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russa Russa Narcisista

Foram mais de cem rotas genocidas aterrorizantes que ocorreram em Underfell, Red mal teve tempo de sequer pensar em Sans, muito menos de se encontrar com ele em meio a tanto caos causado em seu universo e consequentemente em sua mente. Porém, quanto todo o massacre acabou – ou melhor, sofreu uma inibição, ver Sans foi a primeira coisa que Red quis fazer e fez.


Fanfiction Jogos Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Milésimo reencontro

— Olha só, você ainda continua com essa cara de baunilha do caralho. — Red comentou com um sorriso sarcástico se referindo à expressividade dócil dominante nas expressões faciais de Sans, tal elemento que venerava naquele poço de moralismo forçado. Deu uma ultima tragada no cigarro, esperando que o gosto da fumaça favorecesse a própria satisfação e então jogou o cilindro no chão sem quebrar o contato visual.

A troca de olhares estava intensa porque por alguns segundos Sans e Red deixaram seus verdadeiros sentimentos refletirem no brilho das respectivas magias oculares, deixaram-se serem vistos, expuseram-se, se revelaram por alguns instantes antes de voltarem à realidade teatral da vida, do relacionamento, sincronicamente. Apesar de o momento ter acabado, o sentimento: aquela força sobrenatural de luxuria, paixão e autodestruição que os mantinha unidos; que um sentia pelo outro cresceu ainda mais, e agora essa acrescência refletia nos sorrisos bobos que ambos soltaram ao mesmo tempo.

— E você continua com essa cara... De stripper caipira. — Sans murmurou irônico, a nostalgia banhando o timbre – estava com o olhar quase inteiramente ameno não fosse pelas sobrancelhas ósseas levemente franzidas em diversão à situação, ao reencontro, ao fato de tudo continuar igual não por uma indiferença depressiva, mas sim por uma velha promessa.

— Heh. — Red soltou um riso genuíno em reação ao comentário-trocadilho, é, havia sido ótimo e o próprio genocida apesar de não poder se ver, provavelmente estava com as roupas tão mutiladas quanto seus braços em dia de rota genocida incompleta a ponto de ser digno de tal comparação – apesar de que o ascendente sabia que era uma ofensa à sua submissão com um certo alguém, mas não era hora de pensar em ninguém além d’eles dois. — Pô mano, era disso que eu precisava depois de um reset, de um cigarro e dessa sua cara de baunilha. — Assumiu singelo, abandonando toda a postura passivo-agressiva. Red poderia estar acima de Sans no quesito de força psicológica – principalmente daqueles que desencadeiam impulsos – mas em certos momentos como este atualmente, esse controle se dissolve dando lugar aos impulsos involuntários, e o impulso que se mostrou desta vez através da frase foi o da submissão de estar apaixonado.

— Sua... Besta irracional! — Sans alargou seu sorriso acolhedor e abriu os braços num convite silencioso de abraço.

— Irracional é o meu pau! — Red rebateu praticamente se jogando em Sans e abraçando-o com tanta força que até doía, literalmente envolveu o corpo do menor em seus braços utilizando-se de uma força exagerada no aperto, e fincou as unhas na cintura do pequeno coberta pelo casaco azulado, que não impediu o contato das unhas na pele óssea alheia. — Seu poço de moralismo forçado... — Murmurou apaixonado novamente, desta vez havia tentado se segurar, havia tentado mesmo, mas a saudade e a paixão falaram mais alto que seu ego desmiolado e quase tão irracional quanto à própria mente.

— Cala boca, uke... — Sans rebateu baixinho sentindo as lágrimas banharem as bochechas ósseas, apesar de estar chorando pela intensidade de sentimentos dominante a ALMA, não soluçou nem demonstrou sinal de que chorava.

Red não caçoou daquela reação especifica de Sans, permitiu que ele chorasse em silêncio, era um momento especial para ambos e como aquele pedaço de baunilha ambulante costumava ser frágil quando o relacionamento deles voltava ao normal depois de um ponto trágico e enlouquecedor que era o reset pós-genocídio no universo do punker, não conseguiu verbalizar um comentário sarcástico porque Red ficava inteiramente comovido com aquilo; tanto que deixou que o próprio espírito mergulhasse no alívio que era estar – finalmente – com a presença de Sans ao seu lado, mesmo não sendo no universo de Sans, este ficava triste por si.

O genocida levou uma das mãos pousadas na cintura do pequeno até o crânio deste, afagando-o humildemente ali e posteriormente puxando-o com força moderada para dar um selinho rápido na testa límpida do senhor baunilha, fez isso numa tentativa de demonstrar que ainda o amava, que ainda tinha sentimentos dentro da ALMA de cor ensanguentada. E Sans ficou realmente feliz ao receber essa mensagem oculta, literalmente, a ALMA safira de repente acelerou agora batendo numa cadência rápida de felicidade.

É, mas depois de alguns minutos o Fell bonzinho foi para a casa do caralho.

— Vem cá. — Red sussurrou em abstinência puxando o queixo de Sans e selando os lábios ósseos dele nos seus, e assim o ósculo tão, mas tão esperado finalmente começou sem indagações ou reclamações.

— Ngh... — Sans grunhiu em deleite, já estava acostumado com o tratamento árduo e impulsivo do ascendente, se bem que o sentimento de adoração perante a submissão à Red favorecia aquela aceitação.

As línguas travavam uma verdadeira guerra pelo domínio de território, moviam-se com violência e desespero apesar de outrora esfregarem-se intensamente e com isso emanando a paixão pura. Aquele ato, aquela demonstração de amor verdadeiro, de saudade verdadeira, só teve fim quando o ar se fez mais que necessário; e mesmo após um rápido separar de lábios ósseos, eles se selaram novamente, afoitos. Sans levou as mãos até as bochechas ósseas de Red com o instinto de aprofundar o ósculo, aprofundar o contato das línguas e prolongar o ato divino.

— Que porra de saudade de você... — Sans resmungou ofegante durante uma pausa para recuperação de ar, lambeu os lábios ósseos do genocida antes de retomar o ósculo que estava reascendendo o cúmulo da insanidade presa dentro deles.

— Caralho... Eu também estava... — Red admitiu se entregando de vez a realidade dos seus sentimentos, o que perderia se admitisse que havia sentido falta da sua baunilha? Não era mentira, ao contrário, era uma verdade dolorosa. Depois dessa ultima revelação, retornou as mãos para a cintura de Sans, adentrando o casaco que ele portava e tocando-lhe as costelas com certa volúpia em preparação para as próximas carícias obscenas que estavam por vir.

— Red... — Sans gemeu baixo em reação ao toque. Em um rápido movimento sentiu as costas baterem contra uma superfície gelada que soube ser a parede posteriormente, suspirou forte entre o beijo sentindo-se sufocado com a prensagem e com a repentina aproximação exagerada e deliciosa. Não pôde conter um riso, mal haviam se reencontrado depois de um caos de sentimentos e já estavam se fornicando daquele jeito. — Apressadinho como sempre.

— Engraçadinho como sempre.

6 de Novembro de 2018 às 20:32 0 Denunciar Insira 1
Fim

Conheça o autor

Russa Narcisista Sou Russa, perfeccionista, gananciosa e competitiva, humilde com pessoas importantes pra mim. As coisas que eu mais gosto são: Fontcest de todas as AU'S (principalmente Fellcest), Universos Alternativos de Undertale: Underverse; Underfell, Swapfell e Underlust; Undertale, Five night's at Freddy's, Teorias de FNAF, Springtrap, SOUTH PARK (melhor desenho ever ♥ o//), Killing Stalking (melhor "yaoi" ever), do trio Pewdiepie; Jacksepticeye e Markiplier, de Youtubers em geral e Fanbases Cânceres.

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