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José Nicholav


Tudo o que Amália queria era somente mudar de país, ganhar alguns euros trabalhando corretamente e depois voltar para o Brasil, com as suas economias. Mas o seu destino já estava traçado por Carlos, um homem másculo, lindo e poderoso.


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos). © José Nicholav

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O Dono

Fui com vontade imensa de trabalhar e ganhar muitos euros. Afinal de contas, as histórias que tinha ouvido foram de pessoas que tiveram sucesso em Portugal, principalmente as mulheres.

Eu era formada em História, mas não consegui emprego como professora no Brasil, somente de recepcionista. Eu não detestava os meus trabalhos, mas a forma como os homens me tratavam. Eu tinha um corpo bonito, seios fartos que mesmo com sutiã, o bico dos meus peitos apareciam. A minha bunda era enorme, roupa nenhuma conseguia disfarçar. Com os meus cabelos negros, longo e um rosto de adolescente, as mulheres casadas e solteiras ficavam com raiva de mim. Eu não tinha amigas.

No dia que cheguei em Portugal estava frio, as minhas roupas brasileiras não suportavam aquele frio absurdo. Logo procurei o hostel onde tinha marcado para me hospedar. No outro dia, fui ao local que estava conversando por mensagens, era a garantia do meu emprego. Tudo estava fechado, aliás não existia o restaurante, nem placa antiga, o que tinha era uma casa antiga com várias janelas e nelas, muitas mulheres me observavam.

Me apressei em sair quando fui abordada por um senhor de meia idade.

- Você está procurando o restaurante Mamma Mia?

Sem entender, mas louca por uma resposta, afirmei com a cabeça.

- Ele não existe mais. Aliás ele nunca existiu.

Fiquei boquiaberta. Como assim? Eu fui enganada? Tudo em minha mente passou rapidamente, o pouco dinheiro que levara, o tempo que havia pago no hostel, e a promessa de que trabalharia no restaurante e teria um quarto para dormir. Ouvi uma voz bem de longe me chamando....

- Senhora. Senhora.

Era um homem de meia-idade, charmoso, loiro, de olhos verdes, alto e musculoso.

- Sim? Perguntei ainda sem rumo.

- Você foi enganada. Assim como aquelas mulheres que estão olhando para você pelas janelas.- olhou para cima.- E se quiser um conselho, saia daqui o mais rápido o possível porque senão será prisioneira deles. Você é uma mulher muito bonita, um prato e tanto para os estrangeiros.

Olhei zangada para ele e saí batendo os meus sapatos naqueles chão desnivelado.

- Ei. - Era ele novamente.

Parei e com um ar zangado perguntei.

- O que o senhor quer?

- Ajudá-la.

- Ah! Tá. Não quer que eu vá para aquele puteiro, mas quer que eu vá para o seu quarto. Entendi.

Ele me olhou perplexo.

- Não. Eu tenho um escritório e estou precisando de alguém para limpá-lo diariamente. O salário é bom e você poderá pagar um aluguel. Aceita?

Sem entender a atitude dela, mas desespera, aceitei. Peguei o cartão dele, marcamos o horário no outro dia. Eu queria começar logo a trabalhar, o dinheiro que tinha levado não duraria muito.

No outro dia compareci ao escritório bem cedo. Ele logo me mostrou o local dos materiais, como e quais os horários que eu deveria fazer a limpeza. Entendi tudo porque o português dele parecia como de um brasileiro.

Durante a limpeza que fazia nos banheiros, na copa, nas mesas, ou tirando o que havia nas lixeiras eu percebia o olhar dele às escondidas. Ele era bonito, atraente, um homem do jeito que eu gosto. Másculo. Mas eu não podia, estava em um outro país, sem ter como me sustentar, precisava daquele emprego, não podia arriscar.

Passaram-se dias e o ambiente continuava o mesmo. Até que certo dia, como de costume, eu fui a sala do meu chefe falar que tinha terminado o trabalho. Naquela época Portugal estava pegando fogo e o ar era quente e pesado. Após um dia de trabalho e muito cansada, eu só pensava em tirar a minha roupa, tomar um banho e me deitar.

- Aposto que sei no que está pensando Amália.

Sorri. Eu estava suando e ele também. Ele era um homem lindo, charmoso, eu sabia que me queria, assim como eu o desejava. Por um breve momento eu pensei em deixá-lo me possuir, mas como eu faria isso? Ele demonstrava vontade e logo depois, recuava. E eu não podia arriscar a minha estadia naquele país.

"- Não.. não Amália... " - Pensei alto.

Ele sorriu e me fez ficar mais excitada. Será que os desejos deles eram os mesmos? O calor o fez desabotoar a camisa e alargar o nó da gravata. Cada movimento dele me excitava, me deixava molhada. Desviei o olhar e comecei a andar.

"Você vai embora?- perguntou.

"Vou. Já é tarde. E você?

- Vou ficar mais um pouco, preciso olhar alguns documentos.

-Quer que eu fique para ajudar em alguma coisa?

- Não. Você já fez o seu trabalho e ...

- E?

- Nada Amália. Eu não posso pedir a você mais do que faz.

Inconformada com a resposta dele, e num súbito, aproximei-me, sentei sobre a mesa e fui abrindo os botões pequenos do meu vestido.

"- O que eu estou fazendo???" ,"Ele vai me despedir".

Mesmo com os pensamentos dizendo que sim e o meu instinto dizendo que não, continuei:

- Carlos, hoje, só hoje, pede-me para ficar. Sou uma , estou louca por você.

"- Ela está querendo sexo." - Pensei. Não vou perder esta oportunidade. Eu a desejava, a queria comer de todas as formas, em todos os locais daquele escritório. E enquanto a olhava profundamente ela continuou a sussurar nos meus ouvidos:

- Eu quero você e sei o que quer de mim. Me beije, me toque, tire as minhas roupas, me possua. Quero isto Carlos. - Tocou na minha parte íntima.- Uma noite! Hoje.

Movido pelo instinto, colei a minha boca na dela, num profundo e demorado beijo de língua que mais parecia querer adentrar em seu corpo. Não era amor era tesão. Ambos queriam aquele momento há tempos, era como se já tivesse escrito para nós dois.

Deitei-a sobre a mesa, beijei seu pescoço, coloquei minha mão entre aqueles cabelos negros, sedosos, cheirosos... Ofegávamos com a excitação que nos envolvia. As minhas mãos descontroladas desceram para suas pernas subindo o seu vestido quase despido. Tirei-o.

- Que corpo lindo que você tem Amália. Que bunda, que seios...

Ela sem hesitar, tirou a minha gravata e rasgou a minha camisa. Freneticamente, apertei aquelas mamas contra a minha boca. Senti as mãos dela abrirem o zíper da minha calça e agarrar o meu pau. Parei!

- O que você quer que eu faça com você?- Perguntou quase sem voz.

- Tudo. Você quer tudo Carlos?

E antes que eu pudesse dizer que sim, empurrou-me. Ainda sentada na mesa, nua, abriu as pernas e me disse:

- É tua. Chupe. - Sorriu.

- Coloquei a língua naquela buceta molhada e quente durante vários minutos. Sentia o tremor do seu corpo, e os espasmos na minha boca. De repente, colocou me empurrou com os seus pés, virou-se de quatro em cima da mesa, para que eu prolongasse o meu trabalho de língua. Olhou para trás, gemendo e disse:

- Quero tudo.

Chupei-a com gosto. Sem pressa, na buceta e no cuzinho.

Já com as calças tiradas a puxei da mesa e a coloquei sentada em cima da cadeira que começou a me chupar ferozmente.

- Ah! Sua loucaaa!!! Sua puta!!

Quanto eu mais falava, a xingava, mais me chupava. A sua mamada era profunda e demorada. Nenhuma mulher havia feito daquela forma.

Parou. Seu olhar saia fogo. Abraçou-me e me levantando da cadeira nos deitamos no carpete. Depois de longos beijos e fôlegos curtos, levantou, fez um coque no cabelo, rebolou para mim e deu gargalhadas.

- Como o seu corpo é lindo. - Falei saboreando-a com o olhar.

E andando veio até a mim, abriu as pernas, sentou-se no meu pau bem devagar, deitou-se sobre o meu peito e colocou as suas mamas na minha boca.O seu gemer me dava prazer. Era como se ela lesse os meus pensamentos. Sentou e colocou todo o meu pau dentro dela e começou a cavalgar em um ritmo compassado.

Depois de tanto pular, gozou. Seu grito era como de uma loba e o meu tesão só aumentava.

E com sorrisos nos lábios, trocou de posição. A sua buceta estava molhada. Pôs-se de quatro na cadeira, e com o seu dedo pedia para eu colocar no seu cu. Enterrei o meu meu pau por trás e comecei a bombar. Ouvia os seus gemidos de prazer, enquanto brincava com os meus ovos. Isso me deixou louco e senti que ia gozar. Parei abruptamente.

O tesão era muito, tinha de me acalmar... Amália percebeu instantaneamente, e enquanto eu me recompunha um pouco, masturbava-se na cadeira, em minha frente, enfiando toda a mão na sua xoxota. Gozou novamente. Ela era uma verdadeira ninfomaníaca.

Uns minutos foram suficientes para me recuperar e aproveitando que ainda estava na cadeira, a coloquei novamente de quatro ajoelhada, ajeitei aquele rabo para o meu pau. Ela olhou para mim e disse:

- Acabe comigo.

Fodi aquele cu sem parar, com toda a minha força. Eu queria arrebentar aquela mulher. Ela gritava pelo meu nome, me pedia para xingar, e instantaneamente numa explosão de gemidos, senti o gozo dela novamente, juntamente com o meu leite derramando naquele buraco gostoso.

Eu não conseguia mais ficar em pé. Deitamos no chão, respirando forte. A cabeça do meu caralho estava latejando... puro prazer.

Depois de alguns instantes, levantamos, vestimos, e por fim ela me falou:

- Carlos. - Sorriu.- Tudo será como antes, ou nada como antes?

– Amália, nada mais poderá ser como antes. Chegou a hora.. você será...- Pegou no cabelo úmidos dela e sorriu..

- Eu serei a sua mulher sim Carlos e farei você muito feliz.

Ele fechou o olhar e sorriu com sarcasmo.

- Alguma coisa Carlos? O que foi? Não gostou?

- Amália, você será sim minha, mas não, minha mulher.

- Como assim? Você me teve, a gente se gosta .. e.. não quer nada comigo? Ou você quer que eu seja sua amante?

- Sim.

Ficou estática. Não acreditava no que estava ouvindo.

- Carlos. Você me tirou daquela enrascada quando eu cheguei aqui em Portugal. Eu ia para um puteiro e agora quer que eu seja a sua puta?

- Amália, você será exclusiva. Eu não terei mais mais ninguém, a não ser a minha esposa, claro.

Sentou-se. Sua mente ficou atordoada, não conseguia entender nada, até que fez uma pergunta final.

- Carlos. Você nunca me disse que é casado e por que você me trouxe para trabalhar com você?

- Amália.. Querida Amália. Você nunca percebeu quem eu sou?

- Antes não, mas agora sim. Você é um monstro, insensível e ... casado. Eu vou embora hoje mesmo daqui, deste emprego, da sua vida, deste país.

E antes que eu terminasse ...

- Não. Não vai Amália. Sabe por que?

Pegou no braço com força e disse:

- Porque eu que enviei todas aquelas cartas de trabalho enquanto você estava no Brasil. Eu que preparei a sua vinda. E não deixei você entrar naquele bordel.- risos. - Porque você foi a escolhida para ser a minha puta.

- Como assim? Você.... você é dono daquele... Você é um monstro Carlos, mas não pode me prender.

- Ah! Não? - Sorriu. - Onde está o seu passaporte?

Amália lembrou que deu todos os documentos para ele quando foi trabalhar no escritório. Agora ela estava sob o domínio dele. Nada mais podia fazer a não ser a sua escrava sexual.

Pegou nos cabelos delas, puxando com força e foi andando até o sofá que tinha no escritório.

- Quero mais. - Já sentado e nu. - Me chupe e engula o meu gozo, sua puta.

5 de Novembro de 2019 às 21:07 0 Denunciar Insira 0
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