sweet-mary Mary

Nunca conheci ninguém que se parecesse comigo. Nunca recebi nenhuma música em dedicatória. Nunca morei em outra cidade. Nunca virei o ano na praia. Nunca recebi flores. Nunca gozei da popularidade. Nunca, porém, desisti dos meus sonhos. Nunca perdi a esperança. Nem sempre a mostro, mas carrego num baú bem escondido no meu peito a fé. O brilho dos meus olhos não é efeito de filtros, é o otimismo sobrevivente que se manifesta nas minhas íris. Nunca fui à princesa de ninguém, mas nasci na primavera, meus olhos são negros e brilhantes como a jabuticaba, doces e penetrantes como uma flor única cujos botões se abrem lentamente, a flor de novembro, a poesia escrita sem versos, acompanhando o espetáculo da própria vida. Uma flor que não existe outra igual no mundo. Guardada no verso que não morre quando escrito, mas assina a imortalidade e perdura. A flor de novembro se faz e refaz tal qual a ave fênix, das próprias cinzas ressurge a coragem. Essa sou eu, impaciente com meios termos. E este é o meu caderno.


Não-ficção Todo o público.

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Eu acredito em mim mesma

Curitiba, 02 de janeiro de 2016.

Ninguém pode me acusar de não acreditar em mim mesma porque se não acredito, não sei o que fiz a minha vida inteira.

Como qualquer pessoa de carne e osso eu tenho fraquezas e dúvidas. Se eu não tivesse suspeitas, não sei se poderia me considerar humana.

Quanto às fraquezas, às vezes o mundo vem e tenta cortar as minhas esperanças pela raiz, no entanto quem a vocês escreve é alguém que apesar de todos os ventos contrários e cicatrizes, ainda acredita.

Afinal, se eu não acreditar em mim, quem é que vai?

12 de Maio de 2019 às 22:15 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo Aconteça o que acontecer, eu vou continuar sorrindo.

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