Tentação no crematório! Seguir história

arielo Arielo K

Após cinco anos separados, Pan e Trunks voltam a se reencontrar num momento um tanto conturbado e triste. O que será que aconteceu? Como será esse reencontro?


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#drama #romance #dragonball #dbz #trunks #pan #Trupan
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Pecando com você!

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Era uma manhã de quinta-feira quando Pan recebeu a triste notícia do falecimento de seu avô Satan, que tinha morrido devido a um ataque cardíaco que associado a sua idade já avançada, foi fatal, ceifando a sua vida. A imprensa mundial recebeu a notícia com extremo pesar, pois ele era um herói muito respeitado por todos.


Videl ficou em choque ao saber do falecimento de seu pai, sendo amparada por Gohan que não saiu do lado dela, lhe consolando. Por conta disso, Pan ficou responsável por encontrar um crematório que tivesse um grande salão para fazer o velório de seu avô, pois necessitava que o local tivesse capacidade de receber os fãs, como também os amigos e a família.


Após quase meia hora procurando na internet e ligando para alguns lugares que encontrou, Pan bufou e desligou derrotada, pois os crematórios que ela tinha entrado em contato não tinham um salão com grande capacidade para acomodar mais de quatrocentas pessoas. De repente refletindo sobre o assunto, ela se lembrou de seu amigo Trunks, que já não via há cinco anos e que tinha velado seu avô que era um conhecido cientista, num salão de um crematório com alta capacidade. Então, sem pensar muito pegou seu celular e ligou para Trunks, que não demorou a atender sua ligação.


- Trunks Briefs falando!


- Oi.. Trunks! Aqui é a Pan Son! – Falou a morena um pouco hesitante.


- Desculpe Pan, eu não reconheci o seu número, pois já faz anos que não nos falamos. Desde que me casei com Mai, há cinco anos, perdemos contato.


- Pois é, mas não fui eu que me afastei, foi bem você e pior que nem fiquei sabendo do motivo! Bra me disse que Mai que exigiu e você como era um pau mandado obedeceu – Reclamou Pan chateada.


- Escute bem, Pan, naquela época as pessoas começaram a falar que eu e você tínhamos algo, por sempre estarmos juntos e isso incomodou Mai, que ficou ameaçando terminar nosso noivado, se eu não me afastasse. Além de que você tinha apenas dezesseis anos e alguns comentários maldosos surgiram, falavam que eu tinha um caso com uma garota menor de idade. Isso me fez tomar a atitude drástica de me afastar de você, mesmo que não fosse verdade! Mai apenas apressou minha decisão, me sinto tão arrependido Pan, me perdoe, por favor! – Suplicou o arroxeado levantando-se da mesa onde trabalhava num relatório.


- Está bem, eu perdoo, só se você não deixar mais a Mai mandar na nossa amizade. Pode prometer isso?


- Posso... eu e ela não estamos mais tão bem como antes, depois que nosso filho nasceu, as coisas esfriaram entre a gente! – Desabafou frustrado.


- Sinto muito por você estar passando por essa situação, mas mudando de assunto eu preciso velar o meu avô Satan num crematório que tenha um salão imenso! E até agora não encontrei nenhum igual aquele que seu avô foi velado.


- Meu deus Pan, eu... esqueci completamente que o Sr. Satan tinha falecido hoje pela manhã, meus pêsames!


- Obrigado!


- Bem, aquele crematório foi comprado pela corporação cápsula há alguns anos atrás. O alugamos somente para pessoas importantes e renomadas, por isso você não vai encontrá-lo na internet. E como seu avô era uma celebridade, eu te alugo para você poder velá-lo. Ligarei agora mesmo para a administração do crematório já autorizando a realização do velório. Por favor, me passa o nome do hospital onde o corpo de seu avô está. Vou mandar buscá-lo para providenciar o inicio do velório ainda hoje a noite!


- Ele esta no Hospital Real Tulpiy! Obrigado Trunks!


- Não precisa agradecer Pan, te vejo mais a noite! Fique bem! – Despediu-se o empresário antes de encerrar a ligação.


Pan deu um meio sorriso e foi em direção ao quarto de seus pais para avisar que já tinha resolvido o problema.


**&**


Sem muito enrolar, Trunks logo ligou para o crematório e mandou buscar o corpo de Satan, autorizando a realização do velório para o final da tarde.


Após isso, ele voltou a analisar o seu relatório, porém não conseguiu mais se concentrar, pois ótimas lembranças que envolviam Pan tomavam conta de sua mente, pois os dois sempre foram muito unidos. Trunks bem lá no fundo sabia que tinha sido um covarde em aceitar as exigências de Mai, para que se afastasse de sua amiga, cuja qual ele nutria uma paixão secreta. O arroxeado tinha completa noção que os dois não se envolveram naquela época, por causa da idade dela. Porém atualmente Pan tinha 21 anos e ele 35, ela era maior de idade, entretanto agora quem possuía empecilhos era ele, pois tinha uma mulher e um filho, que eram sua grande responsabilidade. Trunks estava temeroso, pois sabia que quando reencontrasse sua amiga, o fogo que sentia por ela voltaria mais forte do que antes e não conseguiria responder por si e isso o deixava receoso.


**&**


A noite chegou rapidamente na capital do oeste e a cidade inteira estava de luto por conta da grande perda que tiveram. Naquele momento, o salão do Crematório C. Cápsula estava lotado de fãs querendo dar o seu último adeus a Satan, o herói da terra. Como existia uma multidão ali aglomerada, vários seguranças foram disponibilizados pela corporação cápsula, para cuidar das filas. Videl, Gohan e Pan observavam as pessoas que prestavam homenagem a Mister Satan emocionados.


Na madrugada, o crematório fechou o salão para a visitação do público e somente a família e amigos ficaram no local. Foi perto das cinco da manhã que Trunks estacionou o seu carro ali próximo e trouxe consigo sua mãe e irmã, já que Mai ficou em casa cuidando do filho.


Ao entrar no salão Trunks logo avistou Pan, ela estava muito mais bonita do que da última vez que ele a viu, seus seios pareciam maiores, aquele vestido preto praticamente colado ao seu corpo evidenciava muito bem suas curvas e aquelas coxas bem torneadas, o deixavam pegando fogo. Como ele queria tirar uma casquinha dela, mas aquilo era um tanto mórbido diante da atual situação, que tipo de cara seria ele, se pegasse a antiga amiga no velório do avô dela? Seria esquisito, sendo que no momento no grande salão tinham umas quinze pessoas sentadas velando o corpo, mas ele poderia quem sabe improvisar, pois ele era um gênio.


Perdida em seus pensamentos, Pan logo voltou a realidade ao sentir o perfume inconfundível que seu amigo costumava usar, então olhou para o lado e o viu junto com Bra e Bulma dando as condolências para sua mãe. Ela o achou diferente, pois o arroxeado ostentava um ar mais maduro e sério, no entanto mantinha seu jeito amável de se portar diante dos outros. Quando o olhar dos dois se cruzou, o coração de Pan acelerou de forma estranha e um arrepio tomou conta do seu corpo, que a deixou confusa. Conforme ele vinha em sua direção, Pan ficava cada vez mais nervosa, quando Trunks parou bem de frente a ela, um calor subiu de seu ventre e foi até o seu coração.


- Meus pêsames Pan pela sua perda! – Falou o arroxeado puxando Pan para um abraço sem hesitar, que vou correspondido por ela.


- Obrigado, Trunks! – Sussurrou a morena seria, pois seu corpo estava agindo estranho a aquele contato e sentiu-se um pouco constrangida, se soltando logo dele.


O arroxeado deu um sorriso ligeiro de canto ao perceber que Pan tinha ficado sem jeito pela aproximação e contato com ele. Ao descobrir que podia seduzi-la, Trunks logo matutou um plano para ficar sozinho com Pan. Ele não era cafajeste, mas não iria deixar aquela oportunidade de ouro de fazer o que desejava. Sua tara por ela era tão grande, que sua calça já começava a ficar apertada, precisava sair o mais rápido possível de lá e levá-la com ele.


- Estou com um pouco de sono, eu gostaria de tomar um café bem forte, você não quer um pouco também? – Pediu de forma inocente.


- É uma boa idéia! Vamos até a cozinha, é aqui próxima – Falou a morena caminhando na frente e o arroxeado atrás, ele estava feliz da vida, mas tentava disfarçar.


- Quando vocês pretendem cremá-lo? – Perguntou o empresário enquanto entrava na cozinha com Pan e fechava a porta atrás de si.


- Amanhã no final da tarde! Mamãe acha melhor! – Replicou Pan pegando o café na cafeteira e enchendo duas xícaras, totalmente alheia a armadilha de Trunks.


- Você está linda! – Sussurrou no ouvido da jovem, que achou graça da situação, quando rapidamente sacou o que o arroxeado estava pretendendo fazer.


- Estou é? Obrigado pelo elogio! Mas não me envolvo com caras casados, pois é problema na certa – Falou direta.


- É mesmo? Não sou qualquer um na sua vida Pan – Murmurou virando Pan de frente a ele e a puxando para um beijo cheio de desejo, que foi correspondido. Quando os dois se separaram, o empresário sorriu convencido – Eu sei que você me quer...


- Eu não queria que fosse desse jeito tão errado e proibido! Sinto algo tão forte por você, que tenho medo de me machucar, não sou uma garota que vive uma aventura de uma noite – Revelou à jovem alisando o peitoral do arroxeado.


- Apenas aproveite o que a vida está lhe dando e viva essa louca aventura – Incentivou puxando a morena para mais um beijo enquanto a sentava numa mesa que ficava no canto da cozinha.


Sem mais hesitar, Pan se entregou ao momento, ignorando os empecilhos e conseqüências que aquele ato poderia desencadear e o quão errado era transar no velório de seu avô. Mas seu corpo traidor não queria saber, ele estava pegando fogo, as mãos de Trunks eram habilidosas e rápidas, ele sabia tocar nos pontos certos, para fazê-la gemer excitada e se esquecer de tudo. Quando ela se deu conta, já estava sem calcinha, e os dedos do arroxeado estimulavam seu clitóris em movimentos rápidos e circulares, enquanto a boca dele beijava e chupava o seu ombro. Ela gemeu baixinho, se segurava ao máximo para não chamar a atenção dos que estavam ali próximos no salão.


Trunks estava adorando ouvir os gemidos de Pan, aquilo o estava deixando duro e pronto para tomá-la, a calça estava começando a ficar apertada, o fazendo vagarosamente abaixá-la, assim como a cueca, evidenciando a sua ereção. Ao notar que Pan já estava pronta para ele, a penetrou vagarosamente. Quando ela já se encontrava totalmente preenchida ele começou a estocá-la rápido e profundo. Pan gemeu um pouco mais alto, fazendo com que Trunks a beijasse para abafar os gemidos, as línguas dos dois brincavam ao mesmo tempo que Pan enlaçou as pernas na cintura do arroxeado o puxando mais para perto do seu corpo, fazendo com que ele aumentasse as estocadas. Os dois não demoraram a gozar totalmente satisfeitos.


- Não quero lhe ter apenas por essa noite, Trunks! – Confessou séria.


- Então seja minha amante Pan, é o melhor que posso oferecer a você...


- Eu não sei Trunks, se agüentaria esse papel, vamos aproveitar essa noite e depois veremos como ficam as coisas – Declarou triste.


- Você tem razão, que tal darmos mais uma rapidinha antes que alguém nos pegue aqui? – Pediu com um sorriso malicioso.


- Certo então... agora senta na cadeira – Ordenou Pan mordendo o lábio inferior em expectativa.


- Como quiser... – Anuiu Trunks sentando-se na cadeira, já duro novamente.


Pan andou rapidamente até onde o arroxeado estava e se acomodou vagarosamente em cima do membro pulsante dele, e depois começou a se mexer, enquanto Trunks segurava com as duas mãos na cintura dela ditando o ritmo, ao mesmo tempo que ele a beijava.


***&***


Enquanto isso, o espírito de Mister Satan que aguardava o seu destino numa fila foi chamado para uma conversa na sala de Enma Daioh, para decidir para onde ele iria se para o céu ou para o inferno. Após um breve julgamento, o pai de Videl conseguiu ir para o céu, pois tinha feito mais coisas boas do que ruins. Feliz com o resultado de seu julgamento, Mister Satan resolveu pedir uma coisa para seu juiz.


- Senhor Enma Daioh, você poderia dar uma olhada no mundo dos vivos para ver se minha netinha Pan está sofrendo muito a minha perda? Fiquei preocupado com ela...


- Como você foi uma boa pessoa no final da vida, ajudando várias instituições de caridade e pessoas que precisavam, vou fazer isso por você – Concordou Enma, se virando para um pequeno espelho onde por meio de algumas palavras visualizou onde Pan estava e ao ver o que ela estava fazendo ficou vermelho e sem jeito, encerrando rapidamente a transmissão.


- E então, ela está chorando muito? Sofrendo muito? – Questionou curioso o moreno.


- Digamos que ela está sendo consolada nesse exato momento...


- Ah fico mais aliviado com isso, muito obrigado! – Agradeceu Satan antes de sair do escritório de Enma Daioh que suspirou aliviado por não ter de contar a verdade ao idoso.


***&***


Nesse mesmo instante, Pan e Trunks estavam se ajeitando na cozinha para voltaram para o salão, quando de repente alguém bateu na porta, os assustando.


- É sua mãe Trunks! – Falou Pan preocupada ao sentir o ki de Bulma.


- Será que ela nos ouviu? – Pediu aflito enquanto caminhava até a porta e a abria.


- Acho que podemos ir, Trunks! Espero que você tenha conseguido consolar a Pan! – Murmurou maliciosa olhando para neta de Goku, que ficou enrubescida.


- Sim, eu consegui! Podemos ir mãe! Qualquer coisa me liga Pan, vai ser um prazer conversar contigo novamente – Declarou o arroxeado antes de sair da cozinha junto com a mãe.


Ao ficar sozinha no recinto, Pan suspirou e tentou se acalmar, pois Bulma devia ter ouvido eles, e isso a fez ficar com vergonha de ter se deixado levar. Ela gostava de Trunks, mas não sabia se voltaria ter contato com ele depois daquilo, pois ele era casado e manter um caso extraconjugal estava terrivelmente errado. Então, ela resolveu entregar tudo nas mãos do destino pelo menos por aquele momento.

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Fim

18 de Junho de 2019 às 19:23 0 Denunciar Insira 1
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