A Desventura de Chibiusa Seguir história

sophiagrayson Sophia Grayson

Chibiusa retorna ao século XXI pois seus pais estão resolvendo um problema. Mas ela também tem um - ou vários - não está mais conseguindo se transformar e tenta conversar com seus amigos para resolver isso, nesse meio tempo aparece uma nova ameaça. Será que ela conseguirá se transformar? Será que ela conseguirá enfrentar a nova ameaça?


Fanfiction Anime/Mangá Todo o público.

#fluffy #familia #drama #sailor-moon
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Capítulo Único

Depois de todas as intensas batalhas com o Imperador 90, Mistress 9 e da Sailor da Destruição, Sailor Saturno, com Neherenia e da Sailor Galáxia, Chibiusa retorna duas semanas depois da última batalha.

A rosada vai até o quarto de Usagi e começa a cutuca-la para acorda-la. A garota não aguentando mais pois a loira só balançava a mão como se estivesse espantando um inseto, a pequena gritou:

— Usagi, acorde! — a mais velha se levantou com tudo por causa do susto que teve, virando-se e dando de cara com sua filha de um futuro distante. Perguntou tentando de acalmar com a mão teatralmente no peito:
— O que você está fazendo aqui Chibiusa?

— Eu voltei para ficar com você! — contou sorrindo — Olha a carta da minha mamãe!

Usagi pegou a carta com uma careta e começou a ler o que tinha escrito:


“Por favor cuide de nossa filha por mim pois nesse mês, eu e Endymion não teremos tempo de ficar com ela, pois temos muitos compromissos importantíssimos. Sei que é muita irresponsabilidade de nós agindo desta forma. Condenável, peço desculpas por isso, mas, todavia, não é bom para ela se encontrar aqui e sei que nossa princesinha estará segura com ti.

Depois do termino disto, não abusaremos mais de sua hospitalidade.


Obs: Te peço para nesse meio tempo fazê-la estudar, para não esquecer das obrigações.

Da rainha de Tokyo de Cristal, agradecida;

Neo Queen Serenity”


— Vai ficar aqui um mês inteiro! — resmungou a loira cansada. Não que gostasse da presença da menina. Pelo contrário, amava. Mas nos últimos tempos se encontrava esgotada — Que saco... não vou mais poder descansar direito.

Logo depois a canceriana se arrumou para contar a novidade para as amigas que estavam no Templo Hikawa, Templo de Rei, elas iriam adorar bastante, já que sentiam muita falta da rosada.

— Sério?! — pergunta Rei contente depois do relato da futura rainha.

— Sim Rei, ela vai ficar conosco por um mês inteiro! — confirma Usagi suspirando. O cansaço dominava seu corpo.

— Usagi, carta tinha muitos erros de ortografias? — perguntou a Sailor V, que não poderia deixar de alfinetar sua amiga. Tinha uma cara risonha.

— Eu não sei, li muito rápido! — a loira resmungou, girando os olhos sem paciência para esse tipo de coisa.

— Usagi, que tal eu ficar um dia com ela? — pergunta Makoto percebendo o estado desgastado da amiga — O que acha?

— Que ótima ideia Makoto! — Usagi afirma mais animada, sentindo que logo poderia voltar ao seu lar e sua cama. Sem deixar a menina no escanteio.

— Vou fazer planos para passar o dia com ela! Tenho certeza de que você vai se divertir muito Chibiusa — a morena voltou-se para a menor com seu otimismo aventureiro típico de um sagitariano.

A Pequena Dama se sentiu magoada e indesejada pela mulher que iria ser sua mãe no futuro, mas também sabia que a outra havia passado por muita coisa nos últimos meses, então aceitou bem a proposta da castanha. Deu um sorriso tímido, seria bom passar um tempo com ela. Também sentia falta daquelas Sailor’s.

Makoto a levou para seu apartamento que não era tão longe. A de cabelos róseos entrou admirando as rosas, flores e as diferentes plantas exóticas que tinha no pequeno lar da Sailor Júpiter. Realmente a morena tinha uma enorme paixão pela natureza. Se sentou no sofá que dava para a televisão em uma raque marrom, com vários livros e jarros enfeitando. A mais velha foi preparar algo na cozinha conversando com a jovem.

— Como tem passado Chibiusa? — perguntou enquanto fazia um chá para ambas.

— Vou bem, Makoto — disse tímida e envergonhada — Só estou com um problema, acho que foi uns dos motivos para minha mãe me mandar de volta — concluiu cabisbaixa.

A princesa de Júpiter arregalou seus olhos esmeraldinos preocupada.

— O que aconteceu? Eu posso de alguma foram ajudar? — disparou com superproteção indo até a menina.

— É a minha transformação — murmurou — Não consigo mais, desde quando voltei para casa na última vez não me transformo mais, é como se o Cristal de Prata tivesse perdido seu brilho — contou Chibiusa apertando seu broche com receio e apreensão.

Makoto balançou a cabeça, compreendendo a de cabelos róseos. Sentou-se ao seu lado a pois colocar as guloseimas e chá na mesinha que tinha de frente.

— Será que você não está passando por um momento difícil e dessa forma não consiga esse feito? — supôs a mais velha — E te impeça inconscientemente? Nosso psicológico tem muito poder, e qualquer problema o faz bloquear, no caso a sua transformação — encarou os olhos castanhos avermelhados — Olha, por hora fique tranquila, ok? Vai dar tudo certo.

Chibiusa, se sentiu um pouco melhor com os dizeres da mais velha. Como se parte do peso diminuísse em seus ombros.

Passaram um dia de diversão, no parque, no shopping. A sagitariana queria retirar a expressão triste da mais nova e fazê-la se distrair um pouco. De noite voltaram novamente para o apartamento da Sailor Júpiter. A pequana também iria passar a noite lá. Makoto arrumou o quarto de hóspedes, tomaram um banho, jantaram e assistiram um filme.

A castanha acabou por dormir no meio do filme e Chibiusa aproveitou para conversar com uma pessoa — animal mitológico (?) — que faziam tempo que não se viam e aproveitar para perguntar a opinião dele sobre seu problema. Pelo seu pequeno comunicador-troféu que havia ganhado do seu amigo, a jovem se comunicava com ele.

— O que você acha? — perguntou a canceriana ansiosa depois de relatar seu problema e o conselho da sagitariana.

— Concordo com a Sailor Júpiter, Small Lady — falou Hélios que estava em sua forma de Pegasus, o cavalo alado mitológico — Disse que o Cristal de Prata perdeu o brilho? Seu poder na maior parte vem de seu usuário por meio dos sentimentos: Amor, amizade, justiça, esperança — que o faz brilhar de maneiras impressionantes e com a capacidade de fazer o impossível. Não sei o que aconteceu, mas Small Lady, mas a senhorita não está bem.

— E como eu resolvo isso Hélios? — perguntou ao amigo com sua ampla sabedoria fosse resolver seu problema com estralar de dedos (ou patas).

Small Lady, infelizmente não posso resolver esse problema, cabe a você descobrir o que lhe aflige e ter confiança em si mesma e em seu potencial — afirmou Pegasus a olhando com confiança.

— Mas Pegasus eu acredito no meu poder! — disse apreensiva, com lágrimas nos olhos.

— Pode até estar a falar a verdade senhorita, mas o que lhe aconteceu deve estar a repercutir nesse seu acreditar — disse Pegasus, doía ver a pessoa que amava tão arrasada como estava.


***


No dia seguinte, Makoto acorda completamente dolorida por ter dormido no sofá e de mal jeito. Percebe que a pequena havia coberto com um lençol para não passar frio e desligado a televisão. Supôs que a menina deveria ter ido dormir no quarto que tinha arrumado. Se levantou, fez sua higiene pessoal e preparou o café da manhã.

Chibiusa se levantou, pensando no que estava a impedindo de se transformar, já tinha uma ideia, mas não imaginava que fosse ter uma interferência tão grande como essa. Tinha que conversar com a Rei sobre isso, não que tivesse problema em ser a Makoto ou qualquer uma das outras, não era isso, só se sentia mais confortável em falar esse tipo de assunto com a sacerdote. Se vestiu com seu uniforme de marinheira parecido com que usavam nas escolas e foi para cozinha.

— Ah, bom dia Chibiusa — diz Makoto sorridente colocando a mesa.

— Bom dia para você também Mako-chan — desejou a jovem sentando-se e admirando o café caseiro da amiga.

As duas fizeram o desjejum e seguiram depois para o Templo, a pedido da garota, já que Makoto iria leva-la para casa. A castanha entendeu o motivo e disse que avisaria a Usagi que a jovem estava lá, logo depois indo para seu emprego de meio período que quando estava de férias era integral.


***


Rei havia se levantado cedo, mesmo não havendo aula. Varia a entrada do Templo aproveitando a brisa e o Sol que não era tão forte naquele horário, Makoto deixou Chibiusa no começo das oito da manhã. A protegida por Marte pegou cadeiras para as duas conversassem do lado de fora aproveitando o bom tempo. A jovem contou suas apreensões, sendo já a terceira vez que fazia isso em menos de um dia.

— Eu acho que o problema com que se referrem seja com o que eu de certa forma me culpo ou tenho medo... — divagou a garota tristonha, com a cabeça baixa.

Rei que escutava pacientemente sem interferir perguntou:

— Hum... você não veio aqui para descobrir o que é, pois já sabe. Veio me contar o motivo e quer ajuda para entender, para depois conseguir entender sigo mesma. Certo?

— Sim. Acho que tudo isso tem a ver com o que aconteceu quando eu estava em casa no século XXX. Bom.... Antes eu sofria bullying na escola por não conseguir me transformar, bom agora é porque sou considera a mais fraca das Sailor’s. Tento não ligar muito, sei que não é verdade, mas digamos que as palavras ainda me magoam bastante. O outro motivo é que eu vi o que nunca presenciei em toda minha vida, os meus pais brigando e feio. No fundo tenho medo de perder minha família — desabafou a pequena.

O brilho da compreensão passou nos olhos safiras da princesa de Marte.

— Olha, Pequena Coelhinha, o que você passa na escola é realmente horrível, ainda é uma criança é por isso que se importa muito, mas que com o tempo não irá se afetar com o que dizem e quando perceberem que não te magoam mais, pararam ou aumentaram os assédios. E também com o tempo vai aprender a se defender, não com violência, mas com palavras — discursou Rei olhando séria e compreensivamente para a menina — Já o caso dos seus pais, não se recinta, não se culpe e nem sinta medo. Brigar é o mais normal em um relacionamento e nem todas elas significam que vão se separar ou algo do tipo. E tenho certeza absoluta que eles se entenderam. Não importa o que tiver acontecido — sorriu colocando a mão no ombro da rósea.

Chibiusa olhava admirada para a Guerreira de Marte, ela a considerava a mais madura das Sailor’s e mais uma vez comprovara. As sábias palavras de suas amigas, estavam a ajudando.

O vento passava nos cabelos da ariana, o que deixava ainda mais como uma princesa. Para diminuir a tensão que se formara a Rei falou banalidades, brincou um pouco com a menina.

Ai!

As duas se viraram para onde tinha vindo o barulho e se depararam com Nicolas que havia tombado no saco de lixo que Rei tinha juntando as folhas mais cedo e as espalhando no chão. Esfregava uma mão no rosto e a outra na perna que pegou a maior parte do peso na queda.

— Mas o que você está fazendo, Nicolas?! — Rei se levanta da cadeira indignada e com as mãos na cintura

— Ah, bom dia Rei — disse o moreno envergonhado, se levantando com pouco de dificuldade – Desculpe pelo atraso. Não vi por onde andava e acabei caindo — deu um sorriso amarelo.

— Pois trate de limpar tudo! — bufou — Não quero ver bagunça — Entrou no Templo, a pequena a seguiu para dentro, olhando para o homem que se desculpava sem jeito.

Chibiusa achava interessante a forma dos dois se tratarem, parecia que a de cabelos pretos tratava com arrogância e o inferiorizava como se o rapaz fosse um mero servo, mas quem fosse próximo dos dois saberia que no fundo os dois se amavam e que aquilo era só uma forma implicar – Só ela que implicava mesmo. Chegava a ser cortante. Hum... tinha que amadurecer nesta parte referente ao amor.

De tarde Rei foi deixar Chibiusa em casa, tudo estava tranquilo. Até que subitamente tudo ao redor da mais nova fica azul, um azul cristalino como se estivesse em outra realidade a princípio ela fica assustada mais logo reconhece onde estava.

Small Lady — disse uma voz masculina a suas costas, a jovem se vira e se depara com Hélios, agora em sua forma humanoide, os cabelos albinos flutuavam com uma fraca brisa que tinha — Desculpe aparecer assim, mas preciso avisa-la do que está acontecendo.

— O que aconteceu, Hélios? Precisa de ajuda? — perguntou a jovem preocupada.

— Uma energia maligna está arrodeando Elysion e vem do mundo real Chibiusa — explicou Hélios seriamente.

— Quer que eu vá ajuda-lo? — cortou o rapaz, não dando tempo de concluir o que falava.

— Não Chibiusa, não é necessário a senhoria vir — negou com a cabeça, o Protetor dos Sonhos, calmamente — Chamei Tuxedo Kamen para me ajudar com o seu Cristal Dourado. Ambos conseguiremos fazer com que essa energia maligna desapareça. O problema maior está aí com as senhoritas no qual ela se encontra em alta quantidade, tome cuidado. Sei que vocês vão conseguir fazê-la desaparecer.

Assim de Hélios concluiu o que tinha a avisar, tudo voltou ao normal. Rei nem percebeu o que ocorreu, continuava a falar normalmente, era como se o tempo tivesse parado enquanto conversava com o sacerdote de Elysion.

Estava perto de chegar à casa de Usagi quando a de cabelos negros sentiu uma presença maligna e se, pois, em posição de luta.

— Fique atrás de mim Chibiusa — pediu Rei levando a mão para o bolso seu quimono de sacerdotisa onde estava sua caneta.

Um ruído se fez próximo e depois um clarão arroxeado. Rei se virou com tudo com a caneta já em sua mão. Se deparou com Sailor Saturno com sua foice, que na força mínima alquilou o que deveria ser o inimigo no qual agora voltava a ser uma pessoa com cinzas ao redor, sinal de possessão.

— Sailor Saturno! — exclamou Rei, aliviada.

— Hotaru-chan! — Chibiusa ficou feliz ao ver a capricorniana, que não correu para abraça-la por suas feições pouco convidativas.

A Sailor da Destruição averiguou como estava a pessoa que fora vítima da energia maligna. Concluindo que estava bem, se voltou para as duas em sua frente.

— Ah, bom ver vocês também garotas — disse ela calmamente — Infelizmente não temos tempo para conversar, tem um mal pairando aqui.

Rei ficou completamente ereta, assustada agora era que sentia aquela estranha energia familiar. Se sentiu péssima por não a sentir antes. Chibiusa sabia do um pouco que a jovem moça que acabara de chegar se referia, só não imaginava que fosse acontecer tão rápido. Iria contar sobre isso assim que chegasse em casa.

— Um novo inimigo?! — perguntou Rei um pouco alterada.

— Não — falou Saturno calmamente — Essa energia que está a nós rondar é um vestígio da Sailor Galáxia e que precisamos aniquila-la o mais rápido possível. Sailors Urano, Netuno e Plutão já estão vigiando o local da última batalha.

— Não entendo, a Sailor Moon purificou a Sailor Galáxia antes dela morrer — contou confusa.

— Sim, mas uma pequena fração que emanava dela ficou — explicou a Princesa de Saturno — E pessoas começaram a sumir. Demoramos um pouco para perceber a energia e os desaparecimentos da população, por isso precisamos ir logo!

— Certo! Vamos para casa de Usagi e chamar as meninas — afirmou a ariana, pegado seu comunicador para avisar as demais do ocorrido.

O trio chegando na casa dos Tsukino, que logo depois das companheiras chegarem, Saturno explicou o que acontecia e logo Chibiusa contou o que ocorria em Elysion, e que o problema lá estava se resolvendo no momento. A Sailor da Destruição afirmou que para acabar com o problema precisaria do poder do Cristal de Prata. Fazendo Usagi olhar mais triste para as amigas. Ela não conseguiria usar nem tão cedo o Cristal de Prata, havia ficado muito desgastada com a batalha final com Sailor Galáxia e dava até mesmo para perceber em sua aparência, na qual a de cabelos róseos estava só percebendo agora com a luz direta que vinha da lâmpada o quarto. Os cabelos da futura Neo Queen Serenity estavam opacos, o mesmo com o azul de seus olhos que estavam fundos e com um pequeno arroxeado, indicando insônia, entorno dos mesmos, magra e bem cansada.

— Sinto muito, mas não vou poder fazer isso — a loira se rendeu impotente — Mas creio que a Chibiusa consegue — encarou sua futura filha confiante. Acreditava muito na garota.

A jovem balançou a cabeça em negativa e disse para o restante que não sabiam — que eram quase todas — sua condição.

— Tenho certeza de que você irá conseguir Chibiusa — disse Minako que já estava com o ar mais sério, de líder. Apoiando uma mão nos ombros da pequena, transmitindo confiança.

Todas as outras concordaram, Usagi deu seu cetro para Chibiusa usasse para purificar o mal e logo depois partiram para o local. Todas já transformadas entraram juntas no mar de trevas, dando de cara com as pessoas que tinham sumido, possuídas. As oito Sailor’s deram abertura para a mais jovem do grupo fosse para o centro da energia e a limpasse. No meio do caos a menina tentou se transformar, mas sem retorno e ficou tentando, já estava a ficando com medo. Lágrimas escoriam em seu belo rosto. No fundo de sua mente escutou as vozes das Sailors em sua cabeça, todas lhe dando forças, apoio e acreditando nela.

A pequena respirou fundo e se concentrou no seu poder, na sua força interior e um brilho róseo saiu de seu broche se espalhando por todo seu corpo e quando o mesmo diminuindo revelou a nova Sailor Eternal. Sailor Chibimon evoluiu o máximo, a última faze das Sailor’s. Retirou o cetro dado por Usagi, tocou em sua haste que cresceu até o chão. Uma forte luz cálida e quente emanou dele.

Starlight Honeymoon Therapy Kiss — gritou, o local foi todo tomado pelo seu brilho e logo depois diminuindo quando tudo acabou, revelando o belo crepúsculo do entardecer. A missão foi finalizada com sucesso.

Todas as Sailor’s se reuniram e comemoram e foram jantar. Usagi também foi, orgulhosa com sua futura filha da mesma forma estava Mamoru que se reuniu com elas um pouco depois. A missão no Elysion também fora um sucesso.

O resto do mês foi calmo e tudo iria bem ao futuro resplendente. Chibiusa retornou para seu século e prometeu, que não voltaria mais, já estava ficando cada vez mais perto de Usagi fazer vinte e um anos e ela nascer.

8 de Julho de 2019 às 11:23 0 Denunciar Insira 1
Fim

Conheça o autor

Sophia Grayson Só uma garota que gosta de escrever.

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