Nymphomaniac Seguir história

mrseloi Mrs Eloi

Ela era seu pior pesadelo; porém, ele nunca fora um apreciador de sonhos.


Fanfiction Anime/Mangá Todo o público.

#hentai #colegial #fanfic #sasusaku #naruto
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Nymphomaniac

One

Escrita por MrsEloi.

 

sala estava cheia como de costume, Kakashi depositou o material sobre a mesa dedicada a ele. Assim, dirigiu uma olhadela rápida para os rostos dos novos alunos e revirou-os ao fixar a atenção no grupo de baderneiros no qual haviam repetido a série no ano que se passou. Garotos daquela idade restringiam seus pensamentos apenas a sexo, popularidade e time de futebol. E ele, ora, apenas o mestre docente em História, classificado em primeiro lugar na avaliação regente nacional de professores e mestres, pós-graduado, mestre e doutor, era considerado o professor careta no qual impunha castigos severos com o singelo intuito de sabotar a didática do insignificante, outrora, vangloriado, mestre Guy. Passara anos estudando em incontáveis noites mal dormidas para vir um hiperativo qualquer e surrupiar sua glória. Estava prestes a iniciar seu discurso banal no qual ninguém daria a mínima, mas era de suma importância para seu ego profissional, quando a aluna nova adentrou na sala de aula, um tanto eufórica.

— Senhorita Haruno, minha primeira impressão sobre você é a impontualidade.

Severidade era a característica chave que o tornava o melhor. A pele pálida anuiu para um tom rubro acentuado sobre ambos os masseteres, ainda assim, a garota se curvou para pegar o chaveiro de unicórnio que foi de encontro ao chão, revelando os fios estranhamente róseos suspensos por uma caneta lilás qualquer; por debaixo dos braços sustentava um notebook e os ombros uma mochila.

— Espero ter a oportunidade de me redimir.

Foi tudo que ela disse, ignorando as gargalhadas maliciosas que preencheram a extensão da sala como um timbre único. A rosada mordiscou os lábios, corajosa o suficiente para olhar ao seu redor, procurando avidamente um local confortável para se acomodar. As grandes íris esmeraldinas revelavam uma ingenuidade eminente, no entanto, também, as ilhas esverdeadas escondiam no interior, lascívia. Olhando-a pela arquibancada, era fácil denotar a aura que exalava a postura nerd monótona. Mas em campo, quem era ela e por que diabos estava ali?  Apesar de um renomado colégio interno moldado em legislação rigorosa, a utilização impecável do uniforme era exagerada. Sakura caminhou com cautela até a última carteira da primeira fileira, relaxando os ombros em alívio. A primeira fase de ser a aluna novata já havia terminado. Que venha a próxima fase.

Quando o sinal do intervalo soou. Sakura não pode deixar de se sentir constrangida pela formalidade excessiva e discretamente, desabotoou os dois primeiros botões da camisa branca.

— Olá, então você é minha nova colega de apê. — a rosada voltou sua atenção para a silhueta cômoda que se jogou sobre sua mesa, amassando a folha do seu caderno. Apertou as pontas dos dedos na própria palma e lentamente abaixou a mão até depositá-la no colo. — Sou Konan.

— Seu cabelo é bonito, Konan.

— Veja só, Sasori, a diretora Tsunade restringiu as garotas exóticas em um apê só. — Konan enlaçou o torço do ruivo, sorrindo. Ela era bonita, mas aparentava três há quatro anos mais velha.

— Não repara, ela é sempre escandalosa. — comentou o rapaz de olhos amendoados, discretamente.

— Ah, tudo bem, isso não me incomoda nenhum pouco. — mentiu, pois na realidade, evitava pessoas espalhafatosas em seu círculo de convivência.

— Eu já curti você gata — Konan lhe direcionou uma piscadela e então se despediu. —, a gente se esbarra mais tarde. Quem sabe a gente não dá uma farrinha.

Sakura conteve a vontade de regurgitar.

 

(...)

 

A Haruno saiu da sala assim que o sinal tocou. Por sorte, ela havia conseguido o emprego na biblioteca durante a parte da tarde, deste modo, conseguiria manter suas despesas ali, já que a bolsa integral não incluía os gastos com os suprimentos e materiais didáticos. Sentiu alguém cutucar seu ombro direito com o dedo indicador e quando notou, estava rodeada por marmanjos que lhe obrigaram a cessar os passos.

— Estou disponível pra transar essa noite, rosinha. — o mais baixo deles falou, revelando os caninos pontiagudos como as presas de um animal carnívoro. E além do mais, exalava um odor fétido de cachorro molhado. Ela bateu a sola da sapatilha preta no chão, impaciente.

— Com você não, mas quem sabe com o rapaz da esquerda ali. — ela tentou avançar, mas foi impeça novamente pelo troglodita. Os outros riram.

— O Sasuke? — o loiro pronunciou, nada surpreso. — Perdeu mais uma, Kiba.

Então esse era seu nome, tão bonito quanto.

— Desculpa chiclete, mas eu não faço sexo com nerd. — a voz rouca finalmente se revelou, proporcionando ereções em todos os folículos pilosos de sua derme. Ele tinha uma belíssima expressão entediada no rosto, mas a lateral de seus lábios se curvou em um sorriso de deboche. O outro tinha cara de babaca-agrassivo, já Sasuke, era a definição de passivo-agressivo-babaca.

— Ôh, desculpe, pensei que fosse o tipo de garanhão que fodia qualquer uma que lhe oferecesse a raba.

Sem sutileza, passou por Kiba, esbarrando o ombro com firmeza em seu peito, deixando para trás o bando de mentecaptos, entretanto, ainda foi capaz de ouvir a enorme chacota para com o senhor metido a besta. Realmente, beleza não definia ninguém. Ao atravessar o corredor e adentrar na biblioteca, retirou o celular do bolso, no entanto, não havia nenhuma mensagem ou ligação. Guardou-o no bolso e voltou sua atenção para o que realmente necessitava: a biblioteca daquele local estava um caos.

 

***

 

Ginásio.

 

Na arquibancada, Neji mexia com tamanha agilidade nos diversos fios coloridos que se conectavam em sua câmera fotográfica de última geração. As etapas de classificação dos campeonatos iria se iniciar e ele não poderia perder nenhum flash para o documentário da escola.

— Eu não acredito que você tomou um pé na bunda da Ino, cara — Naruto gargalhava a ponto de se engasgar com o milk shake de maracujá na boca. —, você é um babaca mesmo, Uchiha Sasuke.

— Nunca vi levar toco de puta. — o outro falou – Shikamaru, bebericando o refrigerante de uva, sorrindo com sarcasmo. Arremessou um bando de batatinhas na boca.

— Vão te fuder, bando de inúteis. — Sasuke rugiu – irritado. Se não bastasse o fora que havia levado da Yamanaka, ainda teve que aturar a zuação quando a esquisitona resolveu abrir a boca. Definitivamente, aquele não era um bom dia para o capitão no time de futebol do colégio interno de Konohagakure. Rosa? Qual é, ninguém que possui o cabelo daquela cor pode ser levada a sério. Bufou.

— Naruto, daqui uns dias é você. — desta vez, o Uzumaki saltou sobre Gaara, tapando sua boca tagarela e inconveniente. Sentiu o suor gélido tomar conta da parede epidérmica de sua mão.

— Por quê? — Neji, que aparentava disperso da situação, arqueou a sobrancelha, desconfiado.

Naruto movimentou o cotovelo no ar, acertando corretamente seu alvo principal.

— Desgraçado, filho da puta! — o ruivo relinchou como um cavalo, agoniado. Todos riram enquanto o mesmo metralhava palavrões incoerentes, exceto Neji.

Sasuke tombou o pescoço para trás, revirando os olhos. Não imaginava até quando duraria a farsa de Naruto e havia apostado com Shikamaru quem descobriria primeiro: Neji ou Hinata?

A Hyuuga era prima de Neji e este, continha uma grande lista de boletins de ocorrência por comportamento agressivo. Enquanto a morena não liberava a toca para o loiro, Naruto afogava o coelho na toca da Temari.

E ele? Havia afogado seu coelho na toca de Karin justamente quando Ino entrou no banheiro feminino.

— Poxa, ela não me deixa nem pegar nos peitinhos... — Naruto resmungou baixinho. — Nem se eu fosse um monge, ora bolas.

— Eu peguei. — Sasuke gargalhou alto e sentiu o Uzumaki lhe fuzilar com os olhos. Ele havia beijado todas as bocas femininas daquele antro de ensino e putaria. Até havia sido infectado por gengivite bacteriana uma vez.

— Sua marmita chegou, Sasuke. — Neji anunciou. O moreno levantou ao ver Karin acenando pra ele do topo das escadas. Sua nova ficante-fixa estava oficialmente anunciada.

No entanto, escutou um maldito grito feminino vindo da biblioteca acompanhando com um alto estrondo.. E como capitão do time de futebol, era seu trabalho salvar as donzelas em apuros. Todos correram em direção ao pedido de ajuda que veio logo em seguida.

5 de Novembro de 2018 às 16:26 0 Denunciar Insira 0
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