Depois de tudo Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Depois de tudo de ruim que o reino de Hyrule passou, finalmente a paz reina. Uma festa é realizada em comemoração a Link e nessa festa ele e Zelda vão expor seus sentimentos a tanto tempo escondidos.


Fanfiction Jogos Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#hentai #zelda #pwp
Conto
0
389 VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Capítulo único

Depois de tudo que Hyrule havia passado finalmente as coisas estavam bem. Foram tempos difíceis, mas enfim o mal trazido pelo feiticeiro Anagrhim e pelo senhor dos demônios Ganondorf havia chegado ao fim. O reino de Hyrule havia encontrado a paz e tudo isso graças a coragem de um garoto: Link. A princesa Zelda estava imensamente feliz e grata pela ajuda do garoto e convenceu seu pai a realizar uma grande festa em homenagem ao herói.

O rei de Hyrule não precisou de muito esforço para ser convencido, pois ele também estava orgulhoso de ter em seu reino uma criança tão corajosa, um guerreiro que, apesar da pouca idade, havia demonstrado mais bravura do que qualquer soldado do reino. Zelda e seu pai fizeram questão de prepararem pessoalmente todos os detalhes da grande festa para Link. O reino de Hyrule abriu suas portas a todos os cidadãos e realizou uma comemoração extravagante amplos jardins do castelo. A festa se realizou em uma segunda-feira, data na qual fora decretado feriado em todo o reino. Já as oito da manhã daquele dia haviam inúmeras mesas postas no jardim com pratos e mais pratos contendo uma grande variedade de comida.

Todos os serviçais do reino foram convocados para aquele evento e até mesmo outros mais foram contratados especialmente para aquela ocasião especial. Da janela de seu quarto a princesa Zelda observava os jardins decorados com enfeites. Serviçais andavam de um lado para o outro finalizando os últimos preparativos da festa ou então servindo os convidados que já começavam a chegar.

— Veio muita gente princesa – Impar, serva e confidente de Zelda estava ao seu lado e trazia-lhe um par de brincos dourados, o ultimo acessório para completar seu visual para a festa.

A princesa inclinou sutilmente a cabeça para ver sua serva por cima do ombro. Impar era uma mulher muito idosa, com longos cabelos brancos e pele enrugada. Era a melhor amiga da princesa e cuidara dela como se sua filha fosse.

— Será que ele vira? – perguntou tentando esconder seu nervosismo e ansiedade – Link?

A face enrugada da criada se moveu em um largo sorriso. Impar era baixinha, mas possuidora de um coração tão grande quanto uma montanha. Zelda pegou os brincos que ela lhe oferecia o colocou-os com cuidado.

— Querida, é claro que ele vem. Para quem é essa festança toda afinal? – disse a senhora com um riso bem-humorado.

A princesa esperava que sim, havia nutrido uma grande admiração, carinho e, ela corava ao pensar nisso, atração por Link. Zelda já havia sido interrogada por seu pai sobre suas intenções com o herói de Hyrule e, muito sem jeito disse que gostava do garoto. A reação do rei fora positiva, afinal não havia melhor partido do que Link para sua filha. Além de sua inegável coragem o garoto tinha sangue nobre, era descendente dos cavaleiros de Hyrule, juramentados a proteger os membros da família real.

— Oh, não é o nosso Link que acaba de chegar? – disse Impar com um sorriso faceiro.

E era verdade Link acabava de chegar, era estranho o ver sem suas costumeiras vestes verdes e gorro da mesma cor, mas devido a ocasião era natural que portasse trajes formais. E como Link estava elegante! Trajava roupas compridas de um azul marinho muito bonito, em seus pés usava botas de couro. Link não trazia sua espada ou escudo, pois tais armas também não eram apropriadas para uma comemoração pacifica. Acompanhando o garoto estava seu tio, um homem de quarenta anos com o vigor dos vinte. O tio de Link também se apresentava em vestes formais.

— Eu irei descer para cumprimenta-los! – disse a sua serva.

Zelda saiu de seu quarto e percorreu os corredores do castelo o mais rápido que pode, o que não era muito rápido devido a seu longo vestido que atrapalhava sua locomoção. Para essa ocasião Zelda escolhera um lindo vestido de um amarelo claro com detalhes em branco. Era um vestido bonito, mas simples para o padrão de uma princesa. Zelda o escolhera porque não queria apresentar luxo demais, podendo passar a impressão errada de que queria ser o centro da festa. Os seus cabelos estavam presos em uma elaborada trança que balançava sutilmente no ritmo dos passos apressados da princesa. Ela precisou de algum tempo para passar pelo salão principal do castelo com suas longas escadas duplas e transpor o portão de entrada chegando enfim ao jardim.

Olhando de perto a festa estava ainda mais bonita. Duas dúzias de imensas mesas retangulares estavam espalhados por todo o espaço amplo do jardim. Elas estavam cobertas com lindas toalhas brancas e poderiam acomodar, cada uma, cerca de sessenta pessoas. Haviam bandeiras com o símbolo real de Hyrule espalhadas por todo o jardim. Em um palco uma banda tocava uma linda melodia para alegrar a festa.

Mais e mais convidados começavam a chegar, a maioria eram habitantes de Kakariko, a aldeia que ficava nos arredores do castelo. Apesar das muitas pessoas ali presentes Zelda não teve dificuldades de encontrar seu pai, o rei vestia-se de forma galante e extremamente formal o que devia ser bem incomodo visto que estavam todos a céu aberto e o sol da manhã o devia fazer suar horrores. Zelda segurou o riso, seu pai era sempre tão formal! Mesmo em comemorações aonde o melhor seria se aproximar do povo ele não resistia a usar de seus melhores trajes ignorando até mesmo o sol de matar.

A princesa foi em direção ao rei que naquele momento conversava com o tio de Link. Ao lado dos dois adultos estava Link, ele parecia um tanto desconfortável e perdido na conversa dos dois e ficava apenas parado com cara de paisagem. Que lindo e fofo e ele era. Enfrentara sem temor poderosos monstros e até mesmo o feiticeiro Anagrhim, mas não sabia como lidar com uma festa em sua homenagem!

— Papai – disse Zelda se aproximando tímida e fazendo uma reverencia.

— Oh, minha querida Zelda, tão linda quanto um raio de sol! – o rei puxou sua filha mais para perto e os olhares de Link e de seu tio recaíram sobre ela. Zelda abaixou a cabeça enquanto sentia suas faces corarem. Os olhos de Link estavam grudados nela e isso a fazia derreter de vergonha e nervosismo.

— Zelda... você está linda – disse o garoto de forma tímida e atrapalhada.

— Muito obrigada, você também está muito bonito nestes trajes galantes – respondeu a princesa educadamente.

Havia algo estranho entre os dois, uma barreira que os distanciava. Zelda sentia que aquilo tudo era formal demais, tanto ela quanto Link não conseguiam agir a vontade e se comportavam de forma mecânica. Ela queria falar com ele de forma aberta e natural, mas sentia como se os olhos de todos ali estivessem sobre eles e então perdia totalmente a coragem.

Zelda se lembrou de quando viu Link pela primeira vez, quando o garoto a salvara de sua prisão no calabouço e os dois fugiram juntos por uma passagem escondida no subsolo do castelo. Naquele momento eles não eram princesa e seu guardião, mas sim duas pessoas que precisavam se ajudar mutuamente para sobreviver. O perigo que os cercava os unia, afastando suas diferenças sociais. Mas agora, depois de reestabelecida a paz? Ela voltava a ser a princesa de Hyrule e ele seu guardião, formava-se assim um imenso abismo que os distanciava.

— Eu estava falando como estou agradecido pelo nosso herói – dizia o rei animadamente retornando a conversa interrompida – após conseguir a triforce muitos teriam sido aqueles que pediriam coisas egoístas, mas Link foi diferente! – o rei abria os braços em um gesto amplo – nosso garoto trouxe de volta a paz no reino. Seu desejo me trouxe de volta a vida depois que aquele ardiloso do Anagrhim me assassinou com sua magia negra. De volta a vida! – exclamou o rei que ainda custava a acreditar no ocorrido – nunca imaginei que tal coisa fosse possível mesmo com o poder da triforce!

— A triforce é um presente dado a nós pelas deusas. Creio que nós, meros mortais, jamais iremos compreender a extensão de seus poderes – disse o tio de Link com uma expressão reflexiva.

— Verdade Hector, você tem toda razão, toda razão... – disse o rei coçando sua longa barba. Ele então deixou esse pensamento de lado e voltou seu olhar para sua filha – querida, porque não vai se sentar em algum lugar reservado e conversar com nosso convidado de honra? Tenho certeza que você e Link tem muito o que compartilhar.

— Sim, deixem que os velhos tenham suas conversas chatas – disse Hector, o tio de Link, com uma risada de bom humor – vocês que são jovens devem ter assuntos mais interessantes para tratar!

Dito isso o homem deu tapinhas nas costas de seu sobrinho que avançou sem jeito até Zelda. Link estava visivelmente nervoso quando dirigiu a palavra a princesa.

— Vamos Zelda... quero dizer, princesa? – ele sorriu sem jeito estendendo a mão para que ela a pegasse.

— Claro, mas não precisa me chamar de princesa, só Zelda já está bom – respondeu levemente vermelha ao tocar a mão do garoto.

Os dois se afastaram e Zelda guiou Link por entre as mesas e pessoas. Os dois se afastaram aos poucos da movimentação da festa adentrando em locais ocultos do grande jardim. Andavam lado a lado, ainda de mãos dadas. Link olhava para trás observando os convidados ficarem cada vez mais distantes devido a distancia.

— Conheço um lugar escondido aqui nos jardins aonde ninguém ira nos ver – disse Zelda se sentindo um pouco mais leve por estarem sozinhos – era onde eu me escondia quando era pequena quando estava com medo de receber uma bronca do meu pai ou de Impar!

— Impar? – perguntou o garoto com um semblante de curiosidade.

— Minha serva e também minha melhor amiga. É uma senhora muito bondosa que cuida de mim desde que sou pequena.

— Entendo, deve ser uma boa pessoa, nos apresente depois – disse ele ficando um pouco mais próximo da princesa.

— Com certeza o farei!

Zelda guiou Link por entre arbustos e flores até que se encontraram em uma área nos fundos dos jardins. Estavam bem próximos ao muro do castelo e dali era impossível ver qualquer sinal da festa que acontecia. Até mesmo a melodia tocada pela banda havia sumido completamente e tudo que se podia ouvir era o zumbido de alguns insetos e o farfalhar do vento.

— Aqui estamos, é meu lugar secreto – Zelda se encostou na parede e ficou o lindo sol da manha – bem, agora é nosso lugar secreto, mas não conte para ninguém ok?

Link se encostou na parede também, bem ao lado da garota. Os dois estavam bem próximos. Como Zelda ele também olhava para o sol, mas não o que estava no céu e sim ao seu sol, a linda princesa trajando um encantador vestido amarelo. Link não conseguia deixar de admira-la, estava tão encantadora que ele poderia ficar só ali em pé fitando-a em silêncio pelo resto do dia.

— E estragar a chance de ter esse lugar só para nós? – ele sorria com admiração para a princesa – jamais revelarei esse lugar a alguém.

Zelda corou com as palavras do garoto. O coração da princesa bateu mais forte no peito e ela deixou de fitar o sol para encarar o rosto belo e jovial de seu amado.

— Deve ter sido muito difícil ter enfrentado tudo que você passou para me salvar – disse pensativa. Zelda sentia-se mal por não poder ter viajado junto a Link. Ela entendia que se o acompanhasse acabaria atrapalhando Link em sua missão, pois o mesmo teria que se preocupar em protege-la. Era nesses momentos que lamentava não poder se defender sozinha, se o fizesse poderia ter estado ao lado dele em todas suas aventuras.

Link ouviu aquilo com uma expressão pensativa. Um longo silêncio se fez entre os dois antes que ele respondesse.

— Foi bem difícil, mas um dos motivos do meu sucesso foi porque eu sempre estive pensando em você – ele a fitou bem nos olhos e Zelda sentiu-se derreter como manteiga diante daquele olhar tão meigo – eu queria salva-la e consegui tirar dai a força que precisava para seguir em frente.

— Link... – sem perceber ela havia se aproximado dele. Link também havia reduzindo a distancia entre os dois e, como se movidos pelo mesmo impulso, os dois aproximaram os lábios. Foi então que a magia aconteceu.

Zelda já havia ouvido falar muitas vezes de como era aquilo, de como o mundo parecia girar, de como o chão parecia sumir e de como tudo parecia mais belo. Ela descobriu que o primeiro beijo era tudo aquilo que ouvira falar e muito mais. Ela sentiu seu coração se acelerar, as mãos de Link tocavam delicadamente nos ombros da princesa e a puxavam mais para perto de si. Zelda inclinava seu corpo na direção dele enquanto aproveitava aquele delicioso beijo que pareceu durar uma eternidade, mas, após longos segundos, terminou.

Ela viu um Link sorrindo meio bobo para ela e imaginou que ela própria estivesse com um sorriso muito mais bobo no rosto. Eles se separaram um pouco. Seus rostos estavam vermelhos.

— Acho que o nosso lugar secreto acaba de se tornar ainda mais especial – disse ele acariciando o rosto da princesa.

— Sim... – Zelda poderia morrer naquele momento tamanha sua felicidade.

De forma muito meiga ela o abraçou com carinho. Os dois ficaram abraçados por um bom tempo, sem nada dizer, apenas aproveitando da presença um do outro. Toda essa proximidade derretera o gelo inicial do começo da manha e os dois começaram a conversar normalmente. Link falou para ela sobre suas aventuras no mundo de Hyrule, de como chegara ao antigo templo dos cavaleiros de Hyrule e vira a tumba de seus ancestrais. Falou também sobre o encantador mar dos Zoras com suas águas cristalinas. Link falou e falou por horas e Zelda apenas ouvia maravilhada. A parte que mais gostara de toda a narrativa fora quando ele contara como conseguira tirar a espada mestra que repousava na floresta e assim obter todo seu magnifico poder. Em seu intimo ela queria estar com ele, viajar com ele pelo mundo. Tudo bem que não o pode fazer da primeira vez, mas agora que estava tudo bem queria largar tudo e viajar com ele por toda a imensidão de Hyrule.

Ela sabia que esse desejo jamais iria se concretizar, era uma princesa e sua obrigação era de permanecer no reino. Mesmo assim esse desejo brilhava no fundo de seu coração e essa era a única coisa que ela queria guardar para si e não contar para ninguém, nem para seu pai, nem para Link e nem mesmo para Impar.

Os dois conversaram pelo resto da manhã e só voltaram a festa ao meio dia porque apesar de seus corações estarem satisfeitos, seus estômagos roncavam exigindo por comida. O jovem casal retornou de mãos dadas e seu retorno não passou desapercebido por ninguém ali. Todos lhes lançavam olhares curiosos o que os deixou vermelhos de vergonha.

O rei e Hector estavam sentados em uma mesa conversando animadamente junto a outros convidados. Quando os viu o rei se levantou e se dirigiu ao casal com um largo sorriso.

— Aonde estavam? Como podemos fazer uma festa em homenagem a Link se o garoto some! – disse em tom bom humorado.

— Me perdoe majestade – disse o garoto sem jeito – eu e Zelda estávamos conversando.

— Não precisa se desculpar, era apenas uma brincadeira – o rei estava de excelente humor – vamos, se sente ali na mesa ao lado de seu tio, eu e Zelda logo nos uniremos a vocês só preciso ter uma conversinha com minha querida filha.

Zelda sentiu um enorme frio na barriga imaginando o que viria a seguir. Teria seu pai pensando que os dois haviam tomado liberdades que não deviam? Ele sabia dos sentimentos dela por Link, mas a princesa temia que a ausência prolongada de ambos pudesse dar margem a interpretações erradas.

Link se afastou sem antes despedir-se formalmente de sua princesa e foi até a mesa sentar-se ao lado do tio. O rei levou Zelda até um canto isolado aonde ninguém mais poderia ouvi-los. Quando ficaram a sós Zelda se apressou em defender-se.

— Não fizemos nada de errado pai! Eu e Link estávamos apenas conversando! – disse nervosa atropelando-se nas palavras.

Seu pai a fitava seriamente e Zelda sentiu como se ele pudesse ver através de sua alma. Ela corou ao lembrar do beijo e tentou não transparecer o quanto estava nervosa.

— Nada mesmo? – perguntou o rei em tom intrigante – dois jovens somem durante horas. Você gosta dele, ele gosta de você – Zelda abriu a boca para dizer algo, mas seu pai não a deixou falar – filha eu não sou idiota. Já fui jovem como você e sei que um casal apaixonado não se limita a ficar se encarando – ele fez uma longa pausa antes de perguntar seriamente – o que houve entre vocês?

Zelda sentiu todo seu corpo tremer. Ela queria simplesmente se enfiar em um buraco e sumir, mas infelizmente, aquela não era uma opção. O seu pai a encarava exigindo uma resposta e, sem conseguir resistir, a garota admitiu tudo.

— Nós... nos beijamos – disse tão timidamente e em uma voz tão baixa que o rei não ouviu. Ela então repetiu, para sua maior vergonha ainda, em um tom um pouco mais alto – nos beijamos, foi isso...

Ela pensou que seria repreendida, mas para sua surpresa o rei abriu um largo sorriso de satisfação o que deixou Zelda completamente confusa. Claro, ela sabia que ele aprovara Link como seu pretendente, mas a escapada dos dois havia sido algo... não correto para uma princesa. O certo seria o tradicional amor cortes com Link se dirigindo primeiro ao rei e manifestando suas intenções com sua filha.

— Você não está... bravo? – perguntou tão surpresa e confusa que sua expressão chegava a ser cômica.

— Claro que não! Isso é ótimo, embora eu esteja desapontado que tenha acontecido apenas isso.

— Pai! – repreendeu Zelda.

O rei segurou no ombro da filha e falou em tom baixo e urgente.

— Escute querida, essa paixão que o garoto tem por você é só passageira. Os homens são assim acredite em mim posso dizer isso porque sou um deles – Zelda ouviu aquilo incrédula, como seu pai poderia duvidar do amor de Link? – filha... querida... não podemos perder essa chance. Enquanto a chama da paixão ainda queima nele eu quero que você durma com Link! Conheço o tipo dele, é cavalheiro demais e jamais deixaria você se a tiver desposado mesmo que os sentimentos que sinta por você tenham passado.

— Pai!! – Zelda se afastou incrédula. Lagrimas brotavam de seus olhos. Como seu pai poderia ser assim? Ela acreditava a vida inteira que ele era uma pessoa bondosa, que se importava com seus sentimentos, mas no final tudo que ele queria era um casamento lucrativo.

— Zelda! – foi a vez dele elevar a voz em um tom repreensor – é assim que casamentos são feitos! Aquele garoto empunhou a espada mestra e adquiriu a triforce! Precisamos dele por perto! Agora escute bem, depois do almoço quero que você o leve para seu quarto – Zelda abriu a boca para protestar, mas o rei a calou com um gesto – não! Não fale agora! Escute! – Zelda ainda chorava, mas tentou segurar as lagrimas. A garota soluçou algumas vezes e, quando se acalmou um pouco, seu pai prosseguiu – invente uma desculpa qualquer, que quer lhe mostrar algo ou lhe dar um presente, não importa. Quando os dois estiverem sozinhos no quarto você deve se insinuar a ele. Seja clara e direta, se ofereça e ele, apaixonado como está, não ira recusar.

Zelda choramingou baixo dizendo que amava Link e que queria ficar com ele por amor. Falou que os dois apenas tinham se beijado uma vez, não eram sequer namorados e ter que ser obrigada a ter relações com ele tão cedo era muito cruel.

O rei porem foi inflexível, falou das obrigações da princesa com seu reino e que o melhor que faria por toda Hyrule seria casar-se com Link. Ele continuou dizendo que isso em nada abalaria o amor que os dois sentiam um pelo outro, muito pelo contrário, apenas o fortificaria. Triste e abatida a princesa acabou cedendo e os dois voltaram aos seus lugares na mesa junto aos outros convidados.

Zelda voltou desanimada para a mesa, evitou Link o máximo que pode ocupando-se sempre de conversar com os outros convidados. O almoço foi servido e a princesa serviu-se de peixe, salada e carneiro. Para beber foram servidos uma grande variedade de sucos e ela escolheu uma limonada, pois representava bem como se sentia: amarga, mas camuflada com uma camada de doçura.

Após o almoço foi servida a sobremesa, ao menos isso conseguiu animar um pouco a garota, pois não havia como não abrir um largo sorriso diante da grande variedade de doces e tortas. Zelda se deliciou com uma fatia de torta de morango e também com doces variados e coloridos. Havia esquecido completamente as ordens de seu pai, mas, quando os pratos de sobremesa foram recolhidos a certeza do que deveria fazer encheu-lhe de tristeza e medo.

Link se levantou da mesa e foi em sua direção, os convidados começavam a se dispersar visto que a festa se encerrava. O garoto olhou preocupado para a princesa.

— Zelda você está bem? – havia preocupação sincera em sua voz – o que aconteceu entre você e o rei? Vocês brigaram?

Por um lado ela queria poder desabafar seus problemas com Link, contar-lhe do peso que seu pai colocara em suas costas e da chantagem emocional que fizera. Mas ela sabia que isso não seria possível, Link era a única pessoa a qual ela não podia conversar a respeito do ocorrido. A princesa negou e tentou abrir um sorriso para disfarçar seus sentimentos negativos.

— Não brigamos Link, meu pai só me falou de um problema do reino, algo que infelizmente não posso compartilhar com você – ela se aproximou e abraçou o garoto pois embora tivesse mentido sua carência era sincera.

Zelda se sentiu totalmente acolhida nos braços do homem que amava. Link envolveu-a gentilmente com os braços e acariciou seu rosto com respeito o que fez a princesa corar e sorrir com alivio.

Zelda porem não conseguia ficar totalmente relaxada, sentia o olhar de seu pai sobre ela e sabia que o mesmo esperava que ela tomasse uma atitude. Entristecida, porem decidida, ela suspirou fundo e fez o que lhe foi ordenado.

— Link, estou me sentindo um pouco... cansada – ela saia do abraço devagar. A presença de Link a confortava e lhe dava forças – podemos entrar e ir pro meu quarto?

A pergunta saiu tímida e Link concordou com um aceno positivo com a cabeça de forma compreensiva e gentil. Educadamente Zelda segurou na mão do rapaz e o guiou para dentro do castelo. Os dois não falaram nada em todo percurso e, enquanto caminhava a passos lentos, Zelda refletia sobre o que tinha que fazer.

Era estranho, mas ela se pegou percebendo que levar Link para o quarto era exatamente o que queria. Claro que ela estava sendo um pouco apressada, mas se pensasse por outro ângulo, ter relações com Link naquele momento era mesmo precipitado? Os dois poderiam ter se beijado pela primeira vez naquela manhã, mas tinham uma relação forte e próxima a muito tempo. Juntos passaram por grandes perigos e o sentimento de amor entre eles era forte e maduro.

Zelda pensou que normalmente não tomaria uma atitude dessas tão rápido, mas agora que já iniciava suas intenções não tinha motivos para interrompe-las. Ela não podia negar que, no fundo, desejava a muito tempo que Link lhe levasse a cama, mas iria o garoto fazer isso? Ela refletiu e percebeu que não.

Link a respeitava muito e a considerava muito frágil e delicada. Com certeza tinha medo de tomar alguma iniciativa temendo machuca-la. Mas ele queria, ela tinha certeza disso. Zelda queria aquilo também e disse a si mesma que faria o que tinha que ser feito, não pelo reino ou por seu pai, mas porque ela própria queria.

Finalmente os dois chegaram a porta do quarto de Zelda. A princesa abriu-a e entrou junto com Link fechando-a discretamente de chave. Link olhou maravilhado para o luxuoso quarto de Zelda com moveis caros e uma cama enorme. Zelda riu da cara de surpresa do garoto e não se conteve ao fazer uma brincadeira.

— Muito luxo para o seu gosto?

— Eu acho que essa sua cama sozinha vale mais do que minha casa inteira – disse coçando a cenho

Os dois riram juntos. Zelda então se aproximou do garoto reunindo coragem para fazer aquilo que devia, e queria, fazer. Ela ficou bem próxima dele, suas faces coravam, mas isso não a impediu de ir adiante.

— Link, como sabe estou muito agradecida pelo que fez por mim e por toda Hyrule. Se a algo que eu possa fazer para recompensar...

O resto da frase ficou no ar, mas o tom de insinuação nas palavras da princesa deixou bem claro que tipo de coisa ela estava disposta a fazer como agradecimento. Link corou, visivelmente sem jeito, e, hesitante, aproximou seu rosto do da princesa para um segundo beijo.

Aquele beijo não foi melhor do que o anterior, mas era mais quente e cheio de segundas intenções. Os dois se beijaram lentamente, suas línguas se tocavam seguidamente enquanto as mãos de Link acariciavam os ombros macios da princesa.

Zelda estava adorando aquilo, os beijos a deixavam mais quente e ousada. Ela podia sentir as mãos de Link descendo discretamente de seus ombros até os braços. Os corpos dos dois estavam bem próximos, colados até, e ela podia sentir algo rígido no meio das pernas de Link. Zelda sabia do que se tratava aquele volume, embora nunca tivesse visto um membro masculino antes.

— Zelda... – o garoto arfava, controlando-se para não avançar nas caricias e toques e perder o controle – está tudo bem para você fazermos isso? Se você achar que não está pronta...

— Eu quero – disse a princesa com uma coragem e determinação que a surpreendeu – muito.

Então, como para provar para Link e para si mesma de que estava falando sério, Zelda se ajoelhou na frente do garoto. Muito sem jeito começou a retirar o cinto de couro que ele usava e, nervosa e com as mãos tremulas, abaixou-lhe as calças.

O pênis de Link saltou pra fora como um animal que ânsia por liberdade. Era enorme, ou ao menos assim pareceu a Zelda que nunca havia visto outros como aquele para comparar. A princesa se assustou recuando o rosto.

— Calma, ele não morde – disse o garoto com um risinho.

— E-eu não me assustei – mentiu a princesa tentando recuperar a compostura.

Aquele era um belo pênis, grande e rígido, as bolas do garoto pendiam frouxas e havia uma densa camada de pelugem ali. Zelda era virgem, mas Impar já havia lhe falado sobre como agir na cama com um homem. Ainda nervosa, mas ansiosa e excitada, a princesa tocou no pênis com a ponta dos dedos. Delicadamente ela massageou aquele membro com curiosidade e desejo, analisou a textura e mediu o tamanho. Será que caberia dentro de sua boca? Só havia um meio de descobrir.

Delicadamente ela começou a chupar, de inicio lenta e temerosamente, mas depois mais rápido e com gosto. Uma das mãos se apoiava na cintura do rapaz enquanto a outra lhe massageava as bolas. Link gemia de satisfação enquanto suas mãos acariciavam os cabelos de Zelda e empurravam a cabeça da princesa contra o membro rígido.

Zelda quase se engasgou com aquele volume todo na boca, mas conseguiu manter o ritmo que seu amado desejava. Chupou por um bom tempo, se acostumando com as sensações que aquele ato lhe traziam. Link a afastou delicadamente depois de um tempo e, com movimentos lentos, começou a despir-se por completo.

Zelda corou ao ver o garoto totalmente nu. Link tinha pernas grosas e fortes, um corpo bem delineado e porte atlético. Zelda sempre o achara muito jovial, mas naquele momento o via como um homem maduro e forte. Esse era o homem que tiraria sua virgindade.

— Tire suas roupas também princesa – disse ele após jogar suas botas longe.

Zelda obedeceu, levantou-se e, primeiramente, desfez a sua elaborada trança fazendo seus cabelos caírem como uma cascata de ouro. Em seguida retirou seu vestido fazendo cair no chão e revelando seu corpo praticamente por completo. A princesa estava praticamente nua, apenas com uma fina calcinha branca bordada com desenhos florais. Seu corpo era curvilíneo e delicado e os seios, cobertos pelas mãos da princesa, eram redondos e de tamanho mediano.

Link ficou boquiaberto com tanta beleza. Já havia dormido com outras mulheres, mas nenhuma tão formosa e admiravelmente bela quanto Zelda. O rapaz aproximou-se abraçando-a com firmeza e beijando-a com gosto. Zelda derreteu-se em seus braços completamente entregue ao homem que amava.

Com seus braços Link a envolveu em um abraço apertado e apalpou todo seu corpo. Ansioso ele tocou na barriga fina da princesa, em seus ombros delicados e em suas belas coxas. Repousou as mãos na bunda redonda de Zelda e a apertou de leve.

— Ahh... Link... – Zelda não sabia quando havia chegado aquele ponto, mas estava adorando. Discretamente deixou de cobrir os seios e também envolveu Link em um abraço.

Eles se beijaram mais uma vez, de forma ainda mais intensa. Uma das mãos de Link apalpou os seios da princesa enquanto a outra sorrateiramente lhe tirava a calcinha. Zelda se entregou aquele beijo molhado, sentia-se completamente feliz e completa.

Com um movimento Link deitou-a na cama. Ela sorria nervosa, mas abriu as pernas um pouco, convidando-o a explorar sua intimidade. Com muito cuidado ele se sentou sobre ela, penetrando-a lentamente. No começo doeu um pouco e a princesa soltou um gemido baixo, mas aos poucos se acostumou a acolher o pênis de link dentro de si.

— Vou começar a me movimentar dentro de você – disse ele com cuidado – vai doer um pouco, mas você vai gostar, garanto.

Zelda apenas fez um sinal positivo com a cabeça e fechou os olhos esperando pela dor. Link começou os movimentos de vai e vem dentro dela e a garota teve que morder os lábios para não gemer. Era uma dor gostosa, misturada com um prazer dominante. Zelda arfava a cada penetração deliciada com as sensações maravilhosas que sentia.

No começo Link foi lento e cuidados, mas quanto mais se empolgava mais seus movimentos aumentavam de velocidade. Zelda perdeu o controle invadida por inúmeras ondas de prazer. A princesa gemia alto esquecendo-se totalmente que alguém poderia ouvi-la. Ela gemia e gemia, sua vagina pulsava de excitação. Link levou as mãos aos seios da garota e os massageou com firmeza, sem cessar ou diminuir o ritmo das penetrações.

Zelda não sabia quanto tempo aquilo durava, mas cada segundo era uma explosão de prazer. Ela ouviu Link gritar seu nome enquanto expelia sua semente dentro dela. Zelda também gritou, um grito sonoro e libertador. A princesa teve um forte orgasmo e, exausta e completamente feliz, desabou em um profundo e confortante sono.

13 de Novembro de 2019 às 22:54 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~