Insaciáveis. Seguir história

A
Anna Docinho


Após ser forçado a ir para a balada, Midoriya se encontrava em apuros, visto que um cara parecendo chamar bastante atenção, aparecera em frente ao mesmo fazendo suas pernas estremecerem. Sendo levado para um quarto onde achava que iria ter a noite mais quente de sua vida, porém, algo o assusta ao chegar lá. Havia outro cara, e ambos sorriem para ele libidinosos nem dando tempo para que o mesmo respire. O que o esverdeado irá fazer? Correr, gritar, fugir? Ou irá se entregar aos seus desejos luxuosos, juntamente aos dois homens a frente?


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#todokatsudeku #lidaura #todobakudeku #fanfic #tres #yaoi #bnha
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Balada de máscaras.

Narrado por: Midoriya.

– Por que está me obrigando a fazer isso?! — Gritei baixinho, a vendo morder sua bochecha irritada.

– Porque você finalmente deu um chute na bunda daquele idiota, que te amarrou por cinco anos! Isso é sua comemoração, Izu! Não seja chato, sim? — Uraraka revirou os olhos lançando um olhar irritado, e lá estava me rendendo e abaixando o olhar. Era sempre assim quando ela, ou alguém levantava a voz para mim. Principalmente quando tinham razão...

E claro que suspirei balançando a cabeça. A verdade era que esse namoro acabara mês passado, então me imaginem... Fui obrigado a vir na força. Minhas mãos melindravam-se, suando pela leve ansiedade que absorvia.

Não era segredo para mim, ou qualquer um que conhecesse, que não gostava de ir em lugares públicos. Mas claro, a Occhako nunca havia ligado muito para isso.

– Uraraka, e-eu acho que esse short tá mu-muito curto! — Corei apontando para o short verde, que além de ser extremamente colado, era pequeno.

Se eu possuísse um útero, certamente estaria a mostra.

A castanha ficou no pé ao longo da tarde, balançando roupas cujo nunca atreveria a usar, em minha cara. E claro que após vários de resmungos, escolhi a que menos mostrava pele. Porem, “acidentalmente”, essas vestimentas pareceram ter evaporado na hora de usá-las.

Por este infortúnio, fui obrigado a usar o tal calção verde, extravagante. Além da camiseta preta, de mangas compridas, e um tênis preto com detalhes verdes. Sentia que iria explodir, mostrar tanto... Um tabu para minha vergonha!

– Tsc, deixa de ser fresco rapariga... Isso é tudo culpa daquele seu ex infeliz, ele sempre ficava te colocando pra baixo, não é?! Aaah se eu ver ele por aí... Arranco-lhe suas bolas! — Ela grunhiu bagunçando os cabelos, e gargalhei jogando a cabeça para trás.

Violenta e verdadeira, como sempre.

Essa era a minha autodeclarada melhor amiga. Porém em contra partida, um pouquinho esparrada, até porquê, iria começar meu primeiro dia de trabalho para dois CEOS amanhã.

Isso mesmo, DOIS CEOS. E sabe o que ela decidiu? Disse que deveríamos ir a boate, pois a liberdade seria jogada de lado, já que não teria tempo para mim mesmo. De acordo com a própria, “Vai ser um inferno, uma chatice, vão sugar sua alma, devem ser dois velhinhos caducos...”

– E então, você tem alguma foto deles...? — Me cutucou sugestiva, e olhei para frente percebendo que só faltava mais um casal para sermos os próximos. Cocei a nuca soltando uma risada baixinha, nervoso.

– Na-Na verdade não... Só irei conhece-los amanhã... E sendo bem sincero, nem sei porque me contrataram. Acabei de terminar a faculdade de administração, e trabalhar de secretário para dois malditos CEOS de cara assim, va-vai ser meio puxado... Né? — Finalizei inseguro, recebendo leves batidinhas no ombro.

– É, meu amigo... Bem-vindo a vida adulta! — E rimos, tirados do pequeno momento com a voz dos seguranças nos chamando.

Eles nos analisaram brevemente, dando passagem para que entrássemos. Claro que eu, com todo o azar, não passei despercebido por um deles; Cujo lançou um sorriso sacana.

Pervertido.

Todavia, quando estávamos perto da porta, o mesmo nos parou entregando máscaras. Uma verde para mim, e uma marrom para a Occhako. “Ótimo, vou ser apelidado do próprio Grinch...”

– Aproveitem a noite. — E deu uma piscadela, não antes de salivar admirando minha bunda, voltando ao posto.

Saco, nem havia dado cinco minutos, e já estava sendo molestado sem nem ter entrado na balada, socorro...!

– Hihihi, é por isso que te trouxe hoje! Vai ser melhor ainda porque estão todos de máscaras... Ninguém sabe quem é quem, aproveite, Izu! ESSA VAI SER Á NOITE! — Ura gritou me puxando pelo corredor, e abriu a porta. Quase que no mesmo momento, recuei um passo para trás. Havia muitas pessoas, suando, dançando, se agarrando... Não sei se dava conta. Podia sentir o coração batendo de aflição, enquanto o corpo gritava de angústia.

– Okay... É aqui que nos separamos. — Abri a boca em choque a vendo rir sugestiva. “Ela tá brincando, não tá?”

– Nããão Uraraka! Você não vai fazer isso! — Tentei agarra-la pelo braço, mas em troca, fui beliscado.

– Aiai Izu... Tsc, essa é a melhor balada para gays e etc... Você e eu gostamos de coisas diferentes, é melhor se nos separarmos. Você, precisa tocar a vida! Então respira fundo, e vai pra pista! — Empurrado a contra gosto, para onde várias pessoas estavam dançando, Ura simplesmente correu sumindo de vista.

Que vadia...!

Gritei desnorteado, mais e mais pessoas se empurravam até mim; Pisando no pé, me fazendo cair de bunda no chão... E claro que com a mais delicadeza, os xingava vendo os mesmos ignorarem. Deve ser “meu dia” de sorte!

Porém, ainda desajuizado, tentei levantar e obviamente, sem “sorte”, já que fui empurrado novamente. Com isto a um passo de chutar todos, uma grande roda começou a se formar ao redor, abrindo espaço para aquele que caminhava em minha direção. Sendo que em nenhum momento, ousando retirar os olhos ambíguos sobre minha pele. Em resposta, mentalmente fazia preces pedindo para ser enterrado no chão, se arrastando lentamente para trás.

Pensei que seria engolido naquele olhar gélido, ainda que convencidos.

Quando o mesmo sorriu, quase perto, sua covinha ficou a mostra. Por pouco derreti ali no chão. Aaah... Meu rosto devia estar queimando!

– É ele, não é?

– Acho que sim... Só ele teria o cabelo colorido assim.

– Onde está o loirinho? Aaah, eles são tão lindos...

– Minha nossa... Esse cara deve ser um sortudo, ser escolhidos pelos dois... — Burburinhos confusos invadiam meus ouvidos, mas antes que tenta-se raciocinar, fui puxado pelo pulso obrigado a ficar de pé. Logo encarando a quem tanto prendia, instantaneamente parei a respiração, sentindo as bochechas sardentas corarem em uma pura e límpida ansiedade. Com um “tiquinho” de desespero.

– Então é você... É realmente lindo mesmo com uma máscara cobrindo seu rosto, parabéns. — Engoli a seco, alterado e em ebulição pelo calor descomunal no corpo, lentamente optei por fechar os olhos inalando o cheiro de menta. O homem a minha frente cheirava a menta e canela, e também tinha uma voz... Doce, e bonita?

Ocorrendo que ainda inquieto pelo o ser nunca visto antes, mexendo tanto comigo, voltei a abri-los arrependendo logo em seguida. Pois não conseguia desviar das orbes lascivas, tão predatórias quanto a de um felino. Suspirei extasiado, sentindo nossos corpos quase se encostando, nossos narizes roçando um ao outro... Meu corpo estava entregue, submisso, devasso...

Tentador.

A boca rósea, cada fio de cabelo... De um lado, a cor do puro sangue. Tão vermelho quanto o vinho. Do outro, tão brancos como a neve, como nuvens em dia ensolarado. Ah... Sentia-me a flutuar, principalmente quando a mão que estava no pulso, desceu lentamente se deliciando com a maciez do meu braço.

– O-Oi?! — Soltei uma lufada de ar quente ao ser puxado ainda mais para ele, nossos lábios quase se encontrando. Estava tão domado quanto admitiria.

Nunca havia sentido isto por ninguém.

– Você é lindo... Do jeitinho que imaginei. Aposto que deve ser doce. — Os dedos grandes e macios percorreram meus lábios, com os olhos ferventes analisando meticulosamente.

O hálito quente se misturava com a respiração entre cortada, deixando fora de rumo assim que o mesmo usou o polegar para entreabrir meus lábios. Estava estático, neste momento, fechando os olhos para aproveitar tal momento único na vida.

Voltei arfar quando um beijo casto e demorado fora selado nas bochechas, deixando um grande arrepio que se alastrava por todo o corpo. Entretanto, logo a realidade bateu como uma martelada no crânio estalando os olhos para fora. Todos deveriam estar nos olhando de camarote, o que estavam pensando desta minha atitude nada puritana...?

Sou um irresoluto.

– P-Por favor... M-Me deixe ir... — Que mentira, pois mal me movia.

Implorando a contra gosto, finalmente em voz alta. Podia ouvir as engrenagens no cérebro girando, como em um grande plano para escapar dali. Prosseguindo, e desimpedido, ele subiu a mão por baixo de minha camiseta, acariciando a pele arrepiada pelo toque. Engoli a seco assim que desci o olhar para o lábio alheio, ele logo sorriu de lado o mordendo em seguida; Pura provocação.

– Não, não, você é meu. É nosso... Está noite será longa. — E puxou pelo queixo, prosseguindo com um beijo rápido, contudo, quente. Como em uma afirmação silenciosa, como se eu houvesse selado o pacto com o próprio diabo.

Claro, talvez tivesse. Acaso ele não seria um anjo caído?

E antes que emite-se algo, os braços viris e firmes puxaram pela cintura, para dentro da multidão estupefata. Confirmando algo ali, que seja ele quem fosse, era forte e bastante musculoso. Podia sentir olhares invejosos sob nós, pairando-se precisamente em mim. Apenas mantinha a cabeça baixa, mãos trêmulas e um coração descompassado pelo que viria a seguir.

Minha pessoa havia namorado por cinco anos, não sabia mais como flertar! Na verdade, a Occhako deveria ter me atualizado como funcionavam as coisas hoje em dia... Argh, e qual seria a reação dela se estivesse me vendo agora!?!? Que vergonhoso!

– Chegamos. — A voz saiu rouca, atravessando os ouvidos como uma tentação maliciosa. Voltei a manter a coluna ereta apenas dando tempo de ler “Sala VIP”, já que no segundo seguinte, fui empurrado para dentro, não antes de receber olhares sacanas dos outros seguranças - Se ajeitaram pela expressão irritadiça do ao meu lado -.

Hmmm, acho que você ainda está muito envergonhado, não precisaremos disso está noite, não é? Você precisa relaxar... Beba, beba. — Acomodei no sofá, corando pelo duplo-sentido; O vi virando uma garrafa com um líquido rosa sob a taça, que o mesmo voltou a estendendo para mim. Imediatamente peguei de bom grado virando na boca, ouvindo sua risada abafada ao lado, junto com o sofá que afundava por ele estar sentando ali.

– ....ralhos, merda de balada inútil, tsc. Quando é que aquele cara vai cheg.... E então, é esse aí? — Uma voz grossa e jocosa adentraram os ouvidos, olhei para o lado ganhando o sorriso perfeito. Soltei um suspiro quente, sentindo a nuca esquentar; Caralho, ele era um gato! Este outro cara tinha os cabelos tão loiros, quase da cor do ouro. Sua máscara combinava com ele, aliás, mostrava duas covinhas distribuídas a cada lado dos lábios rosados. Dizem por aí, que covinhas são um erro genético.

E que erro, em!

– Sim... Lindo, não? Do jeitinho que queríamos. Haha, e tem esse cabelo verde... — O loiro puxou minha mão dando um beijo casto, contudo, sob o par de olhos carmesins, apenas fui capaz de acenar desviando as orbes verdes.

– Sim... Bastante. — Não disfarçando o sorriso ínfimo e satisfeito que tinha na boca, estremeci ao senti-lo se sentar ao lado vago, estava enjaulado!

Sinceramente? O loiro ao lado era uma delícia! Deveria ser um pecado deixá-lo andando por aí, como o próprio deus Adônis descrito nas histórias! Podia sentir o olhar pairado em mim, como se fosse uma mera presa. Tinha quase certeza de que eles conseguiam ouvir os batimentos...

Notava que poderia desbotar sobre os olhares ferventes, como se uma simples palavra fosse me tirar de órbita. Sendo assim, fui obrigado a morder a língua quando o dedo dele - Do loiro - subiu arranhando explicitamente meu abdômen por baixo da camiseta, a levando junto. Claramente, estava tentando segurar um suspiro aqui.

– Como sempre, apressado, tsc. — O bicolor puxou a máscara mostrando a língua para o loiro, que apenas riu como uma criança. Logo o mesmo voltou a me contemplar, sorrindo de ladinho.

– Me chamo Bakugou Katsuki. — Sorriu sugestivo apoiando o rosto com a mão, olhando para mim de modo sedutor.

– O mais bonitão aqui, se chama Todoroki Shouto. — Deu uma piscadela, sorrindo abertamente e destacando a covinha, ainda com o olho azul aberto, concentrado em meus lábios. Sorri e corei ávido pelas imagens de ambos em um futuro próximo, lambendo em partes não expostas.

Um grande visionário.

– Hahaha, ele corou! — O loiro gritou, me fazendo esconder o rosto com as mãos por ser pego no flagra. Contudo, a mão grande de Shouto caiu abafando no cabelo; Arqueei as costas fechando os olhos em aprovação.

– Não assuste o menino, idiota. — Resmungou irritado, estapeando a cabeleira loira. Apenas voltei a abaixar o olhar os parando nas mãos suadas que foram para as coxas, ansiado e apreensivo.

Assustado como um coelhinho.

Porém, afoito como um animal no vício.

– Ei, o que acha de irmos para um lugar mais calmo e conversar...? — Indicou o bicolor em um tom provocativo, não medindo limites em acariciar a coxa desnuda. Que em reação ao contato, minha pele tanto quanto a ereção que agora tentava esconder, estalaram como o fogo que coroe a madeira.

– P-Para o-onde? — Tímido, retraí pelos contatos fogosos.

– Ah não se preocupe, você vai gostar... Garanto. — Bakugou sorriu impassível com um brilho ambicioso no olhar, assim, se afastando para a porta. — Vamos, os seguranças falaram que a limusine está nos esperando. — ....Limusine?

Novamente, Todoroki entrelaçou seus braços fortes em minha cintura, puxando com ele. A respiração quente e descompassada batia na raiz capilar, distraindo do grande corredor que estávamos passando agora. Saindo exatamente pelas portas dos fundos, ainda não acreditava no que iria acontecer.

Estando mais entregue aos dois do que poderia imaginar, contestar, admitir... Merda.

– Entre. — Segui a voz suave do loiro, abrindo a boca em choque ao ver uma grande limusine, que agora, estava em frente esperando que EU fosse para dentro.

Por que achava que isso seria uma má ideia?

Por que achava que negar algo a eles, não seria uma opção?

Suspirei levado pela coragem, adentrando a porta e sentando no banco de couro. Uau, até a limusine deles cheirava a sexo! Meu receio voltou assim que o som de ambos se sentando aos lados, invadiam os ouvidos como um sopro, um silencioso sopro de aviso.

– Aqui. — Todoroki educado e malicioso, sorriu recatado estendendo um líquido azul. Neguei com a cabeça, ainda acovardado.

– Ah, isso é só para te acalmar... Você parece ansioso. — O loirinho tentação a pegou, colocando em minha mão; Arfei contrariado.

Contudo, tomando de uma vez aquele líquido que desceu na garganta rasgando. Rapidamente, como se no inferno, meu corpo se prontificou a ficar quente em um nível absurdo. A respiração ofegante, sentia como se estivesse em um forno. A visão turva, como se a realidade distorcesse... Vozes doces e atraentes invadiam os ouvidos em uma risada gostosa. Gargalhei junto.

– Ah merda... Eu quero tirar a roupa, está tão quente... — Sussurrei para mim mesmo, sorrindo ao ver os braços de Bakugou acariciarem as bochechas quentes.

– Vamos puxar está máscara, sim? — Estando ao lado direito, começou a retira-la lentamente, com cuidado, soltando um suspiro ao me analisar com os olhos.

– Realmente, lindo. — Todoroki que estando do lado esquerdo, levantava minha blusa lentamente; Respirei arrastado.

– Deve ser ainda mais lindo sem roupa... Me diga, qual o seu nome? — Perguntou o loiro, enquanto abria os botões do short pouco a pouco, deixando meu corpo derreter.

O que tinha naquela maldita bebida?

– Mi-Midoriya Izuku... — Ambos sorriram, num ato contínuo, Todoroki puxou minha blusa para cima retirando-a.

Sendo que com isso o agradeci mentalmente, já que estava pegando fogo. Literalmente.

Conquanto, soltei um gritinho abafado assim que o short deslizou rapidamente para fora. O que em troca, o corpo amoleceu quando a mão do alourado apertou as cochas.

– Como ainda podemos achar alguém tão perfeito? — O bicolor puxou a cabeça para seu colo, e Bakugou minhas pernas. Sustei deitado sobre ambos.

Abaixei o olhar sentindo as mãos grandes e quentes de Todoroki acariciarem os fios, encarando meu tórax que subia e descia pela respiração descompassada. Entretanto, quando senti um forte olhar queimando o rosto, subi a visão deparando com o olhar do Bakugou. Lentamente, ele retirava meu tênis de um jeito sexy, deixando desnorteado em seus dedos quedeslizavam ali.

O quanto de estragos aquelas mãos leitosas já fizeram a alguém?

E o quanto fariam em mim...?

Os sapatos “pularam” para longe dos pés, os braços do loiro caíram em minha cintura, arrastando para seu colo. As costas nuas batendo contra ele, derrepente, senti inveja da maldita camiseta que poderia toca-lo e eu não...

– Hmmm... Acho que você bebeu demais, não foi? Mesmo para alguém que aparenta ser deliciado, você estão muito mole... Fácil. — Provocou em tom arrastado, deslizando a ponta dos dedos pelo abdômen. Me atentando através de leves arranhadas.

– Você terá a melhor noite de sua vida, Midoriya... E quando finalmente admitir isto para si mesmo, vai vir implorando por mais... He, espere só pra ver.— Maliciosamente, Todoroki passeou as mãos em minhas coxas. Quase alcançando o limite. Sem perceber, ia abrindo a boca escapulindo pequenos gemidos, com a cabeça indo para trás até descansar sobre o ombro do Bakugou.

As mãos do loiro deslizaram pelo pescoço, e depois bochechas, as acariciando levemente. Elas subiram ainda mais até o cabelo, puxando a cabeça para trás, enquanto a outra mão descia brincando na barra da cueca. Que ultraje.

Um desrespeito para minha tola consciência.

Levando os lábios de encontro ao meu pescoço... O chupando sem pudor, comigo se contorcendo, tentando de alguma forma aliviar. As mãos que apertavam as coxas, não permitiam se friccionar uma a outra, entrei em desespero.

Precisava de toque, precisava de algo, alguém... Me toque.

– Oh, você realmente fica mais lindo quando está excitado... Estou interessado para ver mais disso. — Elogiou Todoroki, e senti as bochechas ficarem vermelhas de vergonha.

Logo o Bakugou puxou ainda mais os cabelos, descendo suas chupadas violentas para a clavícula, enquanto a respiração quente do bicolor ia de encontro a cueca.

Salivei o vendo sorrir em frente as coxas, as esticando para o lado, assim como Katsuki que o ajudou as abrindo para o lado; Dando passagem para Shouto. Ele suspirou lambendo e chupando minha cocha, arqueei o corpo; Agora, quase perto da intimidade seus olhos ainda fixados nos meus, a língua do alourado começou a se movimentar pelo corpo.

Findando-se a estar eufórico. Onde concentraria minha excitação? Como diabos duas línguas podiam me deixar tão... Alucinógeno?

Mmm... — As mãos doBakugou desceram até os mamilos, massageando em círculos e tortuosamente. Podia sentir o pau pulsando com a boca do bicolor quase o tocando, mesmo que ainda estivesse de cueca.

Ambos torturavam.

Ambos excitavam.

E assim, desatei de outro gemido contorcendo no colo do loiro, sentindo a ereção dele na base da coluna, estremeci fincando os dedos em sua coxa até sentir o ardor. Então eu o estava deixando excitado?

Que alívio.

– Venha. — Todoroki me agarrou pela cintura, puxando bruscamente para o colo. Ficamos de frente um ao outro, ele abriu um sorriso prepotente, iniciando um beijo único.O gosto doce se misturou com o meu, não pude deixar de suspirar excitado. Nos deitando no banco, comigo de rabo empinado por cima, outro corpo se imprensou atrás.

Bakugou. Estalando um tapa forte na bunda, gemi manhoso. Assim, antes que tenta-se fazer ou falar algo, a mão entrou na cueca levando a ficar fora de pensamentos.

As mãos do Todoroki arranharam as costas fortemente, enquanto seu beijo selvagem e libidinoso não cessava. Com um ato contínuo, Katsuki abaixava minha cueca, beijando as nádegas, distribuindo fortes chupadas na mesma.

Ahn... i-isso é loucura... — Entre gemidos, senti as mãos grossas do lourado começando a bater uma em meu pau. Empinei a bunda, ‘irascível.

Os dois riram sensualmente, tive a nuca puxada para trás com a outra mão do Bakugou; Já o Todoroki se aproveitou do pescoço exposto, não o poupando de chupadas e mordidas violentas.

Ah garoto... Não diga que não gosta disso. Você será fodido em todos os locais possíveis e não quero ouvir nada que não sejam seus gemidos. — Sussurrou o bicolor no ouvido, mordendo-o em seguida.

Arregalei os olhos quando outra mão agarrara meu pau. Não consegui conter um gemido. Ambos estavam com uma de suas palmas na intimidade, o esfoliando sem restrição. Sentia latejar, enquanto o loiro murmurava me obrigando a ficar sobre os joelhos.

– Vem cá, essa noite você é nosso e ninguém vai impedir. Meu brinquedinho. — Ciciou Bakugou, pincelando a língua em meus lábios sensualmente; Puxando a nuca pelos cabelos fui empresando a beija-lo.

Logo as mãos se apertavam ainda mais no pau, quis remexer, contudo, escutei o grunhido de um Todoroki determinado. Ele apertou uma de minhas coxas gritando não.

– Não ouse se mexer Midoriya, você só faz isso se deixarmos... Está proibido de se contorcer! — E se ergueu nos joelhos, entrando em um beijo a três.

Eles lutavam pela boca em um beijo tresloucado, comigo choramingando enquanto sentia as bolas incharem. Sendo que precisava de alívio, uma pequena brecha de sanidade em meio a este ato de loucura.

Urgente.

– Por favor, por favor... E-Eu preciso... gozar...! — Clamei sôfrego, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás, recebendo resmungos por ter cessado o beijo. Todavia, ambos não pararam por aí. O loiro me imprensou contra a parede da limusine, voltando a beijar com luxúria; Retirou a mão do falo.

– Vamos... Goze para mim. — Em meio ao beijo, olhei para baixo admirando Shouto enfiar toda a boca em meu pau. Estalei os olhos para fora, logo revirando com o líquido que jorrou na garganta alheia.

Tão á fundo...

Quente...

Aahn... Mmm, bom...

– Doce... Doce como o mel. — Corei, arfando, sentindo aquela língua deslizar na cabeça da intimidade molhada.

O Bakugou se afastou rindo maliciosamente, distribuindo beijos suaves pelo rosto, suspirei com a sensação inebriante de um pós orgasmo. Sendo que com o corpo suado, tentando recuperar a respiração, constatei o carro parar ficando levemente aturdido. Aaah... Foi como se um pequeno raio de sanidade voltasse ao cérebro através do fluxo de sangue quente.

Céus, por que algo me dizia que não tínhamos chegado nem na metade?

– Venha, porque ainda não chegamos na parte divertida. — Anuiu Katsuki animado, me puxando pela cintura. Todavia, balancei a cabeça recebendo olhares confusos.

– Na-Não, eu estou totalmente pelado! E se alguém me ver saindo do carro assim...!? — O loiro passou a mão pelo cabelo incrédulo ao ouvir aquilo, por fim rindo, me pegou a força para o colo. Logo já me preparava para gritar e espernear...

– Aaah não se preocupe, essa área toda é da nossa casa... Não há ninguém aqui. — Continuou o Todoroki, abrindo a porta do carro o qual escondi a cara no pescoço do loiro. Eles riram em perfeita harmonia.

O barulho da limusine se afastando me fez suspirar, ouvi som de portões se fechando. Ansioso e apreensivo pelos ruídos de passos, andando em direção a grande mansão. Voltei a suspirar apreensivo, e assim tomando coragem para levantar o rosto, fui surpreendido por já estarmos na casa subindo as grandes escadas de mármore.

O Todoroki que riu sensual, chamou a atenção e o encarei. Este puxava suas luvas molhadas á fora, crispei os lábios para baixo corando pelo olhar de diversão direcionado a mim. Ele estalou a língua pelos lábios - A segui com o olhar -, preparado para atacar.

Contudo, sai dos pensamentos sórdidos, com o corpojogado de encontro em algo macio. As luzes se apagaram deixando apenas a claridade da lua invadir o quarto, revelando os dois que retiravam as roupas calmamente a frente.

....Engolia seco ao perceber que nenhum dos dois ousava desviar o olhar. Como se eu fosse uma presa. Como um ratinho em frente a dois felinos.

– Serei gentil... Ao menos tentarei. — Anuiu Katsuki, subindo na cama e indo ao encontro apenas de cueca; Fui virado obrigando a ficar de quatro, a priori.

Com ele por trás, soltei uma lufada de ar quente no tempo em que o mesmo se roçou no bumbum, demonstrando a ereção, provocando meu corpo inquieto.

– Quero minha recompensa... Sou um homem de cobranças. — Já na cama, o bicolor sentou de frente; Engoli a seco o olhando de baixo.

Sim, ele estava totalmente nu. E devemos dizer que seu amiguinho era graaande e grosso. Isso realmente cabia em mim?!

– O-Olha, eu na-não sei se...se isso... — Um tapa fora estalado na bunda, soltei um gritinho abafado contra o colchão. Espasmos de prazer invadiam o corpo, o sangue ferveu, apertei minhas mãos ao lençol sentindo a ardência nelas.

– O que eu falei, Midoriya?! Não diga nada a não ser que sejam gemidos... Não nos contrarie também! — Pedi desculpas baixinho para Katsuki. Seguindo que ouvi barulho de algo rasgando e depois roçando entre as nádegas.

Entretanto, não cheguei a descobrir o que era por ter sido erguido pelo queixo.

– Chupe-me. — Todoroki me agarrou pelos cabelos puxando para seu pau e ruborizei, ansiosamente, salivando.

Ainda nervoso, fechei os olhos passeando a língua em toda aquela extensão, principalmente na glande, ouvia ele suspirar baixinho. O loiro que estava atrás, pincelou o dedo molhado tortuosamente na entrada de minha fenda, estremeci cobiçoso.

Ambos estavam esperando...

Querendo fazer enlouquecer...

Um e outro queriam me ver gemendo feito uma maldita cadela.

Suspirei descendo e subindo a boca, chupando como um chocolate toda a intimidade do bicolor, apreciando ele grunhir coisas desconexas. Ocorrendo que sem avisos, o dedo de Katsuki entrou na fendinha gerando um choramingo.

– Porra... Ande, mais rápido! — Bradou o bicolor rouco, e obedeci sem pestanejar. Ele estava tão lindo com os olhos semicerrados, bochechas levemente coradas... E os lábios? Entreabertos; Como um ser humano podia ser tão bonito?

– Aaah, você é um safado, não é mesmo Midoriya? Seu lindo bumbum já está apertando meu dedo... — Senti a respiração de Katsuki na base da coluna; Estremeci.

Ele enfiou mais dois me fazendo gemer, enquanto ainda exercia movimentos de vai e vem na intimidade de Shouto. Como consequência chupei fortemente o pau do bicolor,a intimidade pulsando, ele agarrou meus cabelos ditando os movimentos.

– Olhe para mim, Midoriya... Quero que olhe para mim enquanto me chupa. — Abri os olhos avermelhando, o mesmo sorriu lúbrico antes de jogar a cabeça para trás. Ainda assim, o loiro atrás retirou os dedos e quase reclamei, engasgando ao sentir toda a extensão entrar lentamente no núcleo.

– Droga... Que buraco apertado, porra! — Katsuki grunhiu acelerando os movimentos, e eu, revirando os olhos, sentindo o líquido do Todoroki espalhar pela garganta. Joguei a cabeça para trás soltando um gemido. Apoiando os braços que ainda tremiam, meu pau pulsou sentindo o loiro bombear na fenda.

Escutei a risada rouca do bicolor, e seguindo a voz olhei para frente. Porém não o vi mais. Por alguma razão, o Bakugou parecia se afastar um pouco para o lado, o qual meu corpo reagiu contorcendo. Mas, não se retirando.

– Ahhn... Céus... Isso é tão bom...

– E vai ficar melhor. — Shouto expôs malicioso, metendo toda a extensão em minha bunda junto com as batidas de Katsuki.

Um grito de puro prazer escapou pela garganta, podia sentir ambos se batendo á dentro. No ato desesperado para recuperar fôlego, tentei engatinhar para frente, mas fora em vão. Ouvindo risadas roucas, enquanto os mesmos me seguraram pela cintura com as grandes mãos quentes.

– Como pode ser tão apertado...!? — O Bakugou estalou um tapa no bumbum, e arqueei as nádegas ainda mais.

– Doce e gostoso... Assim fico viciado em você. — Se curvou minimamente, e saiu para logo em seguida empurrar tudo de uma vez. Tanto eu e o loiro gememos ao mesmo tempo, toda a extensão do bicolor se misturou conosco. Tão macios, grandes, tão...

Nng... Mais, e-eu preciso de mais... — Implorei ouvindo risos, como se já esperassem por isto. Em resposta, os mesmos apenas aumentaram as estocadas, arrebatando-me por inteiro.

Em cada parte sensível...

Sem pudor, grande, violento...

– V-Vocês são tão grossos... — As mãos massageavam o pau que latejava de dor, pedindo por atenção. Sendo que aflito por uma mísera gota de alívio, levei uma mão a apalpar o mamilo, soltando uma lufada de ar quente. — E-Eu preciso...!

– Não... Você só goza conosco, e não antes! — O bicolor bradou, estalando um tapa forte na bunda. Fiz uma careta, afundando a cara no colchão estava louco para liberar.

– Deve ser lindo vê-lo gozar... Quero que deixe-me ver. — A voz do Bakugou veio tão sensual, que revirei os olhos, sentindo as bolas incharem. Levando as mãos que me seguraram, virando-me de supetão. Ambos abriram minhas pernas, encarando nos olhos enquanto se enfiavam bruscamente e sem descansos.

Goze para mim, meu anjo. — O loirosussurrou no ouvido direito, logo em seguida mordendo o lóbulo.

Você é tão lindo... Se considere oficialmente, nosso. — E Shouto mordeu o ouvido esquerdo. Em continuação, gritei juntamente com ambos devido aos orgasmos.

O líquido escorreu para fora, assim como os deles que se enfiaram ainda mais fundo, chocando um ao outro enquanto se derramavam adentro. Podia ver cada um de seus corpos caindo a cada lado. Ofegantes, recuperando o fôlego...

Contudo, os olhos logo arderam de sono e cansaço. Doido para dormir ali mesmo, mas sabia que haveria de levantar, pois está não era a casa aonde residia.

– Não vá. — A voz ‘afônica de Katsuki ressonou nos ouvidos, antes que tivesse tentado levantar.

Então, olhei para ele admirando um sorriso terno, de como se estivesse achado seu tesouro. Em sequência, braços musculosos envolveram a cintura, distribuindo beijos em meus ombros.

– Durma aqui. – A voz calma do bicolor me fez piscar os olhos meio sonolentos, sentindo o peitoral quentinho bater contra a coluna.

Outro corpo se aproximou, ficando em frente; Seus braços envolveram apenas um pouco acima da cintura, enquanto uma das pernas pairavam as minhas como um ato silencioso de não vá.

– Boa noite. — O Bakugou beijou minha testa, e fechou os olhos enfadonhos. Suspirei com tamanha beleza.

– Durma bem, meu doce. — Todoroki deu uma última cheirada na nuca, e suspirei outrora vivenciando a respiração tranquila atrás.

Por fim, sem ter para onde escapar além da mínima falta de vontade para isso; Apenas sorri contido e fechei os olhos com o coração batendo acelerado. Assim adormecendo, no braço dos dois mais sexys e quentes que havia conhecido em toda minha vida.

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4 de Outubro de 2019 às 00:01 0 Denunciar Insira 0
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Anna Docinho Spirit: DocinhoDeeSakur Wattpad: Ferrarinha8

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