Estranho! Seguir história

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Quer horror de verdade? Coletânea de contos de mistério, suspense e terror (com uma pitadinha de humor!) baseados em fatos reais. Não recomendado para pessoas que sofrem de insônia, que moram sozinhas ou com problemas no coração. Esqueça o bicho papão, saci e a mula sem cabeça. Aqui o sistema é bruto!!! ATENÇÃO! Conteúdo impróprio para menores de 18 anos por conter temas relacionado a sexo, nudez, consumo de drogas, violência, assassinato, roubo, tragédia, traição e linguagem obscena. (*2017)


Horror Para maiores de 18 apenas.

#horror #terror #mistério #suspense #conto
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* A cabeça pendurada

Na época de recém casado, um dos mais chocantes assassinatos havia ocorrido no setor do Bairro Vitória, região Norte aqui de Goiânia. A notícia do crime ficou passando na rede de todos os telejornais locais, e o terror da barbárie ficou impregnado na mente da gente igual chiclete preso no sapato. Segundo o que ouvíamos, Genário, um homem com aproximadamente oitenta anos de idade, se deitava todas as tardes em sua confortável rede instalada no fundo do quintal, acompanhado da boa catuaba que bebia e o inseparável radinho de pilha que havia ganhado da mãe ainda na sua adolescência. Durante a semana que aconteceu o crime, ninguém sentiu sua falta. Sua ausência foi percebida somente no oitavo dia que era justamente a data de um compromisso firmado em conjunto a um amigo que iria levá-lo para se consultar no Hospital Santa Casa.


O velhinho frequentava todos os bares da redondeza, principalmente o bar do Barnabé. Nesse ambiente frequentemente estava rodeado de amigos, e também por muitos desconhecidos de setores vizinhos que vinham para desafiá-lo em partidas de truco. Foram semanas a fio sem respostas, no entanto, o mistério do seu desaparecimento começou a ser desvendado por causa de um mal cheiro de carniça impregnando os ares, baforando seus odores fétidos pelo setor, incendiando a contragosto todos os arredores vizinhos. Nos dias que se seguiram, a Polícia foi chamada, e até o Corpo de Bombeiros. Há tempos, a mídia vinha registrando cada passo das autoridades nas investigações, e uma onda de curiosos atraída por essas notícias pipocando nos telejornais noite e dia, acabou por tumultuar o tráfego nas avenidas mais próximas. Em poucos segundos o portão principal da casa foi arrombado, e verificado a segurança do local, logo os policiais autorizaram a entrada do médico legista.


O fato é que encontraram Genário com o rosto desfigurado e os membros espalhados já em estado de decomposição. Nunca encontraram o meliante. A suspeita era de que alguém conhecedor da rotina do velhinho havia pulado o muro justamente no dia que ele receberia a aposentadoria, e aproveitando-se da embriaguez dele para surrupiá-lo, não contentou apenas em se apossar do que era ilícito, mas em um acesso de fúria demoníaca teve a frieza de desmembrá-lo, contabilizar as partes em separado, com extremo cuidado para nunca ser descoberto.


Na mesma semana que ocorrera o crime, minha família se reuniu na casa da minha sogra. Estávamos todos ali; nos divertimos jogando vídeo game, contando piadas engraçadas e comendo muita comida da boa, e como tinha saído o pagamento de Joana, ela havia comprado um celular para dar de presente ao seu pai. Reginaldo já havia separado da mãe há uns 15 anos, e com a amante pivô da separação formou outra família, em um relacionamento que durou cerca de oito anos. Aliás, ele nunca abandonou o velho vício por um rabo-de-saia, e assim, se encontrava ainda sem juízo e divorciado pela segunda vez, morando sozinho na antiga casa do Bairro Vitória, local este onde testemunhou os filhos do primeiro e do segundo relacionamento crescerem.


Marcos, quero aproveitar que estamos aqui e gostaria que você me levasse lá no meu pai! — Joana embrulhava a pequena caixa do telefone em um papel de presente que sobrara do último natal — Quero dar a ele esta surpresa...

— Olha, meu amor, você já viu que horas são? São 23:00 horas! — Bati o dedo indicador no vidro do relógio e deformei o semblante — É um pouco tarde,... você não acha? Talvez seja prudente deixarmos para um outro dia!

— Amor, meu pai está sem telefone já faz um mês! Sabia que o telefone fixo dele foi cancelado?! — Exclamou — E se surgir algum imprevisto?! Como é que ele avisa a gente?! Deixa de ser preguiçoso amor. De carro é pertinho...


Como meu cunhado também estava a um bom tempo sem falar com o pai, ele e a esposa resolveram nos acompanhar, o que acabou por me encorajar naquela empreitada fora de hora. Às 23:30 horas já estávamos em frente da residência. Toquei a campainha, gritei pelo meu sogro, buzinei bem alto, mas nada dele aparecer. Como o portão de metal dá em um corredor e é daqueles portões metade aberto e metade fechado, na sua parte superior as grades permitiam visualizar parte do interior do imóvel como a janela do seu quarto e algumas pilastras que sustentavam a varanda localizada na frente da casa. Estava tudo muito escuro, apenas a lua iluminava parte da penumbra atingindo parcialmente a área descoberta entre a varanda e o corredor, e de resto, formava vultos que emergia os pontos cegos do ambiente em total escuridão.


— Edgar, eu estou vendo uma sombra estranha pendurada na pilastra — Cochichei — Consegue identificar o que é? — Disse baixinho evitando qualquer alarde das duas que já tinham se afastado para perto do carro.

— Aonde? Me mostra! Do que você está falando? Tá vendo o quê?!

— Cara, olha no rumo que eu apontar o dedo! — Meu coração acelerou — Bem ali cara, tem alguma coisa pendurada na madeira. Vê se consegue identificar o que é e me fala o que tá parecendo?

— Não pode ser! — Ele gelou agarrando o meu antebraço — Eu não tô acreditando no que tô vendo Marcos! Será?!! — Colocou as duas mãos na cabeça e exclamou — Porra Marcos! Não pode ser! Com meu pai não...


A essa altura, Joana e Isabel, percebendo a reação desequilibrada de Edgar, logo se aproximaram preocupadas com o que poderia estar acontecendo...


— Oquê aconteceu Marcos? Meu pai já respondeu? Porquê o Edgar está com essa cara? Até parece que viu um fantasma! — Joana repetiu a pergunta seguidas vezes sem esperar pela resposta — Marcos me fala o quê está acontecendo?!

— Meu amor, eu preciso que você fique extremamente calma! — Puxei fôlego e prossegui — Dê uma olhada ali, onde eu apontar o dedo. Me diz oquê está parecendo? — Suspirei.


No mesmo instante, Edgar tremulando o corpo inteiro, bambeou as pernas e começou a passar mal, e como sua pressão havia baixado em demasia, o orientei a que se sentasse na calçada para se esforçar o máximo para recuperar o fôlego.


— É uma cabeça! É uma cabeça! — Joana gritou em desespero — Meu Deus Marcos, a cabeça do meu pai tá pendurada naquele poste! Não foi isso que você viu Edgar?! Não mintam pra mim! — Retirou o celular da bolsa em desesperos e ficou mirando os teclados do telefone com os dedos — Pelo amor de Deus Marcos! Temos que chamar a polícia! — Exclamou.


O mundo parou. A gente quando ouve notícia ruim, acredita que este tipo de coisa só acontece com os outros. O pior é que agora, não só eu como todos eles confirmaram o que já supostamente acreditava ter visto. — Puta que o pariu! Uma cabeça pendurada na pilastra?! — Pensei comigo. O primeiro pensamento que me assaltou foi a lembrança do noticiário do meio-dia relatando as circunstâncias do crime envolvendo Genário, imaginando em minha mente o pobre inocente sendo covardemente despedaçado, e o maluco ainda solto por aí, pronto para fazer novas vítimas.— Desgraçado! — Xinguei aos céus — Com a minha mente em ebulição podendo fritar ovos na testa, fui ficando sem chão, desmoronando aos poucos, sendo triturado pelos pensamentos sobressaltados em um lapso que durou mais ou menos uns trinta segundos. Por fim, já quase sem fôlego, houve um estalo na minha mente:


— Pessoal, não podemos chamar a polícia logo de cara! — Eu intercalava as palavras para ganhar tempo — Tá tudo escuro não perceberam?! Temos que dar um jeito de pular o muro e... comprovar se é mesmo a cabeça do Reginaldo — E se for,... — suspirou — Ligarei para a polícia.


Edgar era o mais apropriado para escalar o muro, visto sua estatura e força, mas emocionalmente não estava mais preparado do que eu. Sua pressão não estabilizara e assim, achei melhor deixá-lo tomando fôlegos de ar para evitar o grande risco de vê-lo despencar lá do alto.


— Eu vou subir o portão, andar pelo muro, até poder enxergar melhor! — Falei enquanto os encarava — Acho que vai dar certo. Não se preocupem! Eu grito quando estiver me aproximando...


Subi pelo portão até alcançar a coluna, daí com o pé direito em cima da pilastra tomei impulso para cima até conseguir me apoiar com as duas mãos. — Caminhar no escuro já é difícil! Imagina equilibrar em cima do muro no escuro? — Pensei. Em dez segundos eu já estava caminhando e controlando as pausas da respiração, seguindo lentamente a linha da coluna do concreto, evitando a todo custo olhar pra baixo por causa da vertigem que já afetava meu senso de equilíbrio.


— Uma cabeça meu Deus! É sério? — Sussurrei enquanto firmava meu pé e desviava das barras de ferro que haviam sobrado na ampliação do muro.


Fui aproximando, aproximando... até chegar mais perto do telhado contíguo colado na divisa do lote. A medida que me aproximava da outra ponta, onde eu estaria em melhor localização para ver, a minha respiração foi ficou pesada demais, e os pensamentos ruins quase paralisaram meus pés. Quando por fim palmilhei o espaço que faltava, alcancei a posição mais privilegiada, e com o corpo ereto em cima do muro, fixei o olhar na imagem distorcida que minutos atrás meus sentidos tinham identificado como sendo uma cabeça. Na parte debaixo, vertia o que parecia serem retalhos de carne desfiadas por uso de instrumento de corte totalmente cego. Permeando os retalhos, daquela distância não podia confirmar se era sangue ou não, escorria um líquido que quando alcançava o chão, formava uma poça escurecida contrastando com o cinza do piso. — Esse desespero generalizado podem me influenciar a um erro! — Pensei. Respirando profundamente, decidi aguardar a ansiedade recuar, e assim, nos minutos que se seguiram fiquei em melhores condições de raciocínio.


— Meu Deus do céu! — Quando discerni por completo o que era a imagem, subi o tom das palavras — Pessoal, acho que vocês não vão acreditar no que estou vendo aqui! — Teatralizei enquanto pude. Todos na entrada do imóvel, paralisados, ouviam com tremores os meus relatos.


No mesmo instante o desespero se acendeu. Como forma de acalmá-los, eu sugeri que Edgar, que aparentava ter melhorado, subisse e com total cuidado caminhasse até a mim. Calado, contendo os sentimentos por dentro, não angariei coragem o suficiente para revelar o que eu tinha visto, visto a contradição ainda revirando em meu interior.


— Não acredito que essa merda tá acontecendo! — Edgar após subi o muro, suspirou e prosseguiu palmilhando no escuro — Isso não vai ficar impune! Vou achar esse desgraçado nem que seja no inferno! — Baforou se sentindo injustiçado.


Ele foi chegando pertinho, pertinho, pertinho de mim ... foi quando percebi que suava em extremo, em demasia — Você está tá bem cunhado?! — Para evitar o pior, sei lá, que ele tropeçasse e despencando esborrachasse lá embaixo, fui logo apontando o dedo em rumo aquela "cena tenebrosa" que, felizmente fui o primeiro a identificar.


— Oh, merda! Que coisa é aquela? — Edgar aliviou o semblante — Que coisa é aquela Marcos? — Exclamou.


Eu o acompanhei na descida, e com muito cuidado fui apoiando os pés nos mesmos locais que ele havia pisado. Em cinco segundos ambos já estávamos no chão contemplando a cena.


— Pai! Onde está o senhor? — Adentrando o imóvel, Edgar vasculhava cômodo a cômodo, o suor respingando da cara, até que por fim encontrou o pai todo esparramado no sofá — Pai! Acorda pai! O senhor passou o maior susto na gente! — Repreendeu sentindo-se aliviado, alcançando o chaveiro atrás da porta e me entregando o molho de chaves do portão principal — Não nos ouviu gritando lá fora pai? Que catinga de pinga é essa meu Deus? Pai, acorda! Estamos todos aqui...


Reginaldo nem sabia do que se tratava, e ainda sonolento e meio alcoolizado, só dava risadas.


— O pai está bem?! O quê era aquela cabeça Marcos ?! — Joana atravessou o corredor impaciente — Gente me explica o quê está acontecendo?! — Assim que ela descobriu do que se tratava, expressando alívio, disse: — Ah! Graças a Deus Isabel, meu pai está bem...


Eu não sabia como me segurar; por isso, peguei aquele velho pano de chão desfiado nas bordas e o levantei o mais alto que pude, e às gargalhadas tirei sarro da cara de todos: — Aqui está a cabeça do pai de vocês! — Exclamei. O pano de chão ainda umedecido estava pendurado em um prego enfiado na madeira de uma das pilastras que sustentavam o telhado, justamente em uma contraposição que permitiu que a luz da lua refletindo diretamente sobre ele, formasse o vulto perfeito de uma cabeça com formato de rosto, cabelos, orelhas e nariz muito semelhantes aos do Reginaldo.


***


— Ei Marcos! Está tudo bem com você? Acho que você teve um baita pesadelo! — Joana sorriu e me encadeou em seus braços — O café acabou de chegar. Beba um golinho enquanto está quente!


Eu estava muito cansado com a correria daqueles dias, e como restou pouco tempo para ficar em casa, acabei capotando na salinha de descanso do cemitério municipal Jardim das Palmeiras. De longe pude ouvir quando Edgar se despediu:


— Descanse em paz papai! — Suspirou e em seguida abraçou a mulher em lágrimas ao seu lado — Todos sentiremos muito a sua falta...


Devido ao estado do corpo, meu sogro foi velado em um caixão totalmente "lacrado". O sepultamento aconteceu no dia seguinte, às 14:00 horas da tarde de um domingo com muita chuva. Na ocasião, reuniram amigos, parentes, familiares de suas ex esposas, e algumas pessoas estranhas que nenhum de nós conseguiu reconhecer.


25 de Outubro de 2019 às 19:04 3 Denunciar Insira 1
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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Olá! Escrevo-lhe por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. Caso ainda não conheça, o Sistema de Verificação existe para ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. A verificação não é necessária caso não tenha interesse em obtê-la, então, se você não quiser verificar sua história, pode ignorar esta mensagem. E se tiver interesse em verificar outra história sua, pode contratar o serviço através de Serviços de Autopublicação. Sua história foi colocada "Em revisão" pelos seguintes apontamentos retirados dela: 1)Grafia: "viam para desafiá-lo" em vez de "vinham para desafiá-lo" 2)Pontuação: "e justamente naquele fatídico dia, uma multidão atraída pelas notícias dos telejornais, acabou por tumultuar o tráfego" em vez de "e justamente naquele fatídico dia uma multidão atraída pelas notícias dos telejornais acabou por tumultuar o tráfego"; "alguém conhecedor da rotina do velhinho, havia pulado" em vez de "alguém conhecedor da rotina do velhinho havia pulado"; "pivô as separação, formou outra família" em vez de "pivô da separação formou outra família". Falta de travessão após a fala e antes do inciso do autor, o que causa confusão na leitura, como em "- Marcos, quero aproveitar que estamos perto do meu pai e gostaria que você me levasse lá para entregar o celular que comprei! Joana embrulhava a pequena caixa do telefone em um papel de presente." em vez de "— Marcos, quero aproveitar que estamos perto do meu pai e gostaria que você me levasse lá para entregar o celular que comprei! — Joana embrulhava a pequena caixa do telefone em um papel de presente.". Falta de vírgula para separar vocativos, como em "Olha meu amor, você já viu que horas são?" em vez de "Olha, meu amor, você já viu que horas são?". Aconselho que use travessão no lugar de hífen. 3)Concordância e outros: "ruas e avenidas próximos ao local" em vez de "ruas e avenidas próximas ao local". Uso de "mesmo(a)" no lugar de pronome pessoal, como no caso de "aproveitar-se da embriaguez da mesma" em vez de "aproveitar-se da embriaguez dele"; "a uns 15 anos" em vez de "há uns 15 anos" — quando falamos sobre tempo transcorrido, devemos usar o verbo "haver". *Importante: apesar de ter avisado na sinopse que a história é voltada para pessoas maiores de 18 anos, ela está marcada para "Todo o público" e deve ser modificada para "Para maiores de 18 anos apenas", levando em conta seu próprio aviso e também as Regras comunitárias do site. Você tem até três dias par fazer a modificação de indicação de faixa etária. Observação: os apontamentos acima são exemplos, há mais o que ser revisado na história além deles. Aconselho que procure um beta reader; é sempre bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que acertamos e o que podemos melhorar, e os betas do Inkspired, quando contratados, fazem uma análise detalhada da sua história e a enviam através de um comentário. Caso se interesse, esse recurso também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Além disso, também temos o blog Tecendo Histórias, que dá dicas sobre construção narrativa e poética, e o blog Esquadrão da Revisão, que dá dicas de português. Confira! Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história, então farei uma nova verificação.
4 de Novembro de 2019 às 12:17

  • gaKk🔥mura gaKk🔥mura
    Bom dia! Por gentileza, solicito nova revisão. Obrigado. 7 de Novembro de 2019 às 08:56
  • Karimy Lubarino Karimy Lubarino
    Olá! Acabei de fazer uma segunda verificação, porém ainda encontrei algumas coisas que precisam de atenção, como a falta de travessão no primeiro parágrafo. "Oquê aconteceu" em vez de "O que aconteceu" — também há uso incorreto de "porque". Existem regras sobre a utilização de "o que", "o quê", "por que", porque", porquê" e "por quê". Falta de vírgula para separar vocativos, como em "Porra Marcos!" em vez de "Porra, Marcos" — lembrando que vocativos são chamamentos; palavras que usamos para chamar outras pessoas e os vocativos não fazem parte da frase, por isso devem sempre estar isolados por pontuação, como "Oi, querida, tudo bem?" ou "Vamos, docinho, ou ficará muito tarde" ou ainda "Vou falar, seu idiota, e você vai me ouvir". Tudo o que usamos para chamar alguém é considerado vocativo. O seu texto é muito bom e sua narrativa é extremamente envolvente, deve se orgulhar disso! E espero que consiga aprimorar sua escrita através dos apontamentos da Verificação. Quando quiser que sua história seja verificada outra vez, basta responder esta mensagem. 7 de Novembro de 2019 às 12:04
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