Facínora Seguir história

gabrielyo_juliav Gabriely&Júlia

O amor é um dos sentimentos mais belos e puros. Mas que não habita em corações e almas machucadas. Duas vidas diferentes. Dois caminhos diferentes. Mas que no fim, se juntam. Ele a amava. Os olhos dele a fascinavam. Ele faria de tudo para tê-la, mesmo que isso significasse perder totalmente a sua sanidade. Ela não sabia que dentro dele havia um monstro. Uma garota e um facínora. Os caminhos se encontrarão novamente.


Suspense/Mistério Para maiores de 18 apenas. © Obra registrada na Biblioteca Nacional.

#Amor-doentio #serial-killer #psicopata #assassino
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Prólogo

Alex


15 anos atrás.


Estou sentada na primeira carteira da frente conversando com minhas melhores amigas, Chloe e Tiffany. É segunda feira, e a nossa professora ainda não chegou, o que faz com que todos fiquem animados e conversem sem parar.

Ouço a porta da sala de aula se abrir, e vejo a senhora Elisabeth entrar, ao seu lado há um garoto de cabelos pretos como um corvo e pele pálida como a neve. Posso dizer que somos da mesma altura, talvez ele seja uns 3 centímetros mais alto, mas isso são detalhes que não importam. Ele usa roupas escuras, e anda olhando para o chão, com passos longos e lentos, como se ele não tivesse nenhuma pressa.

Nesse momento, minha atenção está totalmente nesse garoto misterioso, assim como a de todos dentro da sala. O silêncio paira de forma assustadora, e eu não gosto dele.

— Crianças, lamento o atraso. Mas há um bom motivo para ele. Quero que conheçam o seu mais novo amiguinho de sala, o Jonas. — Disse a senhora Elisabeth sorrindo alegremente.

Suas mãos pousam nos ombros pequenos de Jonas, mas ele não demonstra nenhuma reação.

Todos da classe dizem um uníssono 'Olá', eu permaneci calada olhando para o garoto chamado Jonas, ele nem sequer olhou para a turma, seus olhos estão fixos em seus tênis vermelhos. Andando devagar, Jonas passa por mim e caminha em direção ao fundo da sala, escolhe uma das últimas carteiras, e não levanta a cabeça uma vez sequer. Me viro curiosa e olho para ele. Mamãe diz que não devemos fazer contatos visuais com estranhos, mas a minha curiosidade é maior.

Foi nesse momento que me deparo com um par de olhos olhando para mim, estáticos, azuis como uma pedrinha preciosa que vi uma vez em uma loja, a safira. Sinto meu coração disparar. O mar azul neles é hipnotizante. Seus olhos não possuem alegria, posso ver algo diferente neles, mas não sei explicar.

Volto à realidade quando a senhora Elisabeth anuncia o início da aula e começa a escrever no quadro negro, me viro para frente e começo a copiar.

Mas ainda posso sentir seu olhar sobre mim.

4 de Fevereiro de 2019 às 18:57 2 Denunciar Insira 2
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Camilla Guimarães Camilla Guimarães
Adorei o prólogo, já viciei de agora :) sua escrita é muito boa, parabéns
5 de Março de 2019 às 06:41

  • Gabriely&Júlia Gabriely&Júlia
    Super obrigada! Agradecemos por estar aqui :3 5 de Março de 2019 às 13:32
~

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