Pobres as almas putrefatas Seguir história

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Um Youngjae amargurado que não consegue superar e faz atrocidades com o seu amante, atos que levarão ambos ao lado mais obscuro que o ser humano pode chegar.


Horror Horror gótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#jinyoung #choi-youngjae #im-jaebum #jaebum #youngjae #jackson #got7 #gore #2jae
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Youngjae sabia que com aquela feição ele poderia conseguir quase tudo do mundo, inclusive fazer outrem perdoar o imperdoável. Os olhos castanhos claros, pequenos e inchados, de brinde uma marca pequena abaixo do direito, um nariz pouco arrebitado e um pouquinho largo, os lábios carnudos e rechonchudos a cada bico que ele fazia —tudo isso para conseguir o que queria— que se completava com um maxilar levemente arredondado.

Na verdade a sua aparência era totalmente oposta à sua personalidade inumana, figurativamente falando, longe disso, ele não era um monstro. Não literalmente, pelo menos.

Sempre meticuloso, Youngjae não dava um passo à diante sem ter a certeza dos resultados de suas ações. E elas sempre baseavam-se em seu próprio bem estar, indiferente aos sentimentos alheios.

Diga-se de passagem que raramente algo o tirava dos eixos, uma situação fora de seu completo controle, com exceção de Jaebum. O amante, ficante ou namorado —Youngjae nunca deu um nome para a relação que possuíam—, estudante de psicologia, e veterano, não se cansava de tentar entender a psique de Youngjae. E ele odiava ser lido. Porque, na realidade, não havia nada para ser entendido sobre si. Ele era como um poço profundo e vazio. Youngjae enfurecia-se a cada tentativa tola de Jaebum em descrevê-lo, mesmo que ele tivesse dito por diversas vezes que odiava aquilo. No fim ele sempre pensava "qual é o problema dele?"

Youngjae situava-se na faculdade por falta de opções. Ele nunca havia ponderado sobre algo que "ele ame e queira fazer", como diziam seus pais. Ele não tinha dificuldades nas matérias, mas o contrário, ele possuía notas perfeitas.

O abstrato era um enigma para o jovem de vinte e dois anos.

Sendo o segundo filho de três, Youngjae tinha sido mais zelado dos irmãos. Sua maneira adorável e seu jeito macio fizeram seus pais o adorarem como se fosse o primeiro e o último, e não o irmão do meio, popularmente conhecido como o "tanto faz". Ele foi o favorito.

Mas o que nunca souberam de fato era sobre Youngjae ser totalmente o oposto do que exibia. Seus irmãos o odiaram irremediavelmente durante anos, mas Youngjae não se importou visto que nenhum deles possuía serventia a não ser serem molestos.

Ele sempre fez o possível para sair ileso de seus erros e, nunca, jamais, pediu desculpas por qualquer coisa que seja.

Num muquifo horrível que Jaebum insistira em lhe trazer, ele distinguia, através do som com o chiado do rádio antigo, uma música country qualquer. E, suspirando, buscando controlar sua irritação pelo local deteriorado que fazia o ar putrefato de mofo invadir suas narinas, tomou o primeiro gole do uísque barato pensando em que infernos Jaebum tinha em mente ao trazê-lo numa merda corroída como essa.

O cômico era: Youngjae ocultava o sentimento exasperado e colocava uma fachada terrível em seu rosto, sorrindo como se estivesse adorando tudo aquilo.

Pobre Jaebum, Youngjae queria esmagá-lo na parede cheia de teias de aranha daquele lugar até que sua cabeça ficasse vermelha pelo sangue preso contido nela.

Por sorte Youngjae era do tipo que não aparentava uma embriaguez tão óbvia. Ele conseguia beber muitos copos do uísque de maior teor alcoólico com uma casualidade invejável, ao contrário de seu namorado atrente ao seu lado, que já caía em um estado desfalecido e que mal havia notado o flerte do barista com seu namorado.

O homem, grande e alto, e que seria assustador caso Youngjae tivesse dez anos a menos do que possuía, insistia em lhe tocar o dorso das mãos, diminuindo o tom de voz para seu namorado tolo não ouvir o que acontecia a centímetros de distância dele.

E alguns minutos depois seu corpo estava sendo prensado contra a parede podre do banheiro, quase caindo aos pedaços, enquanto o homem, eufórico, buscava desencaixar o botão de suas calças e deslizar o zíper, o beijando cruamente, diferentemente de Jaebum. Ele apenas virou Youngjae de costas e inseriu o dedo em si, sem lubrificação nem nada, diferentemente de Jaebum, e, no ato, Youngjae disse de forma clara a palavra“camisinha”. Ohomem o obedeceu, vestindo o preservativo, e em seguida Youngjae gritou de modo contido pela intrusão quando ele sentiu as bordas ao seu redor queimar e seu interior se alargar com o tamanho desconhecido.

Ele lavou as mãos, enxaguou a boca com a água da própria torneira e ignorou o homem atrás de si vestindo as calças e saindo sem ao menos lhe olhar no rosto. Mas bem, aquela não seria a primeira vez que Youngjae trepava —ele odiava essa palavra— com um desconhecido.

Ele traía seu namorado com frequência e tentava, a todo custo, dizer que aquela não era uma forma de se vingar de Jaebum por todos os anos que ele esteve consigo e ainda assim possuía um caso com um colega de sala da faculdade. E Youngjae sempre fez tudo aquilo com a intenção de Jaebum um dia descobrir, mas chegou a conclusão de que: ou Jaebum sabia e não dava a mínima, ou ele realmente era um surdo em meio a um tiroteio.

Youngjae voltou para a bancada de madeira que com certeza era morada de milhões de cupins, sentando-se no banquinho que rangiu com seu peso, e observou Jaebum babando sobre os próprios braços. Lamentável. Mas ainda assim Youngjae sorriu e tirou os cabelos negros e lisos dele de seus olhos, notando que ele despertava aos poucos.

—Onde estava? —seu hálito era o de puro álcool.

Youngjae endireitou as costas e tomou outro gole do uísque antes de responder, de modo impassível.

—Fui ao banheiro, por quê?

—Uhm… —Jaebum acabou murmurando algum som indecifrável e assentiu, voltando a enfiar a cabeça entre os braços.

Youngjae sentiu-se impotente diante da situação. Havia acabado de foder com um completo desconhecido e seu amante era estúpido por não notar. E, no calor do momento, Youngjae inseriu os dedos nos fios negros e o puxou com a maior força, e raiva, que possuía naquele momento, fazendo Jaebum tirar o rosto do balcão e mirá-lo surpreso, mas muito embriagado para sentir dor.

Youngjae quis dizer: "eu acabei de deixar aquele cara ali me comer, você sabe?"

Mas disse:

—Eu o amo. —sorriu exibindo os dentes perfeitamente alinhados e beijou suavemente os lábios de Jaebum, enojando-se pelo gosto de álcool barato. Ele quis socar a boca de Jaebum e fazê-lo sangrar, mas ao invés disso mordeu a boca alheia e não soltou até que sentisse o gosto de ferro em sua língua.


_________________________________________________________


Estavam no refeitório Youngjae, Jaebum, Jackson, Mark e Jinyoung, depois de cumprirem a aula optativa da noite, aproveitando, após a ausência do professor, o tempo livre antes de retornar ao dormitório.

Youngjae estava concentrado, ou deveria estar, na leitura em seu e-book, mas conseguia ouvir os murmúrios de Mark para Jinyoung a respeito dos problemas em casa, com seus pais, especificamente. Ele odiava possuir uma boa audição porque nunca conseguia ignorar o falatório. Resumidamente Mark era um mimado do cacete, infeliz porque seus pais não lhes dava mesada há dois meses e não havia como ele se embebedar sem um tostão no bolso. Tudo porque ele havia se assumido homossexual.

Se fosse por optar, Youngjae também gostaria de receber dinheiro não fazendo nada. Seria muito fácil. No entanto, enquanto seus pais estivessem em sua cola e insistissem em lhe dar dinheiro, ele não teria paz. Porque por acharem que estão ajudando, acabariam achando que podem interferir em suas decisões. Não que Youngjae se deixasse influenciar, na verdade ele se tornava uma rocha sólida quando tomava uma decisão firme e consistente.

Contudo, ele havia conseguido um emprego, o que na verdade era mais para um estágio remunerado —embora ganhasse uma miséria— como uma espécie de ajudante terapêutico. Por sorte ele não passava fome, ou necessidades, visto que Im Jaebum, seu amante, era muito bem financeiramente.

E aí estava o motivo de Youngjae aguentar toda a merda de Jaebum no ventilador. Ou todos achavam que ele sofreu tendo seu orgulho ferido em vão? Não! Youngjae não era um ingênuo.

O sorriso de Jackson o tirou de devaneios enquanto ele mirava Jaebum com frieza.

E ah, sim, Jackson... Jackson Wang era o mais alto objetivo de Youngjae. E era com o de foder com Jackson, o melhor amigo de Jaebum. Queria fazê-lo pagar por ter lhe enganado.

Como ele conseguia?

Youngjae tinha ódio e repulsa ao sentar-se à mesa e colocar uma fachada de que estava tudo bem após toda a faculdade saber que ele era um corno dos infernos. E por esse motivo queria Jackson, na verdade, atacar Jaebum da pior forma possível transando com seu melhor amigo.

Naquele dia ele estava pouco menos controlado, mais inclinado à impulsividade. E a ideia de dar o primeiro passo o atormentou até que ele o fizesse.

Youngjae primeiro bateu os pés nas canelas de Jackson, pedindo desculpas em seguida pelo seu "descuido". Um tempo depois ele colocou uma de suas pernas entre as de Jackson, sem que o mesmo notasse —Youngjae agradeceu as mesas pequenas que possibilitou a proximidade—, e quando notou ele imediatamente afastou-se.

A noite estava passando, o ponteiro do relógio avançando, menos Youngjae. Enraivecido pela lerdeza de Jackson Youngjae tirou os sapatos, os pés encobertos apenas por meias, e deslizou a ponta dos dedos desde o início de suas panturrilhas, subindo até o meio de suas coxas.

Jackson arregalou os olhos, colocando as mãos sobre a mesa, encarando Youngjae, perplexo. Youngjae pôde visualizar tudo por meio de sua visão periférica e deixou um sorriso escapar de seus lábios sem tirar os olhos do e-book. Seus pés acariciavam as coxas grossas e quentes de Jackson enquanto ele não dava indício algum de se mover, passível ao toque gentil de Youngjae.

E então ele avançou um pouco mais até o pau de Jackson, notando que ele estava duro feito uma rocha.

Oh...

Youngjae umedeceu os lábios e respirou fundo, chamando a atenção de Jaebum para si.

—O que foi, amor?

Youngjae ergueu o olhar para Jaebum, sem deixar de mover-se em Jackson.

—Estou apenas… Cansado. O livro... É um pouco exaustivo. —disse, sorrindo e voltando a olhar o arquivo que já não era lido há um bom tempo.

—Uhm, descanse um pouco, babe.

—E-estou indo ao banheiro. —de repente, Jackson se levantou e saiu apressado, o rosto vermelho feito um tomate.

Youngjae teve seu primeiro troféu naquela noite. E seu sorriso era grande, o de um triunfante.

E Jaebum era alheio novamente, mas não Jinyoung.

Jinyoung havia percebido tudo.


_________________________________________________________


Youngjae estava recostado no muro da faculdade, do lado de fora. O clima estava frio, e o inverno estava chegando, o que o obrigava a usar um casaco grande de altura que ia quase até seus pés e repleto de pelugem no gorro. Enquanto estava no celular ele não esperou a presença de Jinyoung se instalar ao seu lado. Ele bloqueou o celular, já sabendo que Jinyoung não iria demorar para vir falar consigo após o ocorrido alguns dias atrás. Ele havia assistido tudo, afinal.

—Sem enrolação e direto ao assunto, Youngjae. —ele teve o olhar mais frio e mortal de Youngjae em sua direção, o arrepiando, no entanto ele tinha que confrontá-lo porque Jaebum era seu amigo. —O que foi aquilo?

Youngjae o olhou inexpressivo, embora uma carranca se formasse no canto de seus lábios enquanto ele travava o maxilar, irascível.

—Você não tem absolutamente nada a ver com isso, Jinyoung. —ele sequer piscava, meticuloso a cada microexpressão do aluno de enfermagem. Ele realmente era bom com essa merda de empatia, Youngjae tinha consciência disso.

—Você é asqueroso e muito, muito imundo, vejo isso agora. —ele exprimiu com os lábios franzidos de completa raiva. —Minha intuição nunca falha.

Youngjae riu de canto, o mais desprezível que podia. Ele sabia dos sentimentos de Jinyoung por Jaebum. E era cômico vê-lo tomar as dores do seu adorável amante.

—Menos imundo do que você, prevejo. —ele profrefiu. —Tão indecente sonhando com o namorado dos outros, Jinyoung. Não tem vergonha?

Jinyoung cerrou o maxilar e fechou as mãos em punho, mas logo fechou os olhos, buscando se acalmar, e evitar uma agressão contra o maldito sociopata em sua frente.

—Na verdade, se ele ao menos quisesse comer a sua bunda, eu não me importaria. Penso que ambos se merecem.

Youngjae incitou o sangue de Jinyoung a ferver e sua racionalidade se esvair e nesse misto de sentimentos foi quando um soco foi desferido na bochecha gorda de Youngjae. Doeu.

Porra, aquilo doeu.

Mas Youngjae era um maldito desgraçado e a única coisa que ele fez foi rir enquanto outros estudantes passavam ao redor e miravam a cena com surpresa.

“Eles não são amigos? Os vejo frequentemente juntos no refeitório...” ou “Jinyoung está realmente fazendo isso?”

Sim, público. Jinyoung, o calmo e passível, havia agredido Youngjae ao ponto de fazer sangue sair de seus lábios, e claro, para não perder a oportunidade, Youngjae cuspiu saliva e sangue na calça branca do enfermeiro.

—Satisfeito? —Youngjae disse, tocando a área afetada e deu as costas para Jinyoung, deixando o veterano de enfermagem estático e agora consciente do que e onde havia feito.

Na enfermaria, Youngjae recebeu um pequeno curativo na bochecha e um copo d'água com sal para fazer uma lavagem interna, certificando-se de que os dentes estavam intactos.

“Jinyoung é realmente um imbecil” ele pensou, cuspindo o sangue junto da saliva no lavatório, "mas me surpreendeu ele ser tão fácil de ser manipulado”.

Youngjae saiu da enfermeira topando com Jackson no corredor. O mais novo não pôde deixar de notar o curativo em seu rosto e instantaneamente uma expressão de preocupação tomou seu rosto.

—Youngie… O que houve?

Youngjae incorporou sua mais inocente personalidade, mudando o foco do olhar dos olhos para os lábios de Jackson, e em seguida os olhos novamente. Eles se pareciam com jabuticabas e eram brilhantes como uma bola de gude.

Youngjae negou com a cabeça, desviando o olhar.

—Nada demais, apenas tropecei. —sorriu, ajeitando o cabelo longo atrás da orelha.

Jackson se sentiu impotente. Queria tanto tocá-lo, mas ele não era seu. Youngjae parecia suave agora, com as bochechas rosadas e machucadas.

—Youngie… O que foi…

—Jaebum me bateu, Jackson! —Youngjae encenou tão perfeitamente que Jackson engoliu seco e pareceu pensativo, talvez conectando suas teorias —todas falsas, obviamente— sobre Youngjae e Jaebum.

Youngjae tinha os olhos úmidos, quase transbordando. Ele se autodeclarou melhor ator que os alunos de teatro e cinema.

—Mas… Por favor, não fale isso a ninguém. Eu confio em você, eu preciso… —ele abraçou Jackson, enfiando o rosto em seu pescoço e inalou do perfume gostoso, mas muito diferente do de Jaebum.

Jackson retribuiu o abraço, assentindo em silêncio.

—Que você mantenha isso entre a gente... —murmurou, se afastando de forma que suas bochechas roçaram uma na outra e a respiração quente de Youngjae caísse sobre Jackson.

Os olhares se encontraram e Youngjae beijou Jackson suavemente, fechando os olhos e se entregando à sua própria rede de mentiras.

Pobre Jaebum.


_________________________________________________________


Depois do dia da briga a mesa no refeitório ficou estranha, obviamente e nada de novidade. O ar era obscuro e tenso sobre todos, menos Jaebum, sempre alheio.

Youngjae já tinha trepado com Jackson em sua cama, no banheiro da casa de ambos, no escritório do pai de Jackson, um advogado, dado um boquete para Jackson no carro de Jaebum enquanto eles, Jaebum, Mark e Jinyoung, haviam descido no posto de gasolina para comprarem mantimentos na conveniência.

Jinyoung estava estranhamente silencioso e amedrontado pelo olhar de Youngjae. Ele sequer o mirava como antes e não dirigia palavra alguma a ele. E Youngjae não se importou, de qualquer maneira.

Jackson era amigável e tentava sempre ser engraçado, mas Youngjae o achou entediante depois de algum tempo. Ele não era como Jaebum. Ninguém era, Youngjae sabia disso.

O estudante de psicologia não tardou a finalmente colocar seu plano em ação quando, numa tarde qualquer, convidou Jackson para sua casa, sabendo que, naquele dia Jaebum viria para eles se encontrarem. Youngjae arquitetou tudo. Ele simplesmente ia foder com Jackson em seu quarto, no primeiro andar, quando ambos não iam ouvir a campanha e Jaebum entraria, pois, na verdade, "ele é de casa" e veria Youngjae arreganhado e louco pelo pau de Jackson.

E foi exatamente como aconteceu.

Mas…

Houve um imprevisto totalmente fora do plano.

Jaebum enlouqueceu, enfurecido e com a visão obscura, ele pairou sobre Jackson e o encheu de golpes no rosto até que ele estivesse apagado, mas além disso, ele continuou até que o rosto de Jackson não pudesse ser reconhecido.

Youngjae olhou o corpo mole sobre sua cama, os lençóis vermelhos rubros e a respiração ofegante pela adrenalina fluindo e fluindo sobre suas veias.

—Você, maldito. Você me pertence! —Jaebum chiou, apontando contra a face de Youngjae e puxando o corpo de Jackson até que ele caísse feito um bicho morto no chão.

Ele então subiu sobre a cama, em cima do corpo nu e ensanguentado de Youngjae e enlaçou os dedos em seu pescoço.

—Você me entendeu?

Youngjae sentiu os olhos lacrimejarem pela excitação, o sangue em sua cabeça se tornar escasso devido ao bloqueio dos dedos de Jaebum e sua respiração falhar.

E então ele assentiu, sorrindo. Youngjae não ia mais duvidar das provas de amor de Jaebum.

Ele já não era mais alheio sobre nada.

E pobre Youngjae, pobre dasduas almas putrefatas.

1 de Agosto de 2019 às 14:02 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

_adrenalin . Apenas alguém que está se formando numa profissão totalmente paralela à escrita, mas que ama mais que tudo escrever e deixar as ideias fluir. Às vezes se perguntando qual o motivo de ter nascido se não esse for o de escrever?

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