Aquele Olhar Seguir história

reianfibio Príncipe Dos Sapos

Após uma troca de olhares um jovem estudante se apaixona por uma garota da escola. Virgem e muito tímido o jovem apenas admira de longe, até que a garota se aproxima e mostra suas verdadeiras intenções.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

#sexo #227 #caçadora #Olhar #258 #Virgem #colégio
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Aquele Olhar

Tudo começou com aquele olhar, o olhar que eu tanto odeio e que tanto amo. Eu sempre fui muito tímido, de poucas palavras, nunca consegui me aproximar de uma garota. Sou do tipo platônico, gosto de admirar de longe, qualquer outro evento social me gela a espinha.
E então quando andava pelos corredores da escola com meus livros em mãos aqueles olhos cruzaram com os meus. Eram grandes, amendoados e castanhos como uma esplendorosa feófita. Tão penetrantes quanto a estocada de uma espada viking diretamente no estômago. O tempo passou umas cinco vezes mais devagar neste momento. Mas eu só conseguia olhar para aqueles belos olhos. Quando o tempo voltou ao normal e ela passou eu rapidamente olhei para trás e pude ver seus cabelos que mais pareciam fios de ouro mais brilhantes que o próprio sol flamulando a cada passo.
Eu precisava saber quem ela era, eu não parava de pensar naqueles olhos. Minha concentração caiu, sempre me pegava pensando nela invés de fazer meus deveres. Então comecei a odiar aquele olhar, mas ao mesmo tempo sentia que eu precisava dele.
Os dias passaram até que eu os vi novamente. Finalmente pensei, eram os mesmos olhos de antes e mais uma vez ela estava olhando para mim. Sua pele era pálida como a neve e seus dentes, ah seus dentes... perfeitamente alinhados, como teclas de piano e em conjunto com seus lábios carnudos e rosados compunha um belíssimo e sedutor sorriso.
Todo lugar que eu ia ela estava, e sempre olhando para mim. PARA MIM! Eu nunca tive nada de especial, nunca me senti bonito, nunca tive habilidades atléticas ou artísticas e minhas notas sempre foram medianas. Aquele tipo de pessoa que passa despercebida na multidão. Mas parecia que ela via algo em mim, só não entendia ainda o que era.
Até que em uma tarde chuvosa eu fiquei até depois da aula estudando sozinho em um laboratório que eu gostava de passar o tempo. Ela apareceu e se apresentou, seu nome era Núbia, ela me pediu ajuda com a matéria de história. Gaguejando um pouco eu disse que ajudaria.
Eu não parava de tremer, afinal minha amada estava bem do meu lado, falando comigo e ela percebia meu nervosismo. Sorriu para mim e disse que era para eu relaxar. Afagou meu braço direito, depois meu peito. Até que pulou em meu pescoço como uma vampira faminta e começou a beija-lo. Eu fiquei paralisado. O que estava acontecendo? Eu não parava de me perguntar. Sua boca foi subindo pelo meu pescoço e todos os pelos do meu corpo ficaram eriçados, até que seus lábios encontraram os meus. Foi um beijo quente e molhado, nunca havia sentido nada igual.
Suas mãos foram descendo pelo meu peito, passou pela barriga e chegou até o meu cinto. Ela o soltou e agarrou meu pau com voracidade e o puxou para fora. Estava incrivelmente duro e pulsante com a cabeça mais vermelha que o “N” da Netflix. Ela olhou nos meus olhos e pôs meu pau sem sua boca. Nossa, aquilo era muito melhor que o beijo, sua língua circulava meu pau, subindo e descendo como uma cobra se enroscando em uma árvore.
Não aguentei e acabei gozando, e foi diferente de qualquer gozada, eu não conseguia me conter. Foi um jato, e depois outro e outro... sete, oito, já tinha perdido as contas e ela bebeu tudo, sempre olhando diretamente para mim.
Depois de tanto gozar meu pau continuava duro, ele queria mais, precisava de mais. E com um sorriso safado ela desceu sua calça, puxou a calcinha para o lado e montou em mim. Sem camisinha, pulava como se estivesse montada em um touro furioso, e aquilo era maravilhoso. Sempre acreditei no amor e que só iria perder a virgindade no dia do meu casamento. Mas naquele momento eu não conseguia pensar em nada.
Instintivamente meus quadris começaram a se mover também e eu socava dentro de sua buceta cada vez mais forte. Ela bateu em meu rosto e puxou meus cabelos, arranhando minhas costas e mordendo minha orelha. Era selvagem como uma leoa e eu estava adorando aquilo. Os músculos de sua buceta me apertavam a cada sentada, me sugando para dentro.
Quando gozei dentro ela se levantou, me agradeceu e foi embora. Nunca mais a vi, e isso me incomodava. Eu queria vê-la de novo, queria sentir seu cheiro, o gosto de seus lábios e o interior de sua buceta novamente. Mas ela já tinha conseguido o que queria de mim, ela buscava minha pureza e inocência. Ela era uma caçadora de virgens.

30 de Junho de 2019 às 21:55 2 Denunciar Insira 1
Fim

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Jeniffer Jeniffer
Adoro esse texto, a forma como escreve é empolgante. Eu não me canso de ler!
19 de Agosto de 2019 às 11:31

~