Desejo Seguir história

atila-titi-senna Atila Senna

O prazer realizado com desejo em uma pessoa quase desconhecida. + 18


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Desejo

Muitas vezes saio a passear, gosto de lugares frescos, adoro os ambientes naturais. À tarde enfim era de sol quente, amarelava-se tudo e sentia o leve mormaço de tocar as curvas côncavas do corpo feminino. Longe de casa, junto das árvores e a brisas frescas, percorria a trilha virgem e apertada, rodeada de algumas poucas e belas flores atiçava-se curiosa com os objetos naturais do mundo quando sentiu, literalmente sentiu o murmurar. Acreditava estar sozinha.


***


Temia algo de errado quando escutei um leve gemido a percorrer a vegetação verde, sumiu e logo se repetiu. Percebia no ato do gemer o prazer. Corei-me. Envergonhei-me ao imaginar por alguns instantes acena inapropriado e dera eu passos suaves para trás a se afastar toda boba relembrando minha primeira vez. Relembrando em algumas conversas ele sempre se banhava nas águas daqui, frescas e transparentes. Novamente pude sentir desejos e minha acidez criar-se e fluir pelas boas lembranças e intimidade por meu próprio desejo sai em disparada, e tropecei ao enroscar numa das grandes raízes duma árvore.


Rimos do meu modo sempre desastrado. Depois, apoiei-me sua mão a levantar-me, ansiosos a nos observar. Eu vestida ele despido. Queria-o. Mais menina e meiga como sou não me daria se não fosse dele a atitude de levar-me ao caminho da perdição num abuso pecaminoso que desejava. Ria-me intimidada com seu corpo branco e nu exposta em toda a a natureza próximo ao meu protegido por panos. De repente tombei a Cabeça e dei-lhe as costas deixei-o e caminhei apresada voltando pela trilha em direção a minha casa, com tara na mente em ser devorada como amor, mas com a aparência de como fazem com uma qualquer por um conhecido que parece desejar-me.


Mas dou-me ao respeito partindo das moças de 1900 e nego a mim mesmo o prazer e hoje podemos nos dar sem sermos menos. Perseguindo travou-me segurando uma de minas mãos e fez-me virar a focar meu rosto tímido em meu rosto perverso. Respirava profundamente, sei que não podíamos revelar, pedia que não conta-se a ninguém se quisesse implementá-lo. Jamais contaria. Sorrimos intimidados. Pude e mesmo com toda a espessura do meu vestido, pude sentir duro e pulsante tocar em mim.


— Já somos conhecidos, menina. — sussurrava perversamente ao toque de seus lábios em meu ouvido a me envolver um delicado abraço.


Cabisbaixa intimidava-me maliciosamente a confirmar, já erramos conhecidos, já tivemos assunto do tipo, mas com cabeça baixa via o ferro e todas as suas veias à luz natural o dia. Desejava-o. Não parecia ser eu. Toquei a mão em seu peito com intenção de sentir e afasta-lo delicadamente, mas acabei que escorri sobre peitoral direito até o membro e envolvi-o em meus dedos seu saco rosado e percorri sob as veias até soltar a cabeça e colocar a mão sob o rosto para esconder-me. Safada. Segurava-me para não liberar-me, sou boa menina, mais não existe santos, não sou do passado. Virei-me de costa de modo a não dar olhos a ele e perdi meus olhos ao fingir que não previa a intenção de roçar minha bunda redonda nele e senti-lo.


— Não devo!


Não devia ter planejado isso. Sem permissão erguera suavemente meu vestido a descobrir as poupas e escondê-lo duro entre o rego e o tecido. Tocava a roçar a pele da bunda e desejava dar-me. Devagar passeava suas mãos sobre minha barriga a abraçara-me de costas, completamente nu, sedento a sussurrar em meu ouvido a frase repetida:


— Já nos conhecemos.


Forcei a carne contra a dele para tentar fazer entrar o máximo em mim antes de correr, fugir. Logo atrás de mim, rápido como um bom conquistador tarado, alcançou-me novamente pegando-me a mão a puxar-me mais veloz a corremos junto com passos largos e malicioso até a grande árvore Colosso. Meus cabelos saltitavam ao acompanhar de meus movimentos, agitando-se no ar meu vestido negro elevava-se revelando toda a extensão das coxas. Quem sabe algo a mais devido ao frenesi do vento da tarde. Por isso sorria, e entre nos riamos de momentos em momentos. Era por perversão. Queria sentir minha pele livre a exaurir o odor natural do tesão como a dele. Erramos dois corpos claros em destaque na natureza verde a amarela distante da cidade. Descalços como crianças arteiras adorando ver o percorrer do corpo nu do parceiro a movimentar a carne bunda clara a guiar-se com o movimento.


Próximo à árvore, donde se encontra os arranhões dos nomes de meus pais, profundo no casco da madeira sadia, estava cicatrizando meu nome, ainda claro devido à primeira vez que aqui estive fazendo o mesmo ainda há poucos dias.


— Sabia que estaria aqui? — perguntou-me.

— Desconfiava. Desde que me disse que vinha a passeios e banhos por aqui. Queria vê-lo!

— Queria ter-me ao certo...

— Sim! Tu tens um prego? – perguntei-o.

— Não, claro que não, mas tenho um canivete te serve? — disse-me pegando no monte de suas roupas a deitar-se.

— Quando meus pais se mudaram para cá descobriram essas águas a árvore. Eles sempre banhavam-se nestas águas. Já tem muitos anos que seus nomes cicatrizaram.

— Mesmo? O seu não. — reparou ele.

— Não. Escrevi o meu aqui há algum dias apenas. Os de meus pais estão aqui ante mesmo que eu tenha nascido.

— Ah, será igual como acontecerá conosco não é mesmo?

— O que? — perguntei desentendida.

— O lugar, nos amaremos aqui como seus pais se amaram.


Estávamos repetindo o ciclo, não tinha notado. Ele riu, brincou que eu não poderia ter notado, pois entre nós, ele sempre foi o observador e com isso complementou observação: o local é perfeito.


Como pode desinibido assim, não há vergonha, sente-se até bem em estar nu ao meu lado. Aproximei-me e sentei ao seu lado quando passou-me a mão com ternura a apertar levemente em minha nuca, olhando minha boca como quando era apenas uma colega distante e queria dar-me um beijo, mas naquela época ainda não tínhamos intimidade o suficiente. Molhava-me ao tê-lo ali nu, vontade de abaixar a cabeça e sentir com a boca todos os detalhes que pudesse sentir. O vento novamente esbravejou e fez-me ficar desentendida do que dissera, fez-me também um apavoramento no tecido de meu vestido esfriando minhas coxas. Fiz face e bico de frio olhando seus olhos a reparar minhas coxas arrepiadas e ele sorriu.


— Agora quero colocar o meu nome aqui.

— O seu? — perguntei.


O vento mais forte veio, junto dele, trouxera calafrios, o clima na mata próximo à água é frio. Seu nome é curto, escrevo às duas primeiras letras enquanto me observa jogado ali mesmo a expressar-se em preguiça sorridente e naturalidade como se estivesse acostumado a sempre estar natural desta forma comigo. Descubro que tinha desejo por mim. E por um momento de curiosidade outra vez fui a sua direção, suave e delicada sentei-me em seu colo para senti-lo tocar em mim, decidida a perguntar-lhe porque nunca revelara-me que tanto desejava-me assim.


— Eu te odiava Marília!

— Não fale assim. — perdi a graça.

— Eu odiava você, odiava o seu jeito de falar, de se mexer, juro que foi a garota que menos gostei em toda minha vida. Foi assim desde os seus 13 anos. — dizia sorrindo a mim como se estivesse tudo bem.

— Mas tu nem me conhecias!

— És verdade... Agora a conheço, logo a amo.


Depois olhou-me sorridente e ficou apenas com essa reação durante todo o tempo sem a necessidade de piscar seus olhos castanhos. Vejo-o ardentes, como os meus estão no reflexo dos dele. Ambos nós maliciosos pelo desejo sexual. Sinto-me meiga, frágil a ser devorada, mas ao mesmo tempo, sei que serei cuidada pelo amor que me come saciando-se. É ele assim.


— E hoje, o que você vê em mim?

— Hoje há muita coisa que vejo em você Marília, tudo o que significa desejo e amor.


Agradeci. Sinto-me confortável a media em que sorri a mim. Perguntou se alguma vez havia reparado que entre os nomes de meus pais e o meu havia o “&”? Nunca havia dado importância, e surpresa concordo com seu argumento que meus pais haviam colocado antes mesmo de terem dado a luz a mim. Fui planejada. E era sim, porque estava provado ali quando traçaram estas linhas antes que viesse sair de meu pai. Sorrimos nos abraçando bobos um para o outro.


— Deveríamos colocar nosso “&” para quando tivermos nossa criança.


Certamente impressionou-me a ideia que teve. Paralisei ao vê-lo adiantar nosso futuro. Sorri. Foi só o que soube fazer. Ainda em seu colo e pedi que me abrase a me aquecer anulando de meu corpo a tremedeira. Sentia-me excitada. Minhas coxas lisas e descobertas trouxera-me a sensação de querer ser apertada, por de baixo do vestido negro minha bunda flutuava entre suas coxas abertas e sentia o calor interno lutar contra o vento gélido enquanto o fervor de seu sexo jorrava suavemente lubrificação contra o meu íntimo. Sorri ao tocar seu peito e empurra-lo para o chão sobre as folhas secas acima do tecido branco que, antes de eu estar aqui, estendera sobre o chão. Junto a ele fui em direção ao chão donde ficamos deitados. Rimos porque batera a cabeça mais forte do que previa. Declarei a mim mesma que era um dia feliz e inesperado e esqueci-me do futuro. Meus olhos negros seguiam os movimentos dos seus castanhos até se perder na proximidade tocando nossos rostos. Abrasava-me nu e gostoso beijava-me suavemente entre dilatados e curtos toques a nos olhar. Sentia sua ternura sentia sua pressão nua deliciosamente contra mim.


Admirava a barriga entre as folhas da árvore Colosso, dou-lhe caricias pelo corpo e vez ou outra me segura pelas poupas da bunda e me puxava para cima de seu colo onde encaixo-me perfeitamente por um longo período a nos beijar até que inesperadamente, enche minha boca de ar. Riamos.. Outrora me joga de lado a fazer cocegas em mim, barulhos estranhos ao tocar seus lábios em minha barriga. Sentia prazer em tê-lo despido enquanto eu não. Beija-me, depositando-se em cima de mim, segurando-me suavemente pela nuca ao roçar duro a entrada do prazer e quando jogado de costas massageava-o e abria-lhe a bunda a aquece-lo com a luz do sol e retribuía com mordidas e toques suaves com a ponta dos dedos a acariciar. Sorria-me ousadamente. Virou-se a praticar exibicionismo preguiçoso em minha frente e nesse passo passei a beijar sua barriga próxima ao meu maior desejo. Segurando-o pela cintura modelada também sentia o revelo dos gomos e o cheiro do corpo no ambiente natural que vinha a narina ao mesmo instante em que podia ver seus poros aguçados na ânsia de fazer todas as nossas taras.


Por um estante nos privamos das vontades carnais, não queremos pensemos que abusamos um do outro num encontro não marcado, como se fossemos apenas prazer sexual. Pois intimamente tão pouco nos conhecêssemos, e creio que assim demostraremos algo mais que carnal. Mas tão pouco nos demos limites, descansava meu rosto entre suas pernas despidas a esfregar meu rosto fazendo-o tocar-me duro até nos dardo em tesão novamente. Olho-o como devassa. Fecho meus olhos ao abrir da boca e respirar o odor do meu paraíso e deslizo deliciando-me a acariciar todos os orifícios da face, chupo-o deixo assim preço em minha boca. Garganta profunda. Sua boca se abre-se de prazer.


Com as mãos aperto a bunda de modo a deixar marcas vermelhas que aos pouco desaparecem enquanto a luz marca nossos corpos a brilhar cada perola de suor e distribuo leves beijos femininos, admirando-o com exatidão os detalhamentos do desejo rosa, da pele clara. O sonho era ser abusado, contava-me para atiçar. Por isso aperto-o fazendo-o empinar e exponho o orifício rosa aos meus olhos a sentir sensação dos movimentos enquanto lambo lascivamente de baixo para cima. Dava em minha cara, novamente esfregando a carne da bunda ao forçar da minha língua, Pratico leves mordidas as poupas, sob o calor da luz, devoro com obsessão de domina-lo forçando minha face de modo a fazer a língua entrar e, tão pouco contente, com suas mãos segura-me a cabeça para dentro de si e abria-se em desejo ao ser tocado enquanto o vento gélido da natureza nos arrepia a gemer.


Depois pousara a mão ao centro dos meus seios a puxar o decote a ponto da cor rosada das auréolas saltarem suave para fora. Levemente os beija, mordiscava, puxa o outro em direção à boca para suga-lo. O nenê aconchegou em meu colo até sentir-me sensível. Repentinamente, pegou-me por debaixo dos braços a orientar-me a ficar de pé, nu, divino com um Deus-homem ajoelhado e desceu-me a peça que prendia meu escore e colocou-se entre o intimo e meu vestido negro. Maliciosa, direcionei sua cabeça na intensidade, a boca à carne rosa volumosa faz-me gemer ao toque delicado e acelerado espalhando o gosto da carne apetitosa em sua boca. Por um instante afastei sua cabeça a admirar a forma do rosto, as sobrancelhas arqueadas que se formaram quando olha-me assim. Acaricie os fios de cabelo da cabeça o fazendo voltar a beijar-me entre as pernas úmidas e tremia a revelar-lhe meu medo.


— Ah Deus, se nos pegam assim... Mais isso é bom.


A peça que estava esquecida, esticada pelas coxas, fez escorrer até meus pés num encolher de prazer. Segurava-me para não gemer alto, minutos deliciosos a gemer sussurrado.


Quando descia ele subia, retribui sentada a sua frente, passando a mão de um lado para o outro com caricias leves a sentir firme, segurar firme, o masturbava lentamente a ponde de tremer e pulsar em minha mão enquanto tinha o prazer de tocar a genitália do sexo oposto que molha-me a mão com a lubrificação natural. Deixei meus seios de fora a exibir-me enquanto o roçava por toda minha face, depois, enfiar-me o pau a boca controlando a direção à velocidade e a profundidade satisfazia-me. Mamava alimentando-me do prazer sentindo-me satisfeita em ser tratada como se merecesse somente sexo, porque me transformou somente em sexo como ele era. Fomos isso: sexo. Sem tabus! Desce a mim a nos olharmos com olhos grandes, quase depravados. Em meu pescoço sua língua, encontra a porta da boca a sua, da qual aperta com a mão fazendo volume, assim sugando os lábios. Prazeroso, sinto seu corpo masculino sobre o meu, duro, desejando que adentrasse devora-se e fizesse de novo seu melhor carinho com a língua ao final de tudo enquanto o delicado gozo escorre em sua boca até que simplesmente abandonou-me, deixou-me só.


Sei que hesitei persegui-lo, mas logo que tive coragem, despi-me e corri no esticar de minhas pernas a caça-lo por entre a mata. Nua a exibirmo-nos a céu aberto pela pastagem amarelada e seca até que adentramos ao outro lado da natureza e cansada sentei-me sobre uma gigantesca pedra para que pudesse secar o suor de meu corpo e observa-lo nas águas gélidas. Quando veio a mim acariciou meu corpo, puxou-me a pele e seu corpo outra vez se depositou sobre o meu com todo o calor até finalmente adentrar-me. Sentia abrir-me de forma lenta, voltava e recomeça a olhar em meus olhos enquanto minha carne envolvia-o febrilmente. Sobre a rocha quente depositava-me em descanso ao ser comida. Gemia em meu ouvido.


— Quero mais fundo.


Forçava contra seu movimento. Nosso suor molhava-nos misturando-se com a lubrificação e aquecíamos com o calor de nossos corpos.


Brincamos muito pelas águas. Rimos alto sem a preocupação de sermos pego e esquecemo-nos do tempo. Até que então o frio me transformara muito clara, meus cabelos louros mais escuros, ele pálido e, em pouco tempo nos sentíamos como se fosse inverno. Percebe que tremia de calafrios quando quis sentir o odor do corpo úmido. Então voltamos para colocarmos a canivete o símbolo & na árvore e vestimo-nos e nos despedimo-nos. Levei o gozo que encheu-me de prazer e vida

2 de Outubro de 2019 às 02:02 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Atila Senna Imagino cenas, faço delas contos e histórias.

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