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Não poder viver os próprios sonhos, é doloroso. Ter a traição como melhor amiga, é um erro. Ser manipulado pelo dinheiro, é ter o ego elevado. E deixar de amar, é como cair no precipício. Eren estava pendurado somente por um dos braços, a beira de sucumbir ao mesmo destino do seu pai. Sua única vontade era cair e ser levado pela lábia doce. Mas uma vez que se encontra um par de olhos cinzentos tão calorosos, o destino é mudado e não há ordens que o faça voltar atrás.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#musica #shingekinokyojin #attackontitan #aot #riren #snk #ereri #lemon #yaoi #drama #romance
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Prólogo


A beira da loucura.

Eren teve um dia cheio.

Cheio de dor de cabeça e infortúnios que o deixaram a beira do limite.

Cheio de desprazeres que quase o fizeram perder as estribeiras.

Cheio de olhares tortuosos que causaram grande alvoroço em seu sistema nervoso, deixando a artéria exposta na fina camada de sua pele morena.

O que mais poderia acontecer naquele dia em que, todos os seus funcionários decidiram ter uma rebelião de desobediência? Em que sua mulher confessou uma traição com o dono da empresa rival?

A sim...

Seu amante estava desaparecido e nem ao menos seus prazeres sexuais naquele dia seriam supridos. Aquele dia estava péssimo...

Tão péssimo quanto o seu gosto pra "escolher suas gravatas" - Era o que sua mulher dizia toda vez que saiam e Eren voltava mais chapado que Snoop Dogg na Cracolândia.

- Merda! - Era o que gritava enquanto arremessava vários papéis pelo chão. E sempre que se deparava a alguma parede, a esmurrava sem dó. Pobre coitada, era ela sempre a que pagava o pato pelas inconseqüências daquele jovem rapaz de escolhas erradas.

- Pai... você é um filha da puta!

- Desculpe mas minha mãe tinha sangue real...bem diferente das putas que você come.

A porta se abriu em um rangido e um homem de meia idade e óculos de fundo de garrafa em meio aos medianos cabelos castanhos, barba cheia e um corpo que, em sua ápice da juventude, seria másculo... apareceu e uma voz razoavelmente grossa, ecoou pelo ambiente em caos que estava aquela sala.

Grisha Jaëger era um velho conservado que causava muita inveja aonde passava. Empresa de carros em seu maior ano de vendas. Casado com uma mulher de parar o trânsito, ainda que ele fosse composta pela sua linha. Uma conta bancária maravilhosa onde Mark Zuckerberg choraria feito bebê se olhasse o valor.

Pra quem olhasse de fora, diria que estava tudo bem e perfeito, certo?

Correto!

Porém, a vida não é um mar de rosas.

Tudo realmente seria perfeito se não fosse pelo filhinho mimado, que faz birra por tudo quanto é coisa.

Eren era a sua definição de ódio.

Era seu filho? Era! Mas não deixava de ser um tremendo otário.

E não era só isso, se sentia verdadeiramente culpado por ter criado esse otário.

Não seria hipócrita de perguntar aonde tinha errado, porque, já sabia a resposta...

- Eu te dou tudo o que você quer e eu sou um filha da puta? Sinceramente Eren, estou quase tirando o seu sobrenome e te colocando em um orfanato mesmo sendo um pouco tarde. - Cruzou os braços de forma autoritária, deixando os músculos do braço ainda mais visível pela camisa branca dobrada até os cotovelos.

- Porque não faz isso e corre pra lamber a Mikasa, hã? Sua filhinha perfeita, que faz tudo perfeito mas sucumbi por um par de peitos caídos que aliás, eu já vi muito bem... - Atirou Eren entre os dentes.

- O relacionamento de Mikasa e Annie não tem nada a ver com isso. Deixe-a em paz moleque, ela diferente de você, conseguiu as suas coisas com o próprio esforço, sem escorar em ninguém como você faz. - Grisha deu um sorriso debochado.

- A é porque apoiar o relacionamento gay dela com Annie tem mais sentido do que apoiar o meu, certo? Porque me forçar a casar com uma mulher que claramente eu não gosto e desmentir pra impressa que eu não sou gay, pra não ser "uma vergonha internacional" é super a ver com isso. Vem cá...me jogar nessa joça, me fazer ser uma coisa que eu não quero ser, é o seu sinônimo de felicidade? Pra mim não é! - Eren estava perdendo completamente o pouco da paciência que ainda lhe restava.

- Continuar o meu trabalho é o dever do filho progenitor, acho que eu te ensinei isso não? - O mais velho deixou a sua posição defensiva pra se apoiar na mesa central daquele pequeno escritório.

- E eu lá ligo por que você me ensinou? Até Hitler ensinou mais coisas que você, como por exemplo: Que a empatia com a sua volta é importante, se não acontece o que aconteceu. Me diga papai, você tem empatia com o que eu quero? Tem empatia com a minha felicidade? - Eren andou a passos largos ficando de frente com o pai.

- Hitler, também ensinou outra coisa. Não precisamos ter empatia com os mortos.

- Oh...agora quer me matar? Ótimo! Já não aguentava mais ouvir tantas baboseiras. Pra um homem que chegou aonde chegou, você deveria ter o mínimo de estudo, mas acho que trair a mamãe era mais divertido do que estudar, não? - Olhou pra Grisha com desgosto. Falar aquelas palavras era igual comer um prato de comida fervendo.

- Você fala como se fosse um grande exemplo! - Acusou sem nem pensar duas vezes. Só quem era realmente tolo pra não saber a relação "escondida" de Armin com Eren. Falar de traição não era área desconhecida para nenhum dos dois.

- Bom...Você foi o meu exemplo. Desde que eu era criança você nunca parava em casa com a desculpa de que "tinha pessoas para salvar". Então não me venha me dar sermão! Não se pode dar exemplo do que não se vive. Não se pode dar o que não tem!

- Há há...e você pode Eren? - Grisha se inclinou pra ficar com o rosto a centímetros do de Eren mas ainda com os braços cruzados. - E você pode?

Eren se limitou apenas em olhá-lo com profundo desgosto.

Estava cansado e cheio de tudo aquilo.

O momento de tensão foi quebrado graças a Cíntia, uma das poucas funcionárias que não dava dor de cabeça a Eren. Na verdade, ela era tão lambe saco, que as vezes Eren tinha ânsia de vômito, mas ainda assim, gostava do trabalho prestativo dela.

- Estou atrapalhando algo? - Uma voz doce e anelada saiu por entre os lábios finos e desenhados que a moça tinha. Com um ato tímido, ela colocou uma mecha dos cabelos negros atrás da orelha e esperou a resposta que claramente já sabia.

Grisha arfou com pesar e se desencostou da mesa olhando com desdém para o filho.

- Não, Cíntia. Na verdade, nós já acabamos. - Empurrou Eren sem delicadeza e começou a andar em direção a porta, parando a um passo de sair. - Trate seus funcionários melhor, quem sabe eles não passam a te obedecer melhor.

Eren estalou os dentes com raiva e atirou a primeira coisa que consegui pegar, na mesa. - Um copo de whisky que tomara um pouco antes daquela amigável conversa.

O copo caiu no chão em caquinho, assustando a secretária.

- E-eu acho melhor eu sair - Ela apontou nervosamente para a porta já pronta pra puxar a maçaneta. - V-volto em outra hora.

- Não. - Disse em tom autoritário mesmo seu estivesse de cabeça baixa.

Cíntia se endireitou tentando regular sua respiração que por causa do susto, estava descompassada.

- Quero que me ajude a relaxar. Como pode ver eu estou um porre, só...me diga o que você faz pra esfriar a cabeça em dias assim...

Cíntia franziu o cenho sem entender o sentido daquilo mas nem morta negaria aquele pedido, ela poderia ser o alvo do próximo copo.

- Geralmente eu vou a bares, escuto algumas músicas e bebo casualmente. As vezes sozinha, ou com amigos...

Eren deu uma fraca risada.

- Eu não tenho amigos, Cíntia. Tenho sanguessugas nas minhas costas.

A morena engoliu seco. Queria melhorar o seu humor e não piorar.

- E porque não vai sozinho? - Seu tom foi mais grosso que o normal, o que fez Eren levantar a cabeça com as sombrancelha arqueadas que fizeram a morena se por em seu lugar. - Q-quer dizer, se quiser eu posso acompanhá-lo.

- E qual bar você sugere?

Um suspiro saiu dos lábios finos.

- Olha, senhor. Desculpe falar assim mas, tem certeza que está em condições?

- Perfeitas.

Outro suspiro. Cíntia tinha entrado ali para avisar de uma reunião e acabou naquilo.

Certamente não queria se envolver naqueles problemas de família que tanto atormentavam o seu chefe. Mas também não poderia deixá-lo daquela maneira. Então decidiu apenas mostrar o bar e dar qualquer desculpa pra sair assim que pudesse.

- Certo, vou te mostrar o meu preferido.

- Um bar LGBT, não? Boa escolha, aqui posso ser parcialmente quem eu sou. - Disse Eren falando mais alto que a música que tocava em todo local e deu um sorriso.

- Gosto de vir aqui, porque o meu grupo de amigos é bem variado nesse quesito.

Eren olhou meu emburrado e logo Cíntia se arrependeu de falar em amigos.

- Vamos beber alguma coisa e observar, quem sabe o senhor não acha algo interessante, n-não é mesmo? - Falou desviando o olhar de Eren que assentiu com a cabeça e logo direcionou seus olhos ao balcão do bar.

Passando por várias pessoas que dançavam e conversavam, eles se sentaram um ao lado do outro com Cíntia pedindo uma cerveja mais leve e Eren pedindo o shot logo de cara.

- Senhor, não acha melhor pegar leve?

- Não, não acho. Sabe o que acho? Que você deveria parar de me chamar assim, pelo menos fora da empresa. Aqui não estou sendo seu chefe, estou sendo seu amigo.

Um pequeno aperto se agarrou no coração da morena que logo viu como Eren estava abalado. E por fim, decidiu ficar até ele querer ir embora.

- Tudo bem então, Eren. - Ela deu um sorriso que foi retribuído, deixando-a vermelha.

Algumas doses foram sendo tomadas, enquanto conversa fiada era jogada fora. Falavam de qualquer coisa, menos de trabalho.

Eren se surpreendeu ao ver que Cíntia não era tão mal assim. Na primeira vez que se viram pela entrevista, teve a impressão que ela lhe daria trabalho mas aos longos dos meses percebeu que ela só tinha aparência de durona mas que era uma pessoa muito gentil.

Ao pedir mais um shot Cíntia o segurou pelo peitoral e acenou negativamente com a cabeça. Ela sabia que se ele continuasse, estadia completamente bêbado daqui alguns minutos.

- Você não pode tomar tanto, vai acabar com você amanhã.

- Não estrague a festa Cíntia, não estou bebendo tanto assim. Sou residente.

- Mas não imortal. Espera pelo menos mais um pouco pra tomar mais. - Ela olhou em volta e viu uma pequena banda começando a se preparar - Porque não vamos dar uma olhada naquela banda ali? Se não for boa, você volta a sua bebedeira, que tal?

Eren pirraçou e fez um biquinho deixando-o com a aparência mais jovem do que já era. Ele claramente já estava bêbado, só estava negando tal fato.

Saindo do balcão eles se instalaram em um dos bancos próximos ao minúsculo palco onde a banda se preparava e com nenhum interesse Eren começou a observar cada ato deles.

Uma mulher ruiva estava ligando os cabos do teclado, enquanto dois homens estavam afinando o seus instrumentos. Um no baixo e outro na guitarra. E um terceiro que arrumava os microfones e mais uma guitarra. Esse Eren reparou que era mais baixo, lá pelos seus 1,60 de altura chutou mentalmente.

Eren fechou os olhos por um instante. Uma tontura o estava atingindo de leve. Cíntia tinha razão, não deveria ter bebido tão rápido.

Deixou-se ficar daquele jeito mais um tempo pra ver se aqueles sintomas desapareciam e acabou não notando que Cíntia saiu de seu lado.

Um toque macio em suas coxas foi sentido e ele abriu os olhos.

- Você está bem? - A ruiva da banda o perguntou gentilmente. - A moça que estava do seu lado chamou você algumas vezes mas você nem se mexeu, ela foi ao banheiro, fiquei preocupada com você. Esta parecendo realmente mal.

Eren deixou os olhos piscar algumas vezes sentindo um formigamento em sua garganta. Não deveria ter bebido tanto...

- Senhor? - A ruiva perguntou novamente.

Quase tinha se esquecido dela e olha que tinha falado com ela a poucos segundos.

- A me desculpe, está tudo bem. Consigo me virar mas obrigado. - Forçou um dos seus sorrisos mais gentis e tentou levantar, mas foi impossível.

Sua tontura estava muito ruim. Na verdade ruim demais.

Eren se sentou de novo deixando a cabeça pender pra trás e sentiu tudo girar, colocando o antebraço para tampar os olhos mesmo que eles já estivessem fechados.

- Tem certeza que esta realmente bem? Se quiser eu trago alguns remédios...como a gente sempre sai por ai é meio comum a gente passar mal - Eren ponderou sobre a proposta de tomar alguma coisa pra melhorar.

Mesmo sendo desconhecida aquela mulher fazia Eren se sentir confortável à voz dela, então somente acenou positivamente dizendo que aceitava o remédio que ela tinha.

Com um aceno como resposta a mulher se afastou dele e foi em direção ao pequeno palco do bar, onde Eren julgou estar a suas coisas e possivelmente as sua bolsa. Uma mulher sempre tem uma...ainda mais aquela que parecia ser muito precavida.

Nesse meio tempo, Cintia voltou e cutucou-lhe na coxa, o que fez uma pequena irritação lhe subir a cabeça. Odiava ser cutucado.

- O que é? - Perguntou num tom irritado

- Está melhor?

- Apenas com tontura mas, já achei alguém que vai me ajudar...

Com um sorriso meio debochado, Cintia arqueou as sobrancelhas.

- E quem seria? A ruiva bonitona da banda?

- Bonitona? Não reparei mas é ela sim, porque?

A morena apenas arregalou os olhos e se aproximou sussurrando perto de seu rosto:

- Tem como pedir o numero dela pra mim? Eu a achei tão linda...Estava olhando-a de longe ponderando se eu mesmo faria isso.

- Não acredito que você também joga no outro time...- Eren tirou os braços do rosto com um sorriso escárnio.

- Pois é, né...surpresas...quando te vi se pegando com Armin naquela vez, eu quase surtei, só que de felicidade... - Uma risada surgiu entre eles. Só param de rir quando a ruiva se aproximou com o remédio e um copo de água em mãos e deixou Cintia um pouco corada.

- Pelo visto a sua amiga chegou - Ela deu um sorriso. - Aqui está! - Ela estendeu as mãos e entregou o remédio ao moreno que pegou junto ao copo.

- Obrigado... - Em um só gole, Eren tomou tudo de uma vez, deixando um pouco de água escorrer pela camisa e molhá-la um pouco. - A propósito, como é seu nome?

- Petra, Petra Ral e o de vocês?

- Sou Eren e ela é Cintia...que tal passar o seu numero pra ela? Ela esta me enchendo a paciência faz um tempo e está muuuuito interessada em você...

O comentário conseguiu deixar a ruiva mais rubra que a cor de seus cabelos e um olhar de vergonha também foi deixado por Cintia.

- E-eu acho que você esta bêbado demais Eren...acho que devemos ir embora... - Ela gesticulou rápido deixando claro seus sinais de nervosismo e uma risada baixa foi solta pela ruiva. Queria que ele pedisse o numero, mas não de forma tão descarada.

- Se quer meu numero, é só falar. - Ela se aproximou ao ouvido da morena e sussurrou - Eu também jogo no outro time. - Ela se afastou e deu uma leve piscada ao moreno.

- Te espero depois do show...- A ruiva se virou em direção ao palco, deixando para trás uma Cintia muito constrangida mas contente.

- Arranjou um foda, parabéns. Pelo visto eu vou ter que ir embora sozinho.

- Que isso... você já viu os outros membros da banda? Olha aquele mais baixinho, ele é de tirar o folego - ela disse um sorriso escárnio e apontando para o homem que estava completamente concentrado em sua tarefa de afinar o instrumento em sua mão.

- Então você joga nos dois times? - Disse Eren tentando visualizar o rosto do homem em pauta, mas estava com dificuldades, já que o mesmo estava com o rosto abaixado.

- Não, só estou reconhecendo que ele é bonito e que...- ela virou o rosto para o moreno com uma malicia nos olhos. - O tempo todo que a Petra estava aqui, ele estava olhado, e não era para ela...

- Está dizendo que ele estava olhando para mim? - Eren agora olhava um pouco mais interessado. Tinha conseguida dar uma espiada no rosto daquele homem e realmente era de perder o folego.

- Não estou dizendo, eu estou afirmando. Ele não estaria olhando para Petra já que, aparentemente ela é solteira. Eu estava aqui mas ele não tem cara de que ficaria com uma pessoa feito eu, então...

- Eu vou conversar com ele... você não pode ser a única a arrumar um foda pra esta noite. - disse Eren já se levantando, mesmo que ainda sua tontura não estivesse passado.

- Uuuuu isso que eu chamo de atitude...vai lá gatão - Cintia falou um pouco alto. Talvez não fosse só o Eren bêbado ali.

Eren andou não tão tranquilamente quanto queria, mas mesmo assim foi até a ponta do palco onde o guitarrista estava. Sentou do seu lado, como quem não queria nada e aos poucos foi se virando pra falar com ele, porém antes de sair qualquer palavra de sua boca, Eren foi cortado de imediato:

- Se esta procurando um foda comigo, pode esquecer. Não estou interessado.

O moreno arregalou os olhos, não esperava que ele fosse tão direto.

- Caramba, nem uma conversa? ou você não é interessado em homens?

- Sou sim. Só não sou interessado em você.

Agora Eren abrira a boca de indignação. Seu raciocínio já não estava dos melhores, sua tontura estava piorando, mesmo com o remédio. Aquilo foi a gota da água.

- Mas que filho da puta!

O homem agora levantou cabeça com os olhos semicerrados e o olhou com desprezo através dos óculos que ele usava. O filha da puta era lindo, com os cabelos bem cortados, roupa completamente pretas exceto pela camiseta cinza. Lábios finos e rosados, pele alva e olhos cinzentos e marcantes que davam um toque de rebeldia.

O homem vou aqueles os olhos verdes de Eren o olharem com um misto de desejo e raiva e apenas se limitou a se virar de costas e sair dali.

Eren olhou tudo com os olhos cheios de raiva, a vontade era de sair no soco com aquele anão. Mas não ele faria muito pior.

- Pode me dizer pelo menos o nome da banda? - As palavras saíram um pouco ácidas demais, fazendo o guitarrista arfar sem se virar de frente com o moreno.

- Titan - Disse reto e seco.

Você me paga.

Eren também saiu do palco e andou já para Cintia que fazia chacotas e ria de mal desempenho.

- Caramba, assim tão rápido? Você é muito ruim nisso...

- Ele que é idiota, mas ele vai ver só...- Ele falou em um completamente emburrado.

- Sim, sim mimadinho você vai fazer ele pagar. Agora vamos embora? já esta tarde...ou você quer ver a banda tocar?

- Eu vou ter muito tempo pra isso... - Um sorriso zombeteiro surgiu nos lábios de Eren e Cintia teve certeza de o que ele estava pensando não era pouca coisa. Cintia fez uma nota mental de que queria ver aquela vingança de camarote.

- E como pretende fazer isso?

Semana que vem ele estará tocando em meus comerciais.

* Notas: Capa da fanfic feita por MihaPie, obrigada <3

24 de Janeiro de 2019 às 11:52 0 Denunciar Insira 0
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