Até que o passado nos encontre Seguir história

julianamendes Juliana Mendes

Até onde você iria pelo amor de sua vida? O que você seria capaz de fazer para protegê-lo? Sam e Susan vão lhe provar que não existe limites para duas pessoas que se amam intensamente. Susan Não possou nada de bom em mim. Meu passado encarregou-se de acabar comigo.Eu sigo sempre em frente o ódio me guia e nada me faz parar. Até que lá está ele sentado no centro do salão olhando para mim. E tudo muda por ele eu me tornei algo melhor e também desci ao mais baixo que poderia. Mas será que uma alma perdida como eu pode amar? Melhor merece ser amada? Sam Quando eu a vi senti minha Alma gritar por ela. Eu precisava tocar ela, amar ela. Não nada tiraria ela de mim. Eu estava magoado e com muito ódio em mim . Ela me resgatou me trouxe de volta a vida. Por seu amor e mataria e morreria. Somos um e nada vai nos separar! Nota da autora Olá esse é meu primeiro livro publicado. Espero que gostem. Compartilhem e votem muitoooo. Ele está completo. Atenção esse livro contém cenas de Sexo e violência Leitura apenas para maiores de 18.


Romance Erótico Para maiores de 18 apenas.

#amor #sexo #erótico #panico #traição #segredos #adulto #passado #ação #intenso
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Em progresso - Novo capítulo Todas as Sextas-feiras
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Capítulo 1

Sam olhou o quarto ao seu redor caramba como tudo ficou assim, havia roupas espalhadas pelo chão, cacos de vidros por todos os lados, seus portas retratos pelo chão em pedaços, vinho no lençol da cama, para não falar no banheiro havia sangue por todos os lados, o espelho quebrado. Sua esposa fora possessa por um demônio, não só pode. Sentou na cama na única parte da cama que realmente ainda dava para sentar, passou a mão pelos cabelos e bufou tentando organizar seus pensamentos. Sim eles estavam pior que seu quarto. Dayne tinha um talento nato voltava tudo a seu favor mesmo quando a vítima em questão era ele. Porra o corno era ele. Uma vida de dedicação para terminar assim. Day voltou- se louca por que ele descobriu seu segredinho. Ótimo o que ela queria seguir enganando o idiota aqui pro resto de sua vida? Não e o pior morreria acreditando que ele era o marido relapso e ela a esposa dedicada. A vida era maluca em algumas horas a sua vida inteira desmoronou. Algum filho da puta chutou seu castelo de vidro. Agora sim sabia o que era sentir como um caco jogado ao chão. A dor o dilacerava, seu orgulho estava em pedaços, sentia que poderia matar Day cem vezes ainda seria pouco não apagaria a raiva que sentia. Nem se a esfolasse inteira não seria suficiente. Seis anos com a mesma pessoa. Quando foi que passei de melhor marido do mundo ao maior corno? Nem sabia a quanto tempo que isso vinha acontecendo. Vai que foi só uma vez. Estava sendo o imbecil de sempre sonhando com coisas que não eram reais. Cansado olhou um dos portas retratos ao chão. Day estava agarrada ao seu pescoço por trás, exibia um sorriso lindo e natural, encostava sua bochecha na dele e sussurrou eu ti amo ao seu ouvido assim que a foto foi tirada. A merda da foto foi semana passada, alguém me diz o que eu perdi nesse meio tempo? Ou ela era uma ótima atriz. Passaram a noite fazendo sexo ardente como dois amantes incansáveis. Para agora descobrir que ela o traia com um amigo da faculdade. Não soube o que dizer, nem o que fazer quando descobriu. Mesmo agora ainda podia sentir seu coração parando de bater por uma fração de segundos. Queria gritar e não podia, quebrar tudo a sua volta, ela já tinha feito. Nem quando ela deu murro no espelho e cortou toda a mão, viu o sangue espalhar pelo chão, nem isso o tirou do choque. Quando por fim sentiu o ar lhe voltar aos pulmões a colocou pra fora sangrando e tudo. Nada o faria ficar mais dois segundos ao lado daquela víbora, a qual amou a sua vida toda.
Sentindo algo quebrado dentro de si levantou e seguiu pela casa, o silêncio que havia ali era assustador. Olhou como tudo ali parecia mera ilusão, as cenas felizes espalhadas pela casa. Que merda ela tinha que amar tanto assim fotos. Agora era como caminhar no corredor da morte. Tudo ali era oco e vazio e não podia chegar ao final vivo. Estava morto por dentro. Um zumbi a caminhar pela casa. Precisando sair dali com urgência entrou em seu carro e arrancou cantando os pneus o cheiro de pneu queimado empreguinou o ar por alguns segundos. Ainda era melhor do que o perfume dela no carro. Nada em minha vida foi real?
Amava Day desde a adolescência, foi sua primeira namorada nunca se quer teve olhos para outra. Ela o traiu. A sua mulher, ele podia jurar que era só dele, que ela o amava, que embora brigassem muito nada os separaria. Nunca nem por um misero momento desconfiou e quando por fim descobriu mesmo com a verdade estampada em sua cara ainda quis dizer que era mentira. Andou por algumas horas e só parou porque se deu conta que já estava a mais de cem quilômetros de casa. Não que isso fosse distância o suficiente, nem se fosse parar na China seria distância suficiente para si quer diminuir a dor e a vergonha que sentia. Fechou a porta do carro e andou até a praia nunca tinha vindo ali era uma das praias mais perto de sua casa e sempre fora a uma que era duas vezes mais longe só para agradar Dayne. Sentou na praia era uma noite fria de inverno o vento cortava seu rosto e estava com uma blusa de agasalho fina a raiva era maior que frio. Suas mãos tremiam de desejo de esmurrar o filho da puta que roubou sua mulher. Eram mais de três horas da manhã. Não havia ninguém ali era como olhar o vazio. O mar estava agitado, ondas enormes se levantavam e quebravam contra a rocha aos seus pés. Porque tinha que doer tanto, era como ter uma faca sendo afundada em seu peito. Uma pequena lágrimas correu pelo seu rosto, a dor o sufocava nada se comparava ao que sentia. Anos de convivência, confiança depositada seria capaz de morrer por ela. Agora sentia que podia matá-la com suas próprias mãos. Era ridículo acreditar em uma pessoa confiar sua vida a ela, torná-la o centro de sua vida, a única coisa que importava seu porto seguro. O mundo poderia ir contra você, mas ela estaria ali do seu lado. Para descobrir que nunca foi nada para ela, nunca significou nada disto a ela. Jamais foi retribuído, respeitado e toda a maldita vez que disse eu te amo não passava de uma puta de uma mentira. Realmente não podia ser mais doentio.
Sam se lembrava do dia em que conheceu Dayne era tão linda que pensou que era uma ilusão de ótica. Uma alucinação provocada pela falta de sexo em sua vida. Tinha vinte anos e ela dezoito acabara de se mudar era nova na cidade e nada era familiar a ela. Aproximou-se dela como um amigo, logo estavam namorando, nem viu o tempo passar e quando se deu conta lá estava ele num smoking esperando a mais bela noiva no altar. Seis anos se passaram e pensava que a fazia feliz, mas não nunca foi verdade nunca foi o suficiente para ela. Day era seu universo tudo para ele. Amou-a de tal maneira que nada para ele valia sem ela. Como pode me trair? Como pode olhar em meus olhos e dizer eu te amo? Quando acabará de se deitar com outro. A chuva começou a cair e o encharcou em questão de segundos. Era tão forte que sentia como se pequenas agulhas espetassem sua pele, teve que puxar as mangas para proteger sua pele da dor. Não se moveu, ali podia ver o quanto fora tolo amando, contudo de si para ser apunhalado pelas costas depois. Teria uma maneira de confiar em alguém de novo. Day levara muito com ela inclusive sua auto-estima, podia devolver um pouco ao menos. Sentiu vontade de beber até achar que isso era uma alucinação, um pesadelo do qual logo iria acordar. Como diria Charlie Brown iria esquecer nem que fosse só por uma noite. Levantou e foi ao carro ao entrar o perfume dela empreguinou o carro iria mandar lavar aquele carro até que aquele cheiro que agora lhe provocava náuseas saísse. Amava seu carro um Audi RS7 todo modificado e tunado não fora fácil montar um carro como esse e ainda adequado as leis para poder andar com ele como se fosse outro carro qualquer, mas se esse cheiro não saísse dele venderia ao primeiro que aparecesse. Na saída da cidade achou o que procurava uma boate enorme toda decorada com luzes neons vermelhas e amarelas. Era a típica vida noturna que ele nunca tivera, nem despedida de solteiro tivera para não correr o risco de fazer algo que não devia e também era lógico que Dayne disse que direitos iguais se e ele tivesse ela também teria não aceitou isso, mas não teve como discutir preferiu ficar sem. Olhando para trás via como ela sempre o dominou, sempre fez o quis dele, seguia todas as suas vontades nada foi o que quis.

OLÁ FLORES
Este é meu BB. Desde que comecei a escrever há 15 anos. Esse é o livro que mais amo, levou anos para ficar pronto. Espero que gostem.

Votem por favor e cometem
To doida pra saber se vcs vão gostar desse casal lindo
Sam e Susan .

Áh o livro ta recheado com muitas cenas hot. Muita ação e um amor sem igual.


19 de Fevereiro de 2019 às 23:01 0 Denunciar Insira 0
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