O Começo do Fim de Eldarya Seguir história

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Há 18 anos, todos os portais que ligavam o mundo de Eldarya ao planeta Terra foram selados para garantir a segurança do mundo faerie. Durante quase duas décadas, os eldaryanos viveram em paz, até que um dia uma humana chamada Keldra aparece inesperadamente na Sala do Cristal. Em meio a tantas dúvidas, descobertas e intrigas, o que ninguém pôde imaginar é o que a vinda dela significaria para a existência do mundo de Eldarya. O que será que o destino reservou para Keldra e a Guarda de Eel em "O Começo do Fim de Eldarya"?


Fanfiction Jogos Para maiores de 18 apenas.

#romance #fantasia #aventura #violência #depressão #luta #suicídio #eldarya #Valkyon #spoiler-alert
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Prólogo

NOTAS INICIAIS

Breve legenda:

1. Aqueles [1], [2], etc. na frente de algumas palavras ou frases são indicações para as referências e explicações nas notas finais/ao final do capítulo;

2. As palavras em itálico podem ser pensamento dos personagens ou palavras estrangeiras;

3. As palavras e/ou frases que vierem dentro de ‘uma aspas só’ podem ser gírias ou palavras e frases que foram propositalmente escritas erradas.

Tenham uma boa leitura!


***


“Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado”. — Albert Einstein

| PRÓLOGO |


O universo. É incrível como uma única palavra consegue expandir a mente para tantas perguntas sem respostas. De fato, não existe nada tão grandioso e enigmático quanto o universo. Pouco se sabe sobre ele, sendo que tudo não passa de estimativas, seja sobre o tempo de sua existência — 1,3 bilhões de anos aproximadamente —, de sua composição de matéria e energia escura, sobre sua temperatura, que se estipula ser de -270,424 552 C°. Há tanto ainda para ser desvendado, vez que ninguém sabe ainda o que originou o universo, se foi realmente o fenômeno chamado Big Bang[1] ou se tudo foi criação de uma força onipotente chamada de Deus. A verdade é que por mais que os humanos gostem de pensar que são uma espécie evoluída, eles mal conseguem descobrir os mistérios escondidos sob sua própria crosta terrestre, quiçá, saberem o que está escondido nas crostas de um lugar tão complexo e vasto como o universo.

Lá, no meio de toda a matéria escura, o tempo, a realidade, as dimensões e todas as verdades que os humanos acreditam são distorcidos para padrões completamente diferentes. Eldarya era um exemplo de dimensão diferenciada, sendo ele um planeta que coexistia paralelamente à Terra, que sabe exatamente quem o criou e quando nasceu, pois foi com a magia dos Dragões, que é quase tão antiga como o próprio universo, que originou um mundo seguro para os Faeries. Era um mundo climaticamente perfeito. Todos os nutrientes para a agricultura eram fornecidos pela energia dispersada pelo Cristal, uma fonte de energia inesgotável que sustentava a existência de tudo e todos que viviam em Eldarya. Em suma, era um mundo próspero, onde não haveria nada em sua geografia que poderia causar abalos sísmicos, e até mesmo a chuva era um evento raro de acontecer, pois geralmente era um prelúdio de maus acontecimentos.

Por isso, quando o som retumbante de um trovão ecoou pelas enormes paredes da fortaleza do Quartel General da Grande Guarda de Eel, seguido por uma ventania feroz que começou a arrancar as raízes das árvores, o Chefe das Guardas, Yonuki, já sabia o que estava por vir antes mesmo de precisar olhar a nuvem escurecida de zumbis[2] que se aproximavam de Eel. O momento derradeiro que selaria o destino de Eldarya pelos próximos anos havia chego, enfim.

O velho homem vestido com trajes elegantes, de longas barbas brancas saiu apressado de seus aposentos carregando seu inseparável cajado que continha uma gaiola no topo, aprisionando uma chama azul. Assim que chegou aos corredores de mármore rosado e tapetes carmesins, imediatamente começou a gritar com os Guardas que encontrava dando ordens de bloqueio, de resistência, de posicionamento, de evacuação e para chamarem os Conselheiros de Eel urgentemente.

Mesmo sendo o líder de uma região inteira e um exímio lutador, sua única missão era alcançar um quarto em específico, pois toda a salvação de Eldarya estaria descansando ali dentro. Ao se aproximar do aposento que pretendia alcançar, Yonuki nem ao menos parou para recuperar o fôlego, abrindo bruscamente a porta e adentrando o cômodo.

Deitada na cama encontrava-se uma mulher grávida, que se levantou de pronto ao ouvir a invasão em seu quarto e ergueu a espada maciça que estava ao lado dela, mantendo-se em uma posição de defesa em questão de segundos. O rosto carregava uma expressão séria e fechada, sem demonstrar nenhum temor ante o invasor, porém relaxou quando reconheceu a figura de Yonuki.

― Palas[3], temos que ir! Ele chegou! ― disse num tom urgente.

A mulher chamada Palas possuía uma aparência peculiar. Diferente do gênero feminino que costumava se ver pelo mundo a fora, ela era uma mulher alta, de composição robusta, musculosa e com apenas o seio esquerdo, sendo o lado direito reto, indicando que não havia a segunda mama[4]. A pele bronzeada, típica de quem vem do mediterrâneo, ressaltava os olhos azuis, que brilhavam como fogo e os longos cabelos negros, que escorriam lisos até o fim das costas. A postura era bem altiva e intimidadora, que nem mesmo com a grande barriga do terceiro trimestre conseguia amansar. Mesmo grávida, ela ainda parecia indomável e pronta para enfrentar qualquer batalha.

Sem questionar nada, Palas seguiu os passos do ancião que saia do quarto apressado. Apesar do estágio avançado da gestação, Palas não parecia ter dificuldade em alcançar o ritmo da corrida do mais velho. Os passos dos dois pares de pés eram abafados pelos tapetes carmesins que cobriam parte do chão de mármore. Enquanto corriam, Palas perguntou:

— Quanto tempo ainda temos para fazermos o feitiço? — Sua voz era grossa e poderosa. Não havia pânico ou medo em seu tom.

— Pouco — Yonuki respondeu categórico.

Foi apenas questão de um ou dois minutos para alcançarem o local de destino, parando defronte uma entrada estreita sem porta, mas que por sua vez, havia símbolos rúnicos de uma cor arroxeada que brilhavam no ar. Bastava isso para impedir a entrada de qualquer um. Uma barreira mágica, simples, porém eficaz. Yonuki sabia que aquele escudo mágico não seria o bastante para parar um inimigo tão poderoso como Aaron, mas seria capaz de atrasá-lo até que conseguisse mandar Palas em segurança para à Terra e terminar o feitiço que selaria todas as passagens para o outro mundo.

Após recitar o encanto certo que os permitiram atravessar a barreira, Yonuki e Palas subiram os poucos degraus que havia para entrar num grande salão com um imenso cristal de cor azul arroxeado que brilhava lindamente por todo o lugar, refletindo pequenos arco-íris nas paredes e teto. A sala já estava ocupada por outros três anciões, que vestiam túnicas brancas ricamente detalhadas com fios de ouro.

— Feng Zifu, você está com todos os ingredientes? — Yonuki perguntou ao ancião de olhos repuxados, barbas e cabelos finos e brancos. Sendo que na cabeça, os fios estavam presos em um meio rabo de cavalo com um coquezinho, tal como um samurai.

— Todos estão aqui. — Feng Zifu lhe entregou uma caixa de carvalho escuro, que não tinha mais que trinta centímetros de largura e dez de profundidade.

Yonuki abriu a caixa e pegou alguns frascos que havia dentro e nesse momento os gritos no Quartel General começaram cheios de pânico e dor, trazendo um arrepio sinistro pela espinha de Yonuki. O velho chefe lamentava por cada vida que com certeza estava sendo perdida fora daquelas paredes protegidas da Sala do Cristal, porém ele sabia que sua presença era importante ali e que se não fizesse o que deveria ser feito, muitas outras vidas inocentes serão perdidas num futuro próximo.

Com ajuda de Feng Zifu, Yonuki misturou em um único recipiente várias poções e começou a fazer um círculo no chão em torno de Palas e do Cristal com essa mistura. Gravuras foram escritas com símbolos tão antigos quanto aquele mundo com uma tinta vermelha. Era a primeira língua de Eldarya oriunda de seus ancestrais, os Dragões.

Do lado de fora daquela sala, o caos se espalhava como fogo pelo Refúgio de Eel. Havia sangue, fogo, destruição e cheiro de morte espalhados por todo o lugar. Uma horda de guerreiros mortos-vivos atacava mulheres, crianças e idosos sem pena ou compaixão. Entre o exército de zumbis, havia algumas pessoas que se destacavam: eldaryanos renegados da Grande Guarda de Eel que se aliaram para junto do inimigo de Eldarya em troca de poder e uma sabedoria utópica. Esses desertores lutavam contra os membros das Guardas em clara vantagem do ataque surpresa e por serem geneticamente modificados para serem mais fortes.

Alheio a toda batalha que acontecia ao redor, um homem caminhava tranquilamente por entre os corpos mortos e dissecados, ignorando o sangue que manchava o solado de suas botas pretas e a barra de sua túnica verde musgo. O homem era muito bonito. De tez branca e feições delicadas em um rosto fino e suave, ele quase se assemelhava a figura de um elfo, como aqueles narrados nos cânticos antigos, porém não possuía as orelhas pontudas e nem de fato pertencia àquela espécie. Os cabelos eram longos e castanhos escuros, presos em um meio rabo de cavalo, que deixavam sua testa a mostra e não obstruíam seus olhos de um tom violeta. O olhar frio e cruel, até parecia divertido em assistir o massacre que estava acontecendo. Os poucos membros corajosos que se interpuseram em seu caminho caiam em pura agonia só com a força de seu olhar, encontrando-se com a morte depois de segundos de uma tortura que parecia durar para sempre.

O misterioso homem parou em frente à porta da Sala do Cristal e soltou uma gargalhada alta e quase histérica. Ergueu sua mão destra com os dedos finos e longos e tocou os símbolos fluorescentes que barravam a passagem. Sua mão queimou um pouco com o contato, mas isso não foi o suficiente para fazê-lo recuar. Com a voz firme e rouca, começou a recitar um contrafeitiço. Sua mão brilhou num azul pálido e sobrenatural. Em segundos, a barreira foi destruída como se quebrasse um espelho em pedaços. Com um sorriso sádico, o homem subiu os degraus e adentrou a Sala do Cristal abrindo a segunda porta com violência.

— Ora, ora, ora. O que temos aqui? — o feiticeiro disse numa fala calma e tranquila, tal como um lobo prestes a enganar um cordeiro sabendo que estava em clara vantagem.

— Aaron — Yonuki disse tão tranquilo como o feiticeiro.

— Yonuki… — Aaron manteve o tom paternalista e timbre baixo. — Eu não sei se acho suas tentativas de me deter divertidas ou patéticas, mas devo confessar que estou surpreso que você tenha permitido o massacre que está acontecendo, afinal era só ter me entregado a Palas no lugar e hora que eu pedi para que as vidas inocentes que você tanto preza tivessem sido poupadas.

O olhar arroxeado do inimigo se virou para encarar Palas, que estava posicionada onde a mandaram ficar, com os punhos apertados e dentes trincados de raiva, mal conseguindo controlar sua vontade de lutar.

— Olá querida — Aaron disse. — A gravidez fez bem a sua aura. Como é que dizem de mulheres grávidas? — Fez uma pausa teatral. — Ah sim! Você parece brilhar, contudo posso estar sendo um pouco tendencioso em achar isso da minha esposa e da minha cria.

— Eu não sou sua esposa. Meu marido morreu já faz alguns meses, pensei que soubesse — Palas falou firme e afrontosa.

Por mais que temesse pela criança que estava em seu ventre, ela não abaixaria a cabeça diante Aaron. Ela era Palas, uma Amazona[5] de Temiscira[6] e não se curvaria a vontade de um louco sem uma briga antes, mesmo que o dito louco outrora tivesse sido seu gentil marido.

— Ora querida, como posso estar morto se estou bem aqui?

Com confiança, o feiticeiro avançou em direção a Palas, porém foi barrado por um ataque surpresa de Yonuki.

— Preparem o ritual! — ordenou o chefe da Guarda interpondo-se no caminho de Aaron, posicionando-se em posição de luta e sem desviar o olhar do inimigo. Ele seria a última barreira entre Palas e Aaron até o final do feitiço.

Atrás deles, os três anciões pararam em um círculo em volta de Palas e começaram a recitar um encantamento que parecia vibrar junto do Cristal. Aaron desviou os olhos para olhar o que faziam, mas não pareceu surpreso. Voltou a encarar Yonuki, que manteve sua posição defensiva entre Aaron e o lugar que Palas se encontrava parada.

— Você não é páreo para mim velho — Aaron disse, começando a perder o tom calmo e dominante.

— Então me prove criança — Yonuki disse.

Perdendo a paciência com a afronta, Aaron partiu para o ataque físico contra o ancião, entretanto por mais que seus movimentos fossem rápidos e fluídos não conseguiam atingir o velho chefe da Guarda Reluzente, que era mais experiente e com uma resistência em combate excepcional, desviando assim de todas as investidas que lhe eram lançadas. Yonuki apenas provava na frente dos presentes o quanto o feiticeiro estava errado em suas afirmações arrogantes. Após encontrar uma brecha na defesa de Aaron, o Chefe, após o primeiro golpe dado sendo bem-sucedido, seguiu com uma sequência de nocautes contra o mais novo, afastando-o mais e mais de onde o ritual acontecia.

Aaron caiu no chão crispando em raiva e cuspindo sangue. Os olhos destilavam ódio e sabendo que precisaria apelar se quisesse vencer aquele embate, iniciou um duelo com magia, que era a sua vantagem, contudo apesar de Yonuki não ser um feiticeiro, ainda sim conseguia combater magia com magia habilmente.

O ritual que acontecia atrás de Yonuki avançou bastante, ao ponto de que o próprio Cristal iluminava a sala reagindo ao que quer que estivessem fazendo. De repente, um feixe de luz amarelada surgiu em frente a Palas e naquele momento, Aaron conseguiu compreender o que estavam tentando fazer, atingindo um novo nível de raiva com a descoberta, principalmente quando viu a Amazona avançar em direção ao feixe de luz.

— Você não irá fugir de mim! — rugiu.

Aaron criou duas lanças de pura energia proveniente de sua magia e atirou uma em direção a Yonuki, obrigando o velho a se afastar do local que protegia para não ser atingido, enquanto a outra lança voou em direção a Palas. O resultado desse embate se tornou um mistério, pois Palas e a lança atravessaram o feixe de luz ao mesmo tempo. Imediatamente após a travessia da mulher, o feixe afunilou até sumir.

Depois disso, duas coisas aconteceram simultaneamente. Primeiro, o chão de Eldarya começou a tremer fortemente. Em segundo, Yonuki vendo que Palas encontrava-se em segurança, utilizou o seu bastão que engaiolava o fogo azul para incendiar todo o caminho até Aaron.

Sem conseguir se mexer por conta do terremoto e dos ferimentos que a luta contra Yonuki trouxe, Aaron foi atingido pelo fogo mágico. Seus gritos de agonia cortaram o ar da sala, mas antes que Yonuki e os outros anciões conseguissem chegar até o inimigo caído, mesmo com a dor excruciante que lhe queimava a carne, Aaron mentalmente recitou um encantamento de telecinésia[7] atrasando o grupo, para conseguir sumir magicamente diante o olhar de todos.

Yonuki sentiu o gosto amargo do fracasso na ponta da língua. Apesar da primeira parte do plano ter sido executada com êxito, a segunda, e mais importante parte, falhou. Aaron permanecia livre para se restabelecer e contra-atacar novamente no futuro. Providências terão que ser tomadas.


***


Na Terra, o mundo paralelo a Eldarya onde tudo era diferente, seria uma quarta-feira comum para todos os cidadãos daquela grande metrópole. O tráfego estava caótico como sempre, as buzinas propagavam no ar com seus sons irritantes, os pedestres caminhavam pelas ruas e calçadas distraídos com seus smartphones ou com as músicas que vinham dos fones de ouvido. De repente, a perspectiva de normalidade mudou quando um feixe de luz surgiu no ar no meio da rua, e de lá saiu uma mulher grávida e ensanguentada, vestida com roupas estranhas. Parecia até mesmo uma cena de filme de super-heróis. Os carros brecaram furiosamente, com os pneus cantando no asfalto em assovios altos, as pessoas em volta dela começaram a gritar desesperadas para chamarem uma ambulância enquanto outras se aproximavam para ajudar. Vozes e gritos estavam por toda a região, perguntando ao vento o que havia acontecido.

Quando os paramédicos chegaram para socorrê-la, Palas só conseguia pedir para que salvassem o seu bebê. O ferimento causou o adiantamento do parto em cinco semanas antes do devido e ela estava começando a dar à luz ali no meio da rua, cercada de estranhos. Na sala de emergência no hospital, já fraca pela perda de sangue tanto do ferimento quanto ao dar à luz, os médicos colocaram a pequena menina recém-nascida nos braços da mãe pela primeira e última vez.

— Keldra — sussurrou Palas para a enfermeira, sem desviar os olhos da pequena que esperneava. — O nome dela é Keldra — apesar de delirante, conseguiu pronunciar o nome que escolheu caso seu bebê fosse uma menina.

— A pressão dela está caindo! — gritou uma das vozes na sala de algum lugar em sua volta.

Os braços da Amazona começaram a ficar fracos e sua vista enturvou. Uma das enfermeiras foi rápida para pegar a neném antes que esta caísse do colo da mãe. A visão de Keldra sendo levada para longe foi à última coisa que Palas viu em vida, pois logo seus olhos se fecharam para sempre e ela sucumbiu à morte.

Sem ter mais o que fazer, o médico declarou o óbito da mulher desconhecida e nomeou a bebê de Keldra, como havia sido o desejo final da mãe.

Palas foi enterrada em um cemitério municipal como indigente, já que não encontraram qualquer documentação junto ao corpo. No certificado de óbito, a causa da morte foi hemorragia no parto, porque também não sabiam explicar o tipo de ferimento que havia sido feito. Era uma mistura de corte, com queimadura, mas não explicava o estado necrosado. Quanto a Keldra, após passar mais de um mês no hospital, não aparecendo ninguém para reivindicar a recém-nascida ela foi encaminhada pela polícia para um orfanato municipal da cidade, permanecendo em mistério a origem dela e de sua mãe.

Continua…


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[1] Big Bang ou Grande Expansão é o nome dado para a teoria dominante sobre a criação do universo. O nome dessa teoria foi creditado ao astrônomo inglês Fred Hoyle em uma entrevista de rádio em 1949, porém foi Georges Lemaître que iniciou com os estudos e pesquisas da Grande Expansão em 1927, cujos foi complementado por George Gamow.

[2] Referência ao filme Thor: Ragnarok, quando Hella invoca um exército de zumbis.

[3] Palas foi o nome da filha de Tritão e a melhor amiga da Deusa Atena. Ambas treinavam juntas sob a tutela de Tritão e em uma luta amistosa entre as duas, Atena, que estava perdendo, foi ajudada por Zeus que distraiu Palas e como consequência da distração, Palas foi mortalmente ferida por Atena. Atena ficou sentida com a perda da amiga e em homenagem a ela se autointitulou como sendo Palas Atena.

[4] Há uma teoria difundida de que as Amazonas cortavam um dos seios para melhorar o manejo com as armas, principalmente do arco e flecha, pois acreditava-se que a origem do nome “Amazona” vinha do grego antigo que significava “sem seio”.

[5] As Amazonas, segundo a mitologia grega, eram um exército composto apenas por mulheres. Vide nota de rodapé nº4.

[6] Temiscira, também de acordo com a mitologia grega, seria a ilha em que as Amazonas habitavam. Há divergências históricas da localização dessa ilha, que acredita-se que ficava em Cítia.

[7] Telecinésia é um suposto fenômeno ou capacidade que uma pessoa possuí de movimentar, abalar, manipular ou exercer força sobre um objeto físico usando apenas a mente.

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Notas da Autora:


Olá pessoal. Sejam todos muito bem-vindos ao prólogo de O Começo do Fim de Eldarya. Eu espero que tenham gostado desse comecinho da história. Para mim é muito importante saber a opinião de vocês, então deixem um coração e/ou um comentário dizendo sobre o que gostaram, o que não gostaram, o que acham que precisa ser melhorado, os erros que cometi, etc. Sou tão aberta às críticas positivas como sou com os elogios, por isso não se acanhem. Juro que não mordo! Quem for muito tímido para comentar aqui, vocês podem me encontrar no Twitter, Tumblr, CuriousCat e no Facebook — links ao final — e falarem o que acharam do capítulo em privado.

O capítulo foi revisado pela @name_no (Spirit), que foi um anjo de paciência eterna ao receber diversos e-mails com várias modificações do capítulo, até eu finalmente ficar satisfeita.

Por último, as atualizações acontecerão semanalmente, mais especificamente às sextas-feiras, às 18h aproximadamente. No mais, um beijo de megawatts de luz a todos os leitores e até o próximo capítulo!


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14 de Junho de 2019 às 20:57 0 Denunciar Insira 0
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