminado seu serviço. Ela sentou-se na grama, deitando a cabeça da afilhada no colo.

- Muito bem querida, acho que terminamos – disse acariciando os cabelos loiros de Aurora.

A garota sorriu um de seus sorrisos cativantes. Ainda tímida, a princesa falou, contrariando a fada.

- Não, você ainda precisa se aliviar madrinha.

E com essas palavras inclinou seu corpo, levando sua boca a intimidade de Malévola e estimulando-a com lambidas e beijos gentis. A fada sorriu, reconfortando-se com o prazer dos novos estímulos. Sim, elas ainda não tinham terminado. Malévola iria se deliciar em observar sua afilhada dando-lhe prazer.

Ela manteve-se sentada e, confortavelmente, deixou que Aurora prosseguisse com suas caricias tão estimulantes.

17 de Novembro de 2019 às 20:36 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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