Cronicas Sangrentas: Caçadores de Maldições Seguir história

igor-morais-costa Igor Morais

Caçadores de Maldiçoes, eles são o exercito de guerreiros que lutam contra as criaturas e monstros da escuridão. Órfãos, prisioneiros, pessoas sem rumo, suicidas e assassinos esses são os guerreiros que defendem o mundo da devastação. Mas em meio a essas pobres almas existe alguém, uma pessoa que deseja vingança contra a realeza de seu pais, seu nome é Van.


Ação Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#romance #gore
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Um bom começo.

Era uma manhã calma o vento suave corria pelos longos corredores do castelo, os banners com o brasão da família levantavam-se conforme o vento passava, as empregadas varriam o chão e faziam o café da manhã, a linda luz do sol iluminava as paredes brancas dos corredores. No jardim dos fundos, uma mulher com um grande vestido azul e bordado apreciava o gigantesco jardim, haviam flores de todos os tipos, Tulipas, Rosas, Amarílis e muito mais, o aroma doce fazia daquele lugar ser incrível.

A mulher se abaixa e cheira algumas flores, seu sorriso branco e estonteante faz a atmosfera ficar ainda mais bela, seus cabelos castanhos voavam junto ao vento, os brilhos de seus olhos castanhos eram incomparáveis e sua pele branca era como a neve. Ao seu lado estava uma empregada, tinha cabelos escuros e parecia ser uma senhora, ela observava a mulher com um ar de orgulho. A mulher que estava apreciando as flores pergunta:

-Francine?

-Sim, minha senhora. O que desejas?

-Mande as empregadas acordarem os príncipes e as princesas.

-Como desejar senhora.

Diga a eles que estarei esperando na sala de jantar para comer o café da manhã.

Sim senhora.

Aquela era a rainha, a mulher mais poderosa de Fellcity a capital de Arnoman. Como ordenado velha senhora passa as ordens para as outras empregadas que então adentram os quartos, todos estavam dormindo ainda, mas com certos sacolejos acordam, bravos como sempre, mas como a ordem é de sua mãe não podem desobedece-la. Os primeiros a chegarem eram os príncipes, eles eram três.

O mais velho se chamava Astolfo, tinha 15 anos, 1,90 de altura cabelos e olhos castanhos como de sua mãe, era requisitado por todas as garotas do reino, estava vestindo seu uniforme da guarda real, afinal hoje seria sua cerimônia de entrada, uma jaqueta branca e azul por cima de um colete vermelho que estava por cima de uma blusa branca, calças de ceda branca e sapatos de festa pretos.

O do meio se chamava Kieling, era mais novo que Astolfo cinco anos, era mais baixo que seu irmão, vestia um colete verde por cima de uma blusa branca, uma calça marrom e sapatos preto. Seus cabelos eram um castanho bem claro que chegava a ser quase loiro, já seus olhos eram como o de seu pai, escuros e belos.

E o ultimo irmão se chamava Ricvan, era o mais novo de todos, tinha oito anos, vestia uma roupa parecida com seu segundo irmão, mas ao contrário de verde era azul. Seus cabelos e olhos eram como de seu pai, negros como a noite profunda, sua pele era como de seus irmãos, branca como a neve.

-Sentem-se meus filhos, logo entregaram o café, vamos apenas esperar suas irmãs.

-Hunp! Aquelas molengas, só sabem atrasar!

-Vo-você não devia falar isso das nossas irmãs.

Astolfo olha para Ricvan com uma cara de desprezo.

-Cala a boca baixinho ou você quer que eu te de uns tapas.

O garoto fecha os olhos e protege seu rosto, Astolfo levanta sua mão para dá-lhe um tapa, mas é parado por sua mãe.

-Se continuar por esse caminho acho que será você a levar um tapa.

Ele logo congela diante do olhar penetrante de sua mãe.

-Desculpe mãe.

Eles logo se sentam e esperam o restante da família.

-Ei mãe, cadê o pai? Pergunta o do meio.

-Trabalhando meu filho. Vamos ver ele apenas na cerimônia de hoje à noite.

-Que pena queria mostrar a ele meus versos novos.

-Oh, você escreveu mais? Me mostre eu verei e darei um veredito!

Ela pega um caderninho pequeno, sua capa era avermelhada e tinha uma escrita com o nome de Kiling na capa.

-Darei a nota.......seis!!!-(Rainha).

-Oh!! Seis isso quer dizer que melhorei?-(Kiling)

-Sim você melhorou e muito!-(Rainha)

-Boa, irmãozinho.-(Astolfo)

-Obrigado irmãozão!(Kiling)

-Parabéns irmão.-(Ricvan)

Kieling olha com um olhar de raiva e fala:

-Ninguém pediu sua opinião, lixo!-(Kiling)

-Ki!!! Isso não é jeito de tratar seu irmão! Se desculpe com ele agora!-(Rainha)

-Desculpe mãe, mas não vou! Ele não merece minhas desculpas!!!-(Kiling)

Ricvan se encolhe em seu acento e quase chora. Kieling continua a falar:

-Mãe você não vê? Ele é uma vergonha para a família, não sabe usar magia e nem é bom com espadas! Ele nem deveria ser da família real!!!! Ninguém vai sentir falta dele, vamos apenas jogar ele na rua!!!!-(kiling)

Rebeca estava preste a se levantar e dar uma surra em seu filho malcriado, mas alguém, o fez no momento que levantara. Kieling toma um tapa que o derruba da cadeira.

-Que foi que fez is-!

-O que foi baixinho? Vai fazer algo contra mim?

-Cla-claro que não, Tania.

Atrás dele estava sua irmã mais velha, ela tinha a mesma idade de Astolfo, tinha cabelos negros e olhos castanhos escuros, usava roupas de homem, uma calça preta, um colete por cima de uma blusa branca, botas e um sobretudo purpura.

-Ainda bem, agora pare de incomodar nosso irmãozinho!-(Tania)

-Si-sim!-(Kiling)

Ela era um ano mais velha que Astolfo, por falar nele ele estava irritado olhando para Tania.

-Ei Sami, pode largar da minha perna?

Colada em sua perna estava a segunda princesa, Sami, ela tinha quatro anos, tinha cabelos e olhos negros como seu pai, usava um vestidinho bordado com flores e um sapatinho todo enfeitado.

-Desculpa irmã.

-Tudo bem sente-se.

-Sim.

Ela dá a volta por traz de Kieling e vai até sua mãe.

-Bom dia mamãe.

-Bom dia minha pequenina, teve algum pesadelo essa noite?

-Não, eu dormi bem.

-Que bom. Agora sente junto de seu irmão.

Ela corre para o lado de Ricvan e se senta. Ela com sua inocência e bondade e até com um pouco de dificuldade, conforta o irmão que estava com uma expressão triste.

-Não se preocupa irmão, eu gosto muito de você!

O garoto abre um sorriso e fala para a pequena:

-Eu também gosto muito de você Sami.

A rainha com um sorriso fala:

-Agora que todos estão aqui vamos comes.

-Sim! (Todos respondem)

As empregadas chegam com os pratos, frutas, legumes, carne água e suco, um banquete luxuoso, digno de uma família real. Logo após acabarem de comer a rainha os libera, todos sempre iam para o mesmo local, o jardim, ali era onde Astolfo e Tania treinavam, Kieling lia e estudava sobre magia, Sami brincava com suas bonecas e Ricvan apenas ficava sentado olhando seus irmãos e irmãs treinarem e brincarem. O garoto não podia treinar pois seus irmãos não deixavam, ao contrário de sua irmã mais velha, que queria ensiná-lo mesmo não tendo talento, mas era dois contra uma afinal, então não restava escolha a não ser deixar o menino de lado.

Ricvan era proibido de sair de perto de seus irmãos, seu pai era rígido, impunha regras idiotas como essa, afinal ele não queria um inútil andando por aí, ainda mais causando problemas. Eles ficaram ali até o entardecer, uma empregada por mandado da rainha veio chamá-los, percorrendo os corredores agora iluminados por tochas e pela luz avermelhada do sol, eles chegam na grande escada que dava para o salão principal. No meio do caminho eles passaram e seus quartos e se arrumaram, depois de arrumados todos descem as escadas e na porta sua mãe os esperava, ela vestia um outro vestido, ele era branco e bem maior que o outro e tinha muito mais detalhes, eles entram em uma carruagem e descem para o segundo nível da cidade.

A cidade era portuária dividida em vários níveis, ela havia sido construída ao redor de uma montanha, assim era dividida em três níveis:

Nível um, era as castas de nível médio e baixo, se localizavam ao redor da montanha.

Nível dois, nobre e burgueses, se localizavam na metade da montanha.

Nível três, a família real, localizava-se no topo da montanha.

Descendo a grande estrada circular de paralelepípedos brancos, eles chegam ao grande salão de festa do duque Foster, era um salão gigantesco com parede de mais de vinte metros feitas de luxuosas pedras e joias, carruagens de nobres e burgueses chegavam por todo lado, garotas mimadas por toda a parte, jovens nobres com fardas do exército, homens altos e baixos, alguns até gordinhos e junto deles, mulheres lindas cheias de joias e mimos. Quando a carruagem real parou todos pararam também, todos abriram espaço para que a rainha e seus filhos saíssem de sua carruagem branca e dourada, Astolfo estava com o uniforme da guarda real assim como Tania, ela já havia entrado para a guarda real, Kieling e Ricvan estavam usando ternos e Sami estava com um vestido rosa claro.

Entrando no grande salão via-se uma vista normal por assim dizer, um palco gigantesco rodeado por cadeiras em diferentes níveis, a frente do palco estavam os novos recrutas, logo atrás os alunos que já estavam na guarda real e logo depois as famílias. Astolfo animado se despede e vai para seu acento e logo depois Tania faz o mesmo, a rainha e seus outros filhos vão ao encontro do rei que estava sentado em uma espécie de camarote. Ele tinha 1,90, um pouco musculoso, vestia um terno azul e preto, seus cabelos negros eram jogados para trás, seus olhos negros demonstravam força e sua aparência era de alguém novo de aproximadamente vinte anos, ele e a rainha eram o casal perfeito, eles podiam ter três filhos e duas filhas, mas não pareciam ter a idade que tinha na realidade.

Ao chegar no camarote o rei recebe Kieling e Sami com um grande abraço, mas Ricvan, bom ele apenas o cumprimentou com um “bom dia filho” e Ricvan apenas acenou com um sinal de positivo. Eles então se sentam, menos Ricvan, pois havia apenas quatro cadeiras, sua mãe queria ceder seu acento a seu filho, mas sabia que seria pior para ele, afinal se fizesse isso o garoto seria acusado por seu pai de “roubar” o lugar de sua mãe e no final seria espancado por ele. A vida de Ricvan não era fácil. Depois de longos discursos a apresentação dos formandos acaba e a festa começa, Sami estava dormindo e não havia local para deixá-la, o rei então se oferece para levá-la para o castelo, ele parecia estar cansado, a rainha então concorda, mas pede para levar Ricvan junto, o garoto estava fazendo um grande esforço para não dormir, o rei concorda e eles saem. Eles entram na carruagem, o rei estava carregando Sami, Ricvan estava sentado de frente para eles, um silencio sinistro sobrepunha-se sobre o local, o garoto estava com um pouco de medo e até insegurança, depois de alguns minutos a carruagem para, o cocheiro então fala:

-É aqui, meu rei?-(Cocheiro)

-Sim, é aqui!(Rei)

A curtinhas estavam fechadas, os barulhos das botas do cocheiro podiam ser ouvidos, ele havia descido. Passa-se então alguns minutos, então o rei fala:

-Ricvan, posso perguntar algo?-(Rei)

-Si-sim senhor.-(Ricvan)

-Você já se sentiu arrependido de algo?-(Rei)

-Na-não senhor. Nunca.-(Ricvan)

-Que bom, pois a partir de agora espero que se sinta arrependido de ter nascido meu filho.-(Rei)

Da janela ao lado de Ricvan um braço de fera aparece e o arrasta para fora, o garoto se corta nos cacos de vidro, ele foi pego pelo pescoço então por isso não podia gritar, era difícil de respirar e sua visão estava turva. Sami acorda assustada, mas logo é desmaiada por seu pai, o homem sai da carruagem e lentamente anda até seu filho, eles estavam nas docas, o garoto então é jogado aos pés de seu pai. Com seu olhar de medo olhando para cima, os olhos frios daquele homem só indicavam uma coisa, morte.

-Se eu dissesse que não é nada pessoal eu estaria mentindo, então, sim é pessoal.

Bem baixo Ricvan pergunta:

-Por que?(Ricvan)

-Hum? Fala mais alto não estou te ouvindo lixo!(Rei)

Com um grito ele pergunta de novo:

-POR Q....!!?(Ricvan)

Antes mesmo de terminar de falar, o rei saca sua espada e finca no olho esquerdo de seu filho. O garoto cai no chão gritando de dor e agonizando

-AAAAAAAAAAAAAAAAAA!!(Ricvan)

Na ponta da espada estava seu olho esquerdo. O rei então se vira e fala:

-Você deveria saber, é porque você não tem talento.(Rei)

Pondo a mão em seu olho e se contorcendo no chão o garoto vê a figura de seu pai sumir em uma fina nevoa e junto dele o monstro que mais parecia-se com um lobo, mas mesmo assim ele ainda ouve uma última frase.

-Façam o que quiser com ele.(Rei)

Ele então é agarrado pelos braços, enquanto era carregado sua visão escurece e então ele perde a consciência.

Estava escuro, Ricvan estava mergulhado em um grande mar negro, a sua volta lembranças passavam e eram destruídas logo em seguida, as palavras de seu pai ecoavam por todo aquele mar, mas havia mais alguém lá. Da escuridão profunda uma luz aparece, a pequena luz afasta a escuridão, ela fala com um pouco de preocupação e desespero:

-Você não pode morrer! Acorda! Por favor acorda Van!

Ele então recupera sua consciência, mas mesmo assim, ele ainda estava em um ambiente escuro, o chão parecia madeira, sons de água podiam ser ouvidos e um leve balanço era sentido. Onde ele estava? Ele não sabia mas tinha uma suposição, um barco. Seu pai havia o jogado em um barco. A quanto tempo estava lá? Bom ele não saberia tão cedo, ele ficou ali por horas, dias, semanas. Quem sabe anos? Ele recebia comida por uma escotilha e fazia suas necessidades ali mesmo. Havia vezes que se podia ouvir gaivotas e pessoas conversando, isso o dava mais e mais certeza de que estava em um barco, com o passar do tempo ele notara que seus cabelos estavam grandes, suas unhas também estavam gigantes. Essa era sua rotina ficar preso dia após dia esperando sua morte, mas um dia.

Bang!!! BUMMMMMM!!!!! SPLASH!!!!!


Barulho de passos.

-Ei ainda vivo?

Ricvan abre seus olhos. Ele estava deitado na areia, estava entardecendo, o céu estava dividido, um lado um alaranjado lindo e do outro lado um profundo escuro. A sua frente saindo da água uma mulher, sua pele era negra e seus cabelos eram brancos, usava uma regata amarelada, por cima dela uma jaqueta cor de terra, um short jeans, uma bota de couro e um chapéu de vaqueiro.

-Ei garoto, perguntei algo para você!

-Sim..........estou vivo.

-Merda.

-Merda mesmo.

Ela olha para ele com uma expressão de dúvida, ela pensa por um tempo e pergunta:

-Você quer uma nova vida?

O garoto estirado no chão fica quieto.

-Ei se não responder eu vou embora e vou deixá-lo aqui.

-Sim. Uma nova vida parece ótima.

-Tem certeza? Essa nova vida é bastante perigosa.

-Sim, tenho. Não me resta muito aqui, eu fui jogado fora pelo meu próprio pai então não me importo se morrer no processo.

Ela olha para ele com um olhar de surpresa.

-Você ainda sente raiva de seu pai?

-Não sei.

Ela chega perto dele e estende sua mão.

-Eu sentiria.

Ele agarra a mão dela e se levanta.

-Ainda mais se ele tirasse um olho meu e me vendesse como escravo.

Ele com um leve sorriso fala.

É talvez eu devesse sentir raiva dele.

-Qual o seu nome garoto?

-Meu nome é Ri...

Ele dá uma pausa e depois fala:

-Van, meu nome é Van.

-Van? Que nome estranho. (Risada)

-Qual seu nome mossa?

-Kira, sou uma Caçadora de maldiçoes.

-Caçadora de maldiçoes?

-Sim! Eu era uma tripulante, fui contratada para proteger esse navio, mas…como pode ver não fiz meu trabalho direito. (Risada)

-....

-Bom vamos andando, temos um longo caminho.

-O-Ok.

Os dois olha os arredores e bem, eles sovem areia afinal a frente de seus olhos estava um deserto. Antes de irem embora, Van pergunta quanto tempo se passou desde aquele dia.

-Um ano e meio.

-Então eu fiquei preso um ano e meio. (Risada) bom, bom, isso vai ser divertido.

Seus cabelos estavam arrastando no chão e suas unhas mais pareciam garras.

-Para onde vamos caçadora?

-HAHA, Castelo de prata! A sede dos Caçadores de Maldiçoes.

-Ok! Então vamos!

TO BE CONTINUED...

11 de Julho de 2019 às 03:16 1 Denunciar Insira 1
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Karimy Karimy
Olá! Escrevo-lhe por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. Caso ainda não conheça, o Sistema de Verificação existe para ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. A Verificação não é necessária caso não tenha interesse em obtê-la, então, se não quiser modificar sua história, pode ignorar esta mensagem. E se tiver interesse em verificar outra história sua, pode contratar o serviço através do Serviços de Autopublicação. Sua história foi colocada em revisão pelos seguintes apontamentos retirados dela: 1)Pontuação: "Caçadores de Maldições, eles são" em vez de "Caçadores de Maldições são"; "suicidas e assassinos esses são os guerreiros" em vez de "suicidas e assassinos: esses são os guerreiros"; "Era uma manhã calma o vento suave" em vez de "Era uma manhã calma, o vento suave"; existem vários elementos de mesmo valor que deviam estar separados por vírgula, mas não estão; falta de vírgula em vocativos, como em "Como desejar senhora" em vez de "Como desejar, senhora"; falta de marcação de fala, como em "Diga a eles que estarei esperando" em vez de "— diga a eles que estarei esperando" (aconselho o uso de travessão em vez de hífen para marcação de diálogo); falta de vírgula em advérbio deslocado, como em "Na ponta da espada estava seu olho esquerdo" em vez de "Na ponta da espada, estava seu olho esquerdo"; vírgula separando sujeito de seu predicado, como em "Nível um, era as castas de nível médio e baixo" em vez de "O nível um era das castas de nível médio e baixo" ou "Nível um: castas de nível médio e baixo". 2)Acentuação: "exercito" em vez de "exército"; "pais" em vez de "país"; "ultimo" em vez de "último"; "agua" em vez de "água". 3)Verbo: uso de dois tempos verbais na narração, como "faz" — no presente — e "eram" — no pretérito. É importante que escolha apenas um tempo verbal na narração e que se mantenha nele. 4)Observação: existem muitos exemplos de frases que estão unidas através da vírgula, mas que deviam estar separadas por ponto, por possuírem sentido completo e estarem finalizadas e é importante que se tenha cuidado para não repetir demais uma palavra no mesmo parágrafo. Ex.: "A cidade era uma cidade portuária dividida em vários níveis, a cidade havia sido construída ao redor de uma montanha, a cidade era dividida em três níveis:" em vez de "Além de ter sido construída ao redor de uma montanha, a cidade portuária era dividida em três níveis:". É importante que se tenha cuidado ao usar uma língua estrangeira: "TO BE CONTINUE" em vez de "TO BE CONTINUED". Obs.: os apontamentos acima são exemplos, há mais o que ser revisado na história além deles. Aconselho que procure um beta reader; é sempre bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que acertamos e o que podemos melhorar, e os betas do Inkspired, quando contratados, fazem uma análise detalhada da sua história e a enviam através de um comentário. Caso se interesse, esse recurso também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Além disso, também temos o blog Tecendo Histórias, que dá dicas sobre construção narrativa e poética, e o blog Esquadrão da Revisão, que dá dicas de português. Confira! Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história, então farei uma nova verificação.
12 de Julho de 2019 às 06:32
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